Saiba o que é psicologia organizacional e do trabalho

A psicologia relacionada ao trabalho surgiu quando se percebeu a necessidade de melhorar o ambiente organizacional, na época da Segunda Guerra Mundial.

Com o tempo, a psicologia industrial foi se desenvolvendo e hoje existem diversas abordagens que procuram realizar treinamentos, avaliações de desempenho e melhorar o quesito liderança dentro das empresas.

Hoje em dia, por conta do crescimento da psicologia industrial e da importância da mesma para o desenvolvimento das organizações, essa passou a ser chamada de Psicologia Organizacional e do Trabalho.

Por isso, muitas vezes a psicologia organizacional e a psicologia do trabalho são tidas como sinônimos, mesmo existindo diversas diferenças entre elas.

Para te ajudar a entender mais sobre essas distinções, listamos diversos fatores que diferenciam essas duas abordagens da psicologia. Então confira o nosso post e saiba mais!

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Namorar com depressão é possível? Dicas para não afetar relação

Namorar com depressão não é impossível. Porém, para que dê certo, você precisa entender o que está se passando com a sua mente.

Se você luta contra a depressão, sabe como pode ser desafiador iniciar ou manter um relacionamento. Mas não deixe seu cérebro deprimido convencê-lo de que você não pode namorar. Confira cinco fatos que você provavelmente não sabia sobre namorar com depressão e como contorná-los.

De fato, namorar e estar em um relacionamento amoroso é uma ótima maneira de fazer você sentir que a depressão não está dominando sua vida. Isso porque, você se sente vivo de novo. Porém, antes de se apressar em namorar, lembre-se de algumas coisas que podem fazer com que namorar com depressão seja diferente de namorar alguém sem o transtorno.

1. Mesmo estando apaixonado, talvez você não se sinta assim o tempo todo

Mesmo apaixonado, não é possível você se sentir assim o dia todo. Existem neurotransmissores que fazem com que você se sinta deprimido e, por isso, mesmo o parceiro mais perfeito e amoroso pode não ser capaz de provocar um sentimento de amor e excitação por tanto tempo.

Em vez de presumir que o seu parceiro é o problema, é fundamental entender que a depressão pode estar sabotando sua capacidade de sentir amor no momento.

2. Sensibilidade e rejeição podem estar presentes na depressão

Muitas pessoas que sofrem com a depressão relataram que se sentem extremamente sensíveis a comportamentos e comentários de outras pessoas. Isso significa que você pode estar predisposto a enxergar até comentários gentis e bem intencionadas como maldosos.

É essencial que você reconheça que a depressão muda sua sensibilidade à dor social e, portanto, isso pode fazer com que você não encare de forma positiva observações que não pretendiam magoá-lo.

3. O desejo sexual é afetado pela depressão

Outro fator importante sobre namorar com depressão é quanto a sexualidade. Você pode se sentir atraído por seu parceiro, mas não sentir vontade de fazer sexo. Contudo, isso não significa que você e seu parceiro sejam sexualmente incompatíveis. Em vez disso, isso pode significar que sua depressão está sequestrando seu desejo sexual.

Portanto, antes de concluir que o seu relacionamento chegou ao fim, seja paciente. Veja como a sua conexão sexual fica conforme a depressão vai sendo tratada.

4. Os remédios que são bons para você podem não ser tão bons para a sua relação

Muitas pessoas que tomam a medicação para depressão relatam o impacto que o remédio tem no desejo sexual. Além disso, entre os efeitos colaterais estão o ganho ou perda de peso, o que pode impactar negativamente na sua auto-imagem e sua visão de si mesmo.

Isso pode fazer com que você não se sinta tão atraente ou desejado. Porém, se isso acontecer, sempre converse com o seu psiquiatra para que ele possa ajustar a dose do medicamento ou recomendar outro melhor para o seu caso. Cada organismo reage de uma forma diferente e alguns podem funcionar muito melhor para você do que outros.

Além disso, para que isso não prejudique seu namoro, converse com o seu parceiro para explicar o que está acontecendo. Peça que ele tenha um pouco de paciência. Explique que o antidepressivo nesse momento é essencial para você se recuperar do transtorno e isso será apenas uma fase.

5. A depressão faz você querer isolar

Seu parceiro pode estar frustrado por você não querer mais se encontrar com amigos ou familiares de vocês, principalmente se isso costumava ser algo que você gostava de fazer.

Para resolver o problema, portanto, você precisa ter uma discussão com seu parceiro sobre como você se sente diferente. Explique para ele como é para você socializar quando está deprimido. Além disso, você pode trabalhar com seu terapeuta para descobrir maneiras de se motivar a socializar mais, mesmo quando deprimido. Lembre-se de que o apoio social é importante para ajudar na depressão.

Comunique-se com o seu parceiro sobre a depressão

Como vimos, namorar já não é uma tarefa simples para niguém. Porém, namorar com depressão pode ser ainda mais desafiador. Contudo, existe uma forma de fazer com que sua relação não saia prejudicada. Para isso, você precisará de muita comunicação e abertura para conversar com o seu parceiro.

Se você se identificou com um ou mais desses pontos, então compartilhe com o seu parceiro o que está acontecendo com você. Deixe claro como você se sente quanto a isso tudo. Explique que você gostaria que as coisas fossem diferentes, mas que este comportamento tem sido consequência da depressão.

Não se esqueça que por mais difícil que seja às vezes, estar em um relacionamento pode te trazer recompensas maravilhosas. Você só precisará ter o discernimento necessário para entender que haverão momentos sombrios, mas que é mais do que possível namorar com depressão.

O que não dizer para alguém com ansiedade ou depressão? Confira no FalaFreud.

Fonte: https://www.talkspace.com/blog/2019/01/dating-with-depression-facts/

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Por que alguns casais continuam juntos mesmo infelizes?

Entenda as razões escondidas que fazem com que alguns casais continuem juntos mesmo infelizes

São muitas as razões pelas quais homens e mulheres permanecem em relacionamentos mesmo quando estão infelizes. Desafios financeiros e filhos são os dois principais motivos mais frequentes, porém, existem outras razões por trás. Entenda a seguir porque casais continuam juntos mesmo infelizes.

A culpa de terminar uma relação

Novas pesquisas sugerem que muitos relacionamentos se mantém não devido aos próprios sentimentos da pessoa, mas em função dos sentimentos dos parceiros. Em outras palavras, você pode até querer deixar o relacionamento, mas, por se preocupar em como isso afetaria negativamente o seu parceiro, você continua nesse relacionamento.

Assim, um fator que parece estar muito presente nesse tipo de relação é a culpa. Isto é, uma emoção que envolve sentir-se responsável ou com remorso por como o parceiro irá se sentir, como, por exemplo, terminar o relacionamento quando a outra pessoa quer continuar naquela relação.

De onde vem esse sentimento?

Se você se identifica ou conhece casais que continuam juntos mesmo infelizes para suprir um sentimento de culpa, saiba que existem diferentes variações desse sentimento. Assim, é preciso entender de onde vem essa culpa.

Muitos indivíduos que lutam contra esses sentimentos nos relacionamentos, por exemplo, foram treinados inconscientemente por seus pais no início da vida para sentirem tal culpa. Isso porque, alguns pais criam crianças propensas a se sentirem culpadas, na medida em que treinam seus filhos a se concentrarem nos sentimentos e necessidades dos outros, como deles mesmo. 

Sua preocupação com o outro é realmente genuína?

Como vimos, a razão na qual muitos casais continuam juntos mesmo infelizes é devido a culpa que eles sentem de largar o parceiro. Porém, essa culpa é de fato uma preocupação com o outro ou é um medo inconsciente seu?

Isso significa dizer que, algumas vezes, esse sentimento de culpa no fundo reflete sentimentos inconscientes do próprio indivíduo. Pode ser, por exemplo, o medo de ficar sozinho ou de não encontrar um novo parceiro. Porém, como um mecanismo de defesa para evitarem olhar para esse sentimento, essas pessoas colocam a “culpa” no outro.

Assim, em vez de assumirem que não saem da relação por medos e inseguranças pessoais, elas colocam a culpa no outro, como se fosse o outro que não pudesse suportar aquilo.

Como se livrar desse sentimento

Se você permanece em relacionamentos infelizes, investigue de forma mais honesta possível quais razões emocionais o levam a agir assim. Pergunte a si mesmo porque você tem esse sentimento de culpa.  Reveja se você não está projetando seus próprios sentimentos para outra pessoa. Isto é, será mesmo que é a outra pessoa que vai ficar mal dessa forma? Ou trata-se no fundo da sua própria ansiedade quanto a ser solteiro ou sentir-se solitário?

PROCURE AJUDA DA TERAPIA

Agora que você conhece alguns dos motivos que fazem com que casais continuam juntos mesmo infelizes, saiba que a terapia pode te ajudar. Isso porque, a terapia pode ser uma excelente forma de entender melhor esse sentimento. Além disso, o processo poderá te trazer autoconhecimento e autonomia para tomar melhores atitudes e melhorar sua qualidade de vida.

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Fonte:https://www.psychologytoday.com/intl/blog/insight-is-2020/201811/hidden-reason-why-some-stay-in-unhappy-relationships

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Como ser mais confiante e seguro de si

Confira na matéria como ser mais confiante e seguro de si e descubra como isso pode transformar a sua vida!

Ser confiante e seguro de si pode não ser uma tarefa simples. Há muitos fatores que influenciam na auto-estima, mas a maioria deles está relacionado as nossas experiências passadas no mundo – primeiro como uma criança e depois como um adulto – e como essas experiências fazem com que nos enxergarmos diferentes. Porém, na matéria a seguir você verá  algumas dicas de como ser mais confiante e seguro de si.

Aumentando a sua confiança

O mundo está cheio de pessoas inteligentes que se enxergam como “perdedoras”. Pessoas que não se acham boas, bonitas ou espertas o suficiente. Mas a questão é: como liberar esses padrões de pensamentos negativos e se tornar mais confiante?

Se você está procurando idéias construtivas sobre como fazer mudanças duradouras em sua confiança, existem algumas maneiras de fazer isso.  Confira! 

Olhe as coisas de forma objetiva e racional

O primeiro passo de como ser mais confiante e seguro de si é passar a enxergar seus pontos fortes e fracos de forma mais racional e objetiva. Veja o exemplo:

Você vive preocupado com o seu desempenho no trabalho e acha que está sempre desapontando sua equipe ou seu chefe. Para avaliar de forma mais clara, analise com atenção as avaliações de desempenho que você recebeu ao longo dos anos.

Muitas vezes, pessoas com baixa confiança subestimam seus níveis reais de desempenho. Portanto, analisar dados reais poderá te ajudar a entender no que você realmente precisa trabalhar e no que você já está indo bem.

Além disso, para algumas pessoas, pode ser reconfortante olhar para os sucessos do passado. Isto é, ainda sobre o exemplo acima, essa pessoa poderia pensar: “bom, eu sempre tive um bom desempenho em em apresentações no passado. Nunca recebi feedbacks muito negativos, então não há razão para achar que essa próxima apresentação será diferente”.

Avalie seus relacionamentos atuais

Em seguida, a próxima dica é olhar atentamente para as pessoas com as quais você se relaciona. Se tiverem pessoas tóxicas em sua vida, você precisa pensar como elas estão afetando sua auto-estima e saúde emocional.

Por exemplo, se uma mulher que se sente péssima com relação ao seu corpo vê a mãe várias vezes por semana, e sua mãe sempre comenta sobre seu peso, essa relação pode estar sabotando as chances dela de aumentar a confiança com a própria imagem.

Neste caso, existem várias atitudes que essa mulher pode tomar. Ela pode, por exemplo, falar abertamente com a mãe e estabelecer limites sobre quais assuntos podem ou não ser falados. Outra abordagem pode ser limitar o contato entre elas para uma vez por semana e verificar se há alguma mudança correspondente nos níveis de auto-estima.

Entenda seu passado

Como falamos no começo do texto, as principais causas de uma auto-estima baixa vem da infância. Por isso, se você quer saber como ser mais confiante e seguro de si, precisará olhar para o passado.

É essencial olhar para trás em sua vida e entender quais mensagens você recebeu quando criança. Isso porque, pessoas com pouca confiança muitas vezes cresceram em lares onde eram implicitamente ou explicitamente chamadas de incompetentes.

Por exemplo, um menino pode ter ouvido do seu pai que ele não era inteligente o suficiente. Mesmo que isso não tenha sido dito com más intenções, provavelmente moldou a forma como esse garoto pensava sobre si mesmo durante sua infância e, mais tarde, como adulto. Assim, esse pensamento pode se repetir na fase adulta, boicotando atitudes e intenções do indivíduo. Ou seja, ele pode não conseguir alcançar o sucesso, uma vez que no fundo não se acha esperto o suficiente.

Como a terapia pode te deixar mais confiante e seguro

Descobrir a causa por trás da sua falta de confiança pode ser transformador. Isso permitirá que você tente coisas fora de sua zona de conforto e confie em seu potencial.

A terapia costuma ser uma ótima opção, pois te ajudará a descobrir a origem de seus problemas de confiança. Um terapeuta habilidoso pode estabelecer metas que o ajudem a construir lentamente sua auto-estima. 

Agora que você já sabe como ser mais confiante e seguro de si, não deixe que a baixa auto-estima prejudique mais a sua vida. O melhor presente que você pode dar a si mesmo é a capacidade de compreender seus sentimentos com clareza. Através da introspecção e do trabalho terapêutico, você poderá ter consciência daquilo em que você que é bom e das áreas da sua vida que podem melhorar.

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Fonte:https://www.talkspace.com/blog/2018/11/therapists-guide-to-confidence/

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Como ajudar uma pessoa estressada? Veja as dicas!

O estresse está por todo lugar. No trabalho, nas escolas, nas relações…Mas você sabe como ajudar uma pessoa estressada? Confira algumas dicas do que fazer! 

Da mesma forma que nós experimentamos esses sentimentos, isso pode acontecer com nosso(a) parceiro(a), amigos ou familiares. Quando isso acontece, é preciso saber lidar da melhor forma, para que não prejudique o seu relacionamento e torne-o exaustivo. Veja a seguir algumas dicas para como ajudar uma pessoa estressada. 

1.Ouça sem julgamentos e valide os sentimentos da pessoa

Quando estamos estressados e procuramos outra pessoa para desabafar, na maior parte das vezes não estamos buscamos conselhos, mas sim que nossos sentimentos sejam ouvidos e validados.

Portanto, ao ouvir os desabafos da pessoa, seja um bom ouvinte e, principalmente, não tente dizer a maneira correta na qual ele(a) deveria ter agido. Reconheça que somos todos diferentes e cada indivíduo reage ao estresse de uma forma. O importante é ter empatia e saber escutar o outro.

Portanto, se você não sabe como ajudar uma pessoa estressada, a primeira dica é: evite controlar como ela reage ao estresse. Apenas permita que ele se sinta seguro com você; seja um porto na tempestade.

2.Mostre seu interesse em ajudar

Há muitas maneiras de expressar preocupação ou cuidado com o outro. No entanto, às vezes a pessoa pode não querer discutir diretamente o que está incomodando. Porém, isso não significa que você não possa fazer pequenas coisas para mostrar que está ciente dos sentimentos dela e que quer ajudá-la a diminuir o estresse.

Expressar cuidado e preocupação de diversas maneiras pode ter um impacto poderoso na relação e ser muito positivo. Coisas pequenas como preparar uma refeição no final de um dia difícil pode ajudá-la a sentir bem melhor. 

3.Aprenda a identificar o estresse

Nem todo mundo gosta de falar quando está estressado e por isso pode ser importante para você aprender a reconhecer os sinais de estresse que seu parceiro dá. Muitas vezes, isso será sinalizado por uma mudança de hábitos – algo que você será capaz de detectar já que conhece seu parceiro intimamente.

Mudanças nos hábitos alimentares ou de sono, dores de cabeça recorrentes ou dores de estômago, incapacidade de se concentrar ou completar tarefas são algumas das questões que indicam que o estresse pode estar presente. Assim, se você reconhecer alguns desses sinais na pessoa, esteja ciente de que o estresse pode ser a causa.

4.Reconheça que homens e mulheres podem VIVENCIAR O ESTRESSE de formas diferentes

As diferenças em como homens e mulheres lidam com o estresse são generalizadas, é claro, mas é importante reconhecer que essas diferenças podem ajudar você ou o seu cônjuge a identificar quando um dos dois está estressado.

Homens e mulheres costumam reagir de maneira diferente ao estresse devido aos hormônios do estresse. Enquanto as mulheres prestam mais atenção a sentimentos e emoções, os homens costumam mostrar mais interesse em ações. Assim, uma mulher geralmente prefere receber conforto e amor na forma de apoio emocional e retenção. Já o homem é frequentemente mais aberto para receber assistência com atividades ou outras saídas físicas. (Contudo, ressaltamos que isso pode não acontecer dessa forma, uma vez que cada caso é um caso).  

5.Cuide de você antes para poder cuidar do SEU parceiro

Antes de saber como ajudar uma pessoa estressada, é preciso cuidar de si mesmo. Ou seja, antes de tudo, precisamos ter auto-cuidado para sermos fortes o suficiente quando os outros precisarem de nós.

O autocuidado pode vir em forma de exercício físico, meditação e terapia. É importante ter pelo menos uma pessoa fora do seu relacionamento (um terapeuta, por exemplo) para contar sobre o que está acontecendo com seu parceiro. Isso não só vai ajudar a te enxergar os problemas através de uma nova perspectiva, como evitará que você adicione mais estresse aos níveis de estresse já aumentados do outro.

6.Se os níveis de estresse se tornarem incontroláveis, ORIENTE seu parceiro a procurar ajuda externa

Nem você nem o outro podem fazer isso sozinhos. Se o nível de estresse da pessoa estiver prejudicando ou causando altos níveis de ansiedade, é hora de procurar tratamento.

Saiba que todos nós reagimos de maneira diferente ao estresse. Porém, oferecer empatia e cuidado sem julgamento é sempre a melhor maneira de agir quando a pessoa estiver sobrecarregada.

Vale lembrar que, mesmo que você queira aprender como ajudar uma pessoa estressada, nem sempre é possível “salva-la” sozinho. Se as coisas estão saindo de controle, faça a pessoa reconhecer que precisa da ajuda de um profissional. Apresente um plano eficaz para lidar com o estresse e mostre como isso pode fazê-lo se sentir bem melhor.

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Fonte:https://www.talkspace.com/blog/2018/04/when-your-partner-is-stressed/

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Fim de um relacionamento: Por que o término é tão difícil?

É muito comum que os relacionamentos tenham começo, meio e fim.. mas então por que sofremos tanto quando uma relação acaba? Entenda mais sobre o luto do fim da relação.

O fim de um relacionamento nunca é algo fácil. Mesmo quando as pessoas já esperam pelo fim e não querem mais permanecer numa relação, o término costuma vir acompanhado de sentimentos como tristeza, angústia, medos, etc..Mas por que isso acontece? Por que é tão doloroso terminar um relacionamento?

Luto no término do relacionamento

Quando um relacionamento chega ao fim, é muito comum sentirmos uma sensação de perda, como se uma parte de nós fosse embora junto com aquela relação que se vai, e isso pode ser muito sofrido.

Este período acontece porque nós nos acostumamos com a rotina daquela relação. Isso significa dizer que não necessariamente você sentirá falta da pessoa em si, mas sim dos momentos que compartilhou com ela, dos dias em que tinha alguém para conversar e sair, de ter alguém sempre por perto…

Por que ficamos de luto?

O luto que sentimos após o fim de um relacionamento tem origem nos medos universais – medos que nascem com toda a humanidade e podem aparecer em maior ou menor grau dependendo da pessoa. Eles são acionados quando terminamos um relacionamento.

São três medos universais:

  • Medo do abandono (medo de perdermos alguém)
  • Medo do não merecimento e da auto-estima (medo de não merecer o amor de alguém
  • Medo da confiança (medo de ser traído)

Como superar o fim de um relacionamento

Segundo a terapeuta do FalaFreud, Dayane Fagundes, ao terminar um relacionamento, você deve buscar o autoconhecimento. Assim, você poderá entender os medos e inseguranças que permeiam o fim da relação. Entenda porque aquele relacionamento era tão importante na sua vida e porque o término está te causando tanto sofrimento.

A terapia pode ser uma ótima forma de lidar melhor com o fim de uma relação. Além disso, ela pode fazer com que o término aconteça de forma mais fácil e menos sofrida.

Confira o vídeo sobre o fim de um relacionamento com a terapeuta Dayane Fagundes:

No ​FalaFreud, você pode conversar com um psicólogo com todo o conforto e a segurança de estar dentro de casa. Conheça nossos profissionais!

Como evitar que o “vício no celular” atrapalhe sua relação

É inegável que a tecnologia mudou a forma como nos comunicamos uns com os outros – pense em todas as pessoas do seu passado que você nunca mais interagiria se não fosse pelo Facebook, por exemplo. Porém, ao mesmo tempo que as redes sociais e os apps nos smartphones nos aproximam de pessoas distantes, eles podem ter o efeito oposto com pessoas mais íntimas.

Uma pesquisa feita na Universidade de Baylor, nos Estados Unidos, revelou que o “vício no celular” é de fato prejudicial aos relacionamentos amorosos. O estudo levou em consideração o “phubbing” – o termo é a junção entre as palavras phoning (“falar ao telefone”) e snubbing (“esnobar/ignorar”), o que significa deixar de prestar atenção em alguém por causa do telefone.

Para evitar que o vício no celular atrapalhe sua relação, preparamos algumas dicas importantes que devem ser seguidas; Confira!

Dica 1: Limite seu tempo nas redes sociais

Esteja atento ao seu(sua) parceiro(a) e ao tempo que dedica a ele(a). Passar muito tempo ao telefone, em vez de dar atenção a pessoa que está com você, pode fazer com que ela se sinta sem importância e desvalorizada. Uma boa dica, portanto, é limitar a quantidade de minutos que você passa por dia no telefone.

Dica 2: TENHA MAIS conversas presenciais

Ter uma boa comunicação é fundamental para o sucesso de uma relação. E isso pode não funcionar se a conversa de vocês for apenas virtual e/ou sem transparência. Dedique 15 a 20 minutos algumas vezes por semana para melhorar a comunicação de vocês. É fundamental estabelecer um diálogo onde tudo pode e deve ser conversado abertamente. 

DIca 3: Dê ao outro privacidade e exija a sua também

Não é necessário conhecer todos os detalhes sobre os pensamentos e as atividades diárias do seu parceiro. Sendo assim, evite bisbilhotar os perfis das redes sociais da pessoa procurando encontrar pistas sobre ela. Na maioria das vezes não se trata de esconder, mas apenas manter a individualidade e privacidade em conversas com amigos ou família. Portanto, não confunda não haver segredos entre vocês com privacidade., são coisas totalmente diferentes.

É verdade que as redes sociais são uma ótima forma de se comunicar com todos os tipos de pessoas. Porém, por mais tentador que seja permanecer conectado, saber a hora de se desconectar e curtir sua relação pode ser ainda mais benéfico e evitará possíveis desgastes em seus relacionamentos íntimos.

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Fonte:https://www.talkspace.com/blog/2015/09/4-tips-to-stop-social-media-from-killing-your-intimate-relationship/