Descontar a raiva nos outros: Por que fazemos isso?

Descontar a raiva ou frustrações no parceiro ou em familiares pode ser mais comum do que você imagina.  Entenda esse mecanismo de defesa e veja como acabar com esse comportamento

Se você já descontou ou costuma descontar a raiva nos outros, saiba que você não está sozinho. Quando não conseguimos identificar nossas questões internas sozinhos, muitas vezes acabamos colocando a culpa de nossas frustrações em outras pessoas, como se eles fossem os culpados.

Porém, ao longo do processo terapêutico, é possível identificar quais  dessas emoções são nossas e quais são do outro. 

Mas afinal, por que descontar a raiva nos outros é tão comum?

Na Psicologia, existe o que chamamos de “Deslocamento”. Isso é, deslocarmos nossas emoções, como raiva e tristeza para um outro objeto ou pessoa.

O deslocamento, portanto, é um mecanismo de defesa. Ou seja, em vez de descontarmos nossas  frustrações no alvo desejado, descontamos estes sentimentos em um alvo substituto. Isso acontece quando por alguma razão não é possível descontar no primeiro alvo.

Para ajudar a entender como funciona o deslocamento, veja alguns exemplos de projeção:

Situação 1: Uma mãe luta para ser a melhor mãe possível para a sua filha adolescente, mas é doloroso pensar que ela pode estar desapontando sua filha, igual própria mãe a desapontou. Em vez de confrontar essa verdade difícil, ela coloca a culpa no marido e joga a responsabilidade para ele: “Você nunca tem empatia com ela, é por isso que ela não se sente confortável com você”.

Situação 2: Uma mulher está se sentindo triste por desperdiçar anos de sua carreira em um emprego sem futuro. Frustrada, ela acusa o namorado de jogar videogames em vez de correr atrás e tentar mudar sua vida para melhor.

Situação 3: Um homem está insatisfeito com seu peso e come compulsivamente toda vez que se sente deprimido. Porém, ao mesmo tempo ele menospreza sua parceira por comprar demais e não ter “autocontrole”.

Todas as pessoas dos exemplos acima estão inconscientemente desapontadas consigo mesmas em uma área que é fundamental para sua auto-imagem e identidade. Porém, por ser muito difícil expor suas próprias falhas,o subconsciente delas faz com que elas projetem e descontem essas falhas em um alvo próximo e acessível: seu parceiro ou entes queridos.

Você está projetando suas frustrações em outra pessoa? Descubra!

Uma forma de descobrir se você pode está descontando sua raiva nos outros  é parar para refletir sobre problemas nos quais você mais tem vergonha de assumir – mesmo que seja difícil.

Perceba se você tem projetado essa falha no outro, como se ele fosse o único a ter esse problema. Reflita até onde vai de fato a parte que é do outro e onde começam a entrar suas próprias questões.

Para alguns, a questão está tão enraizada que é quase impossível enxergá-la e ela aparece de outras formas, como por exemplo por trás de ansiedade exagerada ou até depressão.

Sendo assim, a terapia é muito recomendada nesses casos. Isso trará autoconhecimento suficiente para que você saiba identificar suas questões pessoais e pare de descontar a raiva nos outros.

Encontrando soluções a partir dos exemplos anteriores

Nos exemplos dados no início do texto, perceba que, se a mãe foi capaz de abordar sua própria incapacidade de ter empatia com a filha, e descobrir porque isso é um problema para ela, então ela pode ser capaz de desenvolver um relacionamento mais próximo e mais amoroso com sua filha.

Se a mulher no segundo exemplo fez o trabalho duro de olhar para a estagnação de sua própria carreira, ela pode decidir voltar para a escola ou mudar de carreira, em vez de apenas descontar a raiva nos outros. 

Se o homem no último exemplo confrontasse seus desafios, ele seria capaz de abordar seus problemas de ganho de peso e imagem corporal mais diretamente, como por exemplo através de um programa de condicionamento físico e / ou terapia.

Considere a terapia como uma ajuda importante

Como falamos anteriormente, a terapia é muito útil para ajudar nos casos de projeção. Seja pela terapia de casal ou individual, o processo terapêutico pode ensinar a lidar com os problemas de uma forma mais direta e honesta.  Isso evitará a projeção agressiva passiva ou outros estilos problemáticos de comunicação.

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Fonte:https://www.talkspace.com/blog/2018/08/projecting-problems-onto-your-partner/

O que é Transtorno Bipolar e quais os sintomas?

Será que sou bipolar? É possível conviver com esse transtorno? Confira o artigo a seguir para entender mais sobre esse distúrbio que afeta pessoas no mundo todo.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Transtorno Bipolar é um distúrbio mental que afeta 30 milhões de pessoas no mundo inteiro e faz com que as pessoas sofram alterações de humor constantes.

Porém, o termo “bipolar” se popularizou e muitas vezes é utilizado de forma errada, uma vez que nem toda variação de humor é bipolaridade. Sendo assim, para evitar que isso ocorra, primeiro é preciso entender o que significa ser bipolar.

O que é Transtorno Bipolar?

Como o nome já diz, “bipolar” vem de”bi” porque são dois estágios e “polar”, porque vai de um polo a outro, isto é, duas extremidades. Portanto, existe a extremidade da mania e a extremidade da depressão. Portanto, essas são as famosas oscilações de humor que uma pessoa bipolar enfrenta.

Assim, agora que entendemos o que é o Transtorno Bipolar, precisamos saber mais sobre essas variações de humor. Entenda as diferenças entre a fase da mania e a fase da depressão e as suas consequências.

Fase da mania

Na fase maníaca, a pessoa fica extremamente eufórica, autoconfiante, impulsiva e/ou irritada e sem um motivo aparente. Esse período de humor pode durar dias, semanas ou até meses.

Dessa forma, o estágio eufórico é caracterizado por um entusiasmo exacerbado, no qual a pessoa fala muito, procura muitas atividades para fazer, tem muitos pensamentos, mas pouco foco.

Consequências dessa fase:
  • Insônia
  • Gastos compulsivos de dinheiro
  • Atitudes impulsivas
  • Entre outras
Fase da depressão

Entretanto, diferente do estágio maníaco, na fase depressiva, a pessoa que sofre do transtorno bipolar fica com uma tristeza profunda e sem esperança para o futuro.

Consequências dessa fase
  • Afastamento dos amigos e familiares
  • Apatia e desinteresse por atividades que antes traziam prazer
  • Problemas na memória
  • Entre outras
Nem todo mundo tem Transtorno Bipolar

Portanto, para concluir, é importante lembrar que nem toda variação de humor significa que o indivíduo é bipolar. Existem vários fatores que devem ser analisados antes de se fechar o diagnóstico de bipolaridade. Portanto, o diagnóstico deve ser feito apenas por um profissional da área.

O tratamento é feito através da combinação entre medicamentos e a terapia. Sendo assim, a terapia tem a importante função de ajudar essas pessoas a organizarem seus pensamentos e sentimentos e entenderem o que se passa com elas durante essas oscilações de humor.

Confira o vídeo da terapeuta do FalaFreud, Dayane Fagundes, sobre Bipolaridade:

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Estresse: O que é e como lidar com esse sentimento

Você sabe o que é o estresse? Entenda tudo sobre esse sentimento que atrapalha a vida de milhares de pessoas todos os dias

Afinal, o que é o estresse?

O estresse é um sentimento universal, que faz parte da experiência humana. É uma resposta do nosso organismo, que pode ser física ou mental a algum evento considerado importante ou que exija um grande esforço. Normalmente isso acontece quando o indivíduo se sente ameaçado, fazendo com que o organismo libere reações químicas no organismo. 

Dito isso, é importante lembrar que, quando em doses altas esse sentimento pode causar problemas psicológicos e até sintomas físicos, como insônia, ansiedade exagerada, depressão e problemas cardíacos.

Contudo, existem maneiras de responder ao estresse de forma saudável e reverter os sintomas desconfortáveis ​​que surgem com esse sentimento ao longo do tempo.

Porém, é válido lembrar que a maneira mais básica e importante de atenuar o esgotamento é cuidando de si mesmo. Pode parecer simples, mas sua mente e seu corpo estão conectados de forma poderosa e, ao manter suas reservas físicas, emocionais e mentais, você pode prevenir e controlar sentimentos negativos. Confira algumas dicas de como diminuir o estresse do seu cotidiano.

  • Considere diminuir o ritmo 

Às vezes, seu corpo precisa de tempo para relaxar e reabastecer suas reservas de energia. Em vez de assumir mais responsabilidades ou dizer “sim” a um convite, por exemplo, pare e pergunte a si mesmo: “Os benefícios de aceitar esse convite valem o estresse potencial?” Às vezes a resposta será não.

  • Separe um tempo para reflexão

Crie o hábito de escrever seus pensamentos estressantes para tirá-los da cabeça ou mantenha um diário regular com motivos para ser grato e frases positivas. Além disso, tenha tempo para refletir sobre seus sentimentos – isso poderá ter um efeito calmante. Separar alguns minutos por dia para praticar este exercício pode ajudar até mesmo a evitar futuras sensações de tensão.

  • Tire férias

Se você estiver vivenciando um momento estressante, assim que possível, arrume suas malas e faça uma viagem. Separar um tempo para si é extremamente importante para desacelerar o ritmo.

Se não for possível tirar férias, experimente os finais de semana para ir a algum lugar novo. Isso ajudará você a voltar reabastecido, restaurado e pronto para aqueles momentos estressantes.

  • Faça exercícios regularmente

Exercícios físicos ajudam o corpo a reduzir o impacto mental e físico do estresse. Aulas de alta intensidade podem ajudá-lo a eliminar emoções reprimidas, o que pode ter um efeito calmante. Yoga também é outra maneira comum de lidar com o estresse através de movimentos físicos e alongamentos.

  • Tenha contato com a natureza

A natureza tem propriedades curativas e ficar em contato com ela pode ajudar a aliviar o mau humor e acalmar sentimentos de ansiedade. Você pode fazer uma caminhada pelas árvores, dar um passeio tranquilo na praia ou passar um tempo sentado em um jardim, por exemplo…Essas atitudes podem te ajudar a promover uma sensação de paz.

  • Pratique a meditação

Para ajudar a estimular a sensação de relaxamento, tente fazer exercícios de respiração e meditação. Existem aplicativos que podem ajudá-lo a acalmar o corpo e a mente, reduzindo o estresse mental.

Leve uma vida com mais qualidade e menos estresse

Praticar o autocuidado é uma maneira importante de reduzir seus níveis de tensão e ansiedade. Ao fazer isso, você melhora seu sistema imunológico, sua energia e sua qualidade de vida.

Com as dicas acima, você poderá reduzir, e até reverter, os efeitos físicos, mentais e emocionais do estresse – sem contar que serão necessários apenas alguns minutos por dia para obter os benefícios positivos do relaxamento.

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Fonte:https://www.talkspace.com/blog/2018/07/self-care-stop-stress-secrets/

Fim de um relacionamento: Por que o término é tão difícil?

É muito comum que os relacionamentos tenham começo, meio e fim.. mas então por que sofremos tanto quando uma relação acaba? Entenda mais sobre o luto do fim da relação.

O fim de um relacionamento nunca é algo fácil. Mesmo quando as pessoas já esperam pelo fim e não querem mais permanecer numa relação, o término costuma vir acompanhado de sentimentos como tristeza, angústia, medos, etc..Mas por que isso acontece? Por que é tão doloroso terminar um relacionamento?

Luto no término do relacionamento

Quando um relacionamento chega ao fim, é muito comum sentirmos uma sensação de perda, como se uma parte de nós fosse embora junto com aquela relação que se vai, e isso pode ser muito sofrido.

Este período acontece porque nós nos acostumamos com a rotina daquela relação. Isso significa dizer que não necessariamente você sentirá falta da pessoa em si, mas sim dos momentos que compartilhou com ela, dos dias em que tinha alguém para conversar e sair, de ter alguém sempre por perto…

Por que ficamos de luto?

O luto que sentimos após o fim de um relacionamento tem origem nos medos universais – medos que nascem com toda a humanidade e podem aparecer em maior ou menor grau dependendo da pessoa. Eles são acionados quando terminamos um relacionamento.

São três medos universais:

  • Medo do abandono (medo de perdermos alguém)
  • Medo do não merecimento e da auto-estima (medo de não merecer o amor de alguém
  • Medo da confiança (medo de ser traído)

Como superar o fim de um relacionamento

Segundo a terapeuta do FalaFreud, Dayane Fagundes, ao terminar um relacionamento, você deve buscar o autoconhecimento. Assim, você poderá entender os medos e inseguranças que permeiam o fim da relação. Entenda porque aquele relacionamento era tão importante na sua vida e porque o término está te causando tanto sofrimento.

A terapia pode ser uma ótima forma de lidar melhor com o fim de uma relação. Além disso, ela pode fazer com que o término aconteça de forma mais fácil e menos sofrida.

Confira o vídeo sobre o fim de um relacionamento com a terapeuta Dayane Fagundes:

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Como aconselhar uma pessoa com problemas? Confira dicas

Você sabe o que falar na hora de aconselhar uma pessoa com problemas? Existem algumas atitudes que podem tornar sua ajuda muito bem-vinda; Confira!

Todos nós enfrentamos momentos na vida em que nos sentimos inconsoláveis. Seja por perder o emprego, vivenciar algum luto, terminar um relacionamento, etc.. Independente do motivo,essas situações podem ser dolorosas não só para quem está vivenciando, como também para quem está do outro lado, vendo o amigo ou familiar desolado e querendo ajudar, mas sem saber como. Mas, então, como aconselhar uma pessoa com problemas? 

Descubra como aconselhar uma pessoa com problemas

Por definição, alguém inconsolável não consegue aceitar ou receber consolo. Por essa razão, pode ser difícil saber como agir, mesmo quando você quer desesperadamente ajudar. Embora cada situação seja diferente – e você precisará entender o que funciona com a pessoa e o que não funciona – existem algumas dicas gerais que podem tornar a sua maneira de consolar mais eficaz e bem-vinda.

  • Não diga nada, apenas OUÇA com atenção

Às vezes – especialmente quando alguém está sentindo uma tristeza profunda – a melhor forma de consolo é oferecendo sua presença. Um ouvido que não julga, apenas escuta. Alguém que vai “estar lá” enquanto a pessoa desabafa.

  • Tenha empatia PELO OUTRO

Se a pessoa permitiu que você estivesse presente com ela em um momento difícil, é porque ela confia em você. E um dos maiores presentes que você pode oferecer a ela agora é empatia.

Mesmo que você não esteja passando pela mesma experiência, mas deseja saber como aconselhar uma pessoa com problemas, você pode se lembrar de momentos em que se sentiu desse jeito. Ouça o que ela tem a dizer, isso validará os sentimentos dela e depois adicione sua perspectiva sobre o assunto.

Se a pessoa perdeu um membro da família, por exemplo, em vez de dizer: “Eu sinto muito pela sua perda”, considere falar que você entende a dor que ela está sentindo no momento e sabe o quão devastador pode ser esse sentimento.

Nunca diga para a pessoa não ficar triste, pois tristeza é um sentimento comum aos seres humanos. Portanto, existem certos momentos que precisamos nos permitir sentir essa dor para que ela passe. 

  • Pergunte o que você pode fazer para ajudar

Você pode ter um milhão de ideias sobre como aconselhar uma pessoa que está com problemas, e isso é muito gentil, porém, pode não ser exatamente o que a pessoa precisa. Quando alguém está inconsolável, é difícil ouvir as ideias dos outros. As opiniões alheias tendem a parecer julgamentos e podem ser difíceis de ouvir. Em vez disso, transforme seus pensamentos em perguntas.

Por exemplo, se você acha que seu ente querido se sentiria melhor se desse um passeio na rua, diga: “Você acha que há alguma atividade que poderíamos fazer hoje que possa lhe trazer algum alívio?” Dessa forma, a pessoa sentirá que está no controle. Lembre-se de respeitar o tempo do outro e entender, caso ela não queira fazer nada naquele momento.

  • Se mantenha positivo

Por um lado, você quer lembrar a pessoa que “isso também passará”, mas você também não deve fazer com que ela sinta que os sentimentos dela não estão sendo validados. Por isso, em vez de dizer, por exemplo: “Você se sentirá melhor amanhã”, você pode considerar algo como “eu sei o quanto você está sofrendo hoje. Amanhã é um novo dia e espero que você experimente algum alívio em breve”.

  • Recomende um terapeuta

Agora que você já sabe mais sobre como aconselhar uma pessoa com problemas, não se esqueça da importância da terapia!

Se a pessoa estiver inconsolável a ponto de se não se preocupar mais com o bem-estar dela ou se demonstrar sinais de risco para si mesma ou para outras pessoas, não hesite em intervir e fazer com que ela receba ajuda de um profissional imediatamente. 

Além disso, outro ponto de atenção é quando os sentimentos de tristeza  durarem além de um período de tempo razoável.  Você pode sugerir ajuda profissional através da terapia – O FalaFreud é uma ótima possibilidade, uma vez que a pessoa poderá fazer terapia online, sem precisar sair de casa. 

Fonte:https://www.talkspace.com/blog/2018/08/what-to-say-to-someone-when-theyre-inconsolable/#more-10578

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Teste de depressão: é tristeza ou depressão?

De uma maneira geral, os sintomas de depressão se confundem bastante com sintomas de outras doenças. E saber qual a diferença entre um quadro de tristeza e um caso real de depressão não é a tarefa mais simples do mundo. E verdadeira depressão difere da tristeza em dois pontos-chave, veja no Blog do FalaFreud.

Confira o teste de depressão preparado por nossos especialistas e veja se você sofre com o transtorno.

De uma maneira geral, os sintomas de depressão se confundem bastante com sintomas de outras doenças. Por isso, saber qual a diferença entre um quadro de tristeza, por exemplo, e um caso real de depressão não é a tarefa mais simples do mundo. Faça o teste de depressão e veja se você tem os sintomas do transtorno.

Este é um teste de depressão online, preparado por especialistas da área de saúde, que analisa se os sintomas mais comuns do transtorno estão presentes.

Porém, atenção: Independente do resultado do teste de depressão, é  fundamental procurar ajuda de um especialista para fechar um diagnóstico.

Clique no botão abaixo para iniciar o teste de depressão

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Ansiedade: entenda os efeitos que ela pode causar no seu corpo

A ansiedade faz com que o nosso corpo lance algumas substâncias químicas no sangue, como o cortisol e a adrenalina, que nos preparam para uma reação de luta ou de fuga. O sangue passa a ser desviado para as áreas do corpo que nos preparam para agir. Nesse momento é comum se sentir pressionado, à medida que a frequência cardíaca, a sudorese e a tensão muscular aumentam.

Depois que a ameaça passa, retornamos a um estado normal e equilibrado. A partir dessa perspectiva, a ansiedade não é apenas normal, como também uma resposta adaptativa saudável projetada para nos manter seguros.

Nos dias atuais, a ansiedade, apesar de ainda ter sua importância, ocorre de forma muito mais rotineira do que deveria e isso acaba trazendo problemas para a saúde do indivíduo.

Veja a matéria a seguir e entenda como a ansiedade afeta o seu corpo.

1. Problemas cardíacos 

A ansiedade exige que o coração bombeie mais sangue para chegar às áreas do corpo que precisam responder a uma ameaça. Embora isso seja geralmente reversível quando o problema passa, para aqueles com ansiedade e estresse contínuo, o coração continua operando em um nível elevado. Isso pode aumentar o risco de doença cardíaca, ataque cardíaco e derrame.

Dois estudos feitos pela Harvard Medical School e pelo Lown Cardiovascular Research Institute, descobriram que “aqueles que sofrem de um distúrbio de ansiedade têm duas vezes mais chances de ter um ataque cardíaco do que aqueles sem histórico de distúrbios de ansiedade”.

2. Pressão alta

Da mesma forma que os batimentos cardíacos aumentam para que o corpo consiga bombear mais sangue, a pressão arterial também aumenta. Embora apenas a ansiedade não seja suficiente para fazer com que o indivíduo tenha pressão alta, esses picos que ocorrem podem fazer mal à saúde a longo prazo.

3. Asma e problemas respiratórios

Diversos estudos já mostram que existe uma forte correlação entre ansiedade e asma. Em Uma pesquisa realizada em 2005, cujos resultados foram publicados no American Journal of Respiratory, descobriu que pessoas diagnosticadas com transtorno do pânico têm seis vezes mais chances de desenvolver asma do que aqueles sem ansiedade.

4. Problemas estomacais e gastrointestinais

Você sabia que problemas gastrointestinais, como diarréia, dores de estômago e náuseas são sintomas bastante comuns de ansiedade? Se você já procurou um médico para garantir que não há nada de errado, mas, ainda assim, continua apresentando algum dos sintomas acima, talvez seja hora de procurar ajuda para trabalhar essa ansiedade exagerada.

5. Insônia 

As causas para a insônia podem ser várias, porém, de acordo com médicos e psicólogos, um dos principais motivos do problema costuma estar relacionado ao estresse e a ansiedade.

A falta crônica de sono abre brechas para outros possíveis problemas de saúde, como doenças cardíacas, derrame e enfraquecimento do sistema imunológico. Portanto, não deixe de procurar ajuda de um profissional da área de saúde para entender como tratar o problema e recuperar suas noites de sono. Veja algumas dicas para uma enfrentar a insônia e ter uma noite de sono tranquila.

6. Picos de açúcar no sangue

Durante um momento de tensão ou ansiedade, nosso corpo libera hormônios de cortisol e epinefrina, o que faz com que o fígado produza mais glicose, ou açúcar no sangue, para dar ao indivíduo mais impulso e energia.

Depois que a emergência passa, geralmente o corpo simplesmente absorve esse açúcar extra no sangue. No entanto, de acordo com a Associação Americana de Psicologia, os repetidos aumentos no açúcar no sangue podem aumentar o risco para aqueles predispostos ao diabetes tipo 2 de contrair a doença.

7. Diminuição da imunidade

Como os recursos corporais ficam voltados para a necessidade de proteção imediata do corpo, o sistema imunológico pode ser temporariamente suprimido. Quando a ansiedade faz com que isso aconteça de novo e de novo, temos mais chances de pegar um vírus, como resfriados, e não conseguimos combater as infecções existentes da maneira mais eficaz.

8. Ganho de peso

É comum pessoas ansiosas desenvolverem compulsão alimentar. Os “alimentos de conforto”, como são chamados, liberam a sensação de serotonina, que podem trazer um alívio temporário, fazendo com que a pessoa volte repetidas vezes ao alimento, em busca de prazer. Mas com o tempo, as calorias causadas pelo estresse crônico se somam e, para piorar as coisas, o cortisol pode estar associado um aumento no armazenamento de gorduras no corpo.

9. Tensão muscular crônica

Os músculos ficam tensos porque nosso corpo está reunindo forças para responder rapidamente a situação, seja para atacar, nos proteger ou fugir. Quando estamos ansiosos, nossos músculos nunca têm a chance de relaxar completamente e permanecemos rígidos o tempo todo.

Dores de cabeça e enxaqueca também são comuns em pessoas ansiosas, devido a pressão que fazem com a mandíbula sem nem perceber.

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Fonte:https://www.talkspace.com/blog/2018/05/ways-anxiety-impacts-your-physical-health/

Depressão é genética?

Conhecida como o mal do século, a depressão é uma doença que atinge aproximadamente 300 milhões de pessoas no mundo – aproximadamente 5% da população mundial. Diante dos números, a pergunta que fica é: será que a depressão é uma doença genética ou vem devido a fatores ambientais? Confira no Blog do FalaFreud.

Conheça as origens por trás da doença chamada depressão

Conhecida como o mal do século, a depressão é uma doença que atinge aproximadamente 300 milhões de pessoas no mundo – aproximadamente 5% da população mundial – e é a principal causa de incapacidade, segundo a Organização Mundial de Saúde. Diante dos números e sendo cada vez mais frequente entre a população, a pergunta que fica é: será que a depressão é uma doença genética ou vem devido a fatores ambientais? Continue lendo “Depressão é genética?”