Por que alguns casais continuam juntos mesmo infelizes?

Entenda as razões escondidas que fazem com que alguns casais continuem juntos mesmo infelizes

São muitas as razões pelas quais homens e mulheres permanecem em relacionamentos mesmo quando estão infelizes. Desafios financeiros e filhos são os dois principais motivos mais frequentes, porém, existem outras razões por trás. Entenda a seguir porque casais continuam juntos mesmo infelizes.

A culpa de terminar uma relação

Novas pesquisas sugerem que muitos relacionamentos se mantém não devido aos próprios sentimentos da pessoa, mas em função dos sentimentos dos parceiros. Em outras palavras, você pode até querer deixar o relacionamento, mas, por se preocupar em como isso afetaria negativamente o seu parceiro, você continua nesse relacionamento.

Assim, um fator que parece estar muito presente nesse tipo de relação é a culpa. Isto é, uma emoção que envolve sentir-se responsável ou com remorso por como o parceiro irá se sentir, como, por exemplo, terminar o relacionamento quando a outra pessoa quer continuar naquela relação.

De onde vem esse sentimento?

Se você se identifica ou conhece casais que continuam juntos mesmo infelizes para suprir um sentimento de culpa, saiba que existem diferentes variações desse sentimento. Assim, é preciso entender de onde vem essa culpa.

Muitos indivíduos que lutam contra esses sentimentos nos relacionamentos, por exemplo, foram treinados inconscientemente por seus pais no início da vida para sentirem tal culpa. Isso porque, alguns pais criam crianças propensas a se sentirem culpadas, na medida em que treinam seus filhos a se concentrarem nos sentimentos e necessidades dos outros, como deles mesmo. 

Sua preocupação com o outro é realmente genuína?

Como vimos, a razão na qual muitos casais continuam juntos mesmo infelizes é devido a culpa que eles sentem de largar o parceiro. Porém, essa culpa é de fato uma preocupação com o outro ou é um medo inconsciente seu?

Isso significa dizer que, algumas vezes, esse sentimento de culpa no fundo reflete sentimentos inconscientes do próprio indivíduo. Pode ser, por exemplo, o medo de ficar sozinho ou de não encontrar um novo parceiro. Porém, como um mecanismo de defesa para evitarem olhar para esse sentimento, essas pessoas colocam a “culpa” no outro.

Assim, em vez de assumirem que não saem da relação por medos e inseguranças pessoais, elas colocam a culpa no outro, como se fosse o outro que não pudesse suportar aquilo.

Como se livrar desse sentimento

Se você permanece em relacionamentos infelizes, investigue de forma mais honesta possível quais razões emocionais o levam a agir assim. Pergunte a si mesmo porque você tem esse sentimento de culpa.  Reveja se você não está projetando seus próprios sentimentos para outra pessoa. Isto é, será mesmo que é a outra pessoa que vai ficar mal dessa forma? Ou trata-se no fundo da sua própria ansiedade quanto a ser solteiro ou sentir-se solitário?

PROCURE AJUDA DA TERAPIA

Agora que você conhece alguns dos motivos que fazem com que casais continuam juntos mesmo infelizes, saiba que a terapia pode te ajudar. Isso porque, a terapia pode ser uma excelente forma de entender melhor esse sentimento. Além disso, o processo poderá te trazer autoconhecimento e autonomia para tomar melhores atitudes e melhorar sua qualidade de vida.

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Fonte:https://www.psychologytoday.com/intl/blog/insight-is-2020/201811/hidden-reason-why-some-stay-in-unhappy-relationships

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Como ajudar uma pessoa estressada? Veja as dicas!

O estresse está por todo lugar. No trabalho, nas escolas, nas relações…Mas você sabe como ajudar uma pessoa estressada? Confira algumas dicas do que fazer! 

Da mesma forma que nós experimentamos esses sentimentos, isso pode acontecer com nosso(a) parceiro(a), amigos ou familiares. Quando isso acontece, é preciso saber lidar da melhor forma, para que não prejudique o seu relacionamento e torne-o exaustivo. Veja a seguir algumas dicas para como ajudar uma pessoa estressada. 

1.Ouça sem julgamentos e valide os sentimentos da pessoa

Quando estamos estressados e procuramos outra pessoa para desabafar, na maior parte das vezes não estamos buscamos conselhos, mas sim que nossos sentimentos sejam ouvidos e validados.

Portanto, ao ouvir os desabafos da pessoa, seja um bom ouvinte e, principalmente, não tente dizer a maneira correta na qual ele(a) deveria ter agido. Reconheça que somos todos diferentes e cada indivíduo reage ao estresse de uma forma. O importante é ter empatia e saber escutar o outro.

Portanto, se você não sabe como ajudar uma pessoa estressada, a primeira dica é: evite controlar como ela reage ao estresse. Apenas permita que ele se sinta seguro com você; seja um porto na tempestade.

2.Mostre seu interesse em ajudar

Há muitas maneiras de expressar preocupação ou cuidado com o outro. No entanto, às vezes a pessoa pode não querer discutir diretamente o que está incomodando. Porém, isso não significa que você não possa fazer pequenas coisas para mostrar que está ciente dos sentimentos dela e que quer ajudá-la a diminuir o estresse.

Expressar cuidado e preocupação de diversas maneiras pode ter um impacto poderoso na relação e ser muito positivo. Coisas pequenas como preparar uma refeição no final de um dia difícil pode ajudá-la a sentir bem melhor. 

3.Aprenda a identificar o estresse

Nem todo mundo gosta de falar quando está estressado e por isso pode ser importante para você aprender a reconhecer os sinais de estresse que seu parceiro dá. Muitas vezes, isso será sinalizado por uma mudança de hábitos – algo que você será capaz de detectar já que conhece seu parceiro intimamente.

Mudanças nos hábitos alimentares ou de sono, dores de cabeça recorrentes ou dores de estômago, incapacidade de se concentrar ou completar tarefas são algumas das questões que indicam que o estresse pode estar presente. Assim, se você reconhecer alguns desses sinais na pessoa, esteja ciente de que o estresse pode ser a causa.

4.Reconheça que homens e mulheres podem VIVENCIAR O ESTRESSE de formas diferentes

As diferenças em como homens e mulheres lidam com o estresse são generalizadas, é claro, mas é importante reconhecer que essas diferenças podem ajudar você ou o seu cônjuge a identificar quando um dos dois está estressado.

Homens e mulheres costumam reagir de maneira diferente ao estresse devido aos hormônios do estresse. Enquanto as mulheres prestam mais atenção a sentimentos e emoções, os homens costumam mostrar mais interesse em ações. Assim, uma mulher geralmente prefere receber conforto e amor na forma de apoio emocional e retenção. Já o homem é frequentemente mais aberto para receber assistência com atividades ou outras saídas físicas. (Contudo, ressaltamos que isso pode não acontecer dessa forma, uma vez que cada caso é um caso).  

5.Cuide de você antes para poder cuidar do SEU parceiro

Antes de saber como ajudar uma pessoa estressada, é preciso cuidar de si mesmo. Ou seja, antes de tudo, precisamos ter auto-cuidado para sermos fortes o suficiente quando os outros precisarem de nós.

O autocuidado pode vir em forma de exercício físico, meditação e terapia. É importante ter pelo menos uma pessoa fora do seu relacionamento (um terapeuta, por exemplo) para contar sobre o que está acontecendo com seu parceiro. Isso não só vai ajudar a te enxergar os problemas através de uma nova perspectiva, como evitará que você adicione mais estresse aos níveis de estresse já aumentados do outro.

6.Se os níveis de estresse se tornarem incontroláveis, ORIENTE seu parceiro a procurar ajuda externa

Nem você nem o outro podem fazer isso sozinhos. Se o nível de estresse da pessoa estiver prejudicando ou causando altos níveis de ansiedade, é hora de procurar tratamento.

Saiba que todos nós reagimos de maneira diferente ao estresse. Porém, oferecer empatia e cuidado sem julgamento é sempre a melhor maneira de agir quando a pessoa estiver sobrecarregada.

Vale lembrar que, mesmo que você queira aprender como ajudar uma pessoa estressada, nem sempre é possível “salva-la” sozinho. Se as coisas estão saindo de controle, faça a pessoa reconhecer que precisa da ajuda de um profissional. Apresente um plano eficaz para lidar com o estresse e mostre como isso pode fazê-lo se sentir bem melhor.

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Fonte:https://www.talkspace.com/blog/2018/04/when-your-partner-is-stressed/

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Fim de um relacionamento: Por que o término é tão difícil?

É muito comum que os relacionamentos tenham começo, meio e fim.. mas então por que sofremos tanto quando uma relação acaba? Entenda mais sobre o luto do fim da relação.

O fim de um relacionamento nunca é algo fácil. Mesmo quando as pessoas já esperam pelo fim e não querem mais permanecer numa relação, o término costuma vir acompanhado de sentimentos como tristeza, angústia, medos, etc..Mas por que isso acontece? Por que é tão doloroso terminar um relacionamento?

Luto no término do relacionamento

Quando um relacionamento chega ao fim, é muito comum sentirmos uma sensação de perda, como se uma parte de nós fosse embora junto com aquela relação que se vai, e isso pode ser muito sofrido.

Este período acontece porque nós nos acostumamos com a rotina daquela relação. Isso significa dizer que não necessariamente você sentirá falta da pessoa em si, mas sim dos momentos que compartilhou com ela, dos dias em que tinha alguém para conversar e sair, de ter alguém sempre por perto…

Por que ficamos de luto?

O luto que sentimos após o fim de um relacionamento tem origem nos medos universais – medos que nascem com toda a humanidade e podem aparecer em maior ou menor grau dependendo da pessoa. Eles são acionados quando terminamos um relacionamento.

São três medos universais:

  • Medo do abandono (medo de perdermos alguém)
  • Medo do não merecimento e da auto-estima (medo de não merecer o amor de alguém
  • Medo da confiança (medo de ser traído)

Como superar o fim de um relacionamento

Segundo a terapeuta do FalaFreud, Dayane Fagundes, ao terminar um relacionamento, você deve buscar o autoconhecimento. Assim, você poderá entender os medos e inseguranças que permeiam o fim da relação. Entenda porque aquele relacionamento era tão importante na sua vida e porque o término está te causando tanto sofrimento.

A terapia pode ser uma ótima forma de lidar melhor com o fim de uma relação. Além disso, ela pode fazer com que o término aconteça de forma mais fácil e menos sofrida.

Confira o vídeo sobre o fim de um relacionamento com a terapeuta Dayane Fagundes:

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Como evitar que o “vício no celular” atrapalhe sua relação

É inegável que a tecnologia mudou a forma como nos comunicamos uns com os outros – pense em todas as pessoas do seu passado que você nunca mais interagiria se não fosse pelo Facebook, por exemplo. Porém, ao mesmo tempo que as redes sociais e os apps nos smartphones nos aproximam de pessoas distantes, eles podem ter o efeito oposto com pessoas mais íntimas.

Uma pesquisa feita na Universidade de Baylor, nos Estados Unidos, revelou que o “vício no celular” é de fato prejudicial aos relacionamentos amorosos. O estudo levou em consideração o “phubbing” – o termo é a junção entre as palavras phoning (“falar ao telefone”) e snubbing (“esnobar/ignorar”), o que significa deixar de prestar atenção em alguém por causa do telefone.

Para evitar que o vício no celular atrapalhe sua relação, preparamos algumas dicas importantes que devem ser seguidas; Confira!

Dica 1: Limite seu tempo nas redes sociais

Esteja atento ao seu(sua) parceiro(a) e ao tempo que dedica a ele(a). Passar muito tempo ao telefone, em vez de dar atenção a pessoa que está com você, pode fazer com que ela se sinta sem importância e desvalorizada. Uma boa dica, portanto, é limitar a quantidade de minutos que você passa por dia no telefone.

Dica 2: TENHA MAIS conversas presenciais

Ter uma boa comunicação é fundamental para o sucesso de uma relação. E isso pode não funcionar se a conversa de vocês for apenas virtual e/ou sem transparência. Dedique 15 a 20 minutos algumas vezes por semana para melhorar a comunicação de vocês. É fundamental estabelecer um diálogo onde tudo pode e deve ser conversado abertamente. 

DIca 3: Dê ao outro privacidade e exija a sua também

Não é necessário conhecer todos os detalhes sobre os pensamentos e as atividades diárias do seu parceiro. Sendo assim, evite bisbilhotar os perfis das redes sociais da pessoa procurando encontrar pistas sobre ela. Na maioria das vezes não se trata de esconder, mas apenas manter a individualidade e privacidade em conversas com amigos ou família. Portanto, não confunda não haver segredos entre vocês com privacidade., são coisas totalmente diferentes.

É verdade que as redes sociais são uma ótima forma de se comunicar com todos os tipos de pessoas. Porém, por mais tentador que seja permanecer conectado, saber a hora de se desconectar e curtir sua relação pode ser ainda mais benéfico e evitará possíveis desgastes em seus relacionamentos íntimos.

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Fonte:https://www.talkspace.com/blog/2015/09/4-tips-to-stop-social-media-from-killing-your-intimate-relationship/

Relacionamentos: terapeuta desvenda 7 mitos sobre o assunto

Manter um relacionamento não é uma tarefa simples, exige paciência, cuidado e compreensão de ambas as partes para que a relação funcione bem. Não é à toa que conflito no relacionamento é uma das causas que mais faz com que as pessoas busquem a terapia. 

Como já não é algo fácil, para te ajudar a lidar melhor com as suas relações, listamos abaixo sete mitos sobre relacionamentos – frases e ideias que as pessoas acreditam ser verdade, mas não passam de crenças erradas. 

Mito 1: “Existe um jeito certo de agir em um relacionamento”

Relacionamentos são interações complicadas e dinâmicas, e cada relação funciona de uma forma diferente. O modelo de criação dos nossos pais na infância – seja ele bom ou ruim – vai influenciar muito no modo como vamos agir nos nossos relacionamentos íntimos. Entramos em uma relação cheios de expectativas e crenças pessoais.

Nem sempre as expectativas que o seu parceiro tem sobre o relacionamento serão iguais as suas, por isso é muito importante alinhar isso com a pessoa e conversar sobre o que esperam um do outro.

Mito 2: “Todo mundo deve ter um relacionamento amoroso para ser feliz”

Culturalmente, criamos a expectativa de que todos devem estar em um relacionamento amoroso para serem felizes. Isso cria muita ansiedade e estresse nas pessoas à medida que envelhecem e pode até mesmo contribuir para aumentar o isolamento social.

A realidade é que nem todo relacionamento durará para sempre, e estar em um relacionamento amoroso não é o único tipo de relacionamento que pode trazer sentido à sua vida.

Mito 3: “Você pode consertar a incompatibilidade sexual”

Dificuldades sexuais são muitas vezes uma grande parte da insatisfação no relacionamento e vale dizer que há uma grande diferença entre ter sexo ruim e ser sexualmente incompatível. Muitas pessoas acreditam que você pode consertar a incompatibilidade sexual, mas a maioria dos especialistas em sexo e relacionamentos lhe dirá que isso não é 100% verdade. 

Claro, há coisas que você pode fazer para melhorar o sexo com o seu parceiro, e um terapeuta sexual poderá ajudá-lo a explorar essas opções. Porém, não pense que existe uma forma de “consertar” uma incompatibilidade do casal.

Mito 4: “casais felizes não brigam”

Todo relacionamento enfrentará eventualmente alguma forma de conflito. Claro que uma quantidade alta de brigas pode ser prejudicial para a relação, mas isso não significa que seu relacionamento deve ser 100% harmonioso.

O truque para manter um relacionamento saudável através do conflito é aprender formas de comunicação não violenta e saber a forma correta de expor suas opiniões, sem agredir o outro.

Mito 5: “Existe uma frequência certa que o casal deve fazer sexo”

Há uma pressão da sociedade que bate muito na tecla do desempenho e  do desejo sexual, o que faz com que muita gente questione sua relação. Porém, a realidade é que não há uma maneira de definir o que é “certo” sexualmente. Se o comportamento é consensual entre todas as partes envolvidas e você e seu parceiro se sentem realizados, então é isso que importa.

O importante é que você e seu parceiro sejam compatíveis e se divirtam sexualmente, independente da frequência.

Mito 6: “Você tem que namorar com a pessoa por um número x de anos antes de casarem ou morarem junto”

Não há uma pesquisa definitiva que indique a quantidade específica de tempo que um casal precisa estar junto antes de decidir morar junto ou casar. Geralmente, os especialistas recomendam alguns anos de convivência para conhecer melhor o parceiro, mas sempre há exceções à regra. 

Mas uma dica aos que pensam em oficializar a relação, é que uma das maiores características das relações duradouras é o autoconhecimento individual e um nível alto de consciência. Se você puder trazer o que aprendeu sobre si mesmo e suas necessidades de relacionamentos anteriores para o seu atual, é provável que você use essas informações para trabalhar com seu parceiro para solucionar mais facilmente os conflitos.

Mito 7: “Viver juntos antes do casamento só servirá para causar uma separação/divórcio”

É importante lembrar que ser casado não é um desejo comum a todos, mas, para aqueles que procuram viver essa experiência, não existe jeito certo de fazer isso.

Uma pesquisa feita nos estados unidos mostrou que quase metade dos casais americanos moram juntos antes do casamento por diversos motivos e períodos de tempo. Isso, juntamente com a atual taxa de divórcio de 40-50%, fez com que muitas pessoas pensassem que morar junto antes do casamento pudesse aumentar as chances de divórcio no futuro.

Pode haver alguma verdade nessa crença, mas não é 100% correto afirmar isso. Seria preciso observar de perto os casais individualmente, entender o nível de comprometimento de cada um antes de viverem juntos e suas razões para viver juntos antes do casamento.

A comunicação honesta é fundamental em uma relação e, se você e seu parceiro estão tendo dificuldades nessa área, um terapeuta de casal poderá ajudá-los. O profissional poderá mostrar a vocês recursos para uma relação mais saudável e estável. 

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Fonte: https://www.talkspace.com/blog/2018/02/7-relationship-myths-debunked-by-a-therapist/

Como saber se o seu relacionamento acabou

Veja 5 perguntas que você deve fazer antes de terminar

Terminar um namoro pode ser muito doloroso. Além do turbilhão de sentimentos que vem à tona, às vezes ainda há uma dúvida se o relacionamento está apenas passando por uma fase difícil ou se ele realmente chegou ao fim. Para te ajudar neste momento angustiante, selecionamos algumas perguntas que vão te ajudar a perceber se você está mesmo pronto para seguir em frente. Continue lendo “Como saber se o seu relacionamento acabou”