FalaFreud na mídia: “App de terapia brasileiro agora tem videochamadas”

Usuários poderão interagir com terapeutas em vídeos para interpretação de linguagem corporal e aumento de empatia

São Paulo — O aplicativo brasileiro de terapia FalaFreud ganha nesta semana suporte para videochamadas. O recurso era um dos mais aguardados por seus usuários e permite que o terapeuta possa avaliar sinais não verbais, como a linguagem corporal do paciente virtual.

A novidade, disponível nos aplicativos para Android e iPhone, também altera os planos oferecidos pela empresa atualmente. Antes, havia somente um plano, com mensagens de texto a qualquer hora do dia para terapeutas, cujo custo era de 300 reais ao mês. Agora, também há uma opção de 339 reais que dá ao assinante a possibilidade de fazer uma chamada de vídeo por mês, com duração de 45 minutos. Sessões em vídeo adicionais poderão compradas por meio do pagamento adicional de 75 reais cada.

A empresa responsável pelo FalaFreud conta que o novo aplicativo foi criado praticamente do zero para evitar problemas de desempenho, em especial, nos dispositivos Android. Na Google Play Store, é possível encontrar diversas reclamações dos usuários quanto ao desempenho e também ao preço cobrado pela assinatura do app.

Yonathan Yuri Faber e Renan Pupin são os fundadores do FalaFreud e enfrentaram resistência do Conselho Federal de Psicologia e de profissionais da área por se posicionarem como uma empresa que conectava pacientes a psicólogos. Faber conta que isso acabou desde que a companhia decidiu ampliar seu escopo de atuação de psicólogos para terapeutas.

Em entrevista a EXAME.com, Faber conta que o aplicativo cresceu 20% ao mês nos últimos meses, em termos de usuários, e que já surgiram diversos cadastros no CFP de sites de psicólogos e empresas que desejam oferecer terapia online. No total, são mais de 700 que apareceram recentemente.

Entre os rivais, se destaca o Luzz, que tem proposta parecida com a do FalaFreud, com assinatura mensal de 369 reais.

Em 2014, Faber tentou lançar no Brasil um aplicativo de caronas pagas muito semelhante ao Uber, o Zaznu, mas ele não deu certo. “Com o Zaznu, nós perdíamos dinheiro a cada corrida. No FalaFreud já conseguimos ter lucro”, declarou Faber.

O próximo passo do aplicativo agora é ir atrás das empresas para oferecer seu serviço de atendimento via aplicativo–e as chamadas em vídeo são cruciais para isso, na visão de Faber. Fora isso, o FalaFreud segue em busca de aumentar sua base de clientes. Com o código promocional EXAME, novos usuários do app ganham 50 reais de desconto na mensalidade.

Matéria originalmente publicada na Revista Exame

A terapia online no FalaFreud é confiável ?

O FalaFreud foi lançado oficialmente em 20 de outubro de 2016, até então nenhuma empresa ou startup havia atingido uma quantidade expressiva de pessoas em busca de fazer terapia online no Brasil, em 2016 esse conceito ainda era pouco explorado pelos profissionais de psicologia no Brasil.

Lançado oficialmente no dia 20 de outubro de 2016, o FalaFreud trouxe uma enorme inovação ao conceito de terapia online.

Até então, não havia no Brasil nenhuma startup ou empresa que tivesse atingido um número tão expressivo de usuários fazendo terapia online, mostrando uma necessidade pouco explorada pelos profissionais de Psicologia até aquele momento.

No dia 7 de novembro de 2016, a Revista Exame publicou em seu site uma matéria sobre o FalaFreud (Confira a matéria na íntegra), mostrando aos brasileiros que agora seria possível conversar com um psicólogo através do aplicativo, de forma muito mais prática e acessível, sem precisar sair de casa para fazer terapia. Continue lendo “A terapia online no FalaFreud é confiável ?”

Como ’13 Reasons Why’ nos alerta das metáforas do desespero adolescente

“Oi, é a Hannah. Hannah Baker.” Assim começam as últimas palavras da protagonista de 13 Reasons Why, produção original da Netflix que estreou na última sexta-feira (31). Leia no Blog do FalaFred sobre coisas que podem apontar novos caminhos diante do sofrimento insuportável, porém, reversível do suicídio.

“Oi, é a Hannah. Hannah Baker.”

Assim começam as últimas palavras da protagonista de 13 Reasons Why, produção original da Netflix que estreou na última sexta-feira (31).

Nó na garganta para uns, ameaça para outros, a desconfortável despedida de Hannah é um convite urgente da série para pensarmos os efeitos das palavras na vivência adolescente em um contexto de emoções subestimadas.

A gravação, deixada em analógicas fitas K7, lista os 13 motivos pelos quais Hannah, de 17 anos, decidiu terminar seu sofrimento com um suicídio. Cada motivo corresponde a um episódio. Continue lendo “Como ’13 Reasons Why’ nos alerta das metáforas do desespero adolescente”