Fim de um relacionamento: Por que o término é tão difícil?

É muito comum que os relacionamentos tenham começo, meio e fim.. mas então por que sofremos tanto quando uma relação acaba? Entenda mais sobre o luto do fim da relação.

O fim de um relacionamento nunca é algo fácil. Mesmo quando as pessoas já esperam pelo fim e não querem mais permanecer numa relação, o término costuma vir acompanhado de sentimentos como tristeza, angústia, medos, etc..Mas por que isso acontece? Por que é tão doloroso terminar um relacionamento?

Luto no término do relacionamento

Quando um relacionamento chega ao fim, é muito comum sentirmos uma sensação de perda, como se uma parte de nós fosse embora junto com aquela relação que se vai, e isso pode ser muito sofrido.

Este período acontece porque nós nos acostumamos com a rotina daquela relação. Isso significa dizer que não necessariamente você sentirá falta da pessoa em si, mas sim dos momentos que compartilhou com ela, dos dias em que tinha alguém para conversar e sair, de ter alguém sempre por perto…

Por que ficamos de luto?

O luto que sentimos após o fim de um relacionamento tem origem nos medos universais – medos que nascem com toda a humanidade e podem aparecer em maior ou menor grau dependendo da pessoa. Eles são acionados quando terminamos um relacionamento.

São três medos universais:

  • Medo do abandono (medo de perdermos alguém)
  • Medo do não merecimento e da auto-estima (medo de não merecer o amor de alguém
  • Medo da confiança (medo de ser traído)

Como superar o fim de um relacionamento

Segundo a terapeuta do FalaFreud, Dayane Fagundes, ao terminar um relacionamento, você deve buscar o autoconhecimento. Assim, você poderá entender os medos e inseguranças que permeiam o fim da relação. Entenda porque aquele relacionamento era tão importante na sua vida e porque o término está te causando tanto sofrimento.

A terapia pode ser uma ótima forma de lidar melhor com o fim de uma relação. Além disso, ela pode fazer com que o término aconteça de forma mais fácil e menos sofrida.

Confira o vídeo sobre o fim de um relacionamento com a terapeuta Dayane Fagundes:

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Como aconselhar uma pessoa com problemas? Confira dicas

Você sabe o que falar na hora de aconselhar uma pessoa com problemas? Existem algumas atitudes que podem tornar sua ajuda muito bem-vinda; Confira!

Todos nós enfrentamos momentos na vida em que nos sentimos inconsoláveis. Seja por perder o emprego, vivenciar algum luto, terminar um relacionamento, etc.. Independente do motivo,essas situações podem ser dolorosas não só para quem está vivenciando, como também para quem está do outro lado, vendo o amigo ou familiar desolado e querendo ajudar, mas sem saber como. Mas, então, como aconselhar uma pessoa com problemas? 

Descubra como aconselhar uma pessoa com problemas

Por definição, alguém inconsolável não consegue aceitar ou receber consolo. Por essa razão, pode ser difícil saber como agir, mesmo quando você quer desesperadamente ajudar. Embora cada situação seja diferente – e você precisará entender o que funciona com a pessoa e o que não funciona – existem algumas dicas gerais que podem tornar a sua maneira de consolar mais eficaz e bem-vinda.

  • Não diga nada, apenas OUÇA com atenção

Às vezes – especialmente quando alguém está sentindo uma tristeza profunda – a melhor forma de consolo é oferecendo sua presença. Um ouvido que não julga, apenas escuta. Alguém que vai “estar lá” enquanto a pessoa desabafa.

  • Tenha empatia PELO OUTRO

Se a pessoa permitiu que você estivesse presente com ela em um momento difícil, é porque ela confia em você. E um dos maiores presentes que você pode oferecer a ela agora é empatia.

Mesmo que você não esteja passando pela mesma experiência, mas deseja saber como aconselhar uma pessoa com problemas, você pode se lembrar de momentos em que se sentiu desse jeito. Ouça o que ela tem a dizer, isso validará os sentimentos dela e depois adicione sua perspectiva sobre o assunto.

Se a pessoa perdeu um membro da família, por exemplo, em vez de dizer: “Eu sinto muito pela sua perda”, considere falar que você entende a dor que ela está sentindo no momento e sabe o quão devastador pode ser esse sentimento.

Nunca diga para a pessoa não ficar triste, pois tristeza é um sentimento comum aos seres humanos. Portanto, existem certos momentos que precisamos nos permitir sentir essa dor para que ela passe. 

  • Pergunte o que você pode fazer para ajudar

Você pode ter um milhão de ideias sobre como aconselhar uma pessoa que está com problemas, e isso é muito gentil, porém, pode não ser exatamente o que a pessoa precisa. Quando alguém está inconsolável, é difícil ouvir as ideias dos outros. As opiniões alheias tendem a parecer julgamentos e podem ser difíceis de ouvir. Em vez disso, transforme seus pensamentos em perguntas.

Por exemplo, se você acha que seu ente querido se sentiria melhor se desse um passeio na rua, diga: “Você acha que há alguma atividade que poderíamos fazer hoje que possa lhe trazer algum alívio?” Dessa forma, a pessoa sentirá que está no controle. Lembre-se de respeitar o tempo do outro e entender, caso ela não queira fazer nada naquele momento.

  • Se mantenha positivo

Por um lado, você quer lembrar a pessoa que “isso também passará”, mas você também não deve fazer com que ela sinta que os sentimentos dela não estão sendo validados. Por isso, em vez de dizer, por exemplo: “Você se sentirá melhor amanhã”, você pode considerar algo como “eu sei o quanto você está sofrendo hoje. Amanhã é um novo dia e espero que você experimente algum alívio em breve”.

  • Recomende um terapeuta

Agora que você já sabe mais sobre como aconselhar uma pessoa com problemas, não se esqueça da importância da terapia!

Se a pessoa estiver inconsolável a ponto de se não se preocupar mais com o bem-estar dela ou se demonstrar sinais de risco para si mesma ou para outras pessoas, não hesite em intervir e fazer com que ela receba ajuda de um profissional imediatamente. 

Além disso, outro ponto de atenção é quando os sentimentos de tristeza  durarem além de um período de tempo razoável.  Você pode sugerir ajuda profissional através da terapia – O FalaFreud é uma ótima possibilidade, uma vez que a pessoa poderá fazer terapia online, sem precisar sair de casa. 

Fonte:https://www.talkspace.com/blog/2018/08/what-to-say-to-someone-when-theyre-inconsolable/#more-10578

Quem tem uma agenda cheia sabe como pode ser difícil marcar uma consulta e conseguir conciliar seus horários pessoais com o do profissional. Porém, por ser online, fica muito mais fácil para o psicólogo conseguir te atender em horários flexíveis, como, por exemplo, de manhã bem cedo ou até tarde da noite – coisa que em um consultório é bem difícil isso acontecer.

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Como evitar que o “vício no celular” atrapalhe sua relação

É inegável que a tecnologia mudou a forma como nos comunicamos uns com os outros – pense em todas as pessoas do seu passado que você nunca mais interagiria se não fosse pelo Facebook, por exemplo. Porém, ao mesmo tempo que as redes sociais e os apps nos smartphones nos aproximam de pessoas distantes, eles podem ter o efeito oposto com pessoas mais íntimas.

Uma pesquisa feita na Universidade de Baylor, nos Estados Unidos, revelou que o “vício no celular” é de fato prejudicial aos relacionamentos amorosos. O estudo levou em consideração o “phubbing” – o termo é a junção entre as palavras phoning (“falar ao telefone”) e snubbing (“esnobar/ignorar”), o que significa deixar de prestar atenção em alguém por causa do telefone.

Para evitar que o vício no celular atrapalhe sua relação, preparamos algumas dicas importantes que devem ser seguidas; Confira!

Dica 1: Limite seu tempo nas redes sociais

Esteja atento ao seu(sua) parceiro(a) e ao tempo que dedica a ele(a). Passar muito tempo ao telefone, em vez de dar atenção a pessoa que está com você, pode fazer com que ela se sinta sem importância e desvalorizada. Uma boa dica, portanto, é limitar a quantidade de minutos que você passa por dia no telefone.

Dica 2: TENHA MAIS conversas presenciais

Ter uma boa comunicação é fundamental para o sucesso de uma relação. E isso pode não funcionar se a conversa de vocês for apenas virtual e/ou sem transparência. Dedique 15 a 20 minutos algumas vezes por semana para melhorar a comunicação de vocês. É fundamental estabelecer um diálogo onde tudo pode e deve ser conversado abertamente. 

DIca 3: Dê ao outro privacidade e exija a sua também

Não é necessário conhecer todos os detalhes sobre os pensamentos e as atividades diárias do seu parceiro. Sendo assim, evite bisbilhotar os perfis das redes sociais da pessoa procurando encontrar pistas sobre ela. Na maioria das vezes não se trata de esconder, mas apenas manter a individualidade e privacidade em conversas com amigos ou família. Portanto, não confunda não haver segredos entre vocês com privacidade., são coisas totalmente diferentes.

É verdade que as redes sociais são uma ótima forma de se comunicar com todos os tipos de pessoas. Porém, por mais tentador que seja permanecer conectado, saber a hora de se desconectar e curtir sua relação pode ser ainda mais benéfico e evitará possíveis desgastes em seus relacionamentos íntimos.

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Fonte:https://www.talkspace.com/blog/2015/09/4-tips-to-stop-social-media-from-killing-your-intimate-relationship/

Como se livrar de pensamentos obsessivos

Você sabe o que são pensamentos obsessivos? Entenda porque isso acontece e como evitar que continue ocorrendo.

Os pensamentos obsessivos são aqueles que surgem em nossa mente e insistem em continuar, mesmo quando não queremos que eles apareçam. Normalmente, são pensamentos negativos, repetitivos e indesejados e surgem em forma de preocupações, medos, ou pensamentos ruins.

Entre os exemplos de pensamentos obsessivos vemos:
  • Medo de ficar doente ou que isso aconteça com algum amigo ou familiar
  •  Medo de contrair alguma doença
  • Achar que as coisas estão sempre desorganizadas e ter uma necessidade obsessiva de organização e simetria
  • Preocupação excessiva com pequenas coisas (como trancar a porta, desligar o forno,…)

Esses pensamentos podem atrapalhar a rotina do indivíduo, além de gerar muita ansiedade e angústias. Pensando nisso, preparamos uma matéria sobre o que fazer para acabar com os pensamentos obsessivos.

1. Não tente evitar os pensamentos 

Geralmente, quando os pensamentos intrusivos aparecem, nosso primeiro instinto é sentir algum nível de desconforto. Logo em seguida tentamos banir as visões indesejadas. Esta é a natureza humana: quando algo é ruim, evitamos. O fogão está quente, então não tocamos nele. Simples, certo? Porém, com o pensamento obsessivo é diferente.

Quando tentamos evitar um pensamento em um estado obsessivo, o cérebro continua nos lembrando sobre o pensamento indesejado, para que não nos esqueçamos de parar de pensar nele. É o mesmo princípio básico por trás de quando alguém te diz para não pensar em algo – como, por exemplo, um elefante rosa – nosso próximo pensamento se torna exatamente o que não devemos pensar.

O segredo é que, como todos os pensamentos, o que estamos ruminando não tem significado por si só. Isto é, se você parar de dar importância a esse pensamento, ele diminuirá a frequência até deixar de aparecer. Quando o pensamento aparecer, não dê importância e tenha consciência de que ele é apenas uma construção de sua mente.

2.Dê um nome ao pensamento

Para parar o pensamento obsessivo em sua mente, antes de tudo é necessário identificar esses pensamentos obsessivos, isto é, temos que reconhecer nossos padrões antes de conseguirmos mudá-los.

Quando o pensamento voltar, nomeie-o, entendendo de que forma ele aparece em sua mente. Examine esses pensamentos para entender como eles são acionados e como você está respondendo a eles, ou seja, entenda em que contexto aparece e o que isso significa para você.

Tente identificar a causa por trás dos pensamentos obsessivos para obter alguma perspectiva sobre ele. Se a preocupação, por exemplo, for não receber uma resposta de um amigo ou um possível erro cometido em um teste, pesquise o problema raiz. Isso significa que o problema vai além do que você imagina. Ou seja, se o problema fosse não receber uma mensagem de volta de um amigo, isso poderia significar: “Estou chateado com a forma que meu amigo me tratou da última vez que nos encontramos. Outro exemplo: a ansiedade sobre um teste pode significar: “Tenho medo de fracassar nesta matéria”. Assim, sempre examine as causas por trás do pensamento obsessivo. 

3.Pratique a aceitação

O próximo passo para parar o pensamento obsessivo é a aceitação. Lembre-se de que pensamentos são apenas pensamentos – uma série de neurônios disparando no cérebro, nada mais. À medida que aprendemos a aceitar pensamentos obsessivos, teremos uma chance muito maior de interrompê-los completamente.

Como falamos no item 1, o esforço resultante para evitar ou escapar desses pensamentos acaba aumentando a intensidade que isso acontece, tornando-os cada vez pior.

Portanto, aceitar, em vez de controlar e evitar, é o segredo. Por “aceitação”, não queremos dizer que você deva desistir ou renunciar, mas sim tirar a importância que eles têm em sua vida. Para aceitar pensamentos obsessivos, mantenha sempre sua mente no presente e seja realista sobre o que você faz e o que não tem controle.

Quando você estiver obcecado com o passado ou se preocupando com o futuro, faça a seguinte pergunta: “Posso resolver isso?”. Se a resposta for sim, identifique o que você pode fazer e faça. Se a resposta for não, faça o possível para aceitar o que é.

4.Meditação e Mindfulness

O problema dos pensamentos obsessivos pode estar no desconforto que sentimos por não conseguirmos controla-los, e, para isso, nada melhor do que a meditação. Enquanto você trabalha para desafiar as ruminações, nomeando-as e aceitando-as, usar exercícios de meditação e mindfulness pode te ajudar a acabar com as respostas emocionais negativas.

Mindfulness é o ato de limpar seus pensamentos e focar em como a mente e o corpo se sentem no momento presente. Para isso, a meditação oferece uma série de práticas para nos trazer para o momento presente, o que é um ótimo remédio para a ansiedade.

Quando o pensamento obsessivo entrar em cena, experimente realizar exercícios de respiração profunda, respirando devagar e contando até quatro, prenda a respiração por mais quatro segundos e depois expire para outra contagem de quatro segundos. Além disso, exercícios de aterramento também podem ajudar a quebrar o ciclo de ruminação. Aprecie seu entorno com todos os seus sentidos, identificando, por exemplo, cinco coisas que você vê, ouve, cheira, saboreia. Portanto, esteja presente no momento “agora”.

5.Para obsessões mais graves

O pensamento obsessivo faz parte da natureza humana, contudo, em alguns casos pode ser indicar transtornos mentais. O mais comum trata-se do transtorno obsessivo-compulsivo, porém existe uma série de outros transtornos de ansiedade relacionados. 

Se você está lutando contra pensamentos obsessivos perturbadores e persistentes, procure um terapeuta para facilitar esse processo.

Lembre-se de que nossa mente é um lugar poderoso, e quando conseguimos parar de pensar obsessivamente, aceitando os pensamentos, praticando a meditação e obtendo ajuda da terapia, liberamos espaço para criar algo verdadeiramente surpreendente para nós mesmos.

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Fonte:https://www.talkspace.com/blog/2018/06/how-to-stop-obsessive-thinking/

Relacionamentos: terapeuta desvenda 7 mitos sobre o assunto

Manter um relacionamento não é uma tarefa simples, exige paciência, cuidado e compreensão de ambas as partes para que a relação funcione bem. Não é à toa que conflito no relacionamento é uma das causas que mais faz com que as pessoas busquem a terapia. 

Como já não é algo fácil, para te ajudar a lidar melhor com as suas relações, listamos abaixo sete mitos sobre relacionamentos – frases e ideias que as pessoas acreditam ser verdade, mas não passam de crenças erradas. 

Mito 1: “Existe um jeito certo de agir em um relacionamento”

Relacionamentos são interações complicadas e dinâmicas, e cada relação funciona de uma forma diferente. O modelo de criação dos nossos pais na infância – seja ele bom ou ruim – vai influenciar muito no modo como vamos agir nos nossos relacionamentos íntimos. Entramos em uma relação cheios de expectativas e crenças pessoais.

Nem sempre as expectativas que o seu parceiro tem sobre o relacionamento serão iguais as suas, por isso é muito importante alinhar isso com a pessoa e conversar sobre o que esperam um do outro.

Mito 2: “Todo mundo deve ter um relacionamento amoroso para ser feliz”

Culturalmente, criamos a expectativa de que todos devem estar em um relacionamento amoroso para serem felizes. Isso cria muita ansiedade e estresse nas pessoas à medida que envelhecem e pode até mesmo contribuir para aumentar o isolamento social.

A realidade é que nem todo relacionamento durará para sempre, e estar em um relacionamento amoroso não é o único tipo de relacionamento que pode trazer sentido à sua vida.

Mito 3: “Você pode consertar a incompatibilidade sexual”

Dificuldades sexuais são muitas vezes uma grande parte da insatisfação no relacionamento e vale dizer que há uma grande diferença entre ter sexo ruim e ser sexualmente incompatível. Muitas pessoas acreditam que você pode consertar a incompatibilidade sexual, mas a maioria dos especialistas em sexo e relacionamentos lhe dirá que isso não é 100% verdade. 

Claro, há coisas que você pode fazer para melhorar o sexo com o seu parceiro, e um terapeuta sexual poderá ajudá-lo a explorar essas opções. Porém, não pense que existe uma forma de “consertar” uma incompatibilidade do casal.

Mito 4: “casais felizes não brigam”

Todo relacionamento enfrentará eventualmente alguma forma de conflito. Claro que uma quantidade alta de brigas pode ser prejudicial para a relação, mas isso não significa que seu relacionamento deve ser 100% harmonioso.

O truque para manter um relacionamento saudável através do conflito é aprender formas de comunicação não violenta e saber a forma correta de expor suas opiniões, sem agredir o outro.

Mito 5: “Existe uma frequência certa que o casal deve fazer sexo”

Há uma pressão da sociedade que bate muito na tecla do desempenho e  do desejo sexual, o que faz com que muita gente questione sua relação. Porém, a realidade é que não há uma maneira de definir o que é “certo” sexualmente. Se o comportamento é consensual entre todas as partes envolvidas e você e seu parceiro se sentem realizados, então é isso que importa.

O importante é que você e seu parceiro sejam compatíveis e se divirtam sexualmente, independente da frequência.

Mito 6: “Você tem que namorar com a pessoa por um número x de anos antes de casarem ou morarem junto”

Não há uma pesquisa definitiva que indique a quantidade específica de tempo que um casal precisa estar junto antes de decidir morar junto ou casar. Geralmente, os especialistas recomendam alguns anos de convivência para conhecer melhor o parceiro, mas sempre há exceções à regra. 

Mas uma dica aos que pensam em oficializar a relação, é que uma das maiores características das relações duradouras é o autoconhecimento individual e um nível alto de consciência. Se você puder trazer o que aprendeu sobre si mesmo e suas necessidades de relacionamentos anteriores para o seu atual, é provável que você use essas informações para trabalhar com seu parceiro para solucionar mais facilmente os conflitos.

Mito 7: “Viver juntos antes do casamento só servirá para causar uma separação/divórcio”

É importante lembrar que ser casado não é um desejo comum a todos, mas, para aqueles que procuram viver essa experiência, não existe jeito certo de fazer isso.

Uma pesquisa feita nos estados unidos mostrou que quase metade dos casais americanos moram juntos antes do casamento por diversos motivos e períodos de tempo. Isso, juntamente com a atual taxa de divórcio de 40-50%, fez com que muitas pessoas pensassem que morar junto antes do casamento pudesse aumentar as chances de divórcio no futuro.

Pode haver alguma verdade nessa crença, mas não é 100% correto afirmar isso. Seria preciso observar de perto os casais individualmente, entender o nível de comprometimento de cada um antes de viverem juntos e suas razões para viver juntos antes do casamento.

A comunicação honesta é fundamental em uma relação e, se você e seu parceiro estão tendo dificuldades nessa área, um terapeuta de casal poderá ajudá-los. O profissional poderá mostrar a vocês recursos para uma relação mais saudável e estável. 

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Fonte: https://www.talkspace.com/blog/2018/02/7-relationship-myths-debunked-by-a-therapist/

Terapia: Confira os maiores mitos sobre se consultar com um terapeuta

Ninguém questiona uma pessoa quando ela se sente doente e decide procurar um médico, certo? Mas então por que somos questionados quando decidimos ir a um terapeuta para falar sobre nossos sentimentos e problemas? As pessoas que vão à terapia estão em busca de autoconhecimento para lidar com suas mentes e emoções – da mesma forma que um médico trata seu corpo – , no entanto, lidamos diariamente com equívocos e suposições injustas sobre a terapia.

Na matéria a seguir, vamos desvendar esses mitos e entender melhor o conceito de terapia e porque é tão importante buscar ajuda de um profissional dessa área.

Mito 1: “Somente pessoas doidas vão à terapia”

Um dos conceitos mais deturpados sobre a terapia é achar que apenas pessoas com problemas graves ou doentes procuram a terapia. Engana-se quem pensa isso. As pessoas que buscam terapia são àquelas com vontade de evoluir, de se tornarem pessoas melhores, terem mais autoconhecimento e com isso melhorarem sua relação consigo mesmas e, consequentemente, sua relação com o próximo. Terapia é um ato de amor próprio.

Mito 2: “As pessoas são forçadas a fazer terapia”

O equívoco acima surge porque as pessoas assumem que os clientes não vão à terapia por opção. Elas acham que o indivíduo está “louco” a ponto de seus entes queridos terem que arrastá-los para a terapia. 

A verdade é que a grande maioria das pessoas que frequenta a terapia, faz isso por vontade própria. Elas querem ajuda e começam a perceber as melhorias do processo terapêutico logo nos primeiros meses.

Mito 3: “Existe algo de errado com pessoas que vão à terapia”

Muitas pessoas têm vontade de iniciar a terapia, mas não se sentem confortáveis devido a ideia errada de que só faz terapia quem está enfrentando alguma dificuldade muito grande. Porém, depois que começam o processo terapêutico, os clientes entendem que qualquer pessoa pode fazer e se beneficiar dos aprendizados que vêm com a terapia.

Mito 4: “Você precisa ter muito dinheiro para ir a terapia”

O FalaFreud é um dos maiores exemplos de que esta afirmação não tem fundamento. Nós temos como proposta levar terapia a todos e por um valor bem mais acessível. Baixe o aplicativo em seu celular e descubra que a terapia online pode sim estar dentro do seu orçamento!

Mito 5: “Pessoas que recorrem à terapia são fracas demais para lidar com os problemas por conta própria”

Imagine dizer a alguém que sofreu um acidente de carro que ir a um médico significava que ela é fraca demais para se recuperar dos ferimentos por conta própria. Absurdo, não é mesmo? Esse exemplo não é tão diferente de chamar alguém de fraco porque a pessoa buscou terapia para lidar com traumas, doenças mentais ou estresse, por exemplo, em vez de resistir. Pedir ajuda não é um sinal de fraqueza e a terapia não é exceção. Muito pelo contrário. A terapia é um trabalho árduo, e as pessoas que vêm para a terapia são corajosas e fortes suficientes para pedir ajuda e fazer mudanças em suas vidas.

A realidade é que pessoas bem-sucedidas e ambiciosas frequentemente buscam terapia. Eles vêem a melhora na saúde mental como um objetivo a alcançar e sabem os benefícios que o processo pode trazer em diferentes áreas de suas vidas. 

Mito 6: “O terapeuta é quem faz todo o trabalho”

As pessoas que têm mais sucesso na terapia são aquelas que pensam por si mesmas e buscam a terapia apenas para conhecer melhor seus recursos internos e aprenderem a lidar com os problemas. O terapeuta pode te dar uma orientação, mas a mudança vem de dentro.

Ao contrário do que se pensa, se você apenas sentar e esperar que o terapeuta faça todo o trabalho, é provável que você não avance muito. Lembre-se, a terapia é um trabalho de equipe e o paciente também deve se esforçar para mudar comportamentos e hábitos ruins.

Mito 7: “As pessoas que fazem terapia não têm amigos, familiares ou pessoas dispostas a ouvir o que elas têm a dizer”

Engana-se quem pensa que os amigos ou familiares podem substituir o trabalho de um profissional. Infelizmente isso ainda é muito falado por aí, mas esse pensamento está totalmente equivocado.

O terapeuta é um profissional treinado, que estuda muito para isso, ouve atentamente, a fim de chegar à uma resposta que ajude o paciente a evoluir. Não é dar conselhos. O terapeuta vai dar ao paciente os recursos para que ele consiga aprender a resolver seus problemas e lidar com as questões pessoais de uma forma mais leve e tranquila.

Mito 8: “As pessoas que vão a terapia estão sob efeito de uma medicação”

Nem todo mundo que faz terapia precisa tomar alguma medicação. Quando o cliente precisa do auxílio de medicamentos, ele é encaminhado a um psiquiatra, fazendo assim uma combinação da psicoterapia com os remédios. As pessoas confundem muito a psiquiatria com psicologia, sendo que o primeiro ajuda com medicamentos e o segundo com psicoterapia. 

Mito 9: “Apenas mulheres fazem terapia”

Alguns homens ainda resistem a terapia, devido à pressão social que muitas vezes é imposta a eles. É preciso acabar com essa ideia, uma vez que a dor e os conflitos internos fazem parte da condição humana. O problema é que muitas pessoas, principalmente homens, preferem não lidar com isso e não investigam as causas por trás de um problema para não serem vistos como “fracos” ou “menos homens” por isso. Todos nós temos problemas e provavelmente todos precisamos de terapia.

Mudando a forma como vemos a terapia

A terapia é mais que um tratamento. É um estilo de vida. É uma das maneiras pelas quais lidamos e entendemos melhor nossas emoções, mudanças, estresse, crenças e relacionamentos.

Para reduzir essas suposições dolorosas, que ainda impedem as pessoas de receberem a ajuda na qual precisam, precisamos fazer com que a sociedade aceite a terapia como algo positivo, sem esses estigmas. É hora das pessoas saberem dos benefícios que a terapia tem a oferecer e perceberem a real importância do processo terapêutico.

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Fonte:https://www.talkspace.com/blog/2015/10/truth-people-therapy-misconceptions-myths/#more-3042

Depressão: o que você precisa saber sobre a doença

Quem já fez terapia sabe a importância que esse processo tem na vida das pessoas. Ela ajuda a mudar comportamentos, pensamentos e emoções, sendo fundamental para o autoconhecimento e bem-estar. Quando se trata de doenças, como a depressão, o processo terapêutico se torna ainda mais importante, pois vai ajudar a pessoa a identificar as crenças e os comportamentos por trás desses estados de humor e ensinar novas formas de lidar com os problemas.

Porém, é preciso entender que existe um conjunto de fatores que precisam funcionar para que seja possível identificar as melhorias que virão com a terapia, como, por exemplo, o empenho do paciente em mudar, o comprometimento que ele terá com a terapia, entre outras recomendações muito importantes, que devem ser seguidas. Veja a seguir o que os terapeutas gostariam que você soubesse sobre a depressão.

1. Não funciona como mágica

Se você acha que apenas começar a terapia já vai ser o suficiente para resolver a depressão, você está enganado. Você precisará participar de forma ativa e se abrir para a mudança. Os terapeutas normalmente pedem que você observe o que desencadeou seus sentimentos de depressão, como seu corpo se sente quando você está deprimido e quanto tempo os sentimentos duram.

2. Você terá que fazer seu “dever de casa”

Seu terapeuta pode lhe pedir para pensar nos pontos positivos da sua vida e fazer algo diferente para começar a ver a mudança. Por exemplo, em vez de se deixar levar por pensamentos negativos, dê um passeio, termine um projeto que você está adiando, faça um trabalho voluntário ou realize alguma atividade que te ajude a interromper o comportamento negativo e os padrões de pensamento.

3. Comprometa-se com a terapia, mesmo quando estiver sem esperança

Durante a terapia esteja determinado a fazer o que for preciso para chegar a um lugar melhor. Normalmente, você e seu terapeuta irão concordar com as estratégias, mas, às vezes, você precisará confiar no trabalho do profissional e se permitir tentar coisas novas.

4. Defina metas específicas

Converse sempre com seu terapeuta sobre o que está funcionando para você e o que não está funcionando. Isso poderá fazer com que vocês encontrem a melhor solução para o seu caso.

5.Não deixe de tomar a medicação

Normalmente, a melhor abordagem para o tratamento da depressão é a medicação junto com a terapia. Se o seu médico lhe passou um antidepressivo, continue tomando a medicação conforme a indicação do profissional, mesmo que já esteja se sentindo melhor.

6. O que você diz na terapia sempre é confidencial

Por lei, tudo o que você compartilha na terapia não será discutido com mais ninguém. Portanto, fique a vontade para falar tudo ao profissional.

7. Deixe a honestidade prevalecer

Sabendo que tudo que é dito na sessão é confidencial, agora você pode falar tudo com o seu terapeuta. Até porque, se você não for honesto com o profissional, não receberá o tratamento adequado e seus sintomas de depressão possivelmente não irão melhorar.

8. Você provavelmente não pode chocar seu terapeuta

Se você está sendo atendido por um terapeuta experiente, será muito difícil chocá-lo.Isso porque esses profissionais são preparados para ouvirem tudo que você tem a dizer e provavelmente já ouviram de tudo…

9. Querer melhorar nem sempre é suficiente

Normalmente as pessoas com depressão querem melhorar. O problema é que as alterações neurológicas depressivas afetam a área do cérebro que controla o comportamento direcionado aos objetivos, o que significa que muitas vezes é difícil para elas fazerem coisas que as ajudem a se sentir melhor. Mas não desista, conforme a terapia for te ajudando, você começará a ver as melhorias em seu dia a dia.

10. Pergunte sempre que tiver dúvidas

Você deve entender o que está fazendo na terapia e ter uma noção de como isso deve ser útil e te levará às mudanças, não apenas durante a sessão de terapia, mas também fora da terapia. Se o seu terapeuta não estiver compartilhando essa informação ou se você não entender alguma coisa, não deixe de fazer perguntas a ele.

Fonte:https://www.everydayhealth.com/hs/major-depression-health-well-being/psychologists-wish-you-knew-about-talk-therapy/

Muito ciúmes? Veja como isso pode atrapalhar sua relação

O ciúmes é uma emoção comum aos seres humanos, que demonstra que você valoriza seu parceiro, considera-o atraente para os outros e não quer perdê-lo. Porém, até que ponto esse sentimento é positivo?

Como nada ao extremo é bom, ser uma pessoa muito ciumenta pode demonstrar insegurança e até mesmo prejudicar seu relacionamento. Veja a seguir como o ciúmes pode se tornar um problema na relação.

O “causador” do ciúmes

Como falamos anteriormente, um pouco de ciúmes é normal e até saudável, mas os problemas começam quando o ciúmes se torna mais intenso e menos controlado.

Normalmente, quando um dos parceiros tem ciúmes em excesso, a outra pessoa da relação pode acabar se sentindo controlada e ressentida. Normalmente, costumam sentir que não podem ir a lugar nenhum ou fazer qualquer coisa sem que seu parceiro fique chateado ou com inveja. As menores e mais inocentes interações sociais são analisadas e a pessoa se sente acusada e violada. As restrições que o parceiro ciumento lhes impõe podem incomodar bastante.

O ciumento

Por outro lado, se o que “causa” o ciúmes sofre, o parceiro ciumento pode sofrer ainda mais. Ele se sente constantemente atormentado pela ideia de que o parceiro está o traindo.

Muitas vezes, a pessoa é muito insegura e não se sente confiante de que merece amor. Não importa o quanto o outro demonstre seus sentimentos, a insegurança dessas pessoas costuma ser tão grande que nenhuma garantia pode tranquilizá-los.

É possível que esse parceiro tenha sido abandonado ou negligenciado na infância por um dos pais, seja física ou emocionalmente, e o ciúmes é parte de um padrão de todos os seus relacionamentos íntimos (às vezes aparece também nas amizades).

A dinâmica do ciúmes na relação

Quando um dos parceiros costuma ser muito ciumento, isso pode afetar a relação, causando brigas constantes que param apenas quando a pessoa – objeto do ciúmes, decide se isolar de interesses externos e de seus amigos para acalmar o parceiro com ciúmes.

Sinais que você e seu parceiro devem procurar terapia de casal:

  • O parceiro sente que perdeu sua liberdade devido ao ciúmes da outra pessoa;
  • O casal briga com frequência por ciúmes de uma terceira pessoa ou sempre que o parceiro sai com amigos;
  • O parceiro ciumento fuxica o telefone do outro, computador ou faz outros tipos de “espionagem”;
  • Os parceiros começam a acusar uns aos outros de mentir regularmente.

Como salvar um relacionamento prejudicado pelo ciúmes

Se este artigo descreve o seu relacionamento, encoraje seu parceiro ciumento a procurar um terapeuta. Se o problema afetar a relação de vocês, uma terapia de casal pode ser uma boa forma de salvar o que foi destruído pelo ciúmes.

A terapia tanto de casal como individual pode ser muito útil para ajuda-los a entender o que é um relacionamento saudável e como mudar essa dinâmica de tal forma que não seja mais preciso lutar contra o ciúmes e sofrer o tempo todo.

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Fonte:https://www.talkspace.com/blog/2018/05/relationship-jealousy-damaging-mental-health/