O que é e quais os benefícios da psicoterapia?

É comum que, ao procurar pelo tratamento ideal, você possa confundir algumas especialidades do campo da Psicologia, área que possui uma ampla diversidade. Contudo, neste texto você vai aprender as principais diferenças entre psicoterapia e a psicologia clínica, além de compreender como elas atuam.

Qual o papel da Psicologia?

Antes de compreender o que a Psicologia propõe, é importante dizer que todo ser humano possui comportamentos que se diferenciam de outro indivíduo. Por exemplo, mulheres tendem a ter determinadas atitudes ações que os homens geralmente não têm.

No entanto, o papel da Psicologia entra justamente a partir desse momento, pois o objetivo dela é ir além de uma simples mudança ensaiada de comportamento. Para que seu trabalho funcione, é fundamental focar na construção e reconstrução de sentido acerca da vida, questionar a palavra e todos os atos que você toma.

Assim, quando o profissional estuda a Psicologia e se apropria de seus fundamentos e práticas, ele consegue ampliar as formas de resolução dos problemas. Além disso, o paciente vendo as experiências e os comportamentos com outro olhar, pode tomar consciência das atitudes e, por fim, melhorá-las.

Como funciona a psicoterapia e a psicologia clínica?

Dentre o extenso universo de atuação dessa área, a psicologia clínica e psicoterapia se destacam por controlar seus esforços no bem-estar mental do paciente. A primeira alternativa é que mais sofre com mudanças ao longo do tempo.

A psicologia clínica não se caracteriza pelo local em que são realizadas as consultas, no consultório como antigamente. O destaque dela é pela qualidade da escuta e da acolhida que oferece ao sujeito que passa por problemas emocionais.

Como foi dito, ela está em constante mudança. É por isso que atualmente existem diversas plataformas com atendimentos psicológicos online. Em linhas gerais, a pessoa recebe um olhar diferenciado no momento da consulta. 

O sujeito é visto como um ser singular e que possui um perfil único. Sendo assim, a clínica precisa dar segurança para o paciente compartilhar essas questões mais particulares.

Por outro lado, a psicoterapia se trata da aplicação de técnicas especializadas no tratamento de distúrbios mentais ou problemas de ajustamento cotidiano. A diferença é que para dar início nessa ação, o psicólogo se baseia em alguma abordagem específica.

Há três maneiras básicas de se fazer a psicoterapia: individual, coletiva (ou de grupos) e a institucional, podendo ser realizada em casas de saúde, instituições que costumam ter internos, entre demais opções. 

Vale lembrar ainda que ela é acessível para todos os públicos e idades. Crianças, adultos, idosos, casais, adolescentes e famílias podem se beneficiar desse atendimento. 

Quais os principais benefícios da psicoterapia?

Os efeitos positivos do tratamento podem ser muito individuais em cada caso. Porém, a psicoterapia age como um catalisador no desenvolvimento do suporte social. Ou seja, favorece a diminuição dos comportamentos de inibição ou repressão emocional.

Um outro benefício é permitir o reconhecimento público do impacto dos acontecimentos. Deste modo, o indivíduo assume mais consciência pelas situações traumáticas e conseguem redefinir essas experiências em algo mais saudável.

Onde encontrar o tratamento adequado?

Para ter a melhor ajuda psicológica nesse momento, é importante anotar alguns pontos:

  • Escolha um psicólogo de sua preferência. Ele é o mais indicado para auxiliar nessa jornada;
  • Esteja disposto a ter novos hábitos para o bem da saúde mental e física. Você precisa se abrir e entender a importância de como a terapia o poder de transformar sua vida.

Homoparentalidade, adoção e o apoio psicológico

Nos últimos anos temos passado por muitas transformações em relação ao formato de nossa sociedade e o modelo familiar se enquadra nisso. Existe um grande crescimento de processos de adoção por casais homossexuais e essa ainda é uma discussão que traz muitas dúvidas, principalmente em relação a como crianças podem lidar com isso. Para entender melhor esse assunto, continue acompanhando. 

O que é?

A homoparentalidade pode ser definida como a relação de parentalidade exercida por pessoas de orientação homossexual, com filhos biológicos ou adotados.  A adoção por homossexuais no Brasil é legal, de acordo com o Supremo Tribunal de Justiça (STJ), desde abril de 2010. 

Segundo estudos realizados em diversas partes do mundo, a família homoparental não modifica o que deve ser a parentalidade, ou seja, independentemente da configuração familiar ser pluriparental, monoparental, biparental, homoparental, ela deve ser exercida de acordo com os direitos e deveres relacionados ao cuidado com os filhos. 

Muito se diz sobre como a criança vai lidar com as questões de ter pais homossexuais e o que esses possíveis problemas psicológicos podem acarretar para a vida, inclusive sexual, desse filho. Já foi constatado que o desenvolvimento das crianças não depende do tipo de família que ela integra, mas sim do vínculo que os pais estabelecem com elas. Os laços afetivos contam muito mais. Famílias que acolhem, cuidam, colocam regras e inserem no convívio familiar, criam melhores indivíduos. 

Mitos da homoparentalidade 

Mesmo com vários estudos ainda existem muitos mitos que circundam a homoparentalidade, como por exemplo:

1. Pais homossexuais criam crianças homossexuais;

2. As crianças necessitam de uma figura de um pai e de uma mãe;

3. Filhos de homossexuais terão problemas psicológico.

Na realidade, isso não é uma verdade. Esses pensamentos são comuns, mas eles provêm de uma sociedade conservadora que muitas vezes desconhece a vivência dessas famílias. 

Desmistificando a homoparentalidade

Homossexuais estão muito mais dispostos à adoção, segundo dados, 52% dos casais . A orientação sexual dos pais não interfere no desenvolvimento dos filhos, como podemos observar:

• Pais gays não criam filhos gays, caso contrário pais heterossexuais não teriam filhos gays;

• Em relação a figuras femininas e masculinas, elas realmente são importantes, mas não precisam necessariamente ser de pai e mãe. Avós, parentes ou amigos que desempenhem um papel presente já podem suprir essa necessidade;

• Filhos de homossexuais podem ter problemas psicológicos como qualquer outro indivíduo. O que pode pesar, talvez, seja o preconceito da sociedade para com essas pessoas. 

Apoio psicológico 

As relações e formatos familiares vem mudando e se adequando às novas necessidades da sociedade, mas em relação à homoparentalidade ainda estamos no início de tudo. Apesar do exercício da parentalidade por casais homossexuais ser assegurado juridicamente, muitas pessoas que convivem com essa situação precisam de apoio psicológico.  

Lidar com o preconceito ainda existente na sociedade pode ser um fardo um tanto quanto pesado para os pais e filhos, por isso, ajuda psicológica deve ser uma das possibilidades escolhidas para ajudar nesse processo. 

Buscar um profissional competente nessa área é de extrema importância para desconstruir pensamentos. 

A importância do auxílio psicológico para os Transgênero

Crescer e permanecer em um ambiente onde se identificar com um gênero diferente do de nascimento pode gerar muitas complicações psicológicas. Nem sempre essas situações têm origem na própria identidade de gênero, muitas vezes ela ela se origina a partir da situação social em que essas pessoas estão submetidas. 

Tem interesse em saber mais sobre a importância do auxílio profissional as pessoas trans? Continue acompanhando nossa matéria.

O que é uma pessoa trans?

Quando falamos em pessoas trans, primeiro temos que entender o que é a identidade de gênero, que nada mais é que a forma com que a pessoa se identifica. Isso pode variar, pois há quem se perceba homem, mulher ou nenhum dos dois.

Os trans não se identificam com o seu gênero de nascimento biológico, ou seja, eles têm um sexo, não se identificam com ele e esperam ser reconhecidos na sociedade de acordo com o que acreditam. Sempre lembrando que pessoas trans podem optar ou não por modificações corporais.

A identidade trans não causa necessariamente sofrimento psíquico para a pessoa, mas geralmente isso acontece na relação dessa pessoa com a sociedade e por isso, é necessário o acompanhamento psicológico. 

O que desencadeia a dor psíquica das pessoas trans?

Na maioria das vezes a dor psíquica das pessoas trans surgem a partir de situações sociais, que pode desenvolver na pessoa  sensação de abandono, solidão, baixa autoestima, discriminação, estigmatização, exclusão etc. 

Isso faz com que estes indivíduos necessitem uma rede de apoio que favoreça o desenvolvimento de sua identidade e que ajude a encontrar formas de amenizar essa dor, sem discriminação, exploração, violência, desrespeito e opressão. 

Não patologização 

Não faz muito tempo que a OMS deixou de reconhecer a transexualidade como patologia mental, mas várias mudanças vêm acontecendo nos últimos tempos para que eles sejam integrados à sociedade, como a modificação para o capítulo intitulado “condições relacionadas à saúde sexual”.

Mas a psicologia, desde janeiro de 2018, já havia aprovado pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP) a Resolução n°1/2018, que impede os profissionais de tratarem como patologia, ou seja, os profissionais não devem fazer “uso de instrumentos ou técnicas psicológicas para criar, manter ou reforçar preconceitos, estigmas, estereótipos ou discriminação”.

Portanto, podemos concluir que indivíduos trans devem procurar um psicólogo para conseguir lidar com as adversidades sociais apresentadas a eles no dia a dia, com profissionais capacitados que trabalhem para melhorar e contribuir na qualidade de vida do indivíduo junto a sociedade. 

Psicopata e Sociopata: quais as diferenças e características?

Filmes, séries e documentários estão recheados de histórias que trazem personagens com traços de psicopatia ou sociopatia. Apesar da ficção tratar de forma constante essas pessoas, não se deve esquecer que elas realmente existem.

A questão é que muitas vezes você pode confundir uma coisa com a outra. Contudo, isso é normal porque os dois compartilham características relacionadas a transtorno de personalidade antissocial.

Além disso, alguns dos primeiros sinais dessa condição podem ser o egocentrismo, falta de empatia, hostilidade, espírito de manipulação e impulsividade. Mas vale ressaltar que a psicopatia é uma forma muito mais severa da sociopatia.

Portanto, sociopatas não são necessariamente psicopatas. Entretanto, todo psicopata é um sociopata. Acompanhe o texto para ver mais diferenças entre os dois tipos.

Falta de consciência

A principal característica que diferencia o sociopata do psicopata. Enquanto o primeiro é capaz de sentir remorso e culpa, o segundo não. Ele se isenta de qualquer sentimento desse nível.

Manipulação do psicopata

O poder da manipulação é um dos pontos-chave para os psicopatas serem extremamente charmosos e carismáticos. Calculistas a todo momento, eles também conseguem manter o controle emocional e físico. Isso dá a oportunidade deles manterem um comportamento aparentemente equilibrado.

Na contramão, os sociopatas não são organizados e propensos a cometer crimes

espontaneamente. Ou seja, neste ângulo, eles se tornam um pouco mais “normais em comparação com os psicopatas.

Construção de relacionamento dos sociopatas

Outro ponto para avaliar é que sociopatas têm a capacidade de construir ligações emocionais profundas: fazer amizades, ter família. Já o psicopata é incapaz de realizar o mesmo, devido à falta de empatia.

O cérebro do psicopata

Diferente de outros indivíduos, o cérebro de um psicopata age de forma singular. Isso se torna claro na seguinte situação: quando as pessoas “normais” encontram violência, a frequência cardíaca aumenta e suas mãos começam a suar.

Enquanto isso, o psicopata tem a reação oposta, pois ele fica mais calmo. Essa característica auxilia no envolvimento a comportamentos de risco e também criminosos, já que eles não têm medo das consequências de seus atos.

Ajuda profissional

Felizmente, há tratamento para transtorno de personalidade antissocial. O ideal é buscar a ajuda certa para as necessidades de cada um. Aqui no FalaFreud, você pode conversar com um dos psicólogos disponíveis, sem sair de casa e na hora que preferir.

Com a terapia online é possível investir num tratamento seguro e simples. Basta entrar em contato com os psicólogos e iniciar o seu acompanhamento.

Setembro Amarelo: a importância da conscientização

Você já falou abertamente sobre suicídio com seu filho(a), pai, mãe ou até mesmo com um amigo próximo? Atualmente um dos grandes tabus é a dificuldade em conscientizar sobre este que é considerado um problema mundial de saúde pública.

A campanha do Setembro Amarelo existe justamente para tentar quebrar esse tabu e contribuir para a prevenção do suicídio. Logo abaixo, você verá a relevância da temática e como ela está atuando no país.

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Saiba o que é psicodrama e quando esse método é utilizado

O psicodrama é um dos principais métodos utilizados para desenvolver a terapia, além de ser uma das formas mais eficientes de entender quais são os sentimentos do paciente diante de determinada situação.

Por isso, o psicodrama é bastante utilizado por diversos psicólogos na hora de compreender o comportamento do paciente, afinal através da dramatização é possível entender de forma mais profunda as sensações do mesmo.

Então, ficou curioso para saber mais informações acerca do psicodrama? Confira a nossa matéria, pois fizemos um guia completo sobre o assunto.

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O que é terapia cognitiva comportamental

Você sabia que existem diversos tipos de abordagens dentro do universo da psicologia para realizar terapias?

Uma abordagem bastante conhecida é a terapia cognitiva comportamental, ou TCC. Esse método procura trabalhar o momento presente, e tratar alguns aspectos disfuncionais do indivíduo, como a dificuldade em se relacionar, a ansiedade e a depressão.

Então, ficou interessado em saber mais sobre esse tipo de terapia que tem ajudado tantas pessoas a ter uma vida mais harmoniosa? Para te ajudar a obter mais informações acerca do assunto, preparamos um guia completo sobre a TCC!

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Estresse no trabalho diminui produtividade; aponta pesquisa

Entenda como o estresse no trabalho afeta diretamente os resultados de uma empresa.

Funcionários que sofrem de altos níveis de estresse no trabalho são menos engajados e menos produtivos. Além disso, eles têm níveis mais altos de absenteísmo quando comparados com aqueles que não trabalham sob pressão excessiva. É o que mostra uma pesquisa realizada pela empresa de serviços profissionais Towers Watson.

Segundo a pesquisa da Global Benefits Attitudes, os níveis de desligamento no trabalho estão muito relacionados aos níveis de estresse. Isso porque, os níveis de desligamento no trabalho aumentam significativamente quando os funcionários experienciam altos níveis de estresse. Além disso, o estudo de 22.347 funcionários em 12 países, incluindo o Reino Unido e os EUA, revelou que mais da metade dos funcionários que sofriam altos níveis de estresse relataram que foram desligados do trabalho.

Além disso, a pesquisa ainda mostrou claramente uma ligação destrutiva entre altos níveis de estresse e produtividade reduzida. Segundo Rebekah Haymes, consultora sênior e especialista em bem-estar da Towers Watson, “um terço dos entrevistados disseram que muitas vezes são incomodados pela pressão excessiva no trabalho, o que os leva a mais chances de desligamento e absenteísmo – indicadores claros de baixa produtividade no local de trabalho”. disse ela.

Motivos por trás do alto nível de estresse no trabalho

Além dos números, os motivos por trás dos altos níveis de estresse também foram exploradas na pesquisa. Mais da metade dos funcionários citaram o pessoal inadequado como a maior causa de estresse. Globalmente, poucos empregadores consideraram isso como um grande problema.

Assim, apenas 15% dos gerentes seniores perceberam que essa era uma causa de estresse em sua organização. No entanto, nos EUA, os empregadores concordaram que o pessoal inadequado era a segunda maior causa de estresse no trabalho – perdendo apenas para a “falta de equilíbrio entre trabalho e vida pessoal”.

“Se os líderes empresariais quiserem promover um ambiente de menor estresse em seu local de trabalho, é vital que eles entendam as causas reais do estresse em sua organização”, comentou Haymes. “Sem isso, até a melhor equipe de gerenciamento pode se concentrar em energia e recursos nas áreas erradas”.

Além disso, os níveis de ausência também foram influenciados pelo estresse. Foram registrados em média 4,6 dias de doença por ano para aqueles funcionários que se sentiam estressados. Contudo, os funcionários que relataram baixos níveis de estresse tiveram uma média de 2,6 dias.

Mais dias de presenteísmo

Presenteísmo é o nome dado ao fênomeno de se estar presente no ambiente de trabalho, mas com a produtividade baixa. Segundo a pesquisa, ocorreu 50% de presenteísmo em funcionários altamente estressados, com uma média de 16 dias por ano. Já os funcionários com baixos níveis de estresse relataram uma média de 10 dias por ano.

FalaFreud

O FalaFreud pode te ajudar a diminuir o estresse dos seus funcionários. Com psicólogos altamente preparados, o serviço de terapia online não só melhora a qualidade de vida dos seus empregados, como também pode aumentar os resultados da sua companhia.

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Gostou do conteúdo e quer ler mais sobre Dicas Para Saúde Mental?  Acesse o blog do FalaFreud e leia nosso conteúdo feito por nossos especialistas para você!

Fonte: https://www.forbes.com/sites/karenhigginbottom/2014/09/11/workplace-stress-leads-to-less-productive-employees/#6b62a09c31d1

Como a saúde mental dos funcionários afeta uma empresa

Entenda porque é importante que as empresas invistam no bem-estar dos trabalhadores e como a saúde dos funcionários pode influenciar nos resultados da companhia.

Os dados são preocupantes: segundo um estudo feito pela Organização Mundial de Saúde (OMS), a depressão será a maior causa de incapacidade no mundo até o ano de 2020. No Brasil, os transtornos mentais já são considerados a segunda causa de afastamento no trabalho, ficando atrás apenas das Lesões por Esforço Repetitivo (LER). Está claro que precisamos priorizar nos cuidar e isso inclui nossa saúde mental. Mas e os empregadores, também devem se preocupar com a saúde mental do funcionários? E se sim, por que eles deveriam?

Por que a saúde mental dos funcionários importa

Estudos mostram que quando estamos felizes, estamos consequentemente mais propensos a prosperar no trabalho. Porém, quando estamos sofrendo, nosso trabalho também é prejudicado.

Assim, empresas que se preocupam com os resultados, precisam se preocupar também com a saúde mental dos funcionários. Os pesquisadores da London School of Economics and Political Science (LSE), realizaram um estudo em oito países e perceberam que a depressão custa coletivamente às nações do Brasil, Canadá, China, Japão, Coreia, México, África do Sul e EUA mais de US$ 246 bilhões por ano, devido ao afastamento do trabalhador e dias longe do trabalho.

Outros razões para investir em saúde mental

Além disso, pesquisas mostraram que a nova geração de funcionários busca por trabalhos que sejam importantes para eles. Eles buscam mais que um salário. Querem carreiras significativas. Portanto, não basta trabalhar, o bem-estar proporcionado pelo ambiente de trabalho é muito importante para a saúde dos trabalhadores. Assim, os empregadores precisam reconhecer que o trabalho e bem-estar andam de mãos dadas.

A boa notícia é que os problemas de saúde mental podem e devem ser tratados. Algumas empresas, como a Unilever, já têm essa consciência e estão ouvindo, desenvolvendo iniciativas de saúde mental dos funcionários.

Portanto, o investimento de uma empresa na qualidade de vida dos trabalhadores reflete diretamente nos resultados da companhia. Um funcionário mais feliz sente-se mais motivado e, consequentemente, gera resultados melhores, além de diminuir muito o índice de afastamento por estresse. Assim, investir na saúde  mental dos funcionários. é bom para a empresa e bom para o empregado.

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Fonte: https://www.forbes.com/sites/ashleystahl/2017/07/14/why-employers-should-care-about-our-mental-health/#7f2a07323c84

FalaFreud

O FalaFreud tem a solução para a sua empresa. Através de um serviço de comunicação ágil, seguro e acessível, você pode proporcionar o benefício da terapia para os seus funcionários. Além de psicólogos licenciados e experientes, nossos profissionais contam com um horário flexível, como por exemplo de manhã cedo ou a noite, o que não afetará na carga horária de trabalho dos funcionários. 

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