Como gostar do seu trabalho? Confira dicas infalíveis

Como gostar do seu trabalho quando a rotina é pesada, seu chefe é autoritário ou o salário não é como você gostaria? Confira as dicas!

É no trabalho que normalmente passamos a maior parte dos nossos dias. Além disso, é ele que nos faz acordar preocupado no meio da noite e consome um bom tempo da nossa vida. Assim, já que passamos tanto tempo trabalhando, por que não tirarmos proveito enquanto fazemos isso? Nesse texto você verá algumas dicas de como gostar do seu trabalho.

Pesquisa mostra número alto de funcionários infelizes

Infelizmente, ainda é minoria o número de pessoas que de fato gosta do que faz. Com isso, a consequência é um impacto negativo na qualidade do trabalho. De acordo com uma pesquisa realizada pela empresa Gallup em 2015, menos de um terço dos funcionários estão totalmente engajados em seus trabalhos.

Além disso, o estudo também descobriu que não importa o tamanho do seu contracheque – o dinheiro nem sempre é uma motivação sustentável. E não importa qual seja o seu cargo – o nome do cargo geralmente não tem conexão com significado ou motivação. Então, como é que algumas pessoas podem ser bem pagas, mas sentem-se desconectadas com o que fazem, enquanto outras trabalham em situações que estão longe de serem ideais e ainda assim se sentem satisfeitas?

Aprendendo a gostar do seu trabalho

De acordo com Karen Carlucci, terapeuta licenciada em Nova York, o segredo está em dar significado. “O significado é o que nos dá motivação, e as pessoas muitas vezes encontram significado em seu trabalho quando sentem necessidade e são apreciadas”, disse ela. Ou seja, uma vez estabelecido o senso de propósito, a motivação para se comprometer com um trabalho e fazê-lo da melhor forma possível seguirá ”.

Para encontrar significado e aprender como gostar do seu trabalho confira algumas dicas:

1. Procure uma motivação e dê significado ao trabalho

A primeira dica de como gostar do seu trabalho é identificar o que você gosta de fazer. Descobrir o que você gosta vai lhe dar uma direção e um sentimento de propósito. Portanto, Jennifer Way, CEO da Way Solutions, empresa de gestão de carreira, recomenda se fazer estas perguntas:

  • O que inicialmente te atraiu para essa vaga?

Foque naquilo que fez com que você se interessasse por essa vaga no primeiro momento. Com isso, você poderá eliminar pensamentos negativos que você possa ter em relação ao eu atual cargo.

  • De que forma você contribui para a sua empresa?

Quais dons e talentos você está utilizando em sua função atual? Qual o valor que você traz para a sua área? Focar na sua contribuição para aempresa pode ajudá-lo a sentir mais engajado com o que você faz. Esse pode ser um excelente começo para aprender a gostar do seu trabalho.

  • Existem projetos no trabalho que te interessam?

Existe algum projeto que você possa estar interessado em fazer parte? Isso, portanto, pode te desafiar a pensar de outra forma. Além disso, você poderá estimular sua imaginação e conhecer novos colegas de trabalho.

2. Construa relacionamentos

De acordo com a empresa Gallup, as pessoas que têm um melhor amigo no trabalho têm sete vezes mais chances de serem mais engajarem seus empregos. Contudo, se esse não for o caso, um amigo próximo já basta. Isso porque, a Gallup descobriu também que as pessoas que simplesmente têm um bom amigo no local de trabalho têm maior probabilidade de ficarem satisfeitas.

Portato, se você deseja encontrar mais significado em seu trabalho, programe algum tempo para fortalecer seus relacionamentos na empresa.

3. Olhe para fora

Caso um colega de trabalho não seja uma opção, você pode sempre olhar para fora das paredes do seu escritório. Isto é, “não precisa ser limitado ao local de trabalho”, disse Jennifer Way. “Pesquise redes profissionais fora do seu local de trabalho, onde você pode se conectar com outras pessoas em sua profissão. Além disso, reflita se existe em seu setor que você gostaria de almoçar ou tomar café regularmente”.

4. Mude sua atitude

Ter uma boa atitude no trabalho é fundamental e pode ser um precursor para você se sentir mais feliz em seu cargo. Embora seja mais fácil falar do que fazer (e mais fácil para algumas funções do que outras), uma boa atitude é algo que vem com prática e atenção. Para isso, considere trabalhar em suas habilidades interpessoais, ou seja, você aprender a tratar os outros com mais atenção, o que fará com que eles respondam de maneira gentil. Tudo isso pode contribuir para deixar dia a dia mais satisfatório.

O trabalho deve estar sempre atrelado a uma realização pessoal

Pergunte-se: você ama seu trabalho? Ou você teme segunda, terça, quarta e quinta-feira (e talvez até mesmo as horas antes do almoço na sexta-feira)? Se você quiser encontrar significado, lembre-se de olhar além das tarefas cotidianas e focar no resultado final que lhe trará satisfação – mesmo que seja apenas o contracheque.

Além disso, reflita sobre o que te tira da cama de manhã, dia após dia? Com o que mais você se importa? Pode ser que a resposta seja dinheiro (ou coisas que compramos com ele) e tudo bem. Contudo, o importante é reconhecer nossos valores fundamentais e honrá-los. Isso, portanto, nos levará a uma vida de trabalho mais alinhada e produzirá sentido para avançarmos. ”

Gostou do conteúdo e quer ler mais sobre Dicas Para Saúde Mental?  Acesse o blog do FalaFreud e leia nosso conteúdo feito por nossos especialistas para você!

Fonte: https://www.talkspace.com/blog/2018/09/find-meaning-at-work-tips/

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O FalaFreud tem a solução para a sua empresa. Através de um serviço de comunicação ágil, seguro e acessível, você pode proporcionar o benefício da terapia para os seus funcionários. Além de psicólogos licenciados e experientes, nossos profissionais contam com um horário flexível, como por exemplo de manhã cedo ou a noite, o que não afetará na carga horária de trabalho dos funcionários. 

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Namorar com depressão é possível? Dicas para não afetar relação

Namorar com depressão não é impossível. Porém, para que dê certo, você precisa entender o que está se passando com a sua mente.

Se você luta contra a depressão, sabe como pode ser desafiador iniciar ou manter um relacionamento. Mas não deixe seu cérebro deprimido convencê-lo de que você não pode namorar. Confira cinco fatos que você provavelmente não sabia sobre namorar com depressão e como contorná-los.

De fato, namorar e estar em um relacionamento amoroso é uma ótima maneira de fazer você sentir que a depressão não está dominando sua vida. Isso porque, você se sente vivo de novo. Porém, antes de se apressar em namorar, lembre-se de algumas coisas que podem fazer com que namorar com depressão seja diferente de namorar alguém sem o transtorno.

1. Mesmo estando apaixonado, talvez você não se sinta assim o tempo todo

Mesmo apaixonado, não é possível você se sentir assim o dia todo. Existem neurotransmissores que fazem com que você se sinta deprimido e, por isso, mesmo o parceiro mais perfeito e amoroso pode não ser capaz de provocar um sentimento de amor e excitação por tanto tempo.

Em vez de presumir que o seu parceiro é o problema, é fundamental entender que a depressão pode estar sabotando sua capacidade de sentir amor no momento.

2. Sensibilidade e rejeição podem estar presentes na depressão

Muitas pessoas que sofrem com a depressão relataram que se sentem extremamente sensíveis a comportamentos e comentários de outras pessoas. Isso significa que você pode estar predisposto a enxergar até comentários gentis e bem intencionadas como maldosos.

É essencial que você reconheça que a depressão muda sua sensibilidade à dor social e, portanto, isso pode fazer com que você não encare de forma positiva observações que não pretendiam magoá-lo.

3. O desejo sexual é afetado pela depressão

Outro fator importante sobre namorar com depressão é quanto a sexualidade. Você pode se sentir atraído por seu parceiro, mas não sentir vontade de fazer sexo. Contudo, isso não significa que você e seu parceiro sejam sexualmente incompatíveis. Em vez disso, isso pode significar que sua depressão está sequestrando seu desejo sexual.

Portanto, antes de concluir que o seu relacionamento chegou ao fim, seja paciente. Veja como a sua conexão sexual fica conforme a depressão vai sendo tratada.

4. Os remédios que são bons para você podem não ser tão bons para a sua relação

Muitas pessoas que tomam a medicação para depressão relatam o impacto que o remédio tem no desejo sexual. Além disso, entre os efeitos colaterais estão o ganho ou perda de peso, o que pode impactar negativamente na sua auto-imagem e sua visão de si mesmo.

Isso pode fazer com que você não se sinta tão atraente ou desejado. Porém, se isso acontecer, sempre converse com o seu psiquiatra para que ele possa ajustar a dose do medicamento ou recomendar outro melhor para o seu caso. Cada organismo reage de uma forma diferente e alguns podem funcionar muito melhor para você do que outros.

Além disso, para que isso não prejudique seu namoro, converse com o seu parceiro para explicar o que está acontecendo. Peça que ele tenha um pouco de paciência. Explique que o antidepressivo nesse momento é essencial para você se recuperar do transtorno e isso será apenas uma fase.

5. A depressão faz você querer isolar

Seu parceiro pode estar frustrado por você não querer mais se encontrar com amigos ou familiares de vocês, principalmente se isso costumava ser algo que você gostava de fazer.

Para resolver o problema, portanto, você precisa ter uma discussão com seu parceiro sobre como você se sente diferente. Explique para ele como é para você socializar quando está deprimido. Além disso, você pode trabalhar com seu terapeuta para descobrir maneiras de se motivar a socializar mais, mesmo quando deprimido. Lembre-se de que o apoio social é importante para ajudar na depressão.

Comunique-se com o seu parceiro sobre a depressão

Como vimos, namorar já não é uma tarefa simples para niguém. Porém, namorar com depressão pode ser ainda mais desafiador. Contudo, existe uma forma de fazer com que sua relação não saia prejudicada. Para isso, você precisará de muita comunicação e abertura para conversar com o seu parceiro.

Se você se identificou com um ou mais desses pontos, então compartilhe com o seu parceiro o que está acontecendo com você. Deixe claro como você se sente quanto a isso tudo. Explique que você gostaria que as coisas fossem diferentes, mas que este comportamento tem sido consequência da depressão.

Não se esqueça que por mais difícil que seja às vezes, estar em um relacionamento pode te trazer recompensas maravilhosas. Você só precisará ter o discernimento necessário para entender que haverão momentos sombrios, mas que é mais do que possível namorar com depressão.

O que não dizer para alguém com ansiedade ou depressão? Confira no FalaFreud.

Fonte: https://www.talkspace.com/blog/2019/01/dating-with-depression-facts/

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Quem tem uma agenda cheia sabe como é difícil marcar uma consulta e conciliar horários pessoais com o do profissional. Porém, por ser online, fica muito mais fácil para o psicólogo conseguir te atender em horários flexíveis. Você pode, por exemplo, fazer terapia de manhã bem cedo ou até tarde da noite – coisa que no consultório é bem difícil de acontecer.

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Como melhorar um dia ruim; veja as dicas

Se você não está em um dia bom, fique tranquilo. Existem formas de melhorar um dia ruim. Confira a seguir as dicas e as coloque em prática agora mesmo.

Dias ruins acontecem com todo mundo e parece que nesses dias tudo resolver dar errado. Tem trânsito quando você já está atrasado para o trabalho, seu chefe está estressado, o projeto que era para ser entregue hoje não ficou pronto… Porém, não é porque um dia já começou diferente do que você planejou que ele precisa estar fadado ao fracasso. Veja a seguir algumas dicas essenciais de como melhorar um dia ruim.

5 dicas para melhorar um dia ruim

1) Faça um exercício de respiração

Talvez você esteja muito ocupado, sem tempo para nada. Mas ainda há uma coisa que você pode fazer para trazer vibrações tranquilas para esse dia agitado: respirar. Por mais simples que isso possa parecer, a técnica é uma ótima forma de acalmar sua mente.

A Harvard Medical School recomenda um exercício simples para praticar a respiração profunda. Sentado ou deitado, simplesmente pratique a respiração pelo diafragma. Isto é, permita que a sua barriga e o seu peito se elevem ao encher os pulmões de ar. Se você estiver respirando profundamente, seu estômago se expandirá para fora. Você pode praticar isso por alguns minutos agora, fechando os olhos e respirando conscientemente para se sentir mais relaxado e revigorado.

2) Pratique um ato de gentileza

Pesquisas descobriram que cuidar dos outros e praticar atos de bondade ajuda as pessoas a viverem mais e melhora a felicidade delas a curto prazo. Assim, portanto, se o seu dia não estiver bom, reserve alguns minutos para ajudar alguém. Esse ato pode ser pequeno, contudo, pode fazer a diferença no seu dia e no de outra pessoa.

3) Seja grato

Pesquisas já constataram que a prática da gratidão nos torna mais felizes e saudáveis. Em um estudo, os participantes que escreveram uma frase sobre o porque eram gratos por cada dia não apenas relataram maior felicidade do que os participantes que escreveram sobre seus aborrecimentos, como também se exercitaram mais e relataram menos visitas ao médico.

Transforme o seu dia, parando por alguns minutos para listar motivos pelos quais você é grato. Quer seja a sua saúde, a sua família, o seu cachorro ou o trabalho. Se você quiser intensificar essa prática, experimente escrever uma nota de agradecimento a alguém em sua vida e envie-a ou entregue-a pessoalmente ainda hoje.

4) Se desconecte do seu telefone por algumas horas

Uma pesquisa recente sobre o uso de smartphones por adolescentes revelou que muito tempo navegando pelas redes sociais pode nos deixar deprimidos. Isso acontece devido a diversos motivos, como, por exemplo, a expectativa de disponibilidade constante até a auto-comparação.

Pode ser difícil se desconectar um dia inteiro ou até mesmo um final de semana. Porém, podemos optar por cultivar melhores hábitos no telefone em geral. Podemos, por exemplo, desligar nossos telefones para dormir, ativar o modo “não perturbe” ou mantê-los longe da cama.

Além disso, que tal experimentar ficar off por alguns momentos do dia, como, por exemplo, enquanto você vê um filme ou está em algum evento do seu interesse? Você pode também criar uma regra restrita de não usar o celular enquanto conversa ou janta com outras pessoas.

Quer melhorar um dia ruim agora mesmo? Experimente deixar o telefone para trás e dar um passeio pelo quarteirão. Observe as coisas ao seu redor: como as árvores se parecem? Algum cheiro agradável ou diferente?

Em uma escala ainda menor, tente não alcançar seu telefone quando tiver um minuto de inatividade, como em um elevador ou esperando na fila, por exemplo. Use esse tempo, em vez disso, para estar presente em seu ambiente. O mundo real também pode ser bastante interessante.

5) Mantenha uma boa rotina de sono

A falta de sono pode diminuir suas habilidades cognitivas, torná-lo um motorista terrível, diminuir sua imunidade, ter um efeito negativo geral sobre sua saúde mental e fazer você se sentir infeliz. Dormir o suficiente, por outro lado, melhora a memória, aguça a atenção, melhora o metabolismo e faz com que você se sinta bem melhor com a vida.

Essa dica, portanto, pode não melhorar um dia ruim na hora que ele estiver acontecendo, mas pode previnir que esses dias ocorram com frequência, já que você vai estar descansado.

Atitudes que te impedem de seguir em frente: o que fazer? Confira no FalaFreud

6) Escute uma música

Um dos inúmeros benefícios de escutar música é aliviar a ansiedade e promover o bom humor. Então por que não melhorar um dia ruim com música? Coloque uma música que você adora para tocar. Opte por aquelas que te fazem se sentir bem, de preferência uma opção bem animada. Aproveite para relaxar e manter sua mente no momento presente.

Fonte:https://www.talkspace.com/blog/2018/08/5-ways-turn-day-around-now/#more-10574

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Tipos de bipolaridade: como identificar?

Tipos de bipolaridade: quais são?

Transtorno Bipolar Tipo I

Transtorno bipolar tipo I é o que as pessoas tendem a pensar quando pensam em transtorno bipolar (anteriormente conhecido como depressão maníaca). Acontece pela oscilação entre um humor muito eufórico, conhecido como “mania” e um humor muito baixo, chamado “depressão”.

Assim, uma pessoa com transtorno bipolar tipo I experimenta esses humores episodicamente. A pessoa pode experimentar um episódio maníaco por dois meses, por exemplo, seguido por uma depressão de três meses, e depois ficar um período sem sintomas (conhecido como eutimia).

Confira o que são cada uma dessas fases (maníaca x depressiva):
  1. Durante o episódio de mania

Episódios maníacos são caracterizados por pelo menos uma semana de perturbação profunda do humor caracterizada por euforia, irritabilidade ou expansividade (euforia com delírios de grandeza). Além disso, pelo menos três dos seguintes sintomas devem estar presentes:

  • Grandiosidade
  • Necessidade reduzida de sono
  • Fala excessiva ou rápida demais
  • Muitos pensamentos ao mesmo tempo ou fuga de ideias
  • Evidência clara de distração
  • Aumento do nível de atividade focada em objetivos em casa, no trabalho ou sexualmente
  • Atividades prazerosas excessivas, muitas vezes com consequências dolorosas
  • A perturbação do humor é suficiente para causar prejuízo no trabalho ou colocar em risco a pessoa ou outras pessoas.
  • O humor não é o resultado de abuso de substâncias ou de uma condição médica.

2. Durante o episódio depressivo

A depressão bipolar tem os mesmos critérios usados para identificar casos de depressão. Os episódios depressivos caracterizam-se quando: nas mesmas duas semanas, a pessoa apresenta cinco ou mais dos seguintes sintomas, com pelo menos um dos sintomas sendo depressivo ou caracterizado por perda de prazer ou interesse:

  • Humor deprimido
  • Dignamente diminuído prazer ou interesse em quase todas as atividades
  • Perda de peso significativa ou ganho ou perda significativa ou aumento do apetite
  • Hipersonia ou insônia
  • Retardo psicomotor ou agitação
  • Perda de energia ou fadiga
  • Sentimentos de inutilidade ou culpa excessiva
  • Diminuição da capacidade de concentração ou indecisão acentuada
  • Preocupação com a morte ou suicídio; a pessoa tem um plano ou tentou suicídio
  • Esses sintomas causam comprometimento e sofrimento significativos e não resultam do abuso de substâncias ou de uma condição médica.
Transtorno Bipolar e Psicose

Pessoas com transtorno bipolar do tipo I também costumam ter psicose. Isto é, elas apresentam uma “ruptura com a realidade”, e assim, o transtorno é classificado a partir da presença de delírios e / ou alucinações.

Porém, existem diferenças entre entre delírios e alucinações: Delírios são crenças falsas (como a crença de que você está sendo seguido pela polícia em qualquer lugar que você vá), e as alucinações são experiências que não aconteceram (por exemplo, você pode ver algo que não existe ou sentir uma sensação tátil sem que seja real). Além disso, as pessoas podem experimentar psicose durante uma fase maníaca ou depressiva.

Obs.: Experimentar a psicose não tem nenhuma relação com ser um psicopata. Portanto, são coisas totalmente diferentes.

Transtorno Bipolar Tipo II

Entre os tipos de bipolaridade também encontramos o transtorno bipolar tipo II, composto por dois tipos de humor: depressão maior e hipomania. Os critérios para o humor depressivo são idênticos aos do transtorno bipolar do tipo I. Porém, a diferença é a hipomania, que segue os mesmos critérios básicos da mania bipolar, mas é menos grave. Assim como com o transtorno bipolar tipo I, esse transtorno é episódico.

Porém, apesar de alguns caracterizarem o tipo bipolar II como “menos grave”, isso não é verdade. Isso porque, o tipo bipolar II contém uma versão menos severa da fase da mania, conhecida como hipomania, porém, o transtorno em si não é menos grave ou menos prejudicial. Essa ideia existe, principalmente, porque as pessoas com transtorno bipolar tipo II passam significativamente mais tempo em um estado depressivo maior do que as pessoas com transtorno bipolar tipo I.

Hipomania Bipolar

Para entendermos o que é o tipo bipolar II, precisamos compreender a hipomania. Ela é caracterizada por um humor elevado, expansivo ou irritável de pelo menos quatro dias consecutivos de duração. Pelo menos três dos seguintes sintomas também estão presentes:

    • Grandiosidade ou auto-estima inflada
    • Necessidade reduzida de sono
    • Discurso pressionado
    • Corrida de pensamentos ou fuga de ideias
    • Evidência clara de distração
    • Aumento do nível de atividade focada em objetivos em casa, no trabalho ou sexualmente
    • Participar de atividades com alto potencial para consequências dolorosas
    • A perturbação do humor é observável para os outros.
    • O humor não é o resultado de abuso de substâncias ou de uma condição médica.
  • O episódio não é grave o suficiente para causar prejuízo social ou ocupacional.

As pessoas com transtorno bipolar do tipo I também podem experimentar a hipomania, muitas vezes como um precursor da mania total.

Note que as pessoas com transtorno bipolar tipo II não experimentam psicose.

Episódios mistos bipolares

Já o transtorno bipolar misto ou não especificado é uma categoria abrangente e caracteriza aqueles que tem o transtorno bipolar, mas que não se encaixam em nenhuma categoria específica. Por exemplo, para uma pessoa ser considerada com transtorno bipolar I, o episódio maníaco tem que durar pelo menos uma semana. Se o episódio maníaco dura apenas três dias, os médicos afirmam que o paciente tem transtorno bipolar não especificado.

Ciclotimia

Ainda falando sobre os tipos de bipolaridade, existe a ciclotimia. Isto é, a ciclotimia é o quadro mais leve do transtorno bipolar. O diagnóstico é dado àqueles que experimentam sintomas de hipomania e depressão, mas não preenchem todos os critérios para mania, hipomania ou depressão maior.

Assim, as pessoas com ciclotimia são muitas vezes consideradas por amigos e familiares como “muito temperamentais”. Elas até têm “altos e baixos”, porém, nenhum deles é tão grave ou dura tempo suficiente para se qualificar como mania ou depressão.

“Qual é o meu diagnóstico entre todos esses tipos de bipolaridade?”

Se você desconfia que sofre de transtorno bipolar, a melhor maneira de saber qual dos tipos de bipolaridade você tem é obtendo um diagnóstico formal de um psicoterapeuta ou psiquiatra.

Porém, se você estiver olhando para o problema por conta própria, tenha em mente que uma das principais diferenças é a psicose. Assim, se você tiver psicose (isto é, delírios e alucinações), é bem provável que isto seja diagnosticado como transtorno bipolar tipo I.

Já se os seus humores elevados são inferiores ao período de uma semana, é provável que você seja diagnosticado com transtorno bipolar do tipo II.

Agora se você não se encaixa nos critérios diagnósticos para depressão grave ou hipomania/mania, existe a chance de você ser diagnosticado com ciclotimia.

Porém, lembre-se de que a primeira coisa que você deve fazer, caso desconfie que você se encaixa em um dos tipos bipolares é procurar ajuda de um profissional. Somente um psicoterapeuta ou psquiatra poderá te orientar para o tratamento de forma eficaz. O tratamento, normalmente, consiste entre conciliar a psicoterapia com a medicação.

Saiba tudo sobre transtorno bipolar com a terapeuta do FalaFreud Dayane Fagundes.

Fonte: https://www.talkspace.com/blog/2017/06/know-kind-bipolar/

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Como a gratidão pode mudar a sua vida

Descubra como a gratidão pode mudar a sua vida e trazer mais felicidade para os seus dias.

O tema “gratidão” vem sendo bastante divulgado pelo mundo. Porém, o assunto já está em voga há muito tempo. Isso porque, antigos filósofos já vinham fazendo estudos científicos para identificar como a gratidão pode ser positiva para a nossa saúde. Estudos sugerem que as pessoas gratas são mais felizes, mais saudáveis, mais motivadas e têm relacionamentos mais fortes. Veja a seguir como a gratidão pode mudar a sua vida.

Mas afinal, como a gratidão pode mudar a sua vida?

Confira abaixo como esse sentimento atua em nossos cérebros cientificamente:

  1. A gratidão nos faz sentir mais conectados

Usando ressonância magnética funcional (fMRI), neurocientistas perceberam que as regiões do cérebro associadas à socialização e ao prazer acendem quando alguém sente gratidão. Isso explica porque a gratidão desempenha um papel tão importante nos relacionamentos.

Por isso, para praticar a gratidão no seu relacionamento, faça o seguinte exercício: Diga a alguém que você ama três coisas que você mais aprecia sobre ela. Se você não quiser expor para a pessoa, tudo bem, fique apenas consciente dos motivos nos quais você é grato por tê-la em sua vida.

  1. Pessoas gratas são mais generosas

Neurocientistas descobriram que pessoas agradecidas demonstram maior sensibilidade neural no córtex pré-frontal medial. Isto é, na área do cérebro responsável pela aprendizagem e tomada de decisão. Essas descobertas sugerem, portanto, que quanto mais grata a pessoa se sente, mais ela expressa essa gratidão.

Por isso, segundo o psicólogo Paul Piff e seus colegas da Universidade Berkeley, na Califórnia, as pessoas mais generosas não são necessariamente as mais ricas.

Confira exercício para perceber como gratidão pode mudar a sua vida.  Para isso, pesquise uma nova instituição de caridade para apoiar, seja voluntário(a) ou apenas ofereça sorrisos às pessoas que passam pelo seu dia.

  1. A gratidão vem do coração

Os neurocientistas estudaram a motivação por trás da gratidão. Com isso, eles descobriram que as pessoas gratas não doam para uma causa porque elas sentem que devem. Em vez disso, a pesquisa sugere que esses indivíduos são motivados internamente a fazer algo de bom. Isto é, existe uma motivação que vem de dentro. 

Outro exercício para aprender a ser grato é, por exemplo, criar um diário de agradecimento. Observe sentimentos e comportamentos que surgirão dessa prática.

  1. A gratidão pode ser aprendida

Se você tem interesse em saber como a gratidão pode mudar sua vida, mas ao mesmo tempo acha que não conseguirá colocá-la em prática, saiba que existe um jeito. Graças à neuroplasticidade – isto é, a capacidade do nosso cérebro de criar constantemente novos caminhos neurais -, nós temos o poder de treinar nossos cérebros para buscar momentos de gratidão.

Com a prática consciente, você tem a capacidade de religar seu cérebro. Em vez de repetir o que não está funcionando, portanto, você pode se concentrar nas coisas positivas que quer.

Um bom exercício para treinar seu cérebro é: assim que acordar, anote alguma coisa boa sobre aquele dia.

  1. A gratidão alivia o estresse

Cultivar a gratidão através de práticas como a meditação tem mostrado  eficaz para reduzir a frequência cardíaca. Portanto, prestar atenção ao que você é grato diminui estresses diários e te leva a uma vida mais saudável.

Para praticar a meditação amorosa, feche os olhos, respire fundo e pense no seguinte:

  • Uma coisa que você aprecia sobre si mesmo;
  • Uma coisa que você aprecia em um ente querido;
  • Uma coisa que você aprecia em alguém que você conhece, mas não muito bem.

Porém, no final do dia não se trata de quão consistentemente você escreve em seu diário de gratidão ou de quantos minutos você medita em gratidão a cada manhã.

Esse ato fala sobre perceber os pequenos momentos e valorizá-los. É sobre apreciar as pessoas ao seu redor. É sobre lembrar o poder dessa simple palavra: obrigado(a).

Gostou do conteúdo e quer ler mais sobre Dicas Para Saúde Mental? Acesse o Blog do FalaFreud e leia nosso conteúdo feito por nossos especialistas para você!

Fonte: https://www.talkspace.com/blog/2018/11/what-gratitude-does-to-your-brain/

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Quem tem uma agenda cheia sabe como pode ser difícil marcar uma consulta e conseguir conciliar seus horários pessoais com o do profissional. Porém, por ser online, fica muito mais fácil para o psicólogo conseguir te atender em horários flexíveis, como, por exemplo, de manhã bem cedo ou até tarde da noite – coisa que em um consultório é bem difícil isso acontecer.

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Depressão ou tristeza? Veja como diferenciar

Identificar se é depressão ou tristeza não costuma ser fácil. Pensando nisso, preparamos uma lista com dicas para diferenciar uma coisa da outra.

Apesar de compartilharem sintomas parecidos, a depressão e a tristeza nunca devem ser vistas como a mesma coisa. Enquanto a tristeza é passageira e comum a todos os seres humanos, a depressão é um transtorno que precisa ser tratado com seriedade. Veja a seguir a diferença e descubra se é depressão ou tristeza.

Um dos principais fatores utilizados por profissionais da área para diferenciar ambos os sentimentos é com relação ao tempo de duração dos sintomas. Uma tristeza só pode ser considerada depressão, caso os sinais sejam recorrentes e estejam presentes a pelo menos duas semanas.

Além disso, é preciso ter em mente que alguns sintomas de depressão aumentam com o tempo e podem não ser identificados no primeiro momento. Veja quais são os sintomas “escondidos” por trás da depressão:

Irritabilidade frequente

Muitas pessoas não associam à raiva com a depressão e ignoram esse sentimento. Porém, o que elas não sabem é que este é um sintoma muito frequente do transtorno. Assim, se você se sente irritado constantemente, saiba que este pode ser um indício de depressão.

Dor crônica

É comum vermos casos de pessoas deprimidas com dores crônicas. Em muitos desses casos, a dor não responde à medicação e o paciente tenta de tudo, sem êxito. Porém, a causa pode estar na depressão e para isso será preciso primeiro tratar esse transtorno para depois tratar a dor.

Uso de álcool

Pergunte a si mesmo se você vem bebendo mais de uns tempos para cá e se isso faz você se sentir pior depois que o efeito da bebida passa. Apesar das pessoas terem a ideia errônea de que beber acalma, o álcool, na verdade, potencializa os sentimentos. Por isso, caso você esteja deprimido, o álcool pode agravar a tristeza.

Portanto, não tente tratar algum problema ou sentimento com a bebida alcoólica, pois isso pode ser ainda pior. Nesses casos, o melhor a se fazer é procurar ajuda de um psicólogo.

Mudança no apetite e no peso

Uma das formas de diferenciar se é depressão ou tristeza é observar se o seu peso mudou rapidamente nas últimas semanas. Qualquer alteração não intencional de mais de 5% do seu peso corporal em um mês – seja para mais ou para menos – quando junto com outros sintomas, pode ser mais um sinal de depressão. Você pode ter perdido seu apetite ou estar descontando seu sofrimento na comida, comendo mais do que precisa.

Mudança de hábitos

Sua tristeza está afetando seu dia a dia? Preste atenção se sua rotina diária mudou – em casa, na escola, no trabalho ou com amigos. Veja se as situações que antes costumavam te trazer alegria ainda continuam trazendo. Como está sua motivação para realizar as tarefas diárias?

Indecisão

Você anda com dificuldade em tomar decisões? É muito comum que pessoas deprimidas não consigam fazer escolhas, uma vez que a depressão pode retardar os pensamento e tornar difícil saber o que se quer.

Culpa

Você vive se culpando pelas coisas que acontecem? Esta sempre se sentindo uma pessoa ruim? A culpa contínua ou extrema é um dos sintomas menos conhecidos da depressão. Normalmente, pessoas deprimidas tendem a se cobrar demais e qualquer coisa é motivo para que elas se coloquem para baixo.

Imunidade baixa

Outro sintoma que poucas pessoas sabem, mas que pode estar relacionado com a depressão é a baixa imunidade. Perceba se você tem ficando doente com mais frequência. A depressão enfraquece a imunidade.

Doença cardíaca

A depressão pode agravar doenças cardíacas, uma vez que contrai os vasos sanguíneos e aumenta os perigos em casos de ataques cardíacos. Além disso, o contrário também pode acontecer: a doença cardíaca também pode levar à depressão.

Baixa libido

Outra dica para você identificar se é depressão ou tristeza é observar sua libido. Você perdeu o interesse em sexo? Problemas em seu relacionamento podem derivar da depressão – ou contribuir para isso – e sem o sexo as coisas podem ficar piores ainda para a relação.

A partir das dicas acima, você conseguirá saber se os sintomas estão mais próximos da depressão ou da tristeza. Porém, lembre-se que para ter o diagnóstico correto, você precisará procurar um profissional da área de saúde. É muito importante consultar um terapeuta e um psiquiatra para avaliar a necessidade de medicamentos e traçar o caminho ideal para o tratamento.

Assim que identificar alguns dos sintomas de depressão, procure um profissional o mais rápido possível, antes que problemas mais graves como beber, sentir dores ou conflitos com outras pessoas saiam do seu controle.

Fonte:https://www.psychologytoday.com/intl/blog/open-gently/201810/are-you-depressed-or-just-down

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