Estresse no trabalho diminui produtividade; aponta pesquisa

Entenda como o estresse no trabalho afeta diretamente os resultados de uma empresa.

Funcionários que sofrem de altos níveis de estresse no trabalho são menos engajados e menos produtivos. Além disso, eles têm níveis mais altos de absenteísmo quando comparados com aqueles que não trabalham sob pressão excessiva. É o que mostra uma pesquisa realizada pela empresa de serviços profissionais Towers Watson.

Segundo a pesquisa da Global Benefits Attitudes, os níveis de desligamento no trabalho estão muito relacionados aos níveis de estresse. Isso porque, os níveis de desligamento no trabalho aumentam significativamente quando os funcionários experienciam altos níveis de estresse. Além disso, o estudo de 22.347 funcionários em 12 países, incluindo o Reino Unido e os EUA, revelou que mais da metade dos funcionários que sofriam altos níveis de estresse relataram que foram desligados do trabalho.

Além disso, a pesquisa ainda mostrou claramente uma ligação destrutiva entre altos níveis de estresse e produtividade reduzida. Segundo Rebekah Haymes, consultora sênior e especialista em bem-estar da Towers Watson, “um terço dos entrevistados disseram que muitas vezes são incomodados pela pressão excessiva no trabalho, o que os leva a mais chances de desligamento e absenteísmo – indicadores claros de baixa produtividade no local de trabalho”. disse ela.

Motivos por trás do alto nível de estresse no trabalho

Além dos números, os motivos por trás dos altos níveis de estresse também foram exploradas na pesquisa. Mais da metade dos funcionários citaram o pessoal inadequado como a maior causa de estresse. Globalmente, poucos empregadores consideraram isso como um grande problema.

Assim, apenas 15% dos gerentes seniores perceberam que essa era uma causa de estresse em sua organização. No entanto, nos EUA, os empregadores concordaram que o pessoal inadequado era a segunda maior causa de estresse no trabalho – perdendo apenas para a “falta de equilíbrio entre trabalho e vida pessoal”.

“Se os líderes empresariais quiserem promover um ambiente de menor estresse em seu local de trabalho, é vital que eles entendam as causas reais do estresse em sua organização”, comentou Haymes. “Sem isso, até a melhor equipe de gerenciamento pode se concentrar em energia e recursos nas áreas erradas”.

Além disso, os níveis de ausência também foram influenciados pelo estresse. Foram registrados em média 4,6 dias de doença por ano para aqueles funcionários que se sentiam estressados. Contudo, os funcionários que relataram baixos níveis de estresse tiveram uma média de 2,6 dias.

Mais dias de presenteísmo

Presenteísmo é o nome dado ao fênomeno de se estar presente no ambiente de trabalho, mas com a produtividade baixa. Segundo a pesquisa, ocorreu 50% de presenteísmo em funcionários altamente estressados, com uma média de 16 dias por ano. Já os funcionários com baixos níveis de estresse relataram uma média de 10 dias por ano.

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Fonte: https://www.forbes.com/sites/karenhigginbottom/2014/09/11/workplace-stress-leads-to-less-productive-employees/#6b62a09c31d1

Como ajudar uma pessoa estressada? Veja as dicas!

O estresse está por todo lugar. No trabalho, nas escolas, nas relações…Mas você sabe como ajudar uma pessoa estressada? Confira algumas dicas do que fazer! 

Da mesma forma que nós experimentamos esses sentimentos, isso pode acontecer com nosso(a) parceiro(a), amigos ou familiares. Quando isso acontece, é preciso saber lidar da melhor forma, para que não prejudique o seu relacionamento e torne-o exaustivo. Veja a seguir algumas dicas para como ajudar uma pessoa estressada. 

1.Ouça sem julgamentos e valide os sentimentos da pessoa

Quando estamos estressados e procuramos outra pessoa para desabafar, na maior parte das vezes não estamos buscamos conselhos, mas sim que nossos sentimentos sejam ouvidos e validados.

Portanto, ao ouvir os desabafos da pessoa, seja um bom ouvinte e, principalmente, não tente dizer a maneira correta na qual ele(a) deveria ter agido. Reconheça que somos todos diferentes e cada indivíduo reage ao estresse de uma forma. O importante é ter empatia e saber escutar o outro.

Portanto, se você não sabe como ajudar uma pessoa estressada, a primeira dica é: evite controlar como ela reage ao estresse. Apenas permita que ele se sinta seguro com você; seja um porto na tempestade.

2.Mostre seu interesse em ajudar

Há muitas maneiras de expressar preocupação ou cuidado com o outro. No entanto, às vezes a pessoa pode não querer discutir diretamente o que está incomodando. Porém, isso não significa que você não possa fazer pequenas coisas para mostrar que está ciente dos sentimentos dela e que quer ajudá-la a diminuir o estresse.

Expressar cuidado e preocupação de diversas maneiras pode ter um impacto poderoso na relação e ser muito positivo. Coisas pequenas como preparar uma refeição no final de um dia difícil pode ajudá-la a sentir bem melhor. 

3.Aprenda a identificar o estresse

Nem todo mundo gosta de falar quando está estressado e por isso pode ser importante para você aprender a reconhecer os sinais de estresse que seu parceiro dá. Muitas vezes, isso será sinalizado por uma mudança de hábitos – algo que você será capaz de detectar já que conhece seu parceiro intimamente.

Mudanças nos hábitos alimentares ou de sono, dores de cabeça recorrentes ou dores de estômago, incapacidade de se concentrar ou completar tarefas são algumas das questões que indicam que o estresse pode estar presente. Assim, se você reconhecer alguns desses sinais na pessoa, esteja ciente de que o estresse pode ser a causa.

4.Reconheça que homens e mulheres podem VIVENCIAR O ESTRESSE de formas diferentes

As diferenças em como homens e mulheres lidam com o estresse são generalizadas, é claro, mas é importante reconhecer que essas diferenças podem ajudar você ou o seu cônjuge a identificar quando um dos dois está estressado.

Homens e mulheres costumam reagir de maneira diferente ao estresse devido aos hormônios do estresse. Enquanto as mulheres prestam mais atenção a sentimentos e emoções, os homens costumam mostrar mais interesse em ações. Assim, uma mulher geralmente prefere receber conforto e amor na forma de apoio emocional e retenção. Já o homem é frequentemente mais aberto para receber assistência com atividades ou outras saídas físicas. (Contudo, ressaltamos que isso pode não acontecer dessa forma, uma vez que cada caso é um caso).  

5.Cuide de você antes para poder cuidar do SEU parceiro

Antes de saber como ajudar uma pessoa estressada, é preciso cuidar de si mesmo. Ou seja, antes de tudo, precisamos ter auto-cuidado para sermos fortes o suficiente quando os outros precisarem de nós.

O autocuidado pode vir em forma de exercício físico, meditação e terapia. É importante ter pelo menos uma pessoa fora do seu relacionamento (um terapeuta, por exemplo) para contar sobre o que está acontecendo com seu parceiro. Isso não só vai ajudar a te enxergar os problemas através de uma nova perspectiva, como evitará que você adicione mais estresse aos níveis de estresse já aumentados do outro.

6.Se os níveis de estresse se tornarem incontroláveis, ORIENTE seu parceiro a procurar ajuda externa

Nem você nem o outro podem fazer isso sozinhos. Se o nível de estresse da pessoa estiver prejudicando ou causando altos níveis de ansiedade, é hora de procurar tratamento.

Saiba que todos nós reagimos de maneira diferente ao estresse. Porém, oferecer empatia e cuidado sem julgamento é sempre a melhor maneira de agir quando a pessoa estiver sobrecarregada.

Vale lembrar que, mesmo que você queira aprender como ajudar uma pessoa estressada, nem sempre é possível “salva-la” sozinho. Se as coisas estão saindo de controle, faça a pessoa reconhecer que precisa da ajuda de um profissional. Apresente um plano eficaz para lidar com o estresse e mostre como isso pode fazê-lo se sentir bem melhor.

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Fonte:https://www.talkspace.com/blog/2018/04/when-your-partner-is-stressed/

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FalaFreud na mídia: “App de terapia brasileiro agora tem videochamadas”

Usuários poderão interagir com terapeutas em vídeos para interpretação de linguagem corporal e aumento de empatia

São Paulo — O aplicativo brasileiro de terapia FalaFreud ganha nesta semana suporte para videochamadas. O recurso era um dos mais aguardados por seus usuários e permite que o terapeuta possa avaliar sinais não verbais, como a linguagem corporal do paciente virtual.

A novidade, disponível nos aplicativos para Android e iPhone, também altera os planos oferecidos pela empresa atualmente. Antes, havia somente um plano, com mensagens de texto a qualquer hora do dia para terapeutas, cujo custo era de 300 reais ao mês. Agora, também há uma opção de 339 reais que dá ao assinante a possibilidade de fazer uma chamada de vídeo por mês, com duração de 45 minutos. Sessões em vídeo adicionais poderão compradas por meio do pagamento adicional de 75 reais cada.

A empresa responsável pelo FalaFreud conta que o novo aplicativo foi criado praticamente do zero para evitar problemas de desempenho, em especial, nos dispositivos Android. Na Google Play Store, é possível encontrar diversas reclamações dos usuários quanto ao desempenho e também ao preço cobrado pela assinatura do app.

Yonathan Yuri Faber e Renan Pupin são os fundadores do FalaFreud e enfrentaram resistência do Conselho Federal de Psicologia e de profissionais da área por se posicionarem como uma empresa que conectava pacientes a psicólogos. Faber conta que isso acabou desde que a companhia decidiu ampliar seu escopo de atuação de psicólogos para terapeutas.

Em entrevista a EXAME.com, Faber conta que o aplicativo cresceu 20% ao mês nos últimos meses, em termos de usuários, e que já surgiram diversos cadastros no CFP de sites de psicólogos e empresas que desejam oferecer terapia online. No total, são mais de 700 que apareceram recentemente.

Entre os rivais, se destaca o Luzz, que tem proposta parecida com a do FalaFreud, com assinatura mensal de 369 reais.

Em 2014, Faber tentou lançar no Brasil um aplicativo de caronas pagas muito semelhante ao Uber, o Zaznu, mas ele não deu certo. “Com o Zaznu, nós perdíamos dinheiro a cada corrida. No FalaFreud já conseguimos ter lucro”, declarou Faber.

O próximo passo do aplicativo agora é ir atrás das empresas para oferecer seu serviço de atendimento via aplicativo–e as chamadas em vídeo são cruciais para isso, na visão de Faber. Fora isso, o FalaFreud segue em busca de aumentar sua base de clientes. Com o código promocional EXAME, novos usuários do app ganham 50 reais de desconto na mensalidade.

Matéria originalmente publicada na Revista Exame

Como aconselhar uma pessoa com problemas? Confira dicas

Você sabe o que falar na hora de aconselhar uma pessoa com problemas? Existem algumas atitudes que podem tornar sua ajuda muito bem-vinda; Confira!

Todos nós enfrentamos momentos na vida em que nos sentimos inconsoláveis. Seja por perder o emprego, vivenciar algum luto, terminar um relacionamento, etc.. Independente do motivo,essas situações podem ser dolorosas não só para quem está vivenciando, como também para quem está do outro lado, vendo o amigo ou familiar desolado e querendo ajudar, mas sem saber como. Mas, então, como aconselhar uma pessoa com problemas? 

Descubra como aconselhar uma pessoa com problemas

Por definição, alguém inconsolável não consegue aceitar ou receber consolo. Por essa razão, pode ser difícil saber como agir, mesmo quando você quer desesperadamente ajudar. Embora cada situação seja diferente – e você precisará entender o que funciona com a pessoa e o que não funciona – existem algumas dicas gerais que podem tornar a sua maneira de consolar mais eficaz e bem-vinda.

  • Não diga nada, apenas OUÇA com atenção

Às vezes – especialmente quando alguém está sentindo uma tristeza profunda – a melhor forma de consolo é oferecendo sua presença. Um ouvido que não julga, apenas escuta. Alguém que vai “estar lá” enquanto a pessoa desabafa.

  • Tenha empatia PELO OUTRO

Se a pessoa permitiu que você estivesse presente com ela em um momento difícil, é porque ela confia em você. E um dos maiores presentes que você pode oferecer a ela agora é empatia.

Mesmo que você não esteja passando pela mesma experiência, mas deseja saber como aconselhar uma pessoa com problemas, você pode se lembrar de momentos em que se sentiu desse jeito. Ouça o que ela tem a dizer, isso validará os sentimentos dela e depois adicione sua perspectiva sobre o assunto.

Se a pessoa perdeu um membro da família, por exemplo, em vez de dizer: “Eu sinto muito pela sua perda”, considere falar que você entende a dor que ela está sentindo no momento e sabe o quão devastador pode ser esse sentimento.

Nunca diga para a pessoa não ficar triste, pois tristeza é um sentimento comum aos seres humanos. Portanto, existem certos momentos que precisamos nos permitir sentir essa dor para que ela passe. 

  • Pergunte o que você pode fazer para ajudar

Você pode ter um milhão de ideias sobre como aconselhar uma pessoa que está com problemas, e isso é muito gentil, porém, pode não ser exatamente o que a pessoa precisa. Quando alguém está inconsolável, é difícil ouvir as ideias dos outros. As opiniões alheias tendem a parecer julgamentos e podem ser difíceis de ouvir. Em vez disso, transforme seus pensamentos em perguntas.

Por exemplo, se você acha que seu ente querido se sentiria melhor se desse um passeio na rua, diga: “Você acha que há alguma atividade que poderíamos fazer hoje que possa lhe trazer algum alívio?” Dessa forma, a pessoa sentirá que está no controle. Lembre-se de respeitar o tempo do outro e entender, caso ela não queira fazer nada naquele momento.

  • Se mantenha positivo

Por um lado, você quer lembrar a pessoa que “isso também passará”, mas você também não deve fazer com que ela sinta que os sentimentos dela não estão sendo validados. Por isso, em vez de dizer, por exemplo: “Você se sentirá melhor amanhã”, você pode considerar algo como “eu sei o quanto você está sofrendo hoje. Amanhã é um novo dia e espero que você experimente algum alívio em breve”.

  • Recomende um terapeuta

Agora que você já sabe mais sobre como aconselhar uma pessoa com problemas, não se esqueça da importância da terapia!

Se a pessoa estiver inconsolável a ponto de se não se preocupar mais com o bem-estar dela ou se demonstrar sinais de risco para si mesma ou para outras pessoas, não hesite em intervir e fazer com que ela receba ajuda de um profissional imediatamente. 

Além disso, outro ponto de atenção é quando os sentimentos de tristeza  durarem além de um período de tempo razoável.  Você pode sugerir ajuda profissional através da terapia – O FalaFreud é uma ótima possibilidade, uma vez que a pessoa poderá fazer terapia online, sem precisar sair de casa. 

Fonte:https://www.talkspace.com/blog/2018/08/what-to-say-to-someone-when-theyre-inconsolable/#more-10578

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Como se livrar de pensamentos obsessivos

Você sabe o que são pensamentos obsessivos? Entenda porque isso acontece e como evitar que continue ocorrendo.

Os pensamentos obsessivos são aqueles que surgem em nossa mente e insistem em continuar, mesmo quando não queremos que eles apareçam. Normalmente, são pensamentos negativos, repetitivos e indesejados e surgem em forma de preocupações, medos, ou pensamentos ruins.

Entre os exemplos de pensamentos obsessivos vemos:
  • Medo de ficar doente ou que isso aconteça com algum amigo ou familiar
  •  Medo de contrair alguma doença
  • Achar que as coisas estão sempre desorganizadas e ter uma necessidade obsessiva de organização e simetria
  • Preocupação excessiva com pequenas coisas (como trancar a porta, desligar o forno,…)

Esses pensamentos podem atrapalhar a rotina do indivíduo, além de gerar muita ansiedade e angústias. Pensando nisso, preparamos uma matéria sobre o que fazer para acabar com os pensamentos obsessivos.

1. Não tente evitar os pensamentos 

Geralmente, quando os pensamentos intrusivos aparecem, nosso primeiro instinto é sentir algum nível de desconforto. Logo em seguida tentamos banir as visões indesejadas. Esta é a natureza humana: quando algo é ruim, evitamos. O fogão está quente, então não tocamos nele. Simples, certo? Porém, com o pensamento obsessivo é diferente.

Quando tentamos evitar um pensamento em um estado obsessivo, o cérebro continua nos lembrando sobre o pensamento indesejado, para que não nos esqueçamos de parar de pensar nele. É o mesmo princípio básico por trás de quando alguém te diz para não pensar em algo – como, por exemplo, um elefante rosa – nosso próximo pensamento se torna exatamente o que não devemos pensar.

O segredo é que, como todos os pensamentos, o que estamos ruminando não tem significado por si só. Isto é, se você parar de dar importância a esse pensamento, ele diminuirá a frequência até deixar de aparecer. Quando o pensamento aparecer, não dê importância e tenha consciência de que ele é apenas uma construção de sua mente.

2.Dê um nome ao pensamento

Para parar o pensamento obsessivo em sua mente, antes de tudo é necessário identificar esses pensamentos obsessivos, isto é, temos que reconhecer nossos padrões antes de conseguirmos mudá-los.

Quando o pensamento voltar, nomeie-o, entendendo de que forma ele aparece em sua mente. Examine esses pensamentos para entender como eles são acionados e como você está respondendo a eles, ou seja, entenda em que contexto aparece e o que isso significa para você.

Tente identificar a causa por trás dos pensamentos obsessivos para obter alguma perspectiva sobre ele. Se a preocupação, por exemplo, for não receber uma resposta de um amigo ou um possível erro cometido em um teste, pesquise o problema raiz. Isso significa que o problema vai além do que você imagina. Ou seja, se o problema fosse não receber uma mensagem de volta de um amigo, isso poderia significar: “Estou chateado com a forma que meu amigo me tratou da última vez que nos encontramos. Outro exemplo: a ansiedade sobre um teste pode significar: “Tenho medo de fracassar nesta matéria”. Assim, sempre examine as causas por trás do pensamento obsessivo. 

3.Pratique a aceitação

O próximo passo para parar o pensamento obsessivo é a aceitação. Lembre-se de que pensamentos são apenas pensamentos – uma série de neurônios disparando no cérebro, nada mais. À medida que aprendemos a aceitar pensamentos obsessivos, teremos uma chance muito maior de interrompê-los completamente.

Como falamos no item 1, o esforço resultante para evitar ou escapar desses pensamentos acaba aumentando a intensidade que isso acontece, tornando-os cada vez pior.

Portanto, aceitar, em vez de controlar e evitar, é o segredo. Por “aceitação”, não queremos dizer que você deva desistir ou renunciar, mas sim tirar a importância que eles têm em sua vida. Para aceitar pensamentos obsessivos, mantenha sempre sua mente no presente e seja realista sobre o que você faz e o que não tem controle.

Quando você estiver obcecado com o passado ou se preocupando com o futuro, faça a seguinte pergunta: “Posso resolver isso?”. Se a resposta for sim, identifique o que você pode fazer e faça. Se a resposta for não, faça o possível para aceitar o que é.

4.Meditação e Mindfulness

O problema dos pensamentos obsessivos pode estar no desconforto que sentimos por não conseguirmos controla-los, e, para isso, nada melhor do que a meditação. Enquanto você trabalha para desafiar as ruminações, nomeando-as e aceitando-as, usar exercícios de meditação e mindfulness pode te ajudar a acabar com as respostas emocionais negativas.

Mindfulness é o ato de limpar seus pensamentos e focar em como a mente e o corpo se sentem no momento presente. Para isso, a meditação oferece uma série de práticas para nos trazer para o momento presente, o que é um ótimo remédio para a ansiedade.

Quando o pensamento obsessivo entrar em cena, experimente realizar exercícios de respiração profunda, respirando devagar e contando até quatro, prenda a respiração por mais quatro segundos e depois expire para outra contagem de quatro segundos. Além disso, exercícios de aterramento também podem ajudar a quebrar o ciclo de ruminação. Aprecie seu entorno com todos os seus sentidos, identificando, por exemplo, cinco coisas que você vê, ouve, cheira, saboreia. Portanto, esteja presente no momento “agora”.

5.Para obsessões mais graves

O pensamento obsessivo faz parte da natureza humana, contudo, em alguns casos pode ser indicar transtornos mentais. O mais comum trata-se do transtorno obsessivo-compulsivo, porém existe uma série de outros transtornos de ansiedade relacionados. 

Se você está lutando contra pensamentos obsessivos perturbadores e persistentes, procure um terapeuta para facilitar esse processo.

Lembre-se de que nossa mente é um lugar poderoso, e quando conseguimos parar de pensar obsessivamente, aceitando os pensamentos, praticando a meditação e obtendo ajuda da terapia, liberamos espaço para criar algo verdadeiramente surpreendente para nós mesmos.

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Fonte:https://www.talkspace.com/blog/2018/06/how-to-stop-obsessive-thinking/

Relacionamentos: terapeuta desvenda 7 mitos sobre o assunto

Manter um relacionamento não é uma tarefa simples, exige paciência, cuidado e compreensão de ambas as partes para que a relação funcione bem. Não é à toa que conflito no relacionamento é uma das causas que mais faz com que as pessoas busquem a terapia. 

Como já não é algo fácil, para te ajudar a lidar melhor com as suas relações, listamos abaixo sete mitos sobre relacionamentos – frases e ideias que as pessoas acreditam ser verdade, mas não passam de crenças erradas. 

Mito 1: “Existe um jeito certo de agir em um relacionamento”

Relacionamentos são interações complicadas e dinâmicas, e cada relação funciona de uma forma diferente. O modelo de criação dos nossos pais na infância – seja ele bom ou ruim – vai influenciar muito no modo como vamos agir nos nossos relacionamentos íntimos. Entramos em uma relação cheios de expectativas e crenças pessoais.

Nem sempre as expectativas que o seu parceiro tem sobre o relacionamento serão iguais as suas, por isso é muito importante alinhar isso com a pessoa e conversar sobre o que esperam um do outro.

Mito 2: “Todo mundo deve ter um relacionamento amoroso para ser feliz”

Culturalmente, criamos a expectativa de que todos devem estar em um relacionamento amoroso para serem felizes. Isso cria muita ansiedade e estresse nas pessoas à medida que envelhecem e pode até mesmo contribuir para aumentar o isolamento social.

A realidade é que nem todo relacionamento durará para sempre, e estar em um relacionamento amoroso não é o único tipo de relacionamento que pode trazer sentido à sua vida.

Mito 3: “Você pode consertar a incompatibilidade sexual”

Dificuldades sexuais são muitas vezes uma grande parte da insatisfação no relacionamento e vale dizer que há uma grande diferença entre ter sexo ruim e ser sexualmente incompatível. Muitas pessoas acreditam que você pode consertar a incompatibilidade sexual, mas a maioria dos especialistas em sexo e relacionamentos lhe dirá que isso não é 100% verdade. 

Claro, há coisas que você pode fazer para melhorar o sexo com o seu parceiro, e um terapeuta sexual poderá ajudá-lo a explorar essas opções. Porém, não pense que existe uma forma de “consertar” uma incompatibilidade do casal.

Mito 4: “casais felizes não brigam”

Todo relacionamento enfrentará eventualmente alguma forma de conflito. Claro que uma quantidade alta de brigas pode ser prejudicial para a relação, mas isso não significa que seu relacionamento deve ser 100% harmonioso.

O truque para manter um relacionamento saudável através do conflito é aprender formas de comunicação não violenta e saber a forma correta de expor suas opiniões, sem agredir o outro.

Mito 5: “Existe uma frequência certa que o casal deve fazer sexo”

Há uma pressão da sociedade que bate muito na tecla do desempenho e  do desejo sexual, o que faz com que muita gente questione sua relação. Porém, a realidade é que não há uma maneira de definir o que é “certo” sexualmente. Se o comportamento é consensual entre todas as partes envolvidas e você e seu parceiro se sentem realizados, então é isso que importa.

O importante é que você e seu parceiro sejam compatíveis e se divirtam sexualmente, independente da frequência.

Mito 6: “Você tem que namorar com a pessoa por um número x de anos antes de casarem ou morarem junto”

Não há uma pesquisa definitiva que indique a quantidade específica de tempo que um casal precisa estar junto antes de decidir morar junto ou casar. Geralmente, os especialistas recomendam alguns anos de convivência para conhecer melhor o parceiro, mas sempre há exceções à regra. 

Mas uma dica aos que pensam em oficializar a relação, é que uma das maiores características das relações duradouras é o autoconhecimento individual e um nível alto de consciência. Se você puder trazer o que aprendeu sobre si mesmo e suas necessidades de relacionamentos anteriores para o seu atual, é provável que você use essas informações para trabalhar com seu parceiro para solucionar mais facilmente os conflitos.

Mito 7: “Viver juntos antes do casamento só servirá para causar uma separação/divórcio”

É importante lembrar que ser casado não é um desejo comum a todos, mas, para aqueles que procuram viver essa experiência, não existe jeito certo de fazer isso.

Uma pesquisa feita nos estados unidos mostrou que quase metade dos casais americanos moram juntos antes do casamento por diversos motivos e períodos de tempo. Isso, juntamente com a atual taxa de divórcio de 40-50%, fez com que muitas pessoas pensassem que morar junto antes do casamento pudesse aumentar as chances de divórcio no futuro.

Pode haver alguma verdade nessa crença, mas não é 100% correto afirmar isso. Seria preciso observar de perto os casais individualmente, entender o nível de comprometimento de cada um antes de viverem juntos e suas razões para viver juntos antes do casamento.

A comunicação honesta é fundamental em uma relação e, se você e seu parceiro estão tendo dificuldades nessa área, um terapeuta de casal poderá ajudá-los. O profissional poderá mostrar a vocês recursos para uma relação mais saudável e estável. 

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Fonte: https://www.talkspace.com/blog/2018/02/7-relationship-myths-debunked-by-a-therapist/

Teste de depressão: é tristeza ou depressão?

De uma maneira geral, os sintomas de depressão se confundem bastante com sintomas de outras doenças. E saber qual a diferença entre um quadro de tristeza e um caso real de depressão não é a tarefa mais simples do mundo. E verdadeira depressão difere da tristeza em dois pontos-chave, veja no Blog do FalaFreud.

Confira o teste de depressão preparado por nossos especialistas e veja se você sofre com o transtorno.

De uma maneira geral, os sintomas de depressão se confundem bastante com sintomas de outras doenças. Por isso, saber qual a diferença entre um quadro de tristeza, por exemplo, e um caso real de depressão não é a tarefa mais simples do mundo. Faça o teste de depressão e veja se você tem os sintomas do transtorno.

Este é um teste de depressão online, preparado por especialistas da área de saúde, que analisa se os sintomas mais comuns do transtorno estão presentes.

Porém, atenção: Independente do resultado do teste de depressão, é  fundamental procurar ajuda de um especialista para fechar um diagnóstico.

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