Saiba o que é psicodrama e quando esse método é utilizado

O psicodrama é um dos principais métodos utilizados para desenvolver a terapia, além de ser uma das formas mais eficientes de entender quais são os sentimentos do paciente diante de determinada situação.

Por isso, o psicodrama é bastante utilizado por diversos psicólogos na hora de compreender o comportamento do paciente, afinal através da dramatização é possível entender de forma mais profunda as sensações do mesmo.

Então, ficou curioso para saber mais informações acerca do psicodrama? Confira a nossa matéria, pois fizemos um guia completo sobre o assunto.

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O que é terapia cognitiva comportamental

Você sabia que existem diversos tipos de abordagens dentro do universo da psicologia para realizar terapias?

Uma abordagem bastante conhecida é a terapia cognitiva comportamental, ou TCC. Esse método procura trabalhar o momento presente, e tratar alguns aspectos disfuncionais do indivíduo, como a dificuldade em se relacionar, a ansiedade e a depressão.

Então, ficou interessado em saber mais sobre esse tipo de terapia que tem ajudado tantas pessoas a ter uma vida mais harmoniosa? Para te ajudar a obter mais informações acerca do assunto, preparamos um guia completo sobre a TCC!

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Estresse no trabalho diminui produtividade; aponta pesquisa

Entenda como o estresse no trabalho afeta diretamente os resultados de uma empresa.

Funcionários que sofrem de altos níveis de estresse no trabalho são menos engajados e menos produtivos. Além disso, eles têm níveis mais altos de absenteísmo quando comparados com aqueles que não trabalham sob pressão excessiva. É o que mostra uma pesquisa realizada pela empresa de serviços profissionais Towers Watson.

Segundo a pesquisa da Global Benefits Attitudes, os níveis de desligamento no trabalho estão muito relacionados aos níveis de estresse. Isso porque, os níveis de desligamento no trabalho aumentam significativamente quando os funcionários experienciam altos níveis de estresse. Além disso, o estudo de 22.347 funcionários em 12 países, incluindo o Reino Unido e os EUA, revelou que mais da metade dos funcionários que sofriam altos níveis de estresse relataram que foram desligados do trabalho.

Além disso, a pesquisa ainda mostrou claramente uma ligação destrutiva entre altos níveis de estresse e produtividade reduzida. Segundo Rebekah Haymes, consultora sênior e especialista em bem-estar da Towers Watson, “um terço dos entrevistados disseram que muitas vezes são incomodados pela pressão excessiva no trabalho, o que os leva a mais chances de desligamento e absenteísmo – indicadores claros de baixa produtividade no local de trabalho”. disse ela.

Motivos por trás do alto nível de estresse no trabalho

Além dos números, os motivos por trás dos altos níveis de estresse também foram exploradas na pesquisa. Mais da metade dos funcionários citaram o pessoal inadequado como a maior causa de estresse. Globalmente, poucos empregadores consideraram isso como um grande problema.

Assim, apenas 15% dos gerentes seniores perceberam que essa era uma causa de estresse em sua organização. No entanto, nos EUA, os empregadores concordaram que o pessoal inadequado era a segunda maior causa de estresse no trabalho – perdendo apenas para a “falta de equilíbrio entre trabalho e vida pessoal”.

“Se os líderes empresariais quiserem promover um ambiente de menor estresse em seu local de trabalho, é vital que eles entendam as causas reais do estresse em sua organização”, comentou Haymes. “Sem isso, até a melhor equipe de gerenciamento pode se concentrar em energia e recursos nas áreas erradas”.

Além disso, os níveis de ausência também foram influenciados pelo estresse. Foram registrados em média 4,6 dias de doença por ano para aqueles funcionários que se sentiam estressados. Contudo, os funcionários que relataram baixos níveis de estresse tiveram uma média de 2,6 dias.

Mais dias de presenteísmo

Presenteísmo é o nome dado ao fênomeno de se estar presente no ambiente de trabalho, mas com a produtividade baixa. Segundo a pesquisa, ocorreu 50% de presenteísmo em funcionários altamente estressados, com uma média de 16 dias por ano. Já os funcionários com baixos níveis de estresse relataram uma média de 10 dias por ano.

FalaFreud

O FalaFreud pode te ajudar a diminuir o estresse dos seus funcionários. Com psicólogos altamente preparados, o serviço de terapia online não só melhora a qualidade de vida dos seus empregados, como também pode aumentar os resultados da sua companhia.

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Fonte: https://www.forbes.com/sites/karenhigginbottom/2014/09/11/workplace-stress-leads-to-less-productive-employees/#6b62a09c31d1

Como a saúde mental dos funcionários afeta uma empresa

Entenda porque é importante que as empresas invistam no bem-estar dos trabalhadores e como a saúde dos funcionários pode influenciar nos resultados da companhia.

Os dados são preocupantes: segundo um estudo feito pela Organização Mundial de Saúde (OMS), a depressão será a maior causa de incapacidade no mundo até o ano de 2020. No Brasil, os transtornos mentais já são considerados a segunda causa de afastamento no trabalho, ficando atrás apenas das Lesões por Esforço Repetitivo (LER). Está claro que precisamos priorizar nos cuidar e isso inclui nossa saúde mental. Mas e os empregadores, também devem se preocupar com a saúde mental do funcionários? E se sim, por que eles deveriam?

Por que a saúde mental dos funcionários importa

Estudos mostram que quando estamos felizes, estamos consequentemente mais propensos a prosperar no trabalho. Porém, quando estamos sofrendo, nosso trabalho também é prejudicado.

Assim, empresas que se preocupam com os resultados, precisam se preocupar também com a saúde mental dos funcionários. Os pesquisadores da London School of Economics and Political Science (LSE), realizaram um estudo em oito países e perceberam que a depressão custa coletivamente às nações do Brasil, Canadá, China, Japão, Coreia, México, África do Sul e EUA mais de US$ 246 bilhões por ano, devido ao afastamento do trabalhador e dias longe do trabalho.

Outros razões para investir em saúde mental

Além disso, pesquisas mostraram que a nova geração de funcionários busca por trabalhos que sejam importantes para eles. Eles buscam mais que um salário. Querem carreiras significativas. Portanto, não basta trabalhar, o bem-estar proporcionado pelo ambiente de trabalho é muito importante para a saúde dos trabalhadores. Assim, os empregadores precisam reconhecer que o trabalho e bem-estar andam de mãos dadas.

A boa notícia é que os problemas de saúde mental podem e devem ser tratados. Algumas empresas, como a Unilever, já têm essa consciência e estão ouvindo, desenvolvendo iniciativas de saúde mental dos funcionários.

Portanto, o investimento de uma empresa na qualidade de vida dos trabalhadores reflete diretamente nos resultados da companhia. Um funcionário mais feliz sente-se mais motivado e, consequentemente, gera resultados melhores, além de diminuir muito o índice de afastamento por estresse. Assim, investir na saúde  mental dos funcionários. é bom para a empresa e bom para o empregado.

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Fonte: https://www.forbes.com/sites/ashleystahl/2017/07/14/why-employers-should-care-about-our-mental-health/#7f2a07323c84

FalaFreud

O FalaFreud tem a solução para a sua empresa. Através de um serviço de comunicação ágil, seguro e acessível, você pode proporcionar o benefício da terapia para os seus funcionários. Além de psicólogos licenciados e experientes, nossos profissionais contam com um horário flexível, como por exemplo de manhã cedo ou a noite, o que não afetará na carga horária de trabalho dos funcionários. 

Entre em contato com a nossa equipe para saber mais! 

Tipos de bipolaridade: como identificar?

Tipos de bipolaridade: quais são?

Transtorno Bipolar Tipo I

Transtorno bipolar tipo I é o que as pessoas tendem a pensar quando pensam em transtorno bipolar (anteriormente conhecido como depressão maníaca). Acontece pela oscilação entre um humor muito eufórico, conhecido como “mania” e um humor muito baixo, chamado “depressão”.

Assim, uma pessoa com transtorno bipolar tipo I experimenta esses humores episodicamente. A pessoa pode experimentar um episódio maníaco por dois meses, por exemplo, seguido por uma depressão de três meses, e depois ficar um período sem sintomas (conhecido como eutimia).

Confira o que são cada uma dessas fases (maníaca x depressiva):
  1. Durante o episódio de mania

Episódios maníacos são caracterizados por pelo menos uma semana de perturbação profunda do humor caracterizada por euforia, irritabilidade ou expansividade (euforia com delírios de grandeza). Além disso, pelo menos três dos seguintes sintomas devem estar presentes:

  • Grandiosidade
  • Necessidade reduzida de sono
  • Fala excessiva ou rápida demais
  • Muitos pensamentos ao mesmo tempo ou fuga de ideias
  • Evidência clara de distração
  • Aumento do nível de atividade focada em objetivos em casa, no trabalho ou sexualmente
  • Atividades prazerosas excessivas, muitas vezes com consequências dolorosas
  • A perturbação do humor é suficiente para causar prejuízo no trabalho ou colocar em risco a pessoa ou outras pessoas.
  • O humor não é o resultado de abuso de substâncias ou de uma condição médica.

2. Durante o episódio depressivo

A depressão bipolar tem os mesmos critérios usados para identificar casos de depressão. Os episódios depressivos caracterizam-se quando: nas mesmas duas semanas, a pessoa apresenta cinco ou mais dos seguintes sintomas, com pelo menos um dos sintomas sendo depressivo ou caracterizado por perda de prazer ou interesse:

  • Humor deprimido
  • Dignamente diminuído prazer ou interesse em quase todas as atividades
  • Perda de peso significativa ou ganho ou perda significativa ou aumento do apetite
  • Hipersonia ou insônia
  • Retardo psicomotor ou agitação
  • Perda de energia ou fadiga
  • Sentimentos de inutilidade ou culpa excessiva
  • Diminuição da capacidade de concentração ou indecisão acentuada
  • Preocupação com a morte ou suicídio; a pessoa tem um plano ou tentou suicídio
  • Esses sintomas causam comprometimento e sofrimento significativos e não resultam do abuso de substâncias ou de uma condição médica.
Transtorno Bipolar e Psicose

Pessoas com transtorno bipolar do tipo I também costumam ter psicose. Isto é, elas apresentam uma “ruptura com a realidade”, e assim, o transtorno é classificado a partir da presença de delírios e / ou alucinações.

Porém, existem diferenças entre entre delírios e alucinações: Delírios são crenças falsas (como a crença de que você está sendo seguido pela polícia em qualquer lugar que você vá), e as alucinações são experiências que não aconteceram (por exemplo, você pode ver algo que não existe ou sentir uma sensação tátil sem que seja real). Além disso, as pessoas podem experimentar psicose durante uma fase maníaca ou depressiva.

Obs.: Experimentar a psicose não tem nenhuma relação com ser um psicopata. Portanto, são coisas totalmente diferentes.

Transtorno Bipolar Tipo II

Entre os tipos de bipolaridade também encontramos o transtorno bipolar tipo II, composto por dois tipos de humor: depressão maior e hipomania. Os critérios para o humor depressivo são idênticos aos do transtorno bipolar do tipo I. Porém, a diferença é a hipomania, que segue os mesmos critérios básicos da mania bipolar, mas é menos grave. Assim como com o transtorno bipolar tipo I, esse transtorno é episódico.

Porém, apesar de alguns caracterizarem o tipo bipolar II como “menos grave”, isso não é verdade. Isso porque, o tipo bipolar II contém uma versão menos severa da fase da mania, conhecida como hipomania, porém, o transtorno em si não é menos grave ou menos prejudicial. Essa ideia existe, principalmente, porque as pessoas com transtorno bipolar tipo II passam significativamente mais tempo em um estado depressivo maior do que as pessoas com transtorno bipolar tipo I.

Hipomania Bipolar

Para entendermos o que é o tipo bipolar II, precisamos compreender a hipomania. Ela é caracterizada por um humor elevado, expansivo ou irritável de pelo menos quatro dias consecutivos de duração. Pelo menos três dos seguintes sintomas também estão presentes:

    • Grandiosidade ou auto-estima inflada
    • Necessidade reduzida de sono
    • Discurso pressionado
    • Corrida de pensamentos ou fuga de ideias
    • Evidência clara de distração
    • Aumento do nível de atividade focada em objetivos em casa, no trabalho ou sexualmente
    • Participar de atividades com alto potencial para consequências dolorosas
    • A perturbação do humor é observável para os outros.
    • O humor não é o resultado de abuso de substâncias ou de uma condição médica.
  • O episódio não é grave o suficiente para causar prejuízo social ou ocupacional.

As pessoas com transtorno bipolar do tipo I também podem experimentar a hipomania, muitas vezes como um precursor da mania total.

Note que as pessoas com transtorno bipolar tipo II não experimentam psicose.

Episódios mistos bipolares

Já o transtorno bipolar misto ou não especificado é uma categoria abrangente e caracteriza aqueles que tem o transtorno bipolar, mas que não se encaixam em nenhuma categoria específica. Por exemplo, para uma pessoa ser considerada com transtorno bipolar I, o episódio maníaco tem que durar pelo menos uma semana. Se o episódio maníaco dura apenas três dias, os médicos afirmam que o paciente tem transtorno bipolar não especificado.

Ciclotimia

Ainda falando sobre os tipos de bipolaridade, existe a ciclotimia. Isto é, a ciclotimia é o quadro mais leve do transtorno bipolar. O diagnóstico é dado àqueles que experimentam sintomas de hipomania e depressão, mas não preenchem todos os critérios para mania, hipomania ou depressão maior.

Assim, as pessoas com ciclotimia são muitas vezes consideradas por amigos e familiares como “muito temperamentais”. Elas até têm “altos e baixos”, porém, nenhum deles é tão grave ou dura tempo suficiente para se qualificar como mania ou depressão.

“Qual é o meu diagnóstico entre todos esses tipos de bipolaridade?”

Se você desconfia que sofre de transtorno bipolar, a melhor maneira de saber qual dos tipos de bipolaridade você tem é obtendo um diagnóstico formal de um psicoterapeuta ou psiquiatra.

Porém, se você estiver olhando para o problema por conta própria, tenha em mente que uma das principais diferenças é a psicose. Assim, se você tiver psicose (isto é, delírios e alucinações), é bem provável que isto seja diagnosticado como transtorno bipolar tipo I.

Já se os seus humores elevados são inferiores ao período de uma semana, é provável que você seja diagnosticado com transtorno bipolar do tipo II.

Agora se você não se encaixa nos critérios diagnósticos para depressão grave ou hipomania/mania, existe a chance de você ser diagnosticado com ciclotimia.

Porém, lembre-se de que a primeira coisa que você deve fazer, caso desconfie que você se encaixa em um dos tipos bipolares é procurar ajuda de um profissional. Somente um psicoterapeuta ou psquiatra poderá te orientar para o tratamento de forma eficaz. O tratamento, normalmente, consiste entre conciliar a psicoterapia com a medicação.

Saiba tudo sobre transtorno bipolar com a terapeuta do FalaFreud Dayane Fagundes.

Fonte: https://www.talkspace.com/blog/2017/06/know-kind-bipolar/

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Atitudes que te impedem de seguir em frente: o que fazer?

Você reconhece em você atitudes que te impedem de seguir em frente, mas não sabe como agir? Confira a matéria a seguir.

Segundo a psicanálise, é comum utilizarmos mecanismos de defesa para lidar com os estresses e momentos difíceis da vida. Porém, saiba que esses mecanismos, muitas vezes, nos impossibilitam de seguir à diante. Confira na matéria atitudes que te impedem de seguir em frente e o que fazer para mudar esses comportamentos.

Primeiro, o que são mecanismos de defesa?

Se você sente que algo te impede de avançar, mas não sabe exatamente o que é, saiba que podem ser os mecanismos de defesa atuando em seu inconsciente. Ou seja, tratam-se de estratégias do nosso inconsciente para escapar do estresse e angústia que alguns pensamentos ou sentimentos nos causam.

Portanto, os mecanismos de defesa – que acontecem na maioria das vezes de forma inconsciente – são uma medida de proteção.  Eles nos impedem de nos conectar com sentimentos muito negativos.

Quais são as atitudes mais comuns que te impedem de seguir em frente?

Existe uma longa lista de atitudes ou mecanismos de defesa que podem te “puxar para trás” e te impedirem de avançar. Confira alguns dos exemplos mais comuns aos indivíduos:

Negação

A negação é um mecanismo de defesa clássico e bastante conhecido popularmente. Através dessa defesa, o indivíduo nega a existência de um sentimento que é muito difícil ou desconfortável de lidar. O mecanismo é usado com freqüência por aqueles que lutam contra um vício ou com muitos problemas de saúde mental.

Exemplo: indivíduos que dizem a si mesmo “eu não estou bebendo demais.. bebi só umas duas ou três cervejas”, apesar dos amigos lembrarem que ele bebeu muito mais do que isso.

Porém, por mais que essa atitude possa parecer eficaz no momento, negar um problema não o faz desaparecer. Isso apenas o torna mais difícil de confrontar. Por isso é preciso reconhecer se a negação é o seu mecanismo de defesa. Nesse caso, a solução está em entrar em contato com esse sentimento que você vem tentando evitar.

Projeção

Ainda falando sobre as atitudes que te impedem de seguir em frente, talvez você esteja lidando com a projeção. Ou seja, ao invés de reconhecer e assumir seus sentimentos e comportamentos, a pessoa coloca a culpa no outro. Como o nome já diz, trata-se de projetar algo que é seu em outra pessoa.

Exemplo: uma esposa que grita demais com os filhos pode acusar o marido de ter problemas de controle da raiva. Enquanto uma parte de sua mente sabe que ela é a única com um problema de raiva, ela está tão envergonhada de confrontar diretamente esse fato, que seu cérebro inconscientemente projeta sua insegurança em outra pessoa; que neste caso é o marido dela.

Deslocamento

O deslocamento é quando você usa um objeto substituto para deslocar suas emoções e comportamentos porque tem medo de direcionar a energia para a pessoa na qual realmente está com raiva. Isto é, por ser impossível ou muito arriscado confrontar aqueles que nos provocam (como por exemplo um chefe), tendemos a deslocar essa emoção para alguém (ou algo) menos arriscado, mesmo que essa pessoa não tenha nenhuma relação com a emoção original.

Exemplo: um homem está muito irritado com seu chefe, mas não quer enfrentá-lo por medo de ser mandado embora. Em vez disso, seu subconsciente lhe dá uma saída conveniente e redireciona sua raiva para outra pessoa. Ele chega em casa à noite e imediatamente briga com o seu filho de forma exagerada, descontando no menino aquele sentimento de raiva que ficou guardado.

Repressão

Quando os sentimentos são muito intensos, desconfortáveis ​​ou tabus, então nosso subconsciente os esconde de nossa mente consciente.

Exemplo: se uma mulher sente inveja da gravidez de sua amiga, ela pode empurrar esse sentimento para fora da consciência e reprimi-lo completamente. Infelizmente, quando os sentimentos são reprimidos, eles não desaparecem tão bem quanto a pessoa gostaria que eles desaparecessem.

Neste caso, a mulher pode acabar evitando a amiga ou sendo agressiva com ela em algum momento, embora ela não tenha total consciência do porquê. Assim, considere explorar o que está na raiz de seu comportamento provavelmente a ajudaria a entender e ser mais solidária.

Alguma (ou várias) dessas atitudes soa familiar para você? Um terapeuta pode resolver

Por fim, se você reconhece esses mecanismos de defesa em si mesmo – o que já é um ótimo passo para começar o processo terapêutico -, pense no impacto que eles podem ter na sua vida.

Lembre-se de que essas atitudes que te impedem de seguir em frente não precisam mais dominar a sua vida. Para isso, trabalhar com um terapeuta pode torná-lo mais consciente de seus mecanismos de defesa. Ao fazer isso, portanto, você saberá como agir de maneira mais consistente com seus objetivos e valores. Assim poderá assumir as rédeas da sua vida e não deixar que o seu inconsciente te comande.

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Fonte:https://www.talkspace.com/blog/2018/11/defense-mechanisms-holding-you-back/

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Depressão é a principal causa de incapacidade

Você sabia que a depressão é a principal causa de incapacidade no mundo? Entenda o motivo por trás do problema. 

Você já teve a sensação de que cada vez mais os seus dias parecem ter menos horas? É comum que as pessoas se queixem da falta de tempo para realizar suas tarefas diárias. Assim, as consequências disso são pessoas cada vez mais estressadas e com problemas de saúde. Devido à esse aumento consideravel no estresse e diminuição da qualidade de vida, muitas pessoas acabam deprimidas. E é por essa razão que, atualmente, a depressão é a principal causa de incapacidade no mundo.

Número de pessoas deprimidas pelo mundo

Já são mais de 300 milhões de pessoas em todo o mundo sofrendo de depressão, isto é, um aumento de mais de 18% entre 2005 e 2015. Além disso, 260 milhões de pessoas sofrem de transtornos de ansiedade.

Os números que mostram que a depressão é a principal causa de incapacidade no mundo foram divulgados em uma campanha da OMS, chamada “Depressão: vamos conversar”, que tem como objetivo ajudar pessoas do mundo todo que sofrem de depressão a procurem ajuda.

De acordo com a diretora-geral da OMS, Dra. Margaret Chan, “Esses novos números são um alerta para que todos os países repensem suas abordagens à saúde mental e tratem-na com a urgência que merecem”.

Motivos para a depressão

Se você ainda está se perguntando porque a depressão é a principal causa de incapacidade no mundo, saiba que um estudo feito pela empresa Mental Health America (MHA) de 2017, mostrou que grande parte da causa por trás da depressão tem relação com o trabalho.

Segundo a pesquisa, a falta de apoio do empregador contribui para níveis mais elevados de estresse e isolamento. Esses fatores se correlacionam fortemente com a insatisfação no ambiente de trabalho. Assim, 33% dos entrevistados relataram altas taxas de descontentamento. Além disso, 81% dos entrevistados relataram possuir conflitos entre trabalho e família e 63% tiveram um aumento nos problemas mentais.

Preconceito por trás da depressão

Um dos primeiros passos para combater a doença é abordar questões sobre preconceito e discriminação na população. “O estigma associado ao transtorno mental foi a razão pela qual decidimos nomear nossa campanha de “Depressão: vamos conversar “, disse Shekhar Saxena, diretor do Departamento de Saúde Mental e Abuso de Substâncias da OMS. “Para alguém que vive com depressão, conversar com uma pessoa em quem confia é frequentemente o primeiro passo para o tratamento e a recuperação”.

Nos EUA, por exemplo, já existe uma lei, conhecida como Lei dos Americanos com Deficiência, criada em 1990, que proíbe a discriminação contra pessoas com deficiência e problemas de saúde mental em todas as áreas da vida pública, incluindo empregos e educação. No Reino Unido, o Equality Act 2010 realiza praticamente a mesma função, mas a eficácia de tais regras é questionável.

Por exemplo, um estudo de 2017 descobriu que até 300.000 britânicos perdem seus empregos a cada ano por causa de transtornos mentais. Enquanto isso, cerca de 15% dos trabalhadores têm sintomas das condições de saúde mental existentes. As perdas estimadas para a economia variam de £ 74 bilhões para £ 99 bilhões por ano.

O relatório, encomendado pela primeira-ministra do Reino Unido Theresa May, recomendou que as empresas implementem o tópico saúde mental no plano de trabalho, incentivem conversas abertas sobre o assunto e forneçam apoio aos empregados que estiverem lidando com esse tipo de situação.

Além disso, o relatório do Reino Unido também diz que as empresas devem oferecer boas condições de trabalho, gerenciamento eficaz e garantir que o trabalhadores tenham um equilíbrio saudável entre a vida profissional e pessoal.

Mulheres são mais propensas a desenvolver depressão

Nos Estados Unidos, os diagnósticos de depressão aumentaram 33% desde 2013, segundo a seguradora norte-americana Blue Cross Blue Shield (BCBS). E os números não param de crescer nessa nova geração. Nos adolescentes, vemos um aumento de 47% para meninos e 65% para meninas.

Segundo a BCBS, a depressão tem uma taxa de diagnóstico de 4,4%, afetando mais de 9 milhões de americanos. As mulheres são duas vezes mais propensas que os homens a serem diagnosticadas com doença mental (6% x 3%).

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Fontes:https://www.weforum.org/agenda/2018/05/depression-prevents-many-of-us-from-leading-healthy-and-productive-lives-being-the-no-1-cause-of-ill-health-and-disability-worldwide

https://www.who.int/news-room/detail/30-03-2017–depression-let-s-talk-says-who-as-depression-tops-list-of-causes-of-ill-health

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Como ser mais confiante e seguro de si

Confira na matéria como ser mais confiante e seguro de si e descubra como isso pode transformar a sua vida!

Ser confiante e seguro de si pode não ser uma tarefa simples. Há muitos fatores que influenciam na auto-estima, mas a maioria deles está relacionado as nossas experiências passadas no mundo – primeiro como uma criança e depois como um adulto – e como essas experiências fazem com que nos enxergarmos diferentes. Porém, na matéria a seguir você verá  algumas dicas de como ser mais confiante e seguro de si.

Aumentando a sua confiança

O mundo está cheio de pessoas inteligentes que se enxergam como “perdedoras”. Pessoas que não se acham boas, bonitas ou espertas o suficiente. Mas a questão é: como liberar esses padrões de pensamentos negativos e se tornar mais confiante?

Se você está procurando idéias construtivas sobre como fazer mudanças duradouras em sua confiança, existem algumas maneiras de fazer isso.  Confira! 

Olhe as coisas de forma objetiva e racional

O primeiro passo de como ser mais confiante e seguro de si é passar a enxergar seus pontos fortes e fracos de forma mais racional e objetiva. Veja o exemplo:

Você vive preocupado com o seu desempenho no trabalho e acha que está sempre desapontando sua equipe ou seu chefe. Para avaliar de forma mais clara, analise com atenção as avaliações de desempenho que você recebeu ao longo dos anos.

Muitas vezes, pessoas com baixa confiança subestimam seus níveis reais de desempenho. Portanto, analisar dados reais poderá te ajudar a entender no que você realmente precisa trabalhar e no que você já está indo bem.

Além disso, para algumas pessoas, pode ser reconfortante olhar para os sucessos do passado. Isto é, ainda sobre o exemplo acima, essa pessoa poderia pensar: “bom, eu sempre tive um bom desempenho em em apresentações no passado. Nunca recebi feedbacks muito negativos, então não há razão para achar que essa próxima apresentação será diferente”.

Avalie seus relacionamentos atuais

Em seguida, a próxima dica é olhar atentamente para as pessoas com as quais você se relaciona. Se tiverem pessoas tóxicas em sua vida, você precisa pensar como elas estão afetando sua auto-estima e saúde emocional.

Por exemplo, se uma mulher que se sente péssima com relação ao seu corpo vê a mãe várias vezes por semana, e sua mãe sempre comenta sobre seu peso, essa relação pode estar sabotando as chances dela de aumentar a confiança com a própria imagem.

Neste caso, existem várias atitudes que essa mulher pode tomar. Ela pode, por exemplo, falar abertamente com a mãe e estabelecer limites sobre quais assuntos podem ou não ser falados. Outra abordagem pode ser limitar o contato entre elas para uma vez por semana e verificar se há alguma mudança correspondente nos níveis de auto-estima.

Entenda seu passado

Como falamos no começo do texto, as principais causas de uma auto-estima baixa vem da infância. Por isso, se você quer saber como ser mais confiante e seguro de si, precisará olhar para o passado.

É essencial olhar para trás em sua vida e entender quais mensagens você recebeu quando criança. Isso porque, pessoas com pouca confiança muitas vezes cresceram em lares onde eram implicitamente ou explicitamente chamadas de incompetentes.

Por exemplo, um menino pode ter ouvido do seu pai que ele não era inteligente o suficiente. Mesmo que isso não tenha sido dito com más intenções, provavelmente moldou a forma como esse garoto pensava sobre si mesmo durante sua infância e, mais tarde, como adulto. Assim, esse pensamento pode se repetir na fase adulta, boicotando atitudes e intenções do indivíduo. Ou seja, ele pode não conseguir alcançar o sucesso, uma vez que no fundo não se acha esperto o suficiente.

Como a terapia pode te deixar mais confiante e seguro

Descobrir a causa por trás da sua falta de confiança pode ser transformador. Isso permitirá que você tente coisas fora de sua zona de conforto e confie em seu potencial.

A terapia costuma ser uma ótima opção, pois te ajudará a descobrir a origem de seus problemas de confiança. Um terapeuta habilidoso pode estabelecer metas que o ajudem a construir lentamente sua auto-estima. 

Agora que você já sabe como ser mais confiante e seguro de si, não deixe que a baixa auto-estima prejudique mais a sua vida. O melhor presente que você pode dar a si mesmo é a capacidade de compreender seus sentimentos com clareza. Através da introspecção e do trabalho terapêutico, você poderá ter consciência daquilo em que você que é bom e das áreas da sua vida que podem melhorar.

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Fonte:https://www.talkspace.com/blog/2018/11/therapists-guide-to-confidence/

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