Terapia: Confira os maiores mitos sobre se consultar com um terapeuta

Ninguém questiona uma pessoa quando ela se sente doente e decide procurar um médico, certo? Mas então por que somos questionados quando decidimos ir a um terapeuta para falar sobre nossos sentimentos e problemas? As pessoas que vão à terapia estão em busca de autoconhecimento para lidar com suas mentes e emoções – da mesma forma que um médico trata seu corpo – , no entanto, lidamos diariamente com equívocos e suposições injustas sobre a terapia.

Na matéria a seguir, vamos desvendar esses mitos e entender melhor o conceito de terapia e porque é tão importante buscar ajuda de um profissional dessa área.

Mito 1: “Somente pessoas doidas vão à terapia”

Um dos conceitos mais deturpados sobre a terapia é achar que apenas pessoas com problemas graves ou doentes procuram a terapia. Engana-se quem pensa isso. As pessoas que buscam terapia são àquelas com vontade de evoluir, de se tornarem pessoas melhores, terem mais autoconhecimento e com isso melhorarem sua relação consigo mesmas e, consequentemente, sua relação com o próximo. Terapia é um ato de amor próprio.

Mito 2: “As pessoas são forçadas a fazer terapia”

O equívoco acima surge porque as pessoas assumem que os clientes não vão à terapia por opção. Elas acham que o indivíduo está “louco” a ponto de seus entes queridos terem que arrastá-los para a terapia. 

A verdade é que a grande maioria das pessoas que frequenta a terapia, faz isso por vontade própria. Elas querem ajuda e começam a perceber as melhorias do processo terapêutico logo nos primeiros meses.

Mito 3: “Existe algo de errado com pessoas que vão à terapia”

Muitas pessoas têm vontade de iniciar a terapia, mas não se sentem confortáveis devido a ideia errada de que só faz terapia quem está enfrentando alguma dificuldade muito grande. Porém, depois que começam o processo terapêutico, os clientes entendem que qualquer pessoa pode fazer e se beneficiar dos aprendizados que vêm com a terapia.

Mito 4: “Você precisa ter muito dinheiro para ir a terapia”

O FalaFreud é um dos maiores exemplos de que esta afirmação não tem fundamento. Nós temos como proposta levar terapia a todos e por um valor bem mais acessível. Baixe o aplicativo em seu celular e descubra que a terapia online pode sim estar dentro do seu orçamento!

Mito 5: “Pessoas que recorrem à terapia são fracas demais para lidar com os problemas por conta própria”

Imagine dizer a alguém que sofreu um acidente de carro que ir a um médico significava que ela é fraca demais para se recuperar dos ferimentos por conta própria. Absurdo, não é mesmo? Esse exemplo não é tão diferente de chamar alguém de fraco porque a pessoa buscou terapia para lidar com traumas, doenças mentais ou estresse, por exemplo, em vez de resistir. Pedir ajuda não é um sinal de fraqueza e a terapia não é exceção. Muito pelo contrário. A terapia é um trabalho árduo, e as pessoas que vêm para a terapia são corajosas e fortes suficientes para pedir ajuda e fazer mudanças em suas vidas.

A realidade é que pessoas bem-sucedidas e ambiciosas frequentemente buscam terapia. Eles vêem a melhora na saúde mental como um objetivo a alcançar e sabem os benefícios que o processo pode trazer em diferentes áreas de suas vidas. 

Mito 6: “O terapeuta é quem faz todo o trabalho”

As pessoas que têm mais sucesso na terapia são aquelas que pensam por si mesmas e buscam a terapia apenas para conhecer melhor seus recursos internos e aprenderem a lidar com os problemas. O terapeuta pode te dar uma orientação, mas a mudança vem de dentro.

Ao contrário do que se pensa, se você apenas sentar e esperar que o terapeuta faça todo o trabalho, é provável que você não avance muito. Lembre-se, a terapia é um trabalho de equipe e o paciente também deve se esforçar para mudar comportamentos e hábitos ruins.

Mito 7: “As pessoas que fazem terapia não têm amigos, familiares ou pessoas dispostas a ouvir o que elas têm a dizer”

Engana-se quem pensa que os amigos ou familiares podem substituir o trabalho de um profissional. Infelizmente isso ainda é muito falado por aí, mas esse pensamento está totalmente equivocado.

O terapeuta é um profissional treinado, que estuda muito para isso, ouve atentamente, a fim de chegar à uma resposta que ajude o paciente a evoluir. Não é dar conselhos. O terapeuta vai dar ao paciente os recursos para que ele consiga aprender a resolver seus problemas e lidar com as questões pessoais de uma forma mais leve e tranquila.

Mito 8: “As pessoas que vão a terapia estão sob efeito de uma medicação”

Nem todo mundo que faz terapia precisa tomar alguma medicação. Quando o cliente precisa do auxílio de medicamentos, ele é encaminhado a um psiquiatra, fazendo assim uma combinação da psicoterapia com os remédios. As pessoas confundem muito a psiquiatria com psicologia, sendo que o primeiro ajuda com medicamentos e o segundo com psicoterapia. 

Mito 9: “Apenas mulheres fazem terapia”

Alguns homens ainda resistem a terapia, devido à pressão social que muitas vezes é imposta a eles. É preciso acabar com essa ideia, uma vez que a dor e os conflitos internos fazem parte da condição humana. O problema é que muitas pessoas, principalmente homens, preferem não lidar com isso e não investigam as causas por trás de um problema para não serem vistos como “fracos” ou “menos homens” por isso. Todos nós temos problemas e provavelmente todos precisamos de terapia.

Mudando a forma como vemos a terapia

A terapia é mais que um tratamento. É um estilo de vida. É uma das maneiras pelas quais lidamos e entendemos melhor nossas emoções, mudanças, estresse, crenças e relacionamentos.

Para reduzir essas suposições dolorosas, que ainda impedem as pessoas de receberem a ajuda na qual precisam, precisamos fazer com que a sociedade aceite a terapia como algo positivo, sem esses estigmas. É hora das pessoas saberem dos benefícios que a terapia tem a oferecer e perceberem a real importância do processo terapêutico.

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Fonte:https://www.talkspace.com/blog/2015/10/truth-people-therapy-misconceptions-myths/#more-3042

Depressão: o que você precisa saber sobre a doença

Quem já fez terapia sabe a importância que esse processo tem na vida das pessoas. Ela ajuda a mudar comportamentos, pensamentos e emoções, sendo fundamental para o autoconhecimento e bem-estar. Quando se trata de doenças, como a depressão, o processo terapêutico se torna ainda mais importante, pois vai ajudar a pessoa a identificar as crenças e os comportamentos por trás desses estados de humor e ensinar novas formas de lidar com os problemas.

Porém, é preciso entender que existe um conjunto de fatores que precisam funcionar para que seja possível identificar as melhorias que virão com a terapia, como, por exemplo, o empenho do paciente em mudar, o comprometimento que ele terá com a terapia, entre outras recomendações muito importantes, que devem ser seguidas. Veja a seguir o que os terapeutas gostariam que você soubesse sobre a depressão.

1. Não funciona como mágica

Se você acha que apenas começar a terapia já vai ser o suficiente para resolver a depressão, você está enganado. Você precisará participar de forma ativa e se abrir para a mudança. Os terapeutas normalmente pedem que você observe o que desencadeou seus sentimentos de depressão, como seu corpo se sente quando você está deprimido e quanto tempo os sentimentos duram.

2. Você terá que fazer seu “dever de casa”

Seu terapeuta pode lhe pedir para pensar nos pontos positivos da sua vida e fazer algo diferente para começar a ver a mudança. Por exemplo, em vez de se deixar levar por pensamentos negativos, dê um passeio, termine um projeto que você está adiando, faça um trabalho voluntário ou realize alguma atividade que te ajude a interromper o comportamento negativo e os padrões de pensamento.

3. Comprometa-se com a terapia, mesmo quando estiver sem esperança

Durante a terapia esteja determinado a fazer o que for preciso para chegar a um lugar melhor. Normalmente, você e seu terapeuta irão concordar com as estratégias, mas, às vezes, você precisará confiar no trabalho do profissional e se permitir tentar coisas novas.

4. Defina metas específicas

Converse sempre com seu terapeuta sobre o que está funcionando para você e o que não está funcionando. Isso poderá fazer com que vocês encontrem a melhor solução para o seu caso.

5.Não deixe de tomar a medicação

Normalmente, a melhor abordagem para o tratamento da depressão é a medicação junto com a terapia. Se o seu médico lhe passou um antidepressivo, continue tomando a medicação conforme a indicação do profissional, mesmo que já esteja se sentindo melhor.

6. O que você diz na terapia sempre é confidencial

Por lei, tudo o que você compartilha na terapia não será discutido com mais ninguém. Portanto, fique a vontade para falar tudo ao profissional.

7. Deixe a honestidade prevalecer

Sabendo que tudo que é dito na sessão é confidencial, agora você pode falar tudo com o seu terapeuta. Até porque, se você não for honesto com o profissional, não receberá o tratamento adequado e seus sintomas de depressão possivelmente não irão melhorar.

8. Você provavelmente não pode chocar seu terapeuta

Se você está sendo atendido por um terapeuta experiente, será muito difícil chocá-lo.Isso porque esses profissionais são preparados para ouvirem tudo que você tem a dizer e provavelmente já ouviram de tudo…

9. Querer melhorar nem sempre é suficiente

Normalmente as pessoas com depressão querem melhorar. O problema é que as alterações neurológicas depressivas afetam a área do cérebro que controla o comportamento direcionado aos objetivos, o que significa que muitas vezes é difícil para elas fazerem coisas que as ajudem a se sentir melhor. Mas não desista, conforme a terapia for te ajudando, você começará a ver as melhorias em seu dia a dia.

10. Pergunte sempre que tiver dúvidas

Você deve entender o que está fazendo na terapia e ter uma noção de como isso deve ser útil e te levará às mudanças, não apenas durante a sessão de terapia, mas também fora da terapia. Se o seu terapeuta não estiver compartilhando essa informação ou se você não entender alguma coisa, não deixe de fazer perguntas a ele.

Fonte:https://www.everydayhealth.com/hs/major-depression-health-well-being/psychologists-wish-you-knew-about-talk-therapy/

6 atitudes de pessoas “tóxicas”; saiba identificá-las

Todo mundo conhece pessoas que são muito difíceis de lidar, mas você sabe distinguir quando um comportamento difícil se transforma em “tóxico”? Pessoas tóxicas são aquelas que nos causam sentimentos ruins e negativos e podem afetar nosso dia a dia. Essas pessoas costumam ter atitudes padrões que permitem identificá-las. Veja a seguir quais são esses comportamentos e descubra se você convive com “pessoas tóxicas”.

Comportamentos de uma pessoa tóxica

1.Culpar o outro

Pessoas tóxicas culpam os outros incessantemente e parecem incapazes de assumir responsabilidade por qualquer problema. Elas têm sempre explicações elaboradas de porque não são culpadas, mesmo quando tais justificativas parecem mentiras óbvias para aqueles que as cercam.

  1. Agressão passiva

Nem sempre pessoas tóxicas são agressivas, mas, às vezes, elas dão pequenas “cutucadas”, como indiretas ou foras, por exemplo, quando estão com raiva ou chateadas. Porém, quando questionadas sobre esse comportamento, essas pessoas costumam negar que isso aconteceu.

  1. Críticas

Pessoas tóxicas constantemente criticam os outros, seja devido a aparência, personalidade, comportamento ou qualquer outra coisa que chame a atenção delas. Se essa crítica for dirigida a você por longos períodos de tempo, isso pode afetar bastante sua auto-estima. Quanto mais jovem e/ou mais sensível você estiver no momento que receber essa crítica, mais grave será o impacto que ela terá em seu senso de identidade.

  1. Manipulação

Pessoas tóxicas manipulam os outros para conseguir o que querem com bastante frequência. Elas conseguem fazer com que você sinta sempre que lhes deve algo ou em outros casos, te magoam e em seguida, dizem que fazem tudo por você. A manipulação pode ser evidente ou sutil, mas é sempre prejudicial.

  1. Negatividade

Pessoas tóxicas parecem completamente incapazes de desfrutar de qualquer coisa na vida. Quando os outros tentam compartilhar alguma novidade, eles são recebidos com cinismo e condescendência. Um exemplo é um colega de trabalho que vê que você está envolvido em um relacionamento e faz um comentário crítico sobre a instituição do casamento e a frequência do divórcio. Outro é um membro da família que lhe diz que sua perda de peso não vai durar por muito tempo porque “dietas nunca funcionam”.

  1. Chantagem emocional

Fazer chantagem emocional é uma atitude comum de pessoas tóxicas. Elas regularmente farão com que você tenha que escolher entre elas ou alguma outra coisa, tentando te persuadir a escolher elas. “Se você gostasse de mim, você faria isso”, “Se você é meu amigo de verdade, vai fazer isso por mim”, são exemplos de frases comuns da chantagem emocional

Soluções saudáveis ​​para lidar com pessoas tóxicas

Se você identificou algum amigo, membro da família ou colega de trabalho nas descrições acima, é importante elaborar um plano para lidar com eles de maneira saudável. É muito útil ter empatia com essas pessoas e entender o porquê delas serem do jeito que são. Isso não significa que você tenha que interagir com elas, mas as pessoas não nascem “tóxicas”, em geral, ficam assim ao observarem esse comportamento em casa quando criança ou por sofrerem alguma forma de abuso.

Estabelecer limites com pessoas tóxicas é essencial, embora possa ser muito desafiador. Trabalhar com um terapeuta é uma ótima maneira de explorar como você pode estabelecer limites que funcionem para você, o que pode significar falar com a pessoa apenas em determinados momentos ou cortar o contato de vez. Você precisará definir seus limites e entender o quanto isso está afetando a sua saúde mental.

Fonte: https://www.talkspace.com/blog/2018/04/6-traits-toxic-people/

Quer saber mais sobre relacionamentos? Veja como diferenciar uma briga comum de agressão e abuso verbal.

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Muito ciúmes? Veja como isso pode atrapalhar sua relação

O ciúmes é uma emoção comum aos seres humanos, que demonstra que você valoriza seu parceiro, considera-o atraente para os outros e não quer perdê-lo. Porém, até que ponto esse sentimento é positivo?

Como nada ao extremo é bom, ser uma pessoa muito ciumenta pode demonstrar insegurança e até mesmo prejudicar seu relacionamento. Veja a seguir como o ciúmes pode se tornar um problema na relação.

O “causador” do ciúmes

Como falamos anteriormente, um pouco de ciúmes é normal e até saudável, mas os problemas começam quando o ciúmes se torna mais intenso e menos controlado.

Normalmente, quando um dos parceiros tem ciúmes em excesso, a outra pessoa da relação pode acabar se sentindo controlada e ressentida. Normalmente, costumam sentir que não podem ir a lugar nenhum ou fazer qualquer coisa sem que seu parceiro fique chateado ou com inveja. As menores e mais inocentes interações sociais são analisadas e a pessoa se sente acusada e violada. As restrições que o parceiro ciumento lhes impõe podem incomodar bastante.

O ciumento

Por outro lado, se o que “causa” o ciúmes sofre, o parceiro ciumento pode sofrer ainda mais. Ele se sente constantemente atormentado pela ideia de que o parceiro está o traindo.

Muitas vezes, a pessoa é muito insegura e não se sente confiante de que merece amor. Não importa o quanto o outro demonstre seus sentimentos, a insegurança dessas pessoas costuma ser tão grande que nenhuma garantia pode tranquilizá-los.

É possível que esse parceiro tenha sido abandonado ou negligenciado na infância por um dos pais, seja física ou emocionalmente, e o ciúmes é parte de um padrão de todos os seus relacionamentos íntimos (às vezes aparece também nas amizades).

A dinâmica do ciúmes na relação

Quando um dos parceiros costuma ser muito ciumento, isso pode afetar a relação, causando brigas constantes que param apenas quando a pessoa – objeto do ciúmes, decide se isolar de interesses externos e de seus amigos para acalmar o parceiro com ciúmes.

Sinais que você e seu parceiro devem procurar terapia de casal:

  • O parceiro sente que perdeu sua liberdade devido ao ciúmes da outra pessoa;
  • O casal briga com frequência por ciúmes de uma terceira pessoa ou sempre que o parceiro sai com amigos;
  • O parceiro ciumento fuxica o telefone do outro, computador ou faz outros tipos de “espionagem”;
  • Os parceiros começam a acusar uns aos outros de mentir regularmente.

Como salvar um relacionamento prejudicado pelo ciúmes

Se este artigo descreve o seu relacionamento, encoraje seu parceiro ciumento a procurar um terapeuta. Se o problema afetar a relação de vocês, uma terapia de casal pode ser uma boa forma de salvar o que foi destruído pelo ciúmes.

A terapia tanto de casal como individual pode ser muito útil para ajuda-los a entender o que é um relacionamento saudável e como mudar essa dinâmica de tal forma que não seja mais preciso lutar contra o ciúmes e sofrer o tempo todo.

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Fonte:https://www.talkspace.com/blog/2018/05/relationship-jealousy-damaging-mental-health/

“Por que não consigo me concentrar”? Veja como se manter focado

É inegável que, atualmente, com a quantidade de estímulos visuais que temos ficou muito mais difícil se concentrar. Mensagens no celular, ligações telefônicas, televisão ligada, tudo isso atrapalha a nossa capacidade de nos mantermos focados em uma única atividade.

Isso fez com que a procura por médicos e especialistas no assunto crescesse consideravelmente. Mas será que existe uma forma de se manter focado por mais tempo? Veja a seguir como aumentar sua concentração.

Por que é tão difícil se concentrar?

Para entender nossos problemas modernos de concentração, é importante prestar atenção em como nossos cérebros mudaram nos últimos milênios. Para fins de sobrevivência, nossos antepassados ​​precisavam prestar muita atenção em qualquer coisa que se movesse rapidamente ou parecesse desconhecida. As razões para essa concentração eram simples: se algo fosse rápido, poderia te matar. Se fosse novo, poderia ser perigoso.

Mas no mundo atual, as tecnologias e informações novas cada dia nos expõe a milhares de distrações. Pense em todas as coisas que prendem sua atenção todos os dias: as animações envolventes de um comercial de televisão, o enorme número de conversas em um restaurante, os alertas constantes iluminando a tela do seu celular.

No passado, essas novidades teriam sido empolgantes e atraentes para nossos cérebros. Agora, são apenas mais um pontinho no nosso radar mental.

Os seres humanos aplicam diferentes níveis de atenção e concentração, dependendo da situação em questão. Nossas tarefas mais gratificantes e agradáveis ​​são aquelas que exigem a concentração mais intensa e atenção sincera.

Porém, apesar de ser mais difícil, não podemos apenas colocar a culpa na tecnologia. Precisamos nos responsabilizar e assumir o comando para manter a concentração por mais tempo. Veja algumas dicas para te ajudar neste processo

Encontre alguém para compartilhar sua produtividade diária

O primeiro passo para melhorar sua concentração é encontrar alguém que possa te ajudar a cumprir suas tarefas diárias e, em seguida, confirmar sua produtividade.

Tente enviar sua lista de tarefas por e-mail para essa pessoa (pode ser um amigo de confiança, um parente, etc) no início do dia e, em seguida, envie-as novamente no final do dia para que ele saiba o que você concluiu. Ou simplesmente fale sobre o seu dia de trabalho com o seu cônjuge pela manhã e depois revise todas as tarefas que você conseguiu completar.

Saber que você precisará prestar contas de suas atividades no final do dia pode te dar motivação para realizar tarefas desafiadoras, mesmo quando elas parecem infrutíferas.

Durma o suficiente

Nunca é demais para lembrar o quanto uma boa noite de sono pode te tornar uma pessoa mais produtiva. Você ficará surpreso como vai ser muito mais fácil permanecer motivado, focado e produtivo durante todo o dia de trabalho.

Pesquisadores do sono descobriram que a privação do sono destrói o estado de alerta do indivíduo e, consequentemente, sua concentração. É muito mais difícil prestar atenção a tarefas importantes se você estiver lutando para manter os olhos abertos. Quando você está se sentindo cansado, seu raciocínio lógico e a resolução de problemas deixam de existir.

Concentre-se em uma única coisa com a meditação

Provavelmente já lhe disseram que meditar pode te ajudar a manter o foco e concentração por mais tempo. Muitas pessoas tentam essa antiga prática, mas rapidamente se desencorajam por achar que não vão conseguir. Este equívoco geralmente surge porque não temos conhecimento do quão poderoso esse hábito pode ser em nossas vidas.

Tente se concentrar nessa ação mental por um minuto, depois cinco minutos e depois quinze. Observe sua mente vagando… Não desista imediatamente nem ache que a tentativa foi um fracasso. A distração temporária é simplesmente um sinal para você, gentilmente, direcionar sua mente de volta ao objeto de sua meditação. Deixe o novo pensamento passar pela sua mente, mas não o siga. Você verá como essa prática se tornará mais fácil e instintiva conforme for praticando.

Organize seu ambiente de trabalho

Você pode não acreditar, mas uma decisão tão simples como organizar seu ambiente de estudo ou trabalho pode revolucionar completamente seu foco e atenção.

Ao falar “organizar seu ambiente”, isso não significa apenas remover toda a desordem da sua mesa, embora as distrações físicas sejam um grande impedimento à concentração. Ao falar em distrações, entenda como todos os tipos de desordem sensorial.

Isso inclui música em seus fones de ouvido, conversas barulhentas na mesa ao lado da sua, alertas de mensagens de texto em seu smartphone e ligações de amigos ou familiares.

Pode parecer impossível livrar-se de todos esses tipos de desordem, mas tudo o que você precisa fazer é eliminar as maiores distrações e estabelecer alguns limites sensatos para seus padrões de pensamento. Aqui estão alguns passos práticos que você pode seguir:

Invista em fones de ouvido que abafe o ruído

  • Baixe software de bloqueio de sites ou aplicativos para seus dispositivos móveis e computadores;
  • Remova todos os papéis e objetos perdidos dos lugares onde você trabalha;
  • Realize uma limpeza completa em seu quarto, o banheiro, local de estudo e/ou a mesa de trabalho;
    Depois de ter removido toda aquela confusão sensorial, você poderá ficar surpreso com a diferença que esses pequenos passos podem fazer.

Divida suas tarefas

Parece que Henry Ford – primeiro empresário a aplicar a montagem em série de automóveis – já sabia o segredo para se ter mais foco. Ao falar sobre suas linhas de montagem de automóveis icônicos, Ford disse: “Nada é particularmente difícil se você dividir em pequenas partes/tarefas”.

Muitos de nós lutamos com projetos grandes e os definimos como complicados porque não soubemos dividi-los de maneira inteligente. Muitas vezes caímos na armadilha mental de acreditar que é inútil dedicar tempo a uma tarefa se não formos capazes de terminá-la. A maioria dos grandes projetos não pode ser concluído de uma só vez, mas tratamos progressos lentos como um fracassos.

Uma maneira rápida e fácil de atenuar esse problema é seguir o antigo conselho de Henry Ford: dividir a tarefa em etapas pequenas e plausíveis. Dedicar sua mente a essas pequenas tarefas de maneira singular e simplificada o ajudará a melhorar sua concentração. Levará tempo, mas as recompensas podem ser muito satisfatórias. Imagine o quão incrível será a sensação de ultrapassar um enorme projeto da sua lista!

Fale com um especialista

Não tenha vergonha de procurar ajuda. Ninguém conhece hábitos e comportamentos melhor que um terapeuta. Um profissional da área pode ajudá-lo a avaliar sua rotina diária, eliminar padrões que não estão funcionando bem e desenvolver a motivação e a concentração que você precisa para ter sucesso.


Fonte https://www.betterhelp.com/advice/general/why-cant-i-focus/

Ansioso(a) demais? Saiba identificar quando a ansiedade se torna um problema

Apesar de ser vista como algo negativo, a ansiedade em certos casos pode ser bem-vinda. Em seu estado mais puro e primitivo, é essa emoção que nos mantém vivos e ilesos em diversas situações.

Nossos ancestrais precisavam disso para evitar serem comidos por animais selvagens. Ao se preocupar com as ameaças antecipadamente, eles se prepararam para lutar ou fugir quando necessário. Isso os ajudou a sobreviver e, eventualmente, prosperar. Mas quando a ansiedade deixa de ser saudável? Confira a matéria a seguir e entenda a diferença de uma ansiedade normal da patológica.

Ansiedade saudável

Podemos não ter mais esse tipo de ameaça em nossas vidas diárias, mas essa mesma ansiedade ainda tem usos práticos. Preocupar-se um pouco com possíveis erros ou resultados negativos nos ajuda a sermos responsáveis. Por exemplo, quando as pessoas têm uma ansiedade moderada sobre cumprir um prazo, elas ganham uma motivação que as ajudam a terminar um trabalho antes do tempo. Quando o trabalho termina, a ansiedade desaparece. Portanto, a ansiedade leve e ocasional não é algo para se tratar ou se preocupar. É apenas parte do funcionamento neurológico normal do ser humano.

Ansiedade exagerada

Porém, quando a ansiedade atinge um certo nível de intensidade e frequência, deixa de ser útil. Nesse caso, ela se torna uma fonte de sofrimento e distração. Esse tipo de ansiedade não permite que o indivíduo aproveite a vida de forma mais leve e plena. E, muitas vezes, este é um sintoma de um transtorno de ansiedade.

Considere, por exemplo, um funcionário que experimenta um alto nível de ansiedade, mesmo depois de cumprir prazos ou enquanto deveria relaxar em sua casa em uma noite de sexta-feira. Ou pior, imagine alguém que constantemente acha que vai morrer, apesar de não haver ameaças a sua vida.

Confira abaixo alguns dos sintomas que frequentemente indicam um distúrbio de ansiedade ou outra doença mental:
  • Inquietação
  • Cansaço frequente
  • Dificuldade em se concentrar ou memória prejudicada
  • Irritabilidade
  • Tensão muscular
  • Dificuldade em controlar a preocupação
  • Palpitações
  • Problemas de sono (dificuldade em cair no sono ou permanecer dormindo)

Se você acredita que está vivendo com um transtorno de ansiedade, entre em contato com um terapeuta para receber um diagnóstico. Existem diferentes opções de tratamento e táticas para enfrentar a ansiedade exagerada, como por exemplo, combinar a terapia com um estilo de vida saudável, que inclui exercícios e meditação.

Quer saber mais sobre o assunto? Confira 9 efeitos que a ansiedade pode causar no seu corpo e formas de lidar com a ansiedade.

Fonte: https://www.talkspace.com/blog/2017/05/when-does-normal-anxiety-become-a-mental-illness/

Ansiedade: entenda os efeitos que ela pode causar no seu corpo

A ansiedade faz com que o nosso corpo lance algumas substâncias químicas no sangue, como o cortisol e a adrenalina, que nos preparam para uma reação de luta ou de fuga. O sangue passa a ser desviado para as áreas do corpo que nos preparam para agir. Nesse momento é comum se sentir pressionado, à medida que a frequência cardíaca, a sudorese e a tensão muscular aumentam.

Depois que a ameaça passa, retornamos a um estado normal e equilibrado. A partir dessa perspectiva, a ansiedade não é apenas normal, como também uma resposta adaptativa saudável projetada para nos manter seguros.

Nos dias atuais, a ansiedade, apesar de ainda ter sua importância, ocorre de forma muito mais rotineira do que deveria e isso acaba trazendo problemas para a saúde do indivíduo.

Veja a matéria a seguir e entenda como a ansiedade afeta o seu corpo.

1. Problemas cardíacos 

A ansiedade exige que o coração bombeie mais sangue para chegar às áreas do corpo que precisam responder a uma ameaça. Embora isso seja geralmente reversível quando o problema passa, para aqueles com ansiedade e estresse contínuo, o coração continua operando em um nível elevado. Isso pode aumentar o risco de doença cardíaca, ataque cardíaco e derrame.

Dois estudos feitos pela Harvard Medical School e pelo Lown Cardiovascular Research Institute, descobriram que “aqueles que sofrem de um distúrbio de ansiedade têm duas vezes mais chances de ter um ataque cardíaco do que aqueles sem histórico de distúrbios de ansiedade”.

2. Pressão alta

Da mesma forma que os batimentos cardíacos aumentam para que o corpo consiga bombear mais sangue, a pressão arterial também aumenta. Embora apenas a ansiedade não seja suficiente para fazer com que o indivíduo tenha pressão alta, esses picos que ocorrem podem fazer mal à saúde a longo prazo.

3. Asma e problemas respiratórios

Diversos estudos já mostram que existe uma forte correlação entre ansiedade e asma. Em Uma pesquisa realizada em 2005, cujos resultados foram publicados no American Journal of Respiratory, descobriu que pessoas diagnosticadas com transtorno do pânico têm seis vezes mais chances de desenvolver asma do que aqueles sem ansiedade.

4. Problemas estomacais e gastrointestinais

Você sabia que problemas gastrointestinais, como diarréia, dores de estômago e náuseas são sintomas bastante comuns de ansiedade? Se você já procurou um médico para garantir que não há nada de errado, mas, ainda assim, continua apresentando algum dos sintomas acima, talvez seja hora de procurar ajuda para trabalhar essa ansiedade exagerada.

5. Insônia 

As causas para a insônia podem ser várias, porém, de acordo com médicos e psicólogos, um dos principais motivos do problema costuma estar relacionado ao estresse e a ansiedade.

A falta crônica de sono abre brechas para outros possíveis problemas de saúde, como doenças cardíacas, derrame e enfraquecimento do sistema imunológico. Portanto, não deixe de procurar ajuda de um profissional da área de saúde para entender como tratar o problema e recuperar suas noites de sono. Veja algumas dicas para uma enfrentar a insônia e ter uma noite de sono tranquila.

6. Picos de açúcar no sangue

Durante um momento de tensão ou ansiedade, nosso corpo libera hormônios de cortisol e epinefrina, o que faz com que o fígado produza mais glicose, ou açúcar no sangue, para dar ao indivíduo mais impulso e energia.

Depois que a emergência passa, geralmente o corpo simplesmente absorve esse açúcar extra no sangue. No entanto, de acordo com a Associação Americana de Psicologia, os repetidos aumentos no açúcar no sangue podem aumentar o risco para aqueles predispostos ao diabetes tipo 2 de contrair a doença.

7. Diminuição da imunidade

Como os recursos corporais ficam voltados para a necessidade de proteção imediata do corpo, o sistema imunológico pode ser temporariamente suprimido. Quando a ansiedade faz com que isso aconteça de novo e de novo, temos mais chances de pegar um vírus, como resfriados, e não conseguimos combater as infecções existentes da maneira mais eficaz.

8. Ganho de peso

É comum pessoas ansiosas desenvolverem compulsão alimentar. Os “alimentos de conforto”, como são chamados, liberam a sensação de serotonina, que podem trazer um alívio temporário, fazendo com que a pessoa volte repetidas vezes ao alimento, em busca de prazer. Mas com o tempo, as calorias causadas pelo estresse crônico se somam e, para piorar as coisas, o cortisol pode estar associado um aumento no armazenamento de gorduras no corpo.

9. Tensão muscular crônica

Os músculos ficam tensos porque nosso corpo está reunindo forças para responder rapidamente a situação, seja para atacar, nos proteger ou fugir. Quando estamos ansiosos, nossos músculos nunca têm a chance de relaxar completamente e permanecemos rígidos o tempo todo.

Dores de cabeça e enxaqueca também são comuns em pessoas ansiosas, devido a pressão que fazem com a mandíbula sem nem perceber.

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Fonte:https://www.talkspace.com/blog/2018/05/ways-anxiety-impacts-your-physical-health/

Você é ansioso(a)? Isso pode ser uma vantagem! Entenda

Considerada o mal do século, a ansiedade atrapalha a rotina de milhares de pessoas, todos os dias. Ela impacta na forma como tomamos decisões, nossa forma de agir, além de causar sensações físicas muito desconfortáveis.

Porém, você sabia que a ansiedade pode ser uma ferramenta bastante útil se você souber como utilizá-la? Muitas características desse sentimento podem virar boas qualidades se forem canalizadas da forma correta. Abaixo estão alguns hábitos comuns de pessoas ansiosas e como você pode encontrar forças secretas dentro desses comportamentos.

Você está constantemente pensando no que poderia dar errado

Se você tem um transtorno de ansiedade, você provavelmente está familiarizado com os intermináveis pensamentos que passam pela sua cabeça. É como se o seu cérebro catalogasse tudo o que pode dar errado em todas as situações possíveis. Muitas pessoas com ansiedade sentem que têm pouco controle sobre esses tipos de pensamentos – o que pode ser totalmente exaustivo.

  • Benefício Surpreendente de Preocupação

Embora a preocupação excessiva possa impedi-lo de experimentar novas oportunidades, ter algum nível de estado de alerta sobre potenciais perigos tem seus benefícios. Pesquisadores descobriram que pessoas com ansiedade são realmente melhores em responder a ameaças do que pessoas que não sentem ansiedade, já que seus cérebros processam ameaças com mais eficiência. Isso tem efeitos positivos: como um estudo mostrou, pessoas que têm ansiedade realmente evitam acidentes fatais mais do que pessoas sem ansiedade.

  • Como usar a ansiedade de forma positiva:

Sempre que se preocupar com o que poderia dar errado, lembre-se que você é mais capaz de lidar com ameaças do que outras pessoas. Pense em uma ocasião em que tudo deu errado e você teve a capacidade de lidar com isso. Mesmo que as coisas não saiam do jeito que você gostaria, você pode lidar com isso – talvez até melhor do que pessoas não ansiosas.

Você se preocupa com o que as outras pessoas pensam sobre você

Se você é uma pessoa que sofre com ansiedade social, situações sociais normais, como reuniões ou festas, podem ser super intimidantes. Você pode acabar se preocupando demais com a forma na qual as outras pessoas o percebem ou se preocupar em fazer papel de bobo na frente de todos. Esses medos são imprecisos – a realidade é que você está indo bem! Mas a ansiedade pode até impedir que você aproveite o tempo social com os outros, tendendo a se isolar para evitar sentir-se assim.

  • Benefício Surpreendente da Ansiedade Social

Embora se preocupar tanto com o que as pessoas pensam sobre você possa ser desgastante, isso não deve impedi-lo de realizar suas atividades diárias. Há também benefícios em ser altamente sensível. Pesquisadores descobriram que as pessoas com ansiedade social são mais empáticas do que as que não têm, e têm maior capacidade de compreender as emoções das outras pessoas.

  • Como usar a ansiedade de forma positiva:

Lembre-se de que a sua empatia faz com que você saiba lidar com outras pessoas de forma positiva, em vez de achar que você não faz isso bem. Direcione essas habilidades empáticas para construir relacionamentos saudáveis ​​e atenciosos com as pessoas ao seu redor. Use isso para lembrar seus entes queridos de que você se importa.

Você fica ruminando seus pensamentos

Seus pensamentos giram em torno dos mesmos tópicos e você não consegue sair do alcance deles? Esse é um padrão de pensamento característico de pessoas ansiosas, em que vários pensamentos se repetem constantemente e chama-se ruminação. Isso pode fazer com que as pessoas que sofrem se sentam presas em suas próprias mentes. No entanto, também é um sinal de profundidade de pensamento e, quando canalizado corretamente, pode ser uma qualidade útil.

  • Benefício Surpreendente da Ruminação

Vários estudos mostraram que pessoas ansiosas tendem a ser mais inteligentes do que pessoas sem ansiedade. A ruminação pode ser frustrante para a experiência, mas também está correlacionada com a alta inteligência verbal. De fato, muitos escritores e intelectuais famosos lutaram com ansiedade – e, ei, você poderia ser um deles!

  • Como usar a ansiedade de forma positiva:

Pense nas situações que te levam a ter esse comportamento. Use essa inteligência verbal alta para manter um diário observando seus próprios pensamentos e comportamentos, a fim de entender o causa a ruminação. E, em vez de usar essas habilidades verbais apenas para lidar com preocupações, por que não tentar usá-las em um projeto criativo?

Veja o lado positivo das situações

Ser ansioso pode parecer algo muito ruim, principalmente quando o medo te impede de tomar atitudes. Porém, criticar-se por sua ansiedade só piora as coisas. Então, da próxima vez que você começar a se repreender por estar ansioso, lembre-se de que ter ansiedade não faz de você inferior a ninguém – na verdade, muito pelo contrário.

Isso significa que você é inteligente, empático, detalhista e responde bem à crise. Reconhecendo as coisas boas que sua ansiedade revela sobre você e buscando um terapeuta para ajudar a mudar o resto do que o impede de agir, você será cada vez mais capaz de abraçar o momento – e a si mesmo.

Fonte: https://www.talkspace.com/blog/2018/04/uBenefício Surpreendente de Preocupação

Abuso ou agressão verbal ou apenas uma briga comum? Entenda a diferença entre os dois casos

O abuso ou agressão verbal vai além de gritos ou de uma forma grosseira de falar e por isso pode ser difícil de identifica-lo. Para te ajudar a entender as diferenças entre os dois casos, clique e confira no Blog do FalaFreud algumas maneiras de diferenciar uma relação abusiva de uma briga comum.

Entenda a diferença entre abuso ou agressão verbal e uma briga comum e identifique qual é o seu caso

Brigas acontecem em qualquer relacionamento e não há nada de anormal nisso. Porém, se durante um conflito, houver insultos, xingamentos e humilhação, isto pode caracterizar uma relação com abuso ou agressão verbal.

O abuso ou agressão verbal vai além de gritos ou de uma forma grosseira de falar e por isso pode ser difícil de identifica-lo. Para te ajudar a entender as diferenças entre os dois casos, preparamos algumas maneiras de diferenciar uma relação abusiva de uma briga comum.

Mas afinal, o que é abuso verbal?

Abuso ou agressão verbal, como o nome já diz, é o uso de palavras para controlar e ferir alguém. Alguns tipos de abuso verbal são mais evidentes, como o uso de palavrões ou gritos, mas muitas das atitudes são escondidas, e, portanto, menos reconhecíveis. Mas então como diferenciar o que é ou não normal?

Veja como saber se os comentários do seu parceiro são parte de um argumento saudável ou verbalmente abusivo.

  •  Os argumentos são indesejados. Não se trata de uma conversa saudável, mas sim um ataque
  •  Um dos parceiros usa a linguagem para dominar o outro
  • Os comentários são prejudiciais e destinam-se a prejudicar a auto-estima, a confiança ou o senso de realidade da vítima.
  • São contínuos, isto é, os abusos verbais são muito frequentes.

Formas de abuso ou agressão verbal

É importante lembrar antes de tudo, que não existe uma fórmula específica para descobrir se algo é abusivo. Mas todos nós temos aquela voz interna que nos diz quando algo não parece certo. Escute esta voz interior! Se o comportamento do seu parceiro se encaixa em qualquer um dos padrões abaixo, as brigas podem não ser apenas um conflito “normal”.

Manipulação psicológica

Conhecida como Gaslighting, esta é uma forma de manipulação psicológica na qual o abusador distorce as informações ou as inventa para manipular a vítima, que acaba duvidando de sua própria percepção e sanidade. Nesses casos, o agressor pode fazer com que a vítima duvide de coisas que de fato aconteceram, alegando que aquilo nunca aconteceu.

  1. Ameaças e intimidação

As ameaças e intimidações podem ser mais fáceis de serem percebidas e a vítima deve ficar muito atenta a este tipo de comportamento do parceiro.

Se seu parceiro ameaçar você com violência física, humilhação pública (Exemplo: “Eu direi a todos que você fez tal coisa”), ou ameaçar machucar pessoas ao seu redor, é hora de procurar ajuda. Ameaças emocionais podem ser igualmente prejudiciais.

  1. Destruição da autoestima

É comum em casos de abusos verbais, que o abusador tente acabar com a autoestima da vítima. Ex.: O agressor pode dizer que a vítima só recebeu uma promoção no trabalho porque o chefe a acha bonita ou falar que tudo que ela faz está errado. Eles podem ainda banalizar os sentimentos da pessoa, chamando-a de “muito sensíveis” ou dizendo que ela está exagerando.

Não tenha vergonha de pedir ajuda

Se você se identificou com alguns dos tópicos acima e vive isso de alguma forma na sua relação, não tenha medo de pedir ajuda. Um terapeuta poderá te dar força e motivação para enfrentar essa situação.

Lembre-se, todo mundo merece ser respeitado e valorizado pelo que é, e se de alguma forma seu parceiro está sendo desrespeitoso com você ou está tentando te colocar para baixo, é hora de sair desta relação.

Fonte: https://www.talkspace.com/blog/2018/03/is-it-a-normal-fight-or-verbal-abuse-heres-how-to-tell/#more-9220

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