Homens no Divã: Como eles lidam com com a saúde mental

Como homens lidam com com a saúde mental

Não é de costume dos homens falar sobre seus problemas. A maioria acha que entrar em contato com seus sentimentos mais profundos é fraqueza.

Acreditam que sozinhos conseguem muito bem lidar com seus problemas. Consequentemente, acham que terapia é uma banalidade.

Porém, essa cultura tem mudado no meio masculino. Os homens têm procurado cada vez mais terapia.

Eles estão se questionando sobre seus próprios comportamentos e procurando meios de lidar com o estresse e seus problemas.

Fazer terapia de fato é algo que requer uma quebra de preconceitos colocados culturalmente na nossa sociedade, principalmente para os homens.

Há um estigma de que os homens são muito estruturados nas suas emoções. Isso, porque ao contrário das mulheres eles não falam delas, eles preferem nem as ver. E vão seguindo a vida.

Porém, isso gera infelicidade, pois um sentimento não foi feito para ser guardado, e sim sentido. É através do sentir que eu me curo e amadureço.

A terapia cria a consciência de como a pessoa está lidando consigo mesma, com as situações do dia-a-dia, trazendo mais clareza de todos os envolvidos na questão e abrangendo o olhar sobre todas as soluções possíveis.

Os homens que que decidiram fazer terapia e que estão seguindo o ritmo de olhar cada vez mais para dentro e se melhorar, merecem o nosso respeito e felicitações.

Pois, fazer terapia é um ato de coragem. Às primeiras vezes que vamos falar de nós mesmos podemos sentir certo incômodo, pois estamos lidando com sentimentos, com situações que estavam guardadas e mal resolvidas.

A maior contribuição que podemos dar à humanidade é evoluir nosso próprio eu, assim criamos à nossa volta ambientes mais harmônicos, com pessoas mais pacientes e compreensivas.

Lidar com seu próprio estresse, resolver isso sem esperar que outra pessoa mude é o maior desafio que temos.

“Parabéns aos homens que estão cada vez mais abertos a evoluir o seu próprio eu!”

 

Dayane Fagundes

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Os relacionamentos estressam mais que o trabalho e trânsito

Relacionamentos estressam mais que trabalho e trânsito

Você sabia que os relacionamentos estão no topo dos causadores de estresse do brasileiro?

Pesquisas recentes têm mostrado que um dos fatores que mais estressam os brasileiros são os relacionamentos.

Não é o trabalho e nem os relacionamentos amorosos que estão em primeira instância.

Os tipos de relacionamentos que mais afetam os brasileiros são: os familiares e os afetivos, logo em seguida vem os relacionamentos de trabalho, com colegas e o chefe.

A dificuldade nos relacionamentos familiares vem das mudanças que estão ocorrendo na forma de educar.

A educação dos dias atuais está bem diferente do que se era nos anos 90. As crianças e adolescentes são mais incisivos, os pais têm cada vez menos tempo de qualidade com os filhos e tudo isso gera falta de limites.

Essa falta de limites traz preocupação e gera estresse inclusive no ambiente de trabalho. Os pais se culpam pelo estilo de vida que levam e não conseguem a mudança que almejam, com isso gerando ainda mais frustração.

Os relacionamentos amorosos também têm afetado muito as pessoas. Há uma falta de tolerância e de compreensão com relação às diferenças.

Em todos os relacionamentos é preciso trabalhar a comunicação, rever valores e limites. Estar bem colocado com o papel a desempenhar no relacionamento.

Tudo isso gera estresse no trabalho e afeta o desempenho profissional.  Além de gerar dores e doenças como hipertensão, enxaqueca, gastrite, depressão, ansiedade e síndrome do pânico.

Podemos combater o estresse nos relacionamentos com base em alguns pilares:

1 – Atividade Física

Veja aquela atividade que lhe traga felicidade, por mais que você seja sedentário ou não goste de esporte, acredite, existe algo que te fará feliz.

O corpo humano não foi feito para ficar parado e se você encontrar a atividade certa seu corpo agradecerá tendo mais energia e equilíbrio.

2 – Relaxe

Cada um tem uma forma de relaxar. O importante é que neste momento sua cabeça seja esvaziada e você não seja estimulado a nada.

É apenas um tempo para suas células descansarem. Pode ser apenas um momento de respiração profunda, ou para quem prefere uma prática de meditação.

3 – Alimentação saudável

Foque em se alimentar bem pelo menos durante a semana. Coma mais frutas e verduras e alimentos leves. Eles ajudam no momento de estresse.

4 – Faça Terapia

As pessoas têm cada vez mais aderido à terapia. A terapia nos ajuda a perceber com mais clareza como estamos lidando com o estresse e os problemas do nosso cotidiano.

Com uma visão holística sobre tudo, paramos de alimentar o sofrimento e temos mais qualidade de vida.

 

 

Dayane Fagundes

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4 lições de vida importantes que aprendi em terapia

Lições de vida aprendidas na terapia

Jessica Thiefels sempre foi defensora da terapia. E nesse artigo ela fala das lições de vida que aprendeu fazendo terapia.

Estamos muitas vezes tão perto dos nossos problemas e estressores. Falar com alguém do lado de fora é muitas vezes a única maneira de entender tudo.

Ela faz terapia um pouco mais de um ano para trabalhar em uma questão. Após apenas algumas sessões, ficou claro que essa questão não era o que ela achava que era.

Estava agindo como uma capa por muitos anos, mascando problemas que não percebia que tinha.

A cada sessão com sua terapeuta, elas falavam sobre algumas preocupações específicas. No entanto, descobriu que as seguintes quatro lições são realmente aplicáveis em muitas outras áreas da vida.

Faça como Jessica e tente usá-las para trabalhar com problemas próprios.

1- Nem tudo é perfeito

Antes da terapia, Jessica se descrevia como perfeccionista.

No entanto, sessão após a sessão, seu terapeuta percebeu que estava usando demais a palavra “perfeito”, desde quando estava falando sobre o último sábado à noite até o último treino.

Ela estava lutando para alcançar a perfeição em todas as áreas da sua vida, e não tinha percebido isso.

Este tipo de pensamento perfeccionista alimenta diretamente uma mentalidade de preto e branco: se não for perfeito, não é bom o suficiente.

Isso coloca uma pressão extrema sobre você para fazer tudo perfeito, levando a ansiedade e estresse.

É raro que qualquer coisa seja negra ou branca em nossa vida, muito menos perfeita. Trabalhar para superar esse tipo de pensamento alivia um fardo desnecessário. E deixar espaço para erros e tudo o que a vida lhe oferecer.

2- O problema está sempre algumas camadas mais profundas

A raiz de qualquer problema, raramente é o que vemos e sentimos na superfície, dificultando o tratamento sem cavar mais fundo, dentro de nós mesmos:

“Para tudo o que enfrentamos hoje, há uma raiz atrás disso”, disse Celestine Chua, profissional de crescimento pessoal e empresária.

“Compreender a causa raiz é fundamental para resolver nossos problemas. Uma vez que a raiz foi removida, os efeitos serão tratados de acordo. “

Os terapeutas são conhecidos por fazer perguntas como: “Como isso faz você se sentir?”, E por uma boa razão. Essas perguntas ajudam a chegar à raiz do problema.

Nossa primeira resposta raramente é a que contém a chave para a solução.

Ao se questionar, você pode entender o que está acontecendo em sua mente: “Por que eu acho isso? Por que me sinto assim? Por que é a minha primeira resposta?”.  Questione cada resposta até chegar à raiz.

3-Os medos são muitas vezes apenas pensamentos pouco claros

Todos temos medos.Incluindo medo de répteis, insetos, situações sociais, falhas pessoais e falas em público.

Na terapia, Jessica percebeu que muitos dos seus medos não foram claramente “processados”em sua mente. Eles eram mais nuvens ameaçadoras que estavam sobre sua cabeça.

Mas quando colocou um “rosto” e uma descrição para o seu medo, não foi tão ruim assim.

Por exemplo, com o medo de falar em público, ela se perguntou: “O que é tão assustador sobre isso?” Os motivos podem incluir:

  • Eu posso esquecer o que eu preciso dizer.

 

  • Eu posso tropeçar em minhas palavras.

 

  • Eu posso dizer o que é errado.

 

Todas essas são preocupações válidas, mas agora pensem sobre o que aconteceria se esses medos se concretizassem. As pessoas ririam de você? Você ficaria com problemas? Você causaria danos irreversíveis?

Mas no final percebe que essas conseqüências não são suscetíveis de acontecer e que não são tão terríveis como seus pensamentos estão fazendo você pensar que elas seriam.

Em vez de deixar esse medo paralisar você, pergunte-se: Por que estou com medo disso? Qual o pior que pode acontecer? Você pode chegar a conclusão que a realidade não é tão assustadora.

4- Mudanças dão trabalho e levam tempo

A mudança não acontece do dia para a noite.

Aprendemos certos comportamentos e mentalidades durante um longo período de tempo. Alterá-los e mudar os padrões que construímos no nosso cérebro, é um processo longo.

O longo processo da Jessica, envolveu repetição de mantras e hábitos diários que reforçaram as mudanças que estava tentando fazer.

Quanto tempo leva para chegar a um ponto de paz e compreensão é diferente para todos, mas entrar no processo sabendo que levará tempo é fundamental.

Tanto na vida quanto na terapia, essa mentalidade dá espaço para entender os problemas e trabalhar em direção a uma solução.

Jessica mantêm essas lições consigo o tempo todo. Você também pode usá-los para resolver problemas em sua própria vida ou como inspiração para procurar um terapeuta.

Todo mundo tem suas próprias lições para aprender. Talvez seja hora de descobrir a sua.

 

Equipe FalaFreud

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*texto traduzido do site Talkspace

Quais são os sintomas da ansiedade?

Ansiedade: Quais os sintomas da ansiedade

A ansiedade é um mecanismo de defesa do seu corpo que quando acionado equilibradamente te impulsiona a ações positivas.

O problema ocorre quando ela está exagerada. Ansiedade tem a ver com desejo.

Desejo de que algo ocorra da melhor forma possível. Porém, acompanhada de medo e insegurança pode ser estrondoso na vida de qualquer pessoa.

Mas, quais os sintomas da ansiedade que preciso prestar atenção?

1 – Ter medo de tudo

O medo de que algo dê errado é grande. A pessoa até deixa de fazer algo por causa disso.

Por exemplo, não viaja com medo de ter um acidente. Ou quando viaja passa mal, tem dores de cabeça, de estômago, diarreia e fica tensa o tempo todo.

Outro exemplo, é não conseguir fazer um exame ou ir ao médico por medo.

2 – Comer exageradamente

Comer por estresse, sempre que se está triste ou entediado. Sempre que a fome for emocional e ao invés de física é sinal de ansiedade.

3 – Alterações de sono

Ter dificuldade para dormir ou ter insônia antes de reuniões importantes e eventos. É sinal de que a pessoa não consegue se desligar.

Algumas vezes chegam a ter sonhos e acordam pensando em soluções possíveis para determinada questão.

Ansiedade excessiva causa alterações no sono.

4 – Ter dores musculares

Dores constantes nas costas, ombros, nuca, etc.

Essas tensões musculares, geralmente são causadas pela ansiedade.

Quanto maior a preocupação e o estresse, maior a possibilidade de sentir tensões e dores no corpo.

 5 – Preocupar-se

Estão sempre preocupados com tudo o que vai acontecer, com o próprio futuro ou mesmo o futuro do país.

Se preocupam se conseguirão pagar as contas, se ainda terão emprego, etc.

Essas preocupações podem gerar dores de cabeça e no estômago, podendo até afetar o sistema imunológico.

6 – Se irritar com qualquer motivo

Irritabilidade, mudanças de humor repentinas e sem explicação aparente.

Quando estamos irritados com tudo que acontece e não entendemos porque não conseguimos controlar.

7 – Apresentar inquietação

Não conseguir ficar quieto, não conseguir relaxar mesmo em momentos de lazer.

Nada parece bom e a pessoa tem necessidade de sempre estar em movimento, pois não encontra satisfação em nenhuma atividade.

8 –Sintomas físicos

Sintomas físicos como: tremores, cansaço, sensação de falta de ar ou asfixia, taquicardia, suor excessivo, mãos frias e suadas, boca seca, tontura, náuseas, desconforto abdominal, ondas de calor, calafrios, micção frequente, dificuldade para engolir, sensação de engasgo, diarreia, entre outros.

9 – Perfeccionismo

Pessoas que buscam estabelecer altos padrões de exigência com elas mesmas e consequentemente com os outros.

Estão sempre contrariadas com algo que não saiu como esperavam e ficam ansiosas esperando que algo dê errado.  

Os sintomas da ansiedade são facilmente identificáveis e podem ser tratados com resultados promissores pela terapia direcionada para acalmar a mente e ressignificar padrões de pensamentos.

 

Dayane Fagundes

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O que é um psicológico fitness?

Deixe a sua mente fitness: Saude mental

Ouvimos muito sobre como é importante cuidar da saúde física e como ser fitness é sinônimo de boa alimentação, saúde e ter um corpo “em forma”.

Cada cidade tem pelo menos uma academia. Você vê as pessoas correndo, os comerciais de televisão são preenchidos com o mais recente programa de treino ou aparelhos para ajudar você a entrar em forma.

Não há dúvida de que cuidar da  saúde física é importante. Mas e a nossa saúde mental?

Como podemos ter uma mente fitness?

Um psicológico fitness ou saúde mental,  pode ser medido pela avaliação de níveis de ansiedade, depressão, estresse, auto-estima, satisfação, relacionamentos positivos.

Uma pessoa com altos níveis de ansiedade e relacionamentos pobres, não é tão psicologicamente adequada quanto alguém com baixos níveis de ansiedade e relacionamentos ricos.

E da mesma forma que existem exercícios que melhoram a saúde física, existem exercícios que melhoram a saúde mental.

Nosso psicológico fitness é amplamente determinado pela forma como pensamos.

Pensar é muitas vezes a base da ansiedade, depressão, abuso de substâncias, violência, estresse pós-traumático, baixa auto-estima e relações interpessoais precárias.

Aprender a pensar com precisão e eficácia é um dos principais componentes do bem-estar psicológico ou da saúde física.

O pensamento efetivo pode promover flexibilidade psicológica, capacidade de adaptação, conforto, facilidade e compostura, todos os quais são ingredientes da saúde mental.

Mas o que é “pensar”? E como exercitamos para nos tornarmos psicologicamente fit?

A primeira coisa a reconhecer é, como disse Albert Einstein:  “Não podemos resolver nossos problemas com o mesmo pensamento que usamos quando os criamos”.

Um psicológico fitness, exige um tipo de pensamento diferente ao tipo de pensamento que estamos familiarizados, especialmente se nós não estamos com nosso psicológico equilibrado.

Em segundo lugar, podemos entender o pensamento lembrando as palavras de Platão: “Quando a mente está pensando, está falando consigo mesma”.

A primeira tarefa em qualquer aptidão psicológica é ouvir-se falando consigo mesmo.

Isso pode parecer bobo, mas torna-se importante porque essas frases simples do nosso diálogo interno, nos permitem encontrar problemas psicológicos.

O conteúdo do nosso diálogo interno, pode parecer muitas vezes terrivelmente ilógico, irracional, impreciso, inválido e defeituoso.

Mas isso não importa. À medida que a mente se ouve conversando com si mesmo, aceita o que ouve e você torna-se consciente dos seus pensamentos

Cabe a nossa consciência, criticar e questionar o que podemos estar dizendo a nós mesmos e fazer ajustes para um pensamento mais baseado na realidade.

Temos que começar a conversar com mais realismo, com mais precisão, com mais verdade.

Se erramos em algum momento ou situação, e começamos a nos dizer que não somos bons o suficiente, a nossa mente aceitará essa informação e assim você começará a agir de acordo com esta afirmação, gerando insegurança, ansiedade, etc…

Mas essas generalizações não são precisas. Podemos ter falhado em uma tarefa específica, mas isso de modo algum, significa que somos um completo fracasso na vida!

Assim como o excesso de peso, muitas vezes é um gatilho para uma vida fitness fisicamente. A depressão, ansiedade, estresse, raiva, relacionamentos interpessoais pobres, podem ser um gatilho para se adequar psicologicamente.

E, assim como um treinador físico é necessário para começar com uma rotina física fitness. Um terapeuta também é um profissional que irá lhe ajudar a alcançar um psicológico fitness .

Equipe FalaFreud

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Terapia para que?

Por que terapia é importante?

Por que a terapia é importante?

De acordo com dezenas de pesquisas neurológicas, citadas pela revista Superinteressante em 2016, as sessões de terapia modificam conexões neurais e os padrões de comportamento.

Nos registros da Psicanálise, a primeira pessoa tratada pela terapia da palavra se chamava Bertha Pappenheim, que ficou conhecida como Anna O.

Ela sofria de alucinações histéricas, sonambulismo e se recusava a beber água. Já vinha há seis semanas sem beber água, apenas comendo frutos e aproveitando o teor de água contido neles.

Os sintomas só começaram a desaparecer após falar em voz alta sobre o que a atormentava.

Após o desabafo enérgico da raiva que estava dentro dela, Anna pediu para beber e bebeu sem reservas uma grande quantidade de água. Com isso, o distúrbio desapareceu para sempre.

Ou seja, o que aconteceu com a paciente Anna .O, foi tomar consciência dos seus sentimentos, passando a sentir o alívio imediato após isso acontecer.

Na vida prática, seria como se o paciente entendesse o que vem fazendo com sua vida, entrando em contato com o que há por trás de suas ações.

A partir dessa tomada de consciência, o indivíduo começa a sentir-se responsável por seus comportamentos, erros, medos e culpas, pois somente tomando para si a responsabilidade por seus problemas, é que pode vislumbrar as mudanças e deixar de culpar os outros.

Quando assume sua vida, a pessoa para de se sabotar e de se esconder em desculpas infinitas. Essa é a filosofia, inclusive, do Hooponopono, técnica havaiana de cura.

Assim as terapias atuam no cérebro, uma estrutura plástica, um músculo, que tem a habilidade de se modificar de acordo com as experiências que o indivíduo tem ao longo de sua vida.

No processo terapêutico, novos arranjos das sinapses acontecem durante o aprendizado. Na fala, no choro, no grito, no silêncio diante do terapeuta, catarses acontecem, e são libertadoras!

Pesquisas em neuroimagem também tem provado que não importa a abordagem terapêutica, pois a eficácia no tratamento psicológico é a mesma.

Ou seja, diferentes terapias  funcionam igualmente, principalmente porque o paciente acredita que está recebendo uma ajuda terapêutica de boa-fé.

Embora pareça placebo, não é, porque cada abordagem tem sua fundamentação teórica e tem um profissional habilidoso a conduzir o processo.

Embora, segundo pesquisas, não se saiba exatamente como a melhora acontece. O importante é saber que as terapias funcionam, independente do tipo de abordagem e do formato, já que hoje temos a presencial e a online.

A terapia em sua essência depende, sobretudo, da vontade do paciente em amadurecer e em promover mudanças adaptadoras em sua vida, além da habilidade do terapeuta no manejo das questões inerentes a cada paciente atendido e da qualidade da  relação que os dois desenvolvem.

Não basta enquadrar o paciente em conceitos psicológicos, é preciso buscar uma boa empatia, compreendendo a linguagem do paciente e o funcionamento do seu mapa mental.

O terapeuta na sua escuta, permite e estimula a expressão do indivíduo que o procura, para que possa por meio da fala, se conectar com ideias recalcadas que produzem os sintomas atuais.

Somente assim, o paciente pode ter uma nova compreensão desta memória,ou seja,  reconhecendo-a

O sofrimento consiste na repetição de comportamentos movidos por sentimentos recalcados no passado, trazendo sempre este passado para o presente, de forma inconsciente, uma vez que é constantemente atualizado através dos sintomas.

Quando a reação é reprimida, o afeto permanece ligado à lembrança e produz o sintoma.

Na terapia, trazer à tona esse conteúdo recalcado é libertar-se.

Mantê-los no inconsciente, é repetir comportamentos doentios e desadaptados, andar em círculos repetindo escolhas erradas e acreditar que seu sofrimento é carma, castigo ou destino.

Na pressa do mundo pós-moderno, as pessoas esquecem de si e correm atrás da sobrevivência, gastando o pouco tempo que tem, na maioria das vezes, no uso inapropriado e excessivo das tecnologias, acabando por adoecer a mente e o corpo.

Sob o pretexto de que não tem tempo para cuidar de si, não procuram tratamento terapêutico.

O FalaFreud é uma dessas oportunidades de tratamento, pois ajuda o paciente a conectar-se consigo mesmo e compreender melhor o que se passa no inconsciente.

 

Goretti Lima

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Assumir nossas responsabilidades nos leva a felicidade

Assumindo responsabilidades você encontra a felicidade

O terapeuta Sean Swaby conta que como conselheiro, ele que geralmente faz as perguntas ao paciente. Até brinca que é pago por cada pergunta que faz e por isso sempre procura fazer boas perguntas.

Recentemente uma paciente lhe fez uma pergunta simples, mas que lhe deixou perplexo e sem resposta.

Sua paciente levantou a questão de que achava sua família “disfuncional”e então começaram a discutir sobre o sentido desta palavra.

Geralmente usa-se esta palavra quando você está bravo com alguém, você os chama de disfuncionais. A palavra assumiu muitos significados em nossa cultura, incluindo alguém que é:

  • Incapaz de lidar com a vida

 

  • Tem dificuldade de relacionamento e intimidade

 

  • Confusão emocional

 

  • Não ser normal

 

  • Não gostar do resto das pessoas

 

Terapeutas sempre confrontam com este conceito, toda vez que esta palavra aparece em uma conversa. Disfuncional, é uma palavra que gera uma gama de comparações, julgamentos, vergonha e geralmente chega-se a conclusão de que somos pessoas perdidas e anormais.           

Então a paciente de Sean, de apenas 15 anos, lhe fez a seguinte pergunta:

“O que é uma pessoa funcional para a sociedade, afinal?”

Assim eles começaram  a analisar que ninguém é normal e como isso é normal. Sean encorajou sua paciente a pensar sobre sua vida, sobre o relacionamento com sua família e o que ela poderia fazer para se tornar a pessoa que gostaria de ser.

Essa conversa ajudou o terapeuta a entender sobre um aspecto crucial do que é a terapia. Isso também  fez perceber sobre como usamos essa idéia de “disfunção” para evitar a responsabilidade pela nossa felicidade.

Responsabilidade irá te libertar

A terapia deve ajudar a nos tornarmos mais funcionais nos nossos relacionamentos e na vida profissional. Ou seja, aprendemos a ser melhores seres humanos.

Uma das realizações de Freud foi simplificar o que significa ser um ser humano em funcionamento. Ele concluiu que: o amor e o trabalho são a pedra angular da nossa humanidade.

Você é responsável por si mesmo, pelo seu trabalho e  por como você ama.

Ser funcional é aprender a ser livre para ser o que você é. Conseguir identificar pelo o que você é responsável, pode te libertar.

Nós encontramos o nosso caminho para a felicidade quando chegamos no ponto em que admitimos que fazer  tudo o que queremos não é o suficiente, temos que ter responsabilidade sobre nossas escolhas também.

Pare um momento e reflita sobre as seguintes questões:

O que cada um de nós somos responsáveis?

São coisas que nos levam para a nossa felicidade, para nossa capacidade de amar e encontrar o nosso caminho no mundo?

Você pode ter suas próprias idéias, pode torná-las simples como Freud ou pode ter mais alguns itens para adicionar à lista. Mas aqui estão alguns aspectos da nossa humanidade que achamos úteis:

1- Eu sou responsável por respirar

Ninguém mais pode respirar por você. Respirando é como diminuímos nossos batimentos cardíacos e pensamentos. A respiração é uma maneira de desacelerar a mente e de conectar com seu interior.

2- Eu sou responsável pela minha recuperação

Nosso bem-estar é nossa responsabilidade. sua saúde mental, sua saúde fisica, seus relacionamentos e suas emoções são suas responsabilidades.

3- Eu sou responsável pela minha felicidade

Não é sua família, seu parceiro, seu trabalho ou seus sonhos que são os responsáveis pela sua felicidade. Ter curtidas no Facebook, Instagram não farão de você uma pessoa feliz.

Se não puder ser feliz aqui e agora, não ficará feliz. E só você pode decidir ser feliz.

4- Eu sou responsável pelo meu autoconhecimento

Conhecendo e entendendo a si mesmo e sendo íntimo de você mesmo, só  assim conseguirá ter intimidade com pessoas que você se importa.

Ninguém é perfeito. Temos  que nos aceitar, da maneira que nós somos, com nossas fraquezas e qualidades.

5- Eu sou responsável pelas minhas atitudes

Temos que ser responsáveis tanto nos bons momentos, de sucesso, e o mais importante nos momentos mais difíceis e desafiadores. Temos responsabilidade de como respondemos a cada circunstância.

6- Eu sou responsável a aprender com o passado mas não deixar que ele domine os meus pensamentos.

Não podemos mudar o passado mas podemos usar o passado para mudar quem somos e o nosso futuro.

7- Eu sou responsável por amar e ser amado

Amando, nós encontramos a felicidade. E somos responsáveis também por ser amados. Devemos estar abertos para receber o amor de outras pessoas.

8- Eu sou responsável pelos meus bens

Você pode dividir sua casa, veículos, finanças, investimentos, etc… Mas você é responsável por ganhar dinheiro, gastá-lo sabiamente e cuidar do que possui. Você é responsável por garantir que o que possui, não seja seu dono.

Saber o que você é responsável pode te libertar.

Disfunção e nosso costume de evitar certas verdades

Disfuncional pode ser um rótulo, mas é em última instância, uma maneira de evitar.

Quando se conforma com a idéia de que você ou alguém que você gosta é disfuncional, isso limita sua maturidade e felicidade.

Decidir que você é disfuncional, é mais seguro. Isso faz com que outras pessoas, circunstâncias ou o nosso passado sejam responsáveis ​​pela nossa felicidade.

Assumir sua responsabilidade é difícil, mas isso levará a uma felicidade duradoura e mostrará o caminho para viver a vida que quer viver.

Ser um ser humano saudável não é sobre se encaixar em perfis ou ser como todos os outros. É mais sobre aceitar quem você é e se esforçar para se amar e a outras pessoas.

Uma das coisas que seu terapeuta fará com você,  será ajudá-lo a tornar-se mais saudável e mais conectado.

Você aprenderá a viver, amar e trabalhar. Uma das chaves do crescimento é identificar as coisas que você é responsável por si. Tire um tempo para pensar sobre isso e fale com o seu terapeuta sobre suas respostas.

 

Equipe FalaFreud

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8 dicas para um final de semana feliz e energizante

Final de semana feliz e energizante

Se você estiver indo para o final de semana sentindo-se “morto”, cansado e esgotado por causa do trabalho árduo ou semana escolar, então escute!

Está na hora de deixar o estresse e a agenda atribulada de lado e começar a agradecer que está com saúde e abraçar a felicidade.

Existem milhares de truques simples e positivos que pode incluir na sua rotina. Aqui estão algumas boas maneiras de ser melhor com você mesmo e com o seu corpo:

1- Faça atividade ao ar livre

Faz bem para descansar os olhos, a mente, especialmente se você passa o dia inteiro e a semana inteira em frente a tela de um computador. Tente uma atividade como andar de bicicleta, fazer trilhas, ir ao parque, esporte aquático, etc…

2- Faça aulas do que gosta

Tente fazer aulas de yoga, meditação, trabalhos manuais, de dança, etc…. Alguma atividade que você goste e te ajude a relaxar e a recarregar as energias.

3- Desconecte-se

Desligue o telefone, o computador quando for possível, Isso te ajudará a aliviar o estresse.

4- Converse com alguém

Tire um dia para bater papo com aquela pessoa que você se sinta bem e relaxado. Converse sobre tudo, melhor ainda se forem assuntos divertidos, interessantes e positivos.

5- Durma bastante

Se permita dormir até mais tarde ou tirar aquela soneca depois do almoço. O sono ajuda a perder peso, a recarregar as energias e a melhorar o humor.

6 – Use essências para o ambiente

Algumas essências como a de lavanda e eucalipto ajudam no relaxamento, calmante e no equilíbrio da mente.

7-  Beba chá

O chá verde tem magnésio, vitamina B que ajudam a combater o estresse.

8- Escute música

Faça uma playlist só com músicas que te deixam feliz, animado e te desperte coisas positivas.

Todas as dicas estão ai, agora só falta colocar em prática e ser feliz! Tente esse final de semana.

 

Equipe FalaFreud

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Fonte: Popsugar

 

Animal de estimação pode ajudar a sua saude mental

Como animal de estimação pode ajudar a sua saúde mental

Animais de estimação ajudam a lidar com a depressão, ansiedade e estresse.

Quem tem um animal de estimação em casa sabe muito bem como eles trazem alegria no cotidiano.

O que muitos ainda não sabem, são os benefícios físicos e mentais trazidos pelo prazer de brincar ou se acarinhar com um animal de estimação, seja gato, cachorro, entre outros.

Existem estudos que mostram cientificamente os benefícios do vínculo humano-animal.

A Associação Americana de Saúde do Coração demonstrou nesses estudos que o convívio com animais de estimação, especialmente cães, pode reduzir o risco de doenças cardíacas e indica maior longevidade.

Outros estudos dizem que donos de cães têm menos chance de ter depressão do que aqueles sem um animal de estimação.  

O momento em que a pessoa brincar com um cão ou gato, por exemplo, pode elevar os níveis de serotonina e dopamina, o que traz calma e relaxamento.

Os bichos não falam, e estão quase sempre dispostos a dar carinho e atenção.

A companhia de um animal de estimação também pode ajudar pessoas que se sentem sozinhas.

Os cães são ainda, um estímulo para uma vida saudável, o que pode melhorar o humor e aliviar a depressão e ansiedade.

Ao ter um cachorro, por exemplo, a pessoa começa a aumentar o nível de exercício físico, levando o cãozinho para passear.

O que torna o exercício mais divertido, além de propiciar momentos para conhecer novas pessoas e fazer amizades.

Os donos de cães frequentemente param para conversar entre si sobre o cão, sobre o estilo de vida, sobre o que ele faz.

Usualmente, o cão necessita de uma rotina equilibrada. Eles precisam de uma programação de alimentação e de exercício físico regular. Essa rotina mantém um cão equilibrado e calmo, e isso funciona para as pessoas também.

Além disso, os animais podem proporcionar alívio de estresse através de toques sensoriais. Acariciar um bichinho de estimação reduz a pressão arterial e pode ajudá-lo rapidamente se sentir mais calmo e menos estressado.

Independente do animal de estimação escolhido, ele se torna uma companhia, um motivo para que a pessoa pare por instantes do dia e preste atenção em outra vida, em uma situação que não seja apenas preocupação e estresse, portanto os animais são muito benéficos para equilibrar as emoções e ajudam no tratamento de vários transtornos psíquicos.

 

Dayane Fagundes

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Brasileiros no exterior e problemas com a saúde mental

Brasileiros no exterior e a saúde mental

O número de brasileiros no exterior vem crescendo a cada dia. Pessoas que vendem tudo o que tem e partem para uma nova vida, longe do seu país de origem.

Essa onda de emigração vem aumentando nos últimos anos, devido a grande crise que afeta o Brasil atualmente.

Segundo a Receita Federal pouco mais de 18,5 mil brasileiros deixaram o país em definitivo em 2016, mais do que o dobro dos quase 8 mil que foram viver no exterior em 2011.

Estava num ponto que eu tinha que fazer algo para mudar esse cenário, então comecei a tomar algumas ações:


Eu sou uma dessas pessoas. Me mudei para o Canadá em 2016, junto com o meu marido, que foi contratado por uma empresa canadense.

Nós vendemos tudo que tínhamos, eu deixei o meu escritório de arquitetura e embarcamos nessa nova aventura, cheios de esperança e novas perspectivas.

Não resolvemos fazer essa grande mudança de vida por causa da crise do país, mas sim para termos nova experiência e um novo olhar sobre as coisas.

No início tudo era novidade e empolgante mas com o passar do terceiro mês morando aqui, “a ficha começou a cair” e aí começou a fase mais difícil e perigosa.

Eu me vi totalmente perdida, me sentia não pertencendo a lugar algum, sozinha, sem referências, e sem a minha família (que tenho um vínculo muito grande).

Estava num lugar diferente, não me sentia em casa, com uma língua diferente, costumes diferentes, não tinha amigos, só o meu marido e sem trabalho.

Pronto, o cenário para a minha boa saúde mental ir embora, estava armado. E foi isso que aconteceu… Eu chorava todos os dias, não queria sair de casa, só queria ficar falando com a minha família e começou a afetar o meu casamento.

Estava num ponto que eu tinha que fazer algo para mudar esse cenário, então comecei a tomar algumas ações:


1-  Fazer atividades fora de casa

Me inscrevi em alguns cursos, comecei a praticar Yoga, dançar e ir a academia. Essas atividades me obrigavam a sair de casa, que faz toda a diferença pois te ajuda a sair daquele vício de pensamentos ruins e respirar novos ares faz sempre bem.

2- Comecei a criar uma rotina, dentro de casa mesmo

Comecei a colocar horário para acordar, para fazer as atividades de casa e isso foi bem importante, pois, foi assim que comecei a me interessar por cozinhar, uma coisa que não fazia nunca.

3- Conhecer Pessoas

No início é super difícil, mas com as atividades que me propus a fazer, facilitou bastante em conhecer novas pessoas. Não precisam se tornar melhores amigos mas só para bater papo e praticar a nova língua, já é muito válido.

 

FalaFreud – Terapia online para quem não tem tempo

Terapia não é apenas para quem tem depressão ou sofre de ansiedade, terapia pode te ajudar em várias situações. O que você acha? Baixe o nosso App hoje mesmo.

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Posted by FalaFreud on Tuesday, December 20, 2016

 

4- Fazer terapia

Nenhuma das opções anteriores fariam sentido sem esta opção. A terapia que me ajudou a sair do meu quadro de ansiedade, de solidão e do quadro inicial de depressão.

A minha terapeuta fica no Brasil e fazemos as sessões por vídeo. Depois de 1 ano e meio ainda continuo com o acompanhamento terapêutico e tem me ajudado a cada etapa desta aventura.

Quando saímos do nosso país fantasiamos que tudo será perfeito e maravilhoso mas esquecemos do principal, que somos humanos com sentimentos e memórias.

Morar longe da sua família, longe do seu país, da sua cultura, hoje eu digo, não é para qualquer um. Precisamos ter muito equilíbrio emocional para lidar com tanta mudança e diferenças.

O número de brasileiros que moram fora do Brasil e que sofrem de depressão também é muito grande. Alguns estudos indicam que pelo menos 3% dos imigrantes são diagnosticados com problemas de depressão e outros distúrbios mentais.

Solidão, ansiedade e depressão são os principais problemas emocionais que temos que lidar quando estamos morando no exterior. O que vamos fazer com isso é que faz toda a diferença.

Hoje depois desse tempo morando aqui no Canadá eu me sinto em casa, tenho amigos, tenho trabalho e a saudades será sempre infinita, mas ela tem o seu lugar agora.

E isso tudo porque eu investi em mim, na minha saúde mental. Por isso eu digo, não exite em procurar ajuda terapêutica. A terapia te ajuda a enfrentar todos os desafios e todos os seus monstros.

 

Carol Mota

 

FalaFreud é o melhor caminho para a terapia de forma fácil, acessível e conveniente para aqueles que procuram uma vida melhor. Você pode se conectar com um terapeuta do conforto e privacidade da sua casa usando o seu smartphone, baixe o nosso aplicativo em http://www.falafreud.com/ e converse hoje mesmo com um terapeuta.


 

Fonte: https://sanare.emnuvens.com.br/sanare/article/viewFile/931/560

4 razões para fazer terapia, pelo menos uma vez

4 razões para fazer terapia

Ir a terapia não é um assunto que muitas pessoas ainda se sentem confortáveis em falar.

Por isso ainda existe um caminho a ser percorrido para que o cuidado com a saúde mental, seja visto com a mesma importância que o cuidado com a saúde física.

Administrar crises ou desordens mentais, são apenas uma parte da psicoterapia.

Trata-se também de admitir que às vezes, precisamos de ajuda para nos tornar uma versão melhor de nós mesmos e ter uma vida mais feliz.

Se ainda não experimentou fazer terapia, com esses quatro motivos que daremos, você pode descobrir que a terapia pode te trazer benefícios.

1. Ter um conselho imparcial

Se você tem com quem falar dos seus problemas e questões da sua vida, como amigos e familiares que te dão conselhos, isso é ótimo.

É saudável ter um grupo de pessoas próximas que possa contar. Mas eles podem lhe dar conselhos que não sejam ideais pois de alguma forma estão envolvidos emocionalmente.

Falar com um terapeuta, que é uma pessoa que não está envolvida emocionalmente com a situação, na maioria dos casos é a melhor solução.

O profissional poderá fazer você enxergar a situação de todos os ângulos e lhe ajudar a lidar com a situação e a resolver o problema.

2. Descobrindo problemas ocultos

Ás vezes achamos que temos consciência de todas as questões que temos que trabalhar em nós mesmos. Mas se não for bem assim?

Na terapia, o profissional pode lhe ajudar a enxergar as questões que estão nas “entrelinhas”, que você nem sabe que está lidando. Como é o caso da ansiedade generalizada, muitas pessoas não sabem que têm.

Enquanto você vive com essas questões difíceis, você poderia melhorar sua vida tentando a terapia.

3. Crescendo como pessoa

Falar com alguém que foi treinado a ajudar pessoas a pensar e lidar com situações difíceis, pode lhe ajudar em outras áreas da sua vida também.

Uma vez que a terapia visa aprimorar todos os aspectos do bem-estar, os terapeutas ensinam as habilidades aos clientes para se comunicarem efetivamente, gerenciando emoções, resolvendo problemas e analisando cenários difíceis.

Essas habilidades desenvolvidas, irão lhe ajudar a  crescer como pessoa e a alcançar as suas metas profissionais e pessoais.

4. Deixar sua mente em paz

Mesmo que ache que nada na sua vida vai mal, falar com um profissional pode ajudar você a se preparar  para encarar problemas futuros.

Você aprenderá a achar a sua paz interior, durante momentos de estresse.

A terapia poderá lhe fornecer habilidade para ajudar amigos e familiares que não sabem o que fazer quando estão encarando um momento difícil, de desafios.

A próxima vez que você ouvir que alguém iniciou a terapia, ajude-o a celebrar sua decisão e encorajá-lo à medida que começam o processo terapêutico.

Pense em começar a fazer algumas sessões, você também. Nunca se sabe o que se pode descobrir sobre você mesmo ou o que pode aprender para se tornar uma pessoa cada vez melhor. Você pode se surpreender.

 

Equipe FalaFreud

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Como manter o equilíbrio mental com a crise e desemprego?

Como manter o equilibrio mental com a crise econômica e o desemprego no Brasil

A crise econômica tem aumentado o número de desemprego no País. As empresas precisam cortar custos e acabam optando por desligar funcionários.

Os que ficam acabam sobrecarregados ao ter de fazer as obrigações de quem foi demitido.

A estimativa é que esse número cresça ainda mais. Pois, as reformas trabalhista e previdenciária vão afetar de forma significativa a vida e o futuro dos trabalhadores brasileiros.

Isso significa que, o profissional, além de cuidar do corpo para suportar a nova rotina, terá que ter cuidados especiais com a saúde mental.

O estresse, a ansiedade, a depressão, e o pânico, estão chegando a níveis extremos. Isso pode causar sintomas físicos como dores de estomago, dores de cabeça, cansaço excessivo, insônias, entre outros sintomas.

O que fazer para manter o equilíbrio mental durante a crise?

  • Tente fazer atividades prazerosas como: estar entre amigos, ver filmes motivacionais, escutar música;

  • Faça atividade física;

  • Não assuma responsabilidades além do seu limite;

  • Evite a auto cobrança;

  • Procure se alimentar bem, ingerindo alimentos saudáveis;

  • Pratique meditação;

  • Se estiver sentindo sintomas como dores, taquicardia, falta de ar, procure ajuda terapêutica.

 

Dayane Fagundes

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