Teste: você sabe identificar a depressão e seus sintomas?

Uma doença que vai muito além da tristeza profunda e causa tanto sintomas físicos como psicológicos. Essa é a depressão, conhecida como o mal do século 21 e que se tornou uma questão de saúde pública nos últimos anos.

O transtorno mental afeta o humor do indivíduo e o modo como as pessoas se sentem, pensam ou agem diante de inúmeras situações. E nem sempre é fácil reconhecer quem sofre com essa condição. 

Mesmo assim, o ideal é que esse assunto tenha uma abordagem adequada e seja discutido frequentemente, não só dentro dos núcleos familiares como nos espaços públicos. Exemplos: instituições de ensino, nas empresas, unidades básicas de saúde, entre outras opções.

Teste para identificar sintomas

Antes de iniciar o teste, um aviso importante: este método serve apenas como um indicativo, pois ele não substitui a avaliação médica. Por isso, tenha em mente que é fundamental procurar o profissional indicado para tratar essa doença.

Para auxiliar no teste, você deve associar essas frases com cada tipo de sintoma:

  • Nenhuma vez
  • Dois ou três dias
  • Mais da metade dos dias
  • Praticamente todos os dias

Com que frequência você se sentiu mal por alguns destes problemas?​

  1. Apetite reduzido ou exagerado.
  2. Se sentir mal, por achar que fracassou ou desapontou os seus familiares e amigos.
  3. Problemas de concentração para realizar atividades básicas do dia a dia, como ler notícias ou ver televisão, por exemplo.
  4. Ficar para baixo, depressivo ou sem esperança.

O que você deve observar?

Algumas das situações acima se encaixam no que você sente ultimamente? De acordo com as orientações do Manual de Diagnósticos de Transtornos Mentais (DSM V), ainda precisam ser avaliados outros fatores importantes.

Os mais comuns são o humor deprimido e a perda de interesse ou prazer para fazer as coisas. No entanto, o indivíduo com depressão pode apresentar, normalmente, pelo menos de três a quatro dos sintomas listados abaixo:

  • Perda ou ganho de peso sem estar em dieta;
  • Aumento ou diminuição de apetite;
  • Indecisão ou capacidade diminuída de pensar;
  • Insônia ou excesso de sono;
  • Agitação ou lentificação;
  • Fadiga e perda de energia;
  • Pensamentos de morte recorrentes;
  • Tentativa ou planejamento de suicídio.

Quais são os principais tipos de depressão?

  • Depressão mista: mistura dos sinais depressivos com uma ansiedade intensa. Sintomas como euforia são muito comuns aqui;
  • Depressão melancólica: ideia constante de morrer, inatividade e tédio ficam fortes;
  • Depressão distímica: o estado crônico deixa a pessoa extremamente pessimista e rabugenta. Geralmente, o indivíduo sente uma melancolia leve que não melhora nunca;
  • Depressão psicótica: alucinações e delírios são comuns nesse tipo. Muitos enxergam coisas inexistentes e ouvem vozes dentro da própria cabeça;
  • Depressão maior: uma das mais famosas, seus sintomas são tristeza excessiva, perda de prazer, baixa autoestima e distúrbios de sono;
  • Depressão sazonal: ela aparece em algumas épocas do ano, principalmente em países do Hemisfério Norte, como no outono e inverno;
  • Depressão atípica: aumento do apetite, ganho de peso, sonolência exagerada, sensação de cansaço nos braços e nas pernas.

Como você pode tratar a doença?

A recomendação básica é procurar pela ajuda de um profissional adequado, neste caso, um psicólogo. Ele que dará todo o apoio e suporte necessário para o paciente lidar com a situação. Além disso, dependendo de cada caso, o psicólogo também consegue indicar a pessoa para outros tipos de médicos.

Vale ressaltar que atualmente existem várias maneiras de tratar a depressão. Uma delas é a terapia online em que paciente pode realizar sua consulta sem sair de casa e na hora que desejar. Portanto, se você se identificou com os sintomas do teste ou conhece alguém que também tem, converse com um psicólogo e inicie o tratamento o quanto antes.

Fobia Social: Sintomas e Tratamento

Você se considera uma pessoa tímida? Vários indivíduos sofrem com esse problema e possuem receio de falar em público, conversar com pessoas desconhecidas e frequentar lugares lotados

Por mais que essa situação provoque ansiedade e outras sensações indesejadas, com o tempo o indivíduo tímido começa a se acostumar com o lugar e a se socializar com as pessoas, mesmo que devagar.

Normalmente quando isso não acontece, pode ser o indício de um problema ainda maior: a fobia social. Esse transtorno mental faz com que o indivíduo evite interagir com outras pessoas e tenha pavor em fazer contatos sociais e é sobre esse problema que falaremos a seguir. 

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Saiba o que é esquizofrenia

A esquizofrenia, é uma doença psicológica bastante conhecida, mas não muito recorrente, afinal apenas 1% de toda a população possui esse tipo de problema.

Essa doença tende a desenvolver principalmente, em homens com idade de 15 a 35 anos e não é comum diagnosticá-la logo no começo, pois os seus sintomas só se agravam com o passar do tempo.

O ideal é que logo depois de diagnosticada, a doença mental seja tratada de forma que o esquizofrênico possa conseguir ter uma vida normal.

Para que você possa entender um pouco mais sobre a esquizofrenia, separamos algumas informações importantes acerca dessa doença. Então, confira o nosso post, e saiba mais!

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O que é terapia cognitiva comportamental

Você sabia que existem diversos tipos de abordagens dentro do universo da psicologia para realizar terapias?

Uma abordagem bastante conhecida é a terapia cognitiva comportamental, ou TCC. Esse método procura trabalhar o momento presente, e tratar alguns aspectos disfuncionais do indivíduo, como a dificuldade em se relacionar, a ansiedade e a depressão.

Então, ficou interessado em saber mais sobre esse tipo de terapia que tem ajudado tantas pessoas a ter uma vida mais harmoniosa? Para te ajudar a obter mais informações acerca do assunto, preparamos um guia completo sobre a TCC!

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Saiba o que é o Fenótipo Ampliado do Autismo (FAA)

É importante que logo nos primeiros anos de vida de uma criança, os pais procurem reparar nos comportamentos do seu filho, para que se o mesmo tiver algum transtorno ou alguma doença mental, esse problema seja diagnosticado rapidamente.

Quando as crianças não olham nos olhos da mãe quando estão mamando, não interagem com outras crianças, e possuem dificuldade de aprendizado, mesmo com coisas simples, é preciso que os pais procurem saber qual o motivo disso estar acontecendo.

Em casos como esses, é provável que a criança possua o chamado transtorno de espectro autista, que é um problema psiquiátrico afeta a comunicação e o desenvolvimento intelectual do indivíduo.

Para te ajudar a saber mais acerca desse distúrbio que tem afetado diversas pessoas, preparamos um guia completo sobre o autismo. Então, confira e saiba mais!

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Por que as pessoas se cortam. Entenda os motivos e saiba como ajudar

A prática da automutilação é muitas vezes usada como uma válvula de escape pelas pessoas. Isso porque elas relatam que o ato de se ferir, diminui a dores emocionais, seja a angústia ou a tristeza, de forma a amenizar a dor no peito.

Esse transtorno mental é bastante sério, e deve ser rapidamente tratado com a ajuda de um psicólogo, que irá procurar saber quais os motivos que levam o indivíduo a praticar a autoagressão.

Pois, as pessoas que se cortam, tendem a já possuir alguma doença mental, ou desenvolver algum distúrbio ainda pior, podendo até mesmo realizar tentativas de suicídio.

Então, ficou interessado em obter mais informações sobre esse problema que atinge jovens e adultos? Confira a nossa matéria, pois nela explicamos tudo o que você precisa saber acerca desse assunto.

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Namorar com depressão é possível? Dicas para não afetar relação

Namorar com depressão não é impossível. Porém, para que dê certo, você precisa entender o que está se passando com a sua mente.

Se você luta contra a depressão, sabe como pode ser desafiador iniciar ou manter um relacionamento. Mas não deixe seu cérebro deprimido convencê-lo de que você não pode namorar. Confira cinco fatos que você provavelmente não sabia sobre namorar com depressão e como contorná-los.

De fato, namorar e estar em um relacionamento amoroso é uma ótima maneira de fazer você sentir que a depressão não está dominando sua vida. Isso porque, você se sente vivo de novo. Porém, antes de se apressar em namorar, lembre-se de algumas coisas que podem fazer com que namorar com depressão seja diferente de namorar alguém sem o transtorno.

1. Mesmo estando apaixonado, talvez você não se sinta assim o tempo todo

Mesmo apaixonado, não é possível você se sentir assim o dia todo. Existem neurotransmissores que fazem com que você se sinta deprimido e, por isso, mesmo o parceiro mais perfeito e amoroso pode não ser capaz de provocar um sentimento de amor e excitação por tanto tempo.

Em vez de presumir que o seu parceiro é o problema, é fundamental entender que a depressão pode estar sabotando sua capacidade de sentir amor no momento.

2. Sensibilidade e rejeição podem estar presentes na depressão

Muitas pessoas que sofrem com a depressão relataram que se sentem extremamente sensíveis a comportamentos e comentários de outras pessoas. Isso significa que você pode estar predisposto a enxergar até comentários gentis e bem intencionadas como maldosos.

É essencial que você reconheça que a depressão muda sua sensibilidade à dor social e, portanto, isso pode fazer com que você não encare de forma positiva observações que não pretendiam magoá-lo.

3. O desejo sexual é afetado pela depressão

Outro fator importante sobre namorar com depressão é quanto a sexualidade. Você pode se sentir atraído por seu parceiro, mas não sentir vontade de fazer sexo. Contudo, isso não significa que você e seu parceiro sejam sexualmente incompatíveis. Em vez disso, isso pode significar que sua depressão está sequestrando seu desejo sexual.

Portanto, antes de concluir que o seu relacionamento chegou ao fim, seja paciente. Veja como a sua conexão sexual fica conforme a depressão vai sendo tratada.

4. Os remédios que são bons para você podem não ser tão bons para a sua relação

Muitas pessoas que tomam a medicação para depressão relatam o impacto que o remédio tem no desejo sexual. Além disso, entre os efeitos colaterais estão o ganho ou perda de peso, o que pode impactar negativamente na sua auto-imagem e sua visão de si mesmo.

Isso pode fazer com que você não se sinta tão atraente ou desejado. Porém, se isso acontecer, sempre converse com o seu psiquiatra para que ele possa ajustar a dose do medicamento ou recomendar outro melhor para o seu caso. Cada organismo reage de uma forma diferente e alguns podem funcionar muito melhor para você do que outros.

Além disso, para que isso não prejudique seu namoro, converse com o seu parceiro para explicar o que está acontecendo. Peça que ele tenha um pouco de paciência. Explique que o antidepressivo nesse momento é essencial para você se recuperar do transtorno e isso será apenas uma fase.

5. A depressão faz você querer isolar

Seu parceiro pode estar frustrado por você não querer mais se encontrar com amigos ou familiares de vocês, principalmente se isso costumava ser algo que você gostava de fazer.

Para resolver o problema, portanto, você precisa ter uma discussão com seu parceiro sobre como você se sente diferente. Explique para ele como é para você socializar quando está deprimido. Além disso, você pode trabalhar com seu terapeuta para descobrir maneiras de se motivar a socializar mais, mesmo quando deprimido. Lembre-se de que o apoio social é importante para ajudar na depressão.

Comunique-se com o seu parceiro sobre a depressão

Como vimos, namorar já não é uma tarefa simples para niguém. Porém, namorar com depressão pode ser ainda mais desafiador. Contudo, existe uma forma de fazer com que sua relação não saia prejudicada. Para isso, você precisará de muita comunicação e abertura para conversar com o seu parceiro.

Se você se identificou com um ou mais desses pontos, então compartilhe com o seu parceiro o que está acontecendo com você. Deixe claro como você se sente quanto a isso tudo. Explique que você gostaria que as coisas fossem diferentes, mas que este comportamento tem sido consequência da depressão.

Não se esqueça que por mais difícil que seja às vezes, estar em um relacionamento pode te trazer recompensas maravilhosas. Você só precisará ter o discernimento necessário para entender que haverão momentos sombrios, mas que é mais do que possível namorar com depressão.

O que não dizer para alguém com ansiedade ou depressão? Confira no FalaFreud.

Fonte: https://www.talkspace.com/blog/2019/01/dating-with-depression-facts/

FalaFreud

Quem tem uma agenda cheia sabe como é difícil marcar uma consulta e conciliar horários pessoais com o do profissional. Porém, por ser online, fica muito mais fácil para o psicólogo conseguir te atender em horários flexíveis. Você pode, por exemplo, fazer terapia de manhã bem cedo ou até tarde da noite – coisa que no consultório é bem difícil de acontecer.

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Benefícios do exercício físico na depressão

Especialistas apontam os benefícios do exercício físico na depressão e na ansiedade; Confira.

Você com certeza já ouviu falar que praticar atividade física faz bem para a saúde. Mas e quando se trata de depressão ou de ansiedade exagerada? Segundo especialistas, o exercício físico, quando feito regularmente, tem o potencial de aliviar e até curar os sintomas de muitas doenças, inclusive de transtornos mentais. Confira os benefícios do exercício físico na depressão e na ansiedade.

O poder da endorfina

Após realizarmos uma atividade física, nosso corpo libera uma grande quantidade de endorfina. Esse hormônio traz a sensação de bem-estar, alívio e disposição para o organismo.

Este hormônio está muito relacionado aos benefícios do exercício físico na depressão e na ansiedade. Isso porque, de acordo com um estudo da Universidade de Toronto, indivíduos que praticam atividade física de 20 a 30 minutos por dia podem afastar a depressão a longo prazo.

A dica é escolher uma atividade ou um esporte que você goste de fazer. Assim, por exemplo, você pode praticar dança, corrida ou musculação e fazer disso uma parte regular de sua rotina. Dessa forma, o exercício não apenas ajudará no tratamento, mas como diz o estudo, ajudará a prevenir a depressão.

Redirecionando a energia

Apesar de somente o exercício não ser o suficiente para substituir o uso da medicação ou a necessidade de assistência profissional, praticar atividades pode diminuir consideravelmente o excesso de ansiedade no corpo. Portanto, da próxima vez que estiver ansioso, tente fazer uma caminhada, por exemplo.

A experiência do nadador Michael Phelps

Michael Phelps é um nadador americano, considerado um dos melhores do mundo. O vencedor da medalha de ouro olímpica, ao revelar para o mundo a respeito do caso de depressão que enfrentou, mostrou as importantes conexões entre exercício físico e depressão.

É importante ressaltar que o exercício físico sozinho não é uma cura para o transtorno mental. Porém, quando aliado à medicação e / ou psicoterapia, a atividade física pode trazer muitos progressos em direção a melhores resultados de saúde mental.


Todo cuidado é bem-vindo!


Se você sofre de depressão ou ansiedade exagerada, lembre-se de que por mais desafiante que esse momento possa parecer, sempre existirá um caminho para superá-lo.

Mesmo que aliar o exercício físico om o tratamento médico não esteja te trazendo resultados rápidos, lembre-se de que essa prática poderá elevar o seu estado de espírito e te fornecer motivação extra para lutar contra o transtorno. Mesmo que o exercício sozinho não seja uma cura, se ele faz você se sentir melhor, então vale a pena.

Viver com ansiedade ou depressão, ou ambos, não é fácil. Se você sofre de um transtorno mental, sabe o quanto isso pode ser difícil. Embora não seja uma cura, o exercício pode ser outra arma na batalha contra a depressão e a ansiedade.

Gostou do conteúdo e quer ler mais sobre Dicas Para Saúde Mental? Acesse o Blog do FalaFreud e leia nosso conteúdo feito por nossos especialistas para você

Fonte:https://www.talkspace.com/blog/2018/12/does-exercise-help-depression-and-anxiety/

Quem tem uma agenda cheia sabe como é difícil marcar uma consulta e conciliar horários pessoais com o do profissional. Porém, por ser online, fica muito mais fácil para o psicólogo conseguir te atender em horários flexíveis. Você pode, por exemplo, fazer terapia de manhã bem cedo ou até tarde da noite – coisa que no consultório é bem difícil de acontecer.

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Depressão causada pelo trabalho: veja principal motivo

A depressão causada pelo trabalho é muito comum e incapacita milhares de pessoas. Veja a seguir uma solução simples e eficaz para reduzir as chances disso acontecer.

Já faz algum tempo que o tema saúde mental está em alta no mundo inteiro. Os casos de transtornos psicológicos não param de aumentar e entre eles está a depressão. Entre umas das causas por trás da doença, está a depressão causada pelo trabalho, que continua a crescer consideravelmente. Mas por que o ambiente de trabalho pode causar depressão?

Seria a solidão o motivo?

Segundo o médico Vivek H. Murthy, muitos ambientes de trabalho modernos contribuem para esse sentimento de desconexão. Para ele, novos modelos de trabalho criaram

uma flexibilidade que antes não existia, mas que muitas vezes reduzem as oportunidades de interação e relacionamentos pessoais.

Porém, nem mesmo em um escritório cheio de pessoas ao redor isso está livre de acontecer. Na maior parte do tempo, os dias são super corridos e todos estão focados no computador, sem muita interação.

OUTROS MOTIVOS POR TRÁS DA depressão causada pelo trabalho

Existem diferentes motivos por trás da depressão causada pelo trabalho. Porém, alguns deles são bastantes recorrentes, como, por exemplo, muitas demandas e alta pressão, competitividade exacerbada, ambiente hostil, etc.

Estudos mostram que ao trabalhar se sentindo totalmente controlado, isto é, com pouca ou sem nenhuma liberdade para realizar as tarefas, aumenta consideravelmente as chances de que uma depressão apareça.

Isso acontece porque nós seres humanos temos necessidades psicológicas fundamentais. Isto é, assim como necessitamos de comida e oxigênio, precisamos ter a sensação de que somos responsáveis pelo nosso próprio destino – mesmo que não tanto quanto gostaríamos. Quando essa sensação é tirada de nós, ficamos infelizes rapidamente.

TORNE O AMBIENTE MAIS AGRADÁVEL E DIMINUA NÚMERO DE CASOS DE DEPRESSÃO

Porém, segundo uma pesquisa realizada pelo cientista social Michael Marmot, é possível realizar o mesmo trabalho de forma menos deprimente. Assim, para evitar se sentir refém em seu próprio trabalho, torne-o mais gratificante, como, por exemplo, mudando coisas rotineiras. Horário, local, roupas, decoração da mesa, ordem das tarefas…

Se de alguma forma você puder ter algum nível de liberdade em um ou alguns desses itens, você não sentirá o trabalho como um fardo tão pesado. Existem, inclusive, estudos científicos que sugerem que dar flexibilidade a um funcionário aumenta sua produtividade.

Portanto, uma dica simples para os líderes das empresas evitarem a depressão causada pelo trabalho é controlar as pessoas o mínimo possível. Com isso, os funcionários não apenas trabalharão mais, mas também serão mais felizes. E como ambas as partes se beneficiarão disso, ter um local de trabalho mais liberal não será um problema para os gerentes.

PROCURE AJUDA DE UM PROFISSIONAL DE SAÚDE 

Se você estiver enfrentando uma depressão causada pelo trabalho, lembre-se sempre de colocar sua saúde em primeiro lugar. Procure ajuda de um profissional da área de saúde, uma vez que é primordial estar sob o tratamento adequado.

Como lidar com chefe controlador? Terapeuta dá dicas; Confira matéria no FalaFreud.

Fonte:https://medium.com/inc./this-is-the-number-one-cause-of-depression-at-work-45a7302e3552

Quem tem uma agenda cheia sabe como pode ser difícil marcar uma consulta e conseguir conciliar seus horários pessoais com o do profissional. Porém, por ser online, fica muito mais fácil para o psicólogo conseguir te atender em horários flexíveis, como, por exemplo, de manhã bem cedo ou até tarde da noite – coisa que em um consultório é bem difícil isso acontecer.

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Depressão em bancários cresce e preocupa especialistas

Tonturas, irritações frequentes, pesadelos, palpitações, falta de ar e outros sintomas que parecem isolados, mas que podem tornar-se depressão, transtorno bipolar, síndrome do pânico e outras doenças mentais. E tudo isso pode estar ligado ao trabalho do bancário. Confira no Blog do FalaFreud.

Número de bancários com depressão e transtornos mentais é cada vez mais preocupante. Categoria é uma das que mais têm saúde mental afetada entre todos os profissionais.

Competitividade exacerbada, metas abusivas e demissões em massa são algumas das principais queixas atuais sobre os modelos organizacionais dos bancos. Não é a toa que a depressão em bancários cresce cada vez mais, e a categoria de profissionais é a que mais adoece no país.

Segundo a psicóloga Renata Paparelli, professora e supervisora de estágios de Saúde do Trabalhador da PUC-SP, esse adoecimento é causado por conta do assédio organizacional. “São práticas de gestão voltadas para a produtividade que abrem espaço para o assédio moral. Deste modo, o que acontece é um afrouxamento dos valores éticos da empresa e isso se materializa nas metas abusivas.”

Além disso, a  profissional aponta que o bancário que adoece é rechaçado porque ele “é uma denúncia viva do que acontece dentro desse modelo organizacional”.

Casos de depressão em bancários

Entre milhões de vítimas, está um bancário do Banco do Brasil afastado – entre breves voltas e novos afastamentos – desde 2008. “Prestei concurso e este foi o meu primeiro emprego. Dez anos depois, comecei a ter palpitações, procurei um cardiologista, porém, o problema era psicológico: eu estava em depressão diante da pressão e da competitividade exacerbada que eu sofri.”

Mas não é só o jovem bancário de 34 anos que tem esse sentimento. Segundo os trabalhadores que responderam à pesquisa sobre saúde da categoria, divulgada em 2011: 65% dos trabalhadores das agências, 63% dos gerentes e 52% dos que trabalham nas grandes concentrações sentem-se excessivamente pressionados.

A depressão em bancários, assim como outros transtornos mentais é determinado por várias questões, inclusive o funcionamento da empresa.“O que as instituições financeiras praticam é a criação de uma ilusão em que quem atinge meta é eficiente, que o mundo é feito de vencedores. sendo assim, vitória significa produtividade”, alerta a secretária de Saúde do Sindicato, Marta Soares.

Contudo, ainda de acordo com ela, o Sindicato tem lutado para alterar essa realidade. “Conquistas importantes ajudam a proteger o trabalhador, como o instrumento de combate ao assédio moral e o direito do afastado de receber adiantamento salarial enquanto não sai o benefício do INSS.”

Metas, fusões e adoecimento

Além disso, Renata ressalta que os bancários sofrem de doenças mentais, como a depressão, devido a processos de fusão entre bancos ou com as pressões das metas. Assim, conforme explica a psicóloga,“As fusões intensificam essa guerra de ‘todos contra todos”.

“No entanto, enquanto nas instituições privadas os bancários são obrigados a atingir metas cada vez maiores, nos bancos públicos eles são pressionados e ameaçados a perder comissões e cargos.”

A culpa é dos bancos

“Quando adoeci, me senti culpado” A fala do bancário do BB demonstra o sentimento dos trabalhadores adoecidos. “Até hoje tenho pesadelos com o gerente xingando e assediando a equipe. Alguns colegas de trabalho achavam que o problema era eu e não o banco”.

Com isso, Renata Paparelli ressalta: “Eles se sentem culpados. Eu não conheço nenhum trabalhador com algum transtorno ou sofrimento psíquico que não tenha sido excelente trabalhador. Trata-se de pessoas muito dedicadas, que acreditam na empresa. Contudo, quando adoecem, por conta do modelo de gestão do banco, a decepção é muito grande.”.

Ainda de acordo com a psicóloga, esta é uma prática totalmente equivocada das instituições financeiras. “não se trata de fraqueza, de algo individual, mas de um trabalho penoso, produtor de sofrimento psíquico. Quando essa engrenagem, que é o trabalhador, adoece, é colocada de lado, como uma sucata. Toda a sua história no banco é descartada”.

 

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