A importância do auxílio psicológico para os Transgênero

Crescer e permanecer em um ambiente onde se identificar com um gênero diferente do de nascimento pode gerar muitas complicações psicológicas. Nem sempre essas situações têm origem na própria identidade de gênero, muitas vezes ela ela se origina a partir da situação social em que essas pessoas estão submetidas. 

Tem interesse em saber mais sobre a importância do auxílio profissional as pessoas trans? Continue acompanhando nossa matéria.

O que é uma pessoa trans?

Quando falamos em pessoas trans, primeiro temos que entender o que é a identidade de gênero, que nada mais é que a forma com que a pessoa se identifica. Isso pode variar, pois há quem se perceba homem, mulher ou nenhum dos dois.

Os trans não se identificam com o seu gênero de nascimento biológico, ou seja, eles têm um sexo, não se identificam com ele e esperam ser reconhecidos na sociedade de acordo com o que acreditam. Sempre lembrando que pessoas trans podem optar ou não por modificações corporais.

A identidade trans não causa necessariamente sofrimento psíquico para a pessoa, mas geralmente isso acontece na relação dessa pessoa com a sociedade e por isso, é necessário o acompanhamento psicológico. 

O que desencadeia a dor psíquica das pessoas trans?

Na maioria das vezes a dor psíquica das pessoas trans surgem a partir de situações sociais, que pode desenvolver na pessoa  sensação de abandono, solidão, baixa autoestima, discriminação, estigmatização, exclusão etc. 

Isso faz com que estes indivíduos necessitem uma rede de apoio que favoreça o desenvolvimento de sua identidade e que ajude a encontrar formas de amenizar essa dor, sem discriminação, exploração, violência, desrespeito e opressão. 

Não patologização 

Não faz muito tempo que a OMS deixou de reconhecer a transexualidade como patologia mental, mas várias mudanças vêm acontecendo nos últimos tempos para que eles sejam integrados à sociedade, como a modificação para o capítulo intitulado “condições relacionadas à saúde sexual”.

Mas a psicologia, desde janeiro de 2018, já havia aprovado pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP) a Resolução n°1/2018, que impede os profissionais de tratarem como patologia, ou seja, os profissionais não devem fazer “uso de instrumentos ou técnicas psicológicas para criar, manter ou reforçar preconceitos, estigmas, estereótipos ou discriminação”.

Portanto, podemos concluir que indivíduos trans devem procurar um psicólogo para conseguir lidar com as adversidades sociais apresentadas a eles no dia a dia, com profissionais capacitados que trabalhem para melhorar e contribuir na qualidade de vida do indivíduo junto a sociedade. 

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