Como ’13 Reasons Why’ nos alerta das metáforas do desespero adolescente

“Oi, é a Hannah. Hannah Baker.”

Assim começam as últimas palavras da protagonista de 13 Reasons Why, produção original da Netflix que estreou na última sexta-feira (31).

Nó na garganta para uns, ameaça para outros, a desconfortável despedida de Hannah é um convite urgente da série para pensarmos os efeitos das palavras na vivência adolescente em um contexto de emoções subestimadas.

A gravação, deixada em analógicas fitas K7, lista os 13 motivos pelos quais Hannah, de 17 anos, decidiu terminar seu sofrimento com um suicídio. Cada motivo corresponde a um episódio.

Apesar de este texto conter alguns spoilers, o suicídio não é um deles. É a premissa da narrativa, baseada no livro homônimo de Jay Asher, de 2007, e que no Brasil foi lançado com o título Os 13 Porquês (Ática, 2009).

Enquanto o colega Clay Jensen, de 17 anos, ouve as fitas, acompanhamos a trajetória de Hannah, do próprio Clay e de alguns alunos na Liberty High School e nos espaços que orbitam a escola de ensino médio, como a lanchonete frequentada por eles (Monet’s), as festas e as casas de cada um.

Dois lares são especialmente abordados: o dos pais de Hannah, enlutados e marcados pela ausência brutal da única filha, e da família de Clay, cujos pais tentam traçar alguma comunicação com o filho que nada revela.

DIVULGAÇÃO/NETFLIX

Com sua trama e linguagem adolescentes, 13 Reasons Why à primeira vista pode parecer uma novelinha de angústias particulares, mas desenvolve profundidade e temáticas obrigatórias não só para pais de crianças e adolescentes, como também para a sociedade como um todo.

Nos EUA, a assustadora recorrência de tiroteios em escolas nos leva a pensar em um problema localizado, mas o bullying e o cyberbullying presentes nos colégios brasileiros estão relacionados a desfechos igualmente trágicos, como automutilações, agressões e assassinatos.

Mais do que alarmante, a narrativa é uma tentativa de entendimento do suicídio para fins preventivos e também reflexivos. Sinais que passam despercebidos, metáforas de desespero não assimiladas e sofrimento silenciado costumam vir à tona tardiamente como pedido de ajuda, gerando ainda mais angústia diante do irreversível.

Longe da ficção, Sue Klebold, mãe de Dylan Klebold, um dos adolescentes responsáveis pela tragédia na escola americana Columbine, em 1999, se recrimina por não ter percebido as intenções do filho que, antes de se suicidar, atirou e matou colegas da escola:

Seus amigos mais próximos, garotos com quem ele conviveu todos os dias durante anos, não sabiam quanto ele estava desesperado. Alguns se recusam a acreditar nessa caracterização até hoje. Mas eu era a mãe dele. Eu deveria saber.Sue Klebold, no livro ‘O Acerto de Contas de uma Mãe – A Vida Após a Tragédia de Columbine’

O suicídio pressupõe uma dolorosa especulação: por que uma pessoa amada resolve desistir da própria vida? Em um dos momentos mais comoventes da série, a mãe de Hannah, Olivia, lamenta a ausência de um bilhete que dê algum tipo de justificativa para a decisão da filha.

Nem Olivia nem o marido, Andy, conseguem conciliar a memória que tinham da garota com o presente devastador que agora precisam enfrentar. Para tentar suprir essas lacunas, entram na Justiça pedindo a responsabilização da escola.

13 Reasons Why não deixa de ser um preenchimento ficcional em cima de uma angústia, uma fantasia de explicação que permite dar sentido ao que aconteceu — pois na vida real não temos tais respostas, mesmo quando bilhetes ou posts nas redes sociais são deixados.

Transbordamento sem aviso prévio

Nas 13 motivações de Hannah, narradas como acontecimentos que vão aumentando a falta de perspectiva no futuro, o suicídio não é apontado como desfecho dramático de um acontecimento único, como o cyberbullying de uma foto mal-intencionada, uma humilhação na frente de toda a classe ou o fim de um relacionamento. “O suicídio é o desfecho de uma série de fatores que se acumulam na história do indivíduo”, esclarece a Associação Brasileira de Psiquiatria.

A ideia suicida vem do acúmulo de situações, como um copo que vai se enchendo e que transborda com uma gota d’água (a perda de um emprego, por exemplo), levando à sensação de total impotência e desespero, explicaram ao HuffPost Brasil os voluntários do Centro de Valorização da Vida (CVV), que há 55 anos atua na prevenção do suicídio no Brasil.

“Dificuldades financeiras, assim como guerras, ditaduras e outros cenários críticos podem ser fatores de pressão externa e ‘adicionar água ao copo’ de muitas pessoas, mas não podem ser apontados como motivos exclusivos de suicídio. Cada pessoa tem um limite próprio e reage de maneira diferente aos mesmos estímulos, então é essencial sempre encontrar maneiras de ‘esvaziar o copo’ antes que chegue na borda.”

Esvaziar o copo, porém, passa pelo reconhecimento de que este esteja cheio, e na vivência adolescente, em que as emoções particulares de cada um ficam obscurecidas, camufladas ou disfarçadas, o transbordamento chega sem aviso prévio.

Comportamentos que poderiam ser interpretados como sinais, como o silêncio ou a agressividade, são reduzidos à faixa etária: “isso é fase, vai passar”. Como se a adolescência em si justificasse os sintomas apresentados…

A transição de uma criança para o universo adulto jamais deveria ser tratada como banal, e esta parece ser a maior contribuição de 13 Reasons Why.

No mundo adulto da independência e das responsabilidades cabem a raiva, a tristeza, o medo e a dissimulação. Por que haveria de ser diferente no “não-lugar” que é a adolescência, esse período da vida em que um pé está no infantil, e o outro ensaia passos adultos?

A intensidade dos sentimentos tem resposta proporcional à maneira como as pessoas reagem ao que é dito para elas. Uma ofensa em um vulnerável período de constituição da identidade faz reverberar inseguranças e frustrações, e só mesmo a ressignificação daquilo que machuca poderia dar ou devolver o sentimento de integridade.

Hannah tenta colocar em palavras, para destinatários específicos, as suas motivações. Curiosamente, ao terminar a fita 12, Hannah sente certo sentido em viver. Mas o que ocorre é a mortal impossibilidade de conseguir conversar com os pais, com Clay ou com o conselheiro da escola.

Ela não encontrou escuta para seu sofrimento nem insistiu em tentar comunicá-lo, muito possivelmente por não saber colocá-lo em palavras.

Crianças invariavelmente recorrem aos jogos e brincadeiras para expressar o que se passa em seus mundos internos. Nem a mais aparente eloquência de um adolescente, porém, pode garantir que ele consiga dar vazão às suas emoções. Ao mesmo tempo, a escola dela falhou em fazer a escuta sensível daquilo que não se consegue pronunciar.

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A Comunicação Indispensável

As redes sociais se apresentam como poderosos meios de comunicação, mas como vemos no cyberbulling de Hannah, também configuram novas formas de sofrimento e ressaltam, para mais pessoas, desamparos e desesperos alheios.

O público suplanta o íntimo, e prevalecem as aparências em detrimento de um interior necessitado, mas sem a gramática necessária para pedir ajuda.

Clay demonstra, em vida, essa falta de comunicação dos próprios sentimentos, reservando às lágrimas no chuveiro e à raiva as únicas possibilidades de extravasar seu (temporariamente) arruinado mundo particular.

Falar de suicídio é falar de prevenção; é dar nome ao que atormenta e ao que se apresenta como impossível. A cada dia, pelo menos 32 brasileiros se matam, segundo dados do Ministério da Saúde e da OMS.

A prevenção poderia salvar a vida de nove entre dez pessoas que hoje se suicidam. A produção da Netflix parece encampar essa mensagem com personagens que podem ser reconhecidos em escolas de todo o mundo.

O estímulo à prevenção surtiu efeitos, pelo menos no Brasil. Segundo o CVV, desde a estreia do série, os pedidos de ajuda ou de conversa enviados por e-mail aumentaram em mais de 100%, com 25 mensagens mencionando 13 Reasons Why.

Ainda que apresentada como série adolescente de mistério, com personagens carismáticos e algumas tiradas de humor, 13 Reasons Why não foge do incômodo e da perplexidade provocados por um suicídio. O tempo todo se especula em torno da narrativa de Hannah, até que o suicídio em si abruptamente nos coloca na posição de encarar o fato, a decisão, a dor e a finitude que vem com ele.

O que a ficção da série consegue é um debruçar nosso sobre o insuportável da realidade, sobre aquilo que não se diz, nem tampouco se escreve. Sobre a angústia da ausência de respostas, e sobre a inibição de perguntas que podem apontar novos caminhos diante do sofrimento insuportável, porém, reversível.

Como cão salvou da depressão única sobrevivente de desastre aéreo

Silvia Viruega é uma respeitada veterinária que chefiou o canil da Polícia Federal mexicana e hoje comanda um hospital público para animais na Cidade do México.

Mas sua trajetória de sucesso teve um grande obstáculo no meio do caminho, um evento traumático da qual só conseguiu se recuperar com uma ajuda externa inusitada.

Em entrevista ao programa Outlook da BBC, ela contou essa história. O evento traumático foi um acidente de avião, do qual foi a única sobrevivente.

O avião de pequeno porte, pilotado por seu namorado e que levava, além de Silvia, um amigo do casal, caiu durante um voo para Acapulco.

Seu namorado não tinha grande experiência, ainda estava em fase de acumular horas de voo.

“O avião teve uma falha mecânica”, conta Silvia.

Por um milagre, diz ela, não apenas sobreviveu ao acidente como saiu dele andando.

“Comecei a procurar por meu namorado. Vi o amigo dele, que não se mexia. O avião estava pegando fogo. Na minha cabeça, se estava viva e andando, todo muito teria a mesma chance”, recorda.

“Quando me colocaram na ambulância, ainda não tinha visto ele, fiquei aflita. Pensei comigo: espero que o levem para o mesmo hospital que eu.”

Já no hospital, quem apareceu para visitá-la foi a mãe do namorado, o que a deixou confusa. Queria saber por que não o haviam levado para o mesmo hospital. “O que realmente aconteceu era que o pai dele estava com ele no necrotério e a mãe comigo, me fazendo companhia”, diz.

Depois ela recebeu a visita do irmão e de amigos. Coube ao irmão dar a notícia: todo mundo tinha morrido no acidente, menos ela.

Silvia Viruega mostra foto do presente que mudou sua vida: Gary, um cão da raça Yorkshire Terrier igual à miniatura sobre a mesa dela.

 

A veterinária sofreu um traumatismo craniano, uma lesão na coluna, vários escoriações e fraturas no nariz e a fíbula direita. Passou uma semana no hospital, antes de ser transferida de volta à Cidade do México.

“Durante o retorno para a Cidade do México, eu estava muito abatida, chorando muito.”

Passou meses em reabilitação física – e tentando superar o trauma. “Meu cérebro estava 100% desconectado. Eu não estava tendo alucinações, nada disso, estava simplesmente em um estado de indiferença e nada importava para mim”, relata.

Presente da vida

Mas um dia ganhou, de presente, um cão da raça yorkshire terrier, que acabaria mudando sua vida.

“Nove meses depois do acidente, um amigo me deu um cachorro. Era um filhote, que imediatamente me fez pensar sobre a vida.”

Ela passou a se dedicar a Gary, o cachorro, que reacendeu nela vários interesses adormecidos e acabou se tornando “um dos melhores presentes que a vida já me deu”.

Para ela, o cachorro simbolizou um renascimento, uma nova fase do ciclo da vida: “Ele nasceu pequenino e eu tinha acabado de renascer, depois de algo horrível que tinha acontecido comigo”.

Gary a ajudou a perceber que estava se entregando a um mal oculto, que nem sabia ter. “Eu não tinha percebido que tinha depressão. Estava a toda hora tentando esconder… É muito difícil de aceitar isso. Acho que depende da habilidade que cada pessoa tem de enfrentar a depressão”.

Gary passou a ser companhia constante para tudo. Bastava acordar e ver o cachorro, que já encontrava ânimo para “fazer o que tinha que ser feito dentro do programa de reabilitação”.

Mas quando começou a levar Gary para passear, se deu conta do quanto perdeu em mobilidade por causa dos danos sofridos no acidente.

Silvia Viruega é uma das mais renomadas veterinárias do México (Foto: Clayton Conn)

“Quando levei Gary para caminhar, percebi que era muito lenta. Foi quando a realidade me atingiu, foi quando me dei conta de qual era o meu estado. Em outras palavras, eu estava bem mal.”

Gary esteve ao lado dela durante todo o tempo da difícil recuperação. “Por isso, para mim, ele é um ser tão especial”, diz.

Hoje, como diretora de um hospital para animais, ela diz ver casos como o dela quase todos os dias. “[Animais de estimação] são companhias para idosos solitários ou crianças que não falam. Há milhares de outros casos”, afirma.

Segundo ela, já foi provado cientificamente que ter animais de estimação ou ficar perto de animais traz até benefícios físicos como a redução de batimentos cardíacos e a liberação de endorfina, substância produzida pelo corpo humano que ajuda a dar a sensação de bem-estar.

Nova etapa

Depois que Gary a ajudou a sair da depressão, Silvia Viruega decidiu fazer um mestrado em Saúde Pública, Administração e Medicina Animal.

“Fiz o mestrado e, a partir daí, comecei a buscar projetos, trabalhos para continuar me sentindo viva, útil e para apreciar essa segunda oportunidade. Você fica mais sensível, menos indiferente”, afirma.

Hoje, Silvia Viruega sabe o nome e do que sofre cada um dos cães e gatos que estão no renomado hospital que ela dirige. Faz questão de falar da satisfação em poder recuperar a saúde de seus pacientes e de ver os donos dos animais saindo com eles andando novamente, salvos e estáveis.

Ela diz que se sente mais em casa na clínica que se sentia no canil da Polícia Federal, onde os cães eram treinados para achar drogas, bombas e corpos. Além disso, diz preferir as raças de cachorros pequenos. “Tenho em casa um chihuahua, além do yorkshire terrier”.

“A área sentimental da minha vida também renasceu”, conta. “Tenho um marido maravilhoso que, por coincidência, também é um piloto de avião; e uma filha pequena.”

Sobre a mesa de trabalho de Silvia, há miniaturas de diferentes raças de cães. Mas a que mais chama atenção é a de um yorkshire, igual ao seu.

“Gary me salvou e, de certa forma, me trouxe para onde estou agora. Ele me motivou para continuar.”

Não coloque a sua felicidade como um destino distante!

Pare de adiar a sua felicidade!

Aprender a ser feliz hoje é o grande segredo da vida. Valorize o que você tem hoje, ao invés de suspirar por sonhos e incertezas que talvez o futuro possa te trazer.

Seja feliz com seu cabelo liso, ou ondulado, com sua magreza, ou com seus quilos a mais. Seja feliz com sua saúde, ou com que resta dela, seja feliz com quem está junto de você, mesmo que geograficamente distante.

Se você não aprender a ser feliz hoje, agora, com tudo o que te sobra ou te falta, você jamais será feliz com nada que vier a conseguir.

A felicidade não está no que virá, mas no que você já possui.

Nenhum dinheiro, carro, ou cirurgias plásticas, ou carreira de sucesso, te fará verdadeiramente feliz. Prova disso são os vários ricos e famosos que vivem mergulhados em depressão e até se suicidam.

Decida ser feliz hoje, com um simples sorvete, um bom filme, um passeio, um banho relaxante. Seja feliz com você mesmo. Quem não consegue ser feliz com uma coxinha de frango, um ovo frito, um pastel ou um pudim, será depressivo saboreando caviar, lagosta e escargot.

Também não é o ambiente que tem o poder de te fazer feliz, mas são as suas boas emoções que transformam as circunstâncias ao teu redor.

Assim, você é a única pessoa capaz de te distanciar dos melhores momentos de sua vida, jogando-os sempre para um futuro incerto.

Então, pare de adiar sua felicidade. Não deixe mais a sua plena realização dependente das incertezas do amanhã, porque o futuro quase sempre chega virando nossos planos perfeitos de ponta cabeça.

Não coloque mais a sua felicidade como um destino distante, porque as pontes podem cair. Levante-se para ser feliz hoje, agora.

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fonte: https://osegredo.com.br/2017/02/nao-coloque-sua-felicidade-como-um-destino-distante/

4 SINAIS DE QUE ALGUÉM TEM DEPRESSÃO PÓS-PARTO

“O nascimento de um bebê pode desencadear uma confusão de emoções poderosas, de emoção e alegria até medo e ansiedade. Mas também pode resultar em algo que você pode não esperar – depressão.” – The Mayo Clinic

O nascimento de uma criança é um evento na vida de uma mulher que muitas vezes traz uma sensação de alegria esmagadora. Um sentimento exaltado de criar algo bonito e precioso. Esta alegria, apesar de quaisquer dificuldades que possam surgir antes ou depois do nascimento, provavelmente permanecerá durante toda a vida da mulher.

Mas como é bem conhecido até agora, as complicações antes e depois do nascimento são possíveis. Essas complicações podem ser extremamente difíceis, perplexas, frustrantes e até perigosas. Dificuldades durante a gravidez e após o nascimento podem tributar a saúde física e/ou mental da mulher, às vezes a um nível muito insalubre.

Algumas mães experimentam o que é conhecido como depressão pós-parto (DPP), tema deste artigo.

Aqui, discutimos quatro dos principais sinais de DPP reconhecidos pelos profissionais médicos. Também forneceremos algumas recomendações profissionais referentes ao tratamento de DPP.

Diferença entre DPP e “Baby Blues”

É vital fazer uma distinção entre duas condições similares, mas muito diferentes.

“Baby blues” é um termo comum usado para descrever os sentimentos de “preocupação, infelicidade e fadiga” que muitas mulheres experimentam depois de dar à luz. Os sentimentos acima mencionados são leves em comparação a depressão pós-parto, e geralmente se dissipam após uma semana ou duas.

DPP também evoca esses sentimentos, mas o grau em que eles são experimentados é ampliado. Além disso, outros sintomas geralmente surgem.

Também é importante entender que DPP é uma condição médica e mental reconhecida, e que é menos comum do que “baby blues”, mas mais comum do que se pode pensar.

Para entender a prevalência de DPP, considere que a condição ultrapassa os novos casos anuais americanos (masculinos e femininos) de: doença de Alzheimer, epilepsia, leucemia, esclerose múltipla, lúpus, leucemia, doença de Parkinson e tuberculose.

De acordo com Centers for Disease Control and Prevention (CDC), 11 a 20 por cento das mulheres que dão à luz todos os anos experimentam sintomas de DPP. Usando uma média de base de 15 por cento, este número equivale a cerca de 600.000 casos de PPD apenas nos Estados Unidos.

Aqui estão 4 sinais de depressão pós-parto:

1.Inabilidade ou falta de vontade para tomar decisões
A ansiedade é um sintoma quase universal daquelas com DPP – e é frequentemente extrema. Para mães de primeira viagem, essa ansiedade pode até parecer debilitante; tornando muito mais difícil tomar qualquer decisão.

Mas a tomada de decisão para aquelas com DPP muitas vezes envolve medo, também. Uma mulher com DPP já tem dificuldade de fazer escolhas, mas quando se trata de ter que decidir sobre algo relacionado ao cuidado do bebê (por exemplo, alimentação, nutrição), uma sensação de medo também pode surgir. Principalmente medo de fazer algo errado.

2.Crises de gritos ou ataques emocionais
Qualquer um que tenha experimentado a investida de emoções negativas trazidas pela depressão pode se relacionar a isto. Como com todos os sintomas relacionados com DPP, os sentimentos depressivos sentidos por aqueles com a condição são ampliados, tornando a pessoa mais suscetível aos seus efeitos.

A depressão severa altera drasticamente a composição química do cérebro, incluindo a serotonina – o neurotransmissor responsável pela estabilização do humor. Para as mães com DPP, esta alteração química do cérebro – combinada com o estresse inevitável que a maternidade traz – pode resultar em uma inundação esmagadora de emoções. Este acúmulo emocional pode se manifestar em ataques de choro, raiva, explosões verbais e outros comportamentos “erráticos”.

3.Exaustão, mas incapacidade de dormir
Para começar, as mães de primeira viagem muitas vezes não recebem uma quantidade adequada de sono. Alimentar e cuidar da criança durante a noite é uma rotina comum, afinal. Na maioria das circunstâncias, quando a criança está dormindo, a mãe irá aproveitar o momento para descansar.

No entanto, devido a uma infinidade de razões (incluindo as constantes desta lista), pessoas que sofrem de DPP relatam frequentemente a incapacidade de adormecer – uma condição conhecida como insônia.

Quando a mulher finalmente consegue adormecer, a qualidade do sono é muitas vezes pobre. Naturalmente, o (já sobrecarregado) cérebro não se recarrega assim; este ciclo complica ainda mais uma situação já difícil.

4.Pensar em machucar a si mesma ou o bebê
Embora este sinal seja provavelmente apenas um subproduto da atividade cerebral anormal, ainda mais exacerbado pelo estresse e ansiedade extrema, é considerado grave pelos profissionais médicos. Infelizmente, muitas pacientes são muito envergonhadas para procurar orientação sobre esses pensamentos.

Mas psiquiatras e clínicos são inflexíveis sobre procurar ajuda. Na verdade, muitas mulheres que procuraram ajuda receberam reafirmação imediata, sem mencionar um plano de tratamento que pode ajudá-las através deste momento difícil.

Tratamento da DPP

Felizmente, existem várias opções de tratamento para DPP. Os tratamentos mais comuns de envolvem terapia de conversa, aconselhamento, medicação, ou uma combinação dos três.

De acordo com a Mayo Clinic, depressão pós-parto geralmente dura por seis meses, com tratamento adequado. Como com qualquer outra condição de saúde mental, é essencial continuar o tratamento para a quantidade prescrita de tempo, mesmo depois de se sentir melhor.

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Traduzido pela equipe de O Segredo – Fonte: Power of Positivity

Eu sou Bipolar?

Tristeza profunda, apatia;
Irritabilidade, pensamento acelerado;
Dois lados de uma mesma moeda: depressão e mania. Se você se identifica com estes sintomas, procure investigar.

O transtorno bipolar de humor é uma doença crônica grave e debilitante. Mas tem tratamento e possibilidades inúmeras de vida em convívio com o diagnóstico. Quanto mais cedo inicia-se o tratamento, melhor, é claro.

Sejamos cuidadosos, no entanto, não é todo mundo que é bipolar. Ter dias bons e ruins, experimentar tristeza e alegria, alterar o humor durante o dia, não o qualifica com o transtorno. OK? Digo isso porque é comum em consultório o paciente questionar sobre isso: eu mudo muito de humor durante o dia, doutora, sou bipolar?

Existem alguns fatores que fazem com que o estado de humor das pessoas se alterem durante o dia, ou de uma semana para outra. É uma reação natural aos estímulos internos e externos que recebemos.
No caso das mulheres, por exemplo, as alterações hormonais durante o ciclo menstrual e durante a vida mesmo, podem ser um fator importante para aumentar a irritabilidade ou ocasionar choro sem motivo, entre outros sintomas.
Altos níveis de stress no trabalho, dificuldade financeira, perdas materiais ou pessoais, também podem alterar o humor. Bem como, conquistas e expectativas positivas podem deixar o humor melhor.

Sendo assim, o que é preciso observar inicialmente: meu estado de humor mudou com ou sem algum fator que ocasionou? Outro ponto, tenho o controle sobre meus sentimentos e atitudes? Está me causando sofrimento ou perturbando outras pessoas? Se responder isso sem dificuldades, pode ser sinal de que está tudo bem.

Então, como identificar o transtorno bipolar? Geralmente a pessoa que sofre com esse transtorno já passou por períodos de hipomania ou estados depressivos durante a vida, antes de ser diagnosticado.
Adolescentes que são muito cheios de energia, tem muitos projetos e não terminam nenhum, criativos e altamente desorganizados.
Ou ainda, aqueles que são isolados, muito quietos, sem amigos.
São casos que podem configurar hipomania ou depressão. Ainda assim, não o deixam debilitados a ponto de inviabilizar continuar estudando e seguindo a vida… Certo?
Ao iniciar a vida adulta, as responsabilidades e pressões aumentam, e então as crises começam a ficar mais aparentes.

Os episódios de mania ficam mais graves, apresentando compulsões, seja por compras, comida, sexo, álcool, drogas, ou até mesmo pelo trabalho ou pela religião. O objeto varia, mas o excesso é marcante no estado de mania. A falta de controle também. Assim como o sono cada vez mais escasso e o pensamento acelerado e embaralhado. Por fim, a pessoa começa a não dar conta das atividades e a sofrer com isso, ficando mais irritada.
Os episódios de depressão também podem se agravar, deixando a pessoa apática, sem energia para nada, inclusive fazer as atividades primárias como comer e tomar banho, os pensamentos suicidas costumam aparecer, junto com o discurso de desvalorização: “não sirvo para nada, só atrapalho as pessoas, o mundo estaria melhor sem mim”.

O transtorno bipolar é descrito com: ciclos de mania e depressão; ou com ciclos só de mania e equilíbrio, ou só depressão e equilíbrio. O que vai determinar esses ciclos são, além das questões bioquímicas do funcionamento cerebral da pessoa, os fatores psicológicos e sociais da vida dela. No entanto, o que é importante saber é que, uma vez diagnosticado pelo médico psiquiatra, o tratamento medicamentoso deverá ser contínuo. Tal qual acontece em outros casos de doença crônica, como pressão alta e diabetes.

Mas o que ocorre muitas vezes é que o estigma, ou preconceito, com o diagnóstico de um transtorno psicológico e que necessita de remédios controlados para seu tratamento, acabam fazendo a pessoa desistir ou não validar o tratamento: “Não sou louco!”

Aí entra a atuação do psicólogo. Além das medicações que devem ser tomadas com a regularidade prescrita pelo psiquiatra, o psicólogo é peça fundamental no tratamento. Primeiro para que a pessoa aceite o diagnóstico. Depois para que aprenda a lidar com os sintomas e com seus sentimentos relacionados a doença. Por fim, para manter o estado de bem estar e equilíbrio e seguir a vida, convivendo com o transtorno sem rótulos e julgamentos.
Outro lugar para o psicólogo é acompanhando a família do paciente bipolar. Conviver com a instabilidade das crises e a frustração de tantos altos e baixos pode ser muito difícil e desgastante. É necessário o apoio emocional para se manter também a sanidade da família como um todo.

Viver em equilíbrio é a melhor forma de viver. Portanto, não hesite em procurar ajuda profissional para alcançar isso, seja como for.

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– Joyce Goulart Magalhães

Síndrome de Pânico travando vidas

A síndrome de pânico consiste num transtorno de ansiedade, onde ocorrem ataques repetidos de medo intenso de que algo ruim possa acontecer a qualquer momento. De causa desconhecida, acontece em ambos os sexos, com prevalência maior nas mulheres, geralmente com sintomas que surgem antes dos 25 anos. Imprevisíveis, sem fato aparente que os justifiquem, os ataques de pânico acontecem de repente, podendo alcançar seu ápice entre 10 e vinte minutos, muitas vezes sendo confundidos com um ataque cardíaco. A partir daí a pessoa que teve o primeiro ataque passa a viver o receio de ter outros, o que piora o quadro.

A literatura acerca do ataque de pânico é unânime em dizer que a enfermidade surge de forma inesperada, sem motivo aparente que a justifique, gerando crises de medo e desespero. A pessoa acometida pelo ataque súbito de pânico, tem a nítida impressão de que vai morrer naquele exato momento, que mais se assemelha a um ataque cardíaco, uma vez que o coração dispara, gerando falta de ar, normalmente acompanhada de sudorese abundante, entre outros sintomas que variam de pessoa para pessoa. Vivenciada a primeira crise, o indivíduo passa a sofrer a iminência de ter outras crises, sem saber quando e onde estas poderão acontecer, o que gera uma grande ansiedade e insegurança, afetando sua qualidade de vida e comprometendo, muitas vezes, sua rotina.
A pessoa em crise de pânico experimenta uma ansiedade exagerada, desproporcional ao contexto, com uma sensação de que algo muito trágico vai acontecer, como morte súbita ou até enlouquecimento. Há pessoas que, durante o ataque, têm tanta certeza que vão morrer que chegam a se despedir das demais. Após a primeira crise de pânico, outras podem acontecer posteriormente, de maneira aleatória. Não há como prever a próxima crise, o que deixa a pessoa preocupada, gerando assim uma ansiedade antecipatória.

No tratamento desta enfermidade tem sido utilizada uma parte medicamentosa (antidepressivos e ansiolíticos), seguida de psicoterapia, geralmente de orientação comportamental, por ser mais eficiente nestes casos, ajudando o indivíduo a se expor, de forma gradual, às situações que causam pânico, a fim de que ocorra a desensibilização. Na abordagem comportamental, a ideia é diminuir o medo através da exposição gradual ao elemento causador do mesmo. Por exemplo, se o medo refere-se a um animal, o terapeuta começa mostrando as fotos desse animal, até que o medo vá diminuindo. Depois, coloca o paciente frente a esse animal. E assim, sucessivamente, até diminuir o pavor.

Alguns sintomas da crise de pânico são: palpitação ou ritmo cardíaco acelerado, sudorese, tremores ou abalos, sensações de falta de ar ou sufocamento, sensação de aperto na garganta, dor ou desconforto no peito, náusea ou desconforto abdominal, sensação de tontura, instabilidade, vertigem ou desmaio, sensações de irrealidade ou de estar distante de si mesmo, medo de perder o controle ou enlouquecer, medo de morrer, anestesia ou sensações de formigamento, calafrios ou ondas de calor, entre outros
A Psicoterapia pode ajudar o paciente acometido pela Síndrome de Pânico a lidar com os aspectos inconscientes que geram a doença, minimizando suas crises. Através do restabelecimento da confiança do indivíduo em si mesmo, a cura do pânico acontece, muitas vezes, sem a necessidade de medicamentos.

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-Goretti Lima

Pressão afeta saúde de bancários

Alterações nas estratégias das instituições financeiras estão entre as causas predominantes do estresse

O aumento da hostilidade nas condições de trabalho tem provocado piora na saúde física e mental dos bancários do país. A revelação faz parte de pesquisa de mestrado da Unicamp concluída em fevereiro último pela economista e ex-bancária Taíse Cristina Gehm. No estudo, ela aponta que diversas transformações nas instituições financeiras, sobretudo entre os anos de 1990 e 2000, contribuíram para o aprofundamento da pressão nas relações de trabalho entre os profissionais.
“Essa pressão no trabalho, resultado de constantes cobranças sobre vendas e metas, tem se tornado uma fonte de adoecimento dos bancários. As principais doenças estão relacionadas às LERs/ Dorts [Lesões por Esforço Repetitivo/ Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho] e doenças psíquicas”, aponta a pesquisadora, que trabalhou no extinto banco Nossa Caixa entre 2006 e 2007.
As causas predominantes do estresse no trabalho dos profissionais estão relacionadas com as alterações nas estratégias das instituições, iniciadas a partir da década de 1990. Taíse Gehm cita o aprofundamento do processo de automação; a externalização das atividades, como a terceirização e a introdução dos chamados correspondentes bancários; e o estabelecimento de metas sobre vendas. “O fim da inflação, a partir da década de 1990, provocou mudança na estrutura dos bancos. Com a estabilização da moeda, as instituições buscaram outras formas de rendimentos, adotando novas estratégias, que alteraram a própria natureza do que é ser bancário. A busca pela lucratividade e a redução de custos têm resultado em piores condições de trabalho, como maior pressão sobre os bancários e um ambiente de insegurança”, contextualiza a economista graduada pela Unicamp.
A pesquisa de Taíse Gehm foi conduzida junto ao Programa de Pós-Graduação do Instituto de Economia (IE), sob orientação do docente José Dari Krein. Ela realizou entrevistas qualitativas com bancários tendo como referência o Banco do Brasil (BB) e o processo de incorporação do Banco Nossa Caixa em 2009. O estudo foi financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).
Conforme a estudiosa, foram entrevistados trabalhadores do BB, dentre eles, bancários provenientes da Nossa Caixa. Ela informa que a investigação também se apoiou em levantamento do perfil dos profissionais dos bancos públicos, realizado a partir da Relação Anual de Informações Sociais e dos Relatórios Anuais do Banco do Brasil.
“A finalidade do estudo de campo foi captar a percepção dos bancários sobre as alterações ocorridas, e também entender o impacto disso na vida deles, com destaque para a saúde física e mental. O objetivo das entrevistas foi também identificar o sentimento dos bancários frente a essa incorporação”, justifica.
Na dissertação, são citados dados do Relatório Anual do Banco do Brasil, que demostram aumento de 42% nas taxas de lesões entre 2008 e 2011. Ao mesmo tempo, a taxa de dias perdidos apresentou pouca variação. Isso acontece, segundo a pesquisadora, porque os bancários doentes sentem-se pressionados a não faltarem e não se afastarem.
“Há forte cobrança de toda a equipe para que a produtividade seja mantida. A política adotada no BB faz com que a falta de um funcionário prejudique a equipe inteira. E quando um profissional se ausenta, o banco não envia outro funcionário para suprir a falta do funcionário doente”, critica.
Mudança no perfil Com as transformações no sistema das instituições financeiras, os bancários passaram de intermediários de transações para vendedores de produtos e serviços, afirma a economista da Unicamp. De acordo com ela, essa mudança no perfil dos trabalhadores tem implicado em cobranças diárias sobre o cumprimento de metas relacionadas a vendas de produtos e serviços.
“Um grande elemento das metas são as vendas, não que elas tenham um peso maior nos pontos da agência. Só que as vendas são importantes para o reconhecimento do funcionário, pois ele acaba tendo um melhor relacionamento. As entrevistas fortemente indicaram que as vendas são um componente para a progressão do funcionário no Banco do Brasil”, detalha.
“Atualmente, os bancários estão sendo chamados de ‘bancários vendedores’. São pressionados e cobrados a oferecer e vender produtos que, muitas vezes, consideram dispensáveis aos clientes. A principal questão é a venda, mas eles precisam dar conta dos trabalhos burocráticos e administrativos. Muitos profissionais se sentem frustrados”, completa Taíse Gehm.
A economista lembra que o fim dos ganhos com a inflação e o crescimento da renda da população impulsionaram os bancos a buscarem outras estratégias para elevar suas receitas. Entre elas, destacam-se a cobrança de tarifas e a venda de produtos e serviços, como seguros, consórcios, cartão de crédito, empréstimos, financiamentos e previdência privada.
Outro elemento que gera hostilidade nas relações de trabalho é o sistema de Participação nos Lucros e Resultados (PLR). Isso porque a PLR possui dois componentes: uma remuneração fixa e outra variável, relacionada diretamente com o cumprimento de metas.
“A PLR é definida por agência e não por funcionário. Se a agência bate a meta, vai ter uma PLR maior. Caso contrário, vai receber uma PLR menor. E o funcionário tem que se engajar para conseguir a pontuação. Isso é uma faca de dois gumes, porque ao mesmo tempo em que é coletivo, causa cobranças de colega a colega”, expõe.
Automação O uso crescente da tecnologia gerou aumento de produtividade e consequências negativas ao trabalho dos bancários. A pesquisadora da Unicamp considera que o avanço tecnológico e a racionalização produtiva estão associados ao movimento intenso de reestruturação bancária.
Ela exemplifica citando o sistema de comunicação eletrônica de dados, que substitui o atendimento tradicional nas agências bancárias. O objetivo, esclarece a investigadora, foi sedimentar uma estrutura administrativa mais enxuta, resultando em desemprego e pressões nas condições de trabalho.
“A automação reduz o tempo morto do trabalho, tornando a atividade mais intensa. A finalidade é o aumento da produtividade. Um bancário disse, por exemplo, que se sente no big brother porque o seu chefe não precisa estar perto dele, controlando. Ele faz isso online, pelo sistema do computador”, relata.
Terceirização e correspondentes Na busca por redução de custos, as instituições financeiras promoveram uma série de terceirizações. Houve também a possibilidade de realização de atividades fora das agências, com os serviços dos correspondentes bancários, exercidos por lotéricas, Correios e comércio.
“Essas medidas situam-se na lógica de busca por maiores lucros e aumento da competitividade. Como atividades terceirizadas no Banco do Brasil destacam-se a retaguarda e compensação, segurança, limpeza, digitação e o setor jurídico. Alguns bancos também terceirizam atividades de telemarketing”, exemplifica a ex-bancária.

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20 dicas para uma vida mais feliz

Viver é uma experiência maravilhosa! Porém, muitas pessoas discordam dessa afirmação alegando que a vida possui muitas dificuldades e que muitas pessoas já nascem desafortunadas. Parece contraditório, mas a vida não tem que ser desprovida de dificuldades para ser boa, afinal, é na superação dos problemas que o indivíduo cresce e se torna uma pessoa melhor. É vencendo as dificuldades que o ser humano experimenta a beleza da vida.

Ninguém seria feliz sem a sensação de alegria que uma vitória proporciona. Seria um marasmo não ter desafios, não conviver com as diferenças e as reclamações continuariam. Portanto, não é a presença dos problemas que faz com que a vida de uma pessoa seja ruim. E sim a forma como ela enxerga as dificuldades e o caminho que ela escolhe para percorrer. Sendo assim, todos são candidatos à felicidade, independente das suas dificuldades. Prova disso é o exemplo de pessoas que possuem tudo que o mundo classifica como “motivo” para ser feliz e ainda assim são infelizes. Em contrapartida, outros que passam por todas as dificuldades e mantêm o sorriso largo e a força para continuar. Baseado nisso, reunimos 20 dicas que contribuem para uma vida mais feliz.

  • Sorria

    – o sorriso abre oportunidades valiosos no relacionamento entre os indivíduos. Ele dissipa mágoas, aproxima as pessoas, é um ótimo terapêutico.

  • Seja gentil

    – tudo que você oferecer ao mundo, receberá de volta. Educação e gentileza fazem bem a quem oferece e a quem recebe.

  • Cuide da sua alimentação

    – não há felicidade sem saúde. Cuidar da alimentação é imprescindível para uma vida mais feliz.

  • Tenha um hobby

    – fazer o que gosta ativa pontos positivos no ser humano. Seja qual for a atividade, o hobby proporciona prazer e bem-estar.

  • Trabalhe com alegria

    – o trabalho ocupa grande parte da vida do indivíduo. Muitas pessoas passam mais tempo no ambiente de trabalho do que com a própria família. Sendo assim, construir uma boa relação neste ambiente é essencial. Comece essa construção e trabalhe com amor e alegria. Lembre-se que as mudanças podem partir de você. Não espere o outro.

  • Ajude a quem precisa

    – fazer o bem faz muito bem! Seja um trabalho voluntário ou atitudes diárias em casa e no trabalho, faça o bem a quem encontrar.

  • Tenha bons pensamentos

    – impossível ter uma vida feliz sem bons pensamentos. A pessoa maledicente e negativa atrai tristezas, afasta as pessoas e não tem condições de viver em harmonia.

  • Permita-se sonhar

    – quem não sonha, não muda a vida. Portanto, permita-se querer e lute por isso. Seja qual for o seu sonho, acredite e vá à luta.

  • Evite a culpa

    – ninguém é perfeito. Evite se culpar por tudo perdoando as próprias falhas, afinal, a culpa carrega em si muito sofrimento e angústia.

  • Organize seu tempo

    – a desorganização gera impaciência e descontentamento com a própria vida.

  • Faça atividades com quem ama

    – estar com quem se ama é por si só uma felicidade. Promova passeios com amigos, familiares e valorize cada momento que passarem juntos.

  • Aprecie a natureza

    – a natureza é uma bela expressão do amor de Deus. É também um motivo de grande felicidade, pois ela tem sido nossa maior fonte de sustentação, seja orgânica ou não. Contemple as belezas que a natureza oferece e sentirá o bem-estar que ela proporciona.

  • Elogie

    – faça o outro feliz e assim também se sentirá feliz.

  • Faça uma atividade física

    – segundo Ricardo Arida, Doutor em neurociência da USP: “atividade física traz felicidade e pode ser tão efetiva quanto antidepressivos”. Além disso, o exercício físico libera serotonina e dopamina, que auxiliam no combate ao estresse e à ansiedade.

  • Reclame menos

    – reclamar da vida e dos outros causa insatisfação geral. Evite olhar o lado ruim das pessoas e das situações.

  • Conheça novas pessoas

    – aumente o círculo social e a possibilidade de ter uma vida mais feliz aumentará também.

  • Viva o hoje

    – não é possível ser feliz vivendo preso ao passado. A vida acontece hoje. Portanto, liberte-se do ontem e aproveite o momento.

  • Agradeça

  • Conecte-se com Deus

    – Ele é a fonte infinita de amor. É Nele que beberemos da fonte pura. É Nele que encontraremos a verdadeira felicidade.

  • Ame

    – o amor, que é um sentimento que vem de Deus, proporciona a felicidade mais sincera que pode existir. Experimente amar e sentirás bem-estar.

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Mães superprotetoras criam filhos ansiosos

Mães super-protetoras estão sempre dando orientações excessivas aos seus filhos. Enquanto eles são crianças, querem até escolher suas roupas, mesmo quando eles já conseguem fazer isso sozinhos. O controle é tanto que alguns pais querem escolher os amiguinhos de seus filhos e com quem eles podem brincar.

Pais e mães corujas podem até pensar que isso é uma forma de proteção. Mas a falta de independência pode gerar diversos problemas no desenvolvimento infantil. Mães super-protetoras logo nos primeiros anos de vida da criança têm maiores chances de fazer com que seus filhos sejam ansiosos, de acordo com um novo estudo.

Pesquisadores da Universidade Macquarie, na Austrália, acompanharam 200 crianças ao longo de cinco anos. Eles descobriram que as crianças ansiosas e inibidas eram mais propensas a terem mães super-protetoras. A descoberta surpreende porque mostra que a ansiedade pode começar antes mesmo da adolescência, entre os 4 e 9 anos de idade, logo na época em que muitos pais querem mandar totalmente na vida de seus filhotes.

Os resultados do estudo também mostraram que filhos de mães ansiosas ou depressivas têm maior risco de desenvolver ansiedade na infância.

Os problemas vão além da ansiedade

Alguns pais continuam controlando a vida de seus filhos depois da infância, na adolescência e juventude. Os problemas ocasionados por essa proteção excessiva vão ainda além da ansiedade. Confira outros danos que podem ser gerados no desenvolvimento dos filhos de mães e pais corujas:

  • Além da ansiedade, a superproteção pode fazer com que crianças e adolescentes desenvolvam depressão, de acordo com um estudo da Universidade do Tennessee, nos EUA. Ligações constantes para os filhos e até mesmo checagens excessivas no Facebook para descobrir o que eles estão fazendo são sinais de alerta;
  • As crianças e adolescentes podem ficar neuróticos, menos abertos a novidades e mais vulneráveis, de acordo com um estudo da Keene State College, nos EUA;
  • As crianças sentem que não têm controle sobre as coisas. Afinal, seus pais tentam controlar quase todos os aspectos de suas vidas;
  • Filhos de pais coruja são mais propensos a se sentir com baixa autoestima. Isso porque seus pais fazem com que as crianças sintam que não são boas o suficiente para fazer as coisas por conta própria. Quando os pais ajudam demais na realização de tarefas, privam os filhos da satisfação pessoal de conseguirem realizar algo por si próprios;
  • Essas crianças e adolescentes também têm mais chances de ter falta de responsabilidade. Os filhos de pais corujas crescem aprendendo que não são responsáveis por suas ações, mas seus pais. Especialistas afirmam que isso faz com que elas tenham dificuldades de autocontrole. Além disso, elas podem tentar intimidar outras pessoas para que não consigam o que querem, ao invés de correrem atrás de seus próprios sucessos;
  • Crianças mimadas demais também têm dificuldades de ser autossuficientes.

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Preste atenção na sua intenção

Por onde anda sua intenção? Já pensou nisso alguma vez? Onde está o teu pensamento, lá estão teus desejos, tuas intenções, teus objetivos. No dicionário on line a intenção é descrita como “aquilo que se pretende fazer; propósito, plano, ideia e aquilo que se procura alcançar, conscientemente ou não; propósito, desejo, intento”. Nesta descrição, chama atenção a frase “conscientemente ou não”. Esse é o nó da questão daqueles que pensam tanto, sabem tanto o que desejam (no plano consciente) e não conseguem realizar seus objetivos. Praticam o pensamento positivo quase sempre, visualizam e não chegam onde querem.

Como diria o dito popular: o buraco é mais embaixo. Aliás, é mais em cima, no obscuro inconsciente. É nele que residem nossos desejos mais profundos, nossos traumas, nossas crenças, valores, medos, dores, sentimento de desmerecimento, incertezas, dúvidas, julgamentos. Se não fizermos uma limpeza do lixo emocional que acumulamos no inconsciente, resultado de nossas vivências, que acabam gerando padrões repetitivos de pensamentos, sentimentos, comportamentos, nada vai mudar na nossa vida.

O que está dentro está fora. Portanto, se alimentamos crenças negativas sobre a vida, sobre nós, sobre o mundo que nos rodeia, se nos sentimos não merecedores de uma vida melhor, rica, próspera, se não nos sentimos capazes de amar e ser amados, apreciados, valorizados, projetamos tudo isso para a nossa vida cotidiana. A vida vai respondendo pelo que somos interiormente, não por aquilo que pensamos que somos, no nível consciente.

Por isso, para que se realizem nossos desejos, importante ouvir as palavras do mestre quântico, Jesus Cristo, que dizia: “pedi e receberei, buscai e achareis, pedi e te será dado…no entanto, não duvides nem no fundo do teu coração”. Ele era conhecedor das verdades da mente humana, por isso, quando pedia para que uníssemos céu e terra ao entrarmos em oração, queria dizer: unam o desejo consciente ao inconsciente, pois é aí que está a solução da tua oração.

Não adianta olhar no espelho e dizer: tenho a intenção de ficar rico (a), milionário (a) e fazer cruzeiros pelo mundo se, ao terminar de pronunciar esse desejo, um coral de vozes gritam no teu interior dizendo: jamais conseguirei, não sou merecedor, sou um fracassado.

É importante, pois, ter clara a intenção, descrevê-la em detalhes, datar, se imaginar vivenciando esta intenção já acontecida e captar todos os sentimentos e emoções que sentirá quando isso acontecer. As coisas devem ser aceitas primeiro no plano da mente. Depois disso, agradecer pela oração (intenção) atendida, sem se preocupar com os resultados, sem se apegar ao como isto vai acontecer, porque o como não nos pertence, é de Deus. A nós cabe apenas desejar, pedir e permitir, o resto, o Universo se encarrega.

Mas um detalhe importante é que a intenção por si só não causa. Por isso, favoreça a realização dos seus desejos, busque ideias, esteja aberto ao novo e as oportunidades que lhe surgem, estude, troque ideias, saia do celular e se relacione de verdade com as pessoas, esteja atento aos sinais. Tudo vai fluir, acredite.

No caso de seu inconsciente insistir no coral de vozes detonadoras de sonhos, existem milhares de técnicas que ajudam na remoção destas crenças negativas, bem como profissionais que ajudam no autoconhecimento, no reconhecimento dos entraves emocionais, como é o caso do psicólogo. Vá até ele, isso já significa uma ação em prol do seu objetivo de ser feliz.

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– Goretti Limma

A ansiedade diminuindo a qualidade de vida

ansiedade

Já se sentiu ansioso, com a sensação de que algo ruim vai acontecer? Sentiu agitação, tensão muscular, vontade de ir urinar diversas vezes, dores de cabeça, pensamentos de angústia ou medo de não sei o que? Você pode estar sofrendo de ansiedade, que é uma sensação ou sentimento decorrente da excessiva excitação do Sistema Nervoso Central consequente à interpretação de uma situação de perigo. Enquanto o medo é uma reação a um perigo real, exceto nos casos de pânico, a ansiedade é uma sensação de medo, no plano subjetivo, imaginário.

A ansiedade corresponde à excitação do neurônio e a sua necessidade de  descarregá-la e geralmente costuma ser desencadeada diante de situações novas e desconhecidas ou quando a situação contém alto valor afetivo, ou mesmo diante de obstáculos e grandes desafios.

Como toda e qualquer doença (ou transtorno), para poder combatê-la, o primeiro passo é identificá-la, ou seja, é entrar em contato com ela, reconhecê-la. A pessoa ansiosa não para quieta, movimenta-se bastante, tamborila os dedos, mexe os pés e pernas, respira de forma bem acelerada e o pensamento vira um turbilhão.  Uma vez identificado este estado, o primeiro passo é focar na respiração, onde deve-se buscar respirar de forma mais profunda e lenta, enchendo os pulmões e em seguida expirar e tirar todo o ar do pulmão. Isso ajuda a acalmar os pensamentos. Ou seja, os pensamentos precisam sair da mente junto com o ar expirado.  “Mente acelerada é mente desequilibrada” (Isaac Efraim).

O tratamento para a ansiedade varia conforme o grau e a intensidade da mesma. Se ela for proporcional a um fato novo e não fizer parte da rotina da pessoa, basta mesmo trabalhar a respiração e acalmar a mente. Porém, se você vive em estado de alerta, sempre ansioso e tenso, é importante consultar um profissional de saúde. Um médico psiquiatra pode receitar os chamados ansiolíticos (dissolução da ansiedade) ou tranquilizantes, que são substâncias que anestesiam parcialmente a sensibilidade neuronal, diminuindo a capacidade de excitação emocional. Porém, todo mundo sabe que viver a base de remédios alopáticos significa, muitas vezes, ter que conviver com os efeitos colaterais (neste caso, sonolência, cansaço, fraqueza), nem sempre bons.

Também, em alguns casos, o médico pode receitar antidepressivos, que aumentam a energia psíquica e diminui a quantidade de preocupações e medo, no entanto, mesmo com efeito fascinante, esse tipo de medicamento exige um acompanhamento de uma psicoterapeuta, a fim de resolver mesmo o problema do indivíduo. Sozinhos, os medicamentos são apenas paliativos.

Numa psicoterapia, o indivíduo ansioso é convidado a expressar livremente suas emoções, sentimentos, medos, vivência, dentro de um setting terapêutico ou mesmo num espaço virtual adequado, numa conversa direta e franca com o profissional, que vai conduzi-lo a um estado de equilíbrio e paz, pois, muitas vezes, apenas falar das nossas dores já é uma ação terapêutica. Tudo isso, aliado a uma boa condução dentro dos princípios da Psicologia, faz com que a pessoa encontre-se e ela mesma ache o caminho que lhe dará tranquilidade e confiança.

Se a ansiedade está diminuindo sua qualidade de vida, perturbando seu sono, lhe deixando permanentemente agitado, inseguro, tenso e nervoso, procure um psicólogo, pois tudo isso pode ser resolvido, basta você querer e se dispor.

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– Goretti Limma

Como amar a sí próprio

Muitas vezes encontramos pacientes que estão atolados em ódio e nem os nossos melhores esforços para apoiar e melhorar a auto-estima parecem funcionar. Para alguns, a própria perspectiva de auto-aceitação pode sentir-se repulsiva e provocar ansiedade.

Cada passo em frente leva a um passo para trás, a compaixão do terapeuta e encorajamento da auto-aceitação é regularmente atendida pelo “cenário padrão” do paciente de alienação e auto-ódio. Às vezes, a guerra pode ser literalmente entre a vida e a morte, como quando uma parte do paciente quer viver e enquanto outra parte do paciente quer morrer.

Se olharmos para onde essas batalhas internas ainda levam os pacientes, normalmente descobrimos que a alienação do eu tem uma função adaptativa crucial. Que por repudiar a parte de si mesmo, segurando a dor de rejeição, abuso ou trauma, eles poderiam mais facilmente exibir aspectos positivos de si mesmo para buscar elogios de cuidadores.

Esta abordagem de enfrentamento é prática durante a infância, mas eventualmente se torna curta uma vez que as demandas da vida adulta exigem qualidades e comportamentos que não poderiam ser parte de nosso repertório anterior. Não importa o que esteja acontecendo do lado de fora, não importa o quanto somos amados e valorizados em nossa vida adulta, partes julgantes dentro de nós estão prontas para nos condenar como inadequadas ou não merecedoras.

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