Benefícios do exercício físico na depressão

Especialistas apontam os benefícios do exercício físico na depressão e na ansiedade; Confira.

Você com certeza já ouviu falar que praticar atividade física faz bem para a saúde. Mas e quando se trata de depressão ou de ansiedade exagerada? Segundo especialistas, o exercício físico, quando feito regularmente, tem o potencial de aliviar e até curar os sintomas de muitas doenças, inclusive de transtornos mentais. Confira os benefícios do exercício físico na depressão e na ansiedade.

O poder da endorfina

Após realizarmos uma atividade física, nosso corpo libera uma grande quantidade de endorfina. Esse hormônio traz a sensação de bem-estar, alívio e disposição para o organismo.

Este hormônio está muito relacionado aos benefícios do exercício físico na depressão e na ansiedade. Isso porque, de acordo com um estudo da Universidade de Toronto, indivíduos que praticam atividade física de 20 a 30 minutos por dia podem afastar a depressão a longo prazo.

A dica é escolher uma atividade ou um esporte que você goste de fazer. Assim, por exemplo, você pode praticar dança, corrida ou musculação e fazer disso uma parte regular de sua rotina. Dessa forma, o exercício não apenas ajudará no tratamento, mas como diz o estudo, ajudará a prevenir a depressão.

Redirecionando a energia

Apesar de somente o exercício não ser o suficiente para substituir o uso da medicação ou a necessidade de assistência profissional, praticar atividades pode diminuir consideravelmente o excesso de ansiedade no corpo. Portanto, da próxima vez que estiver ansioso, tente fazer uma caminhada, por exemplo.

A experiência do nadador Michael Phelps

Michael Phelps é um nadador americano, considerado um dos melhores do mundo. O vencedor da medalha de ouro olímpica, ao revelar para o mundo a respeito do caso de depressão que enfrentou, mostrou as importantes conexões entre exercício físico e depressão.

É importante ressaltar que o exercício físico sozinho não é uma cura para o transtorno mental. Porém, quando aliado à medicação e / ou psicoterapia, a atividade física pode trazer muitos progressos em direção a melhores resultados de saúde mental.


Todo cuidado é bem-vindo!


Se você sofre de depressão ou ansiedade exagerada, lembre-se de que por mais desafiante que esse momento possa parecer, sempre existirá um caminho para superá-lo.

Mesmo que aliar o exercício físico om o tratamento médico não esteja te trazendo resultados rápidos, lembre-se de que essa prática poderá elevar o seu estado de espírito e te fornecer motivação extra para lutar contra o transtorno. Mesmo que o exercício sozinho não seja uma cura, se ele faz você se sentir melhor, então vale a pena.

Viver com ansiedade ou depressão, ou ambos, não é fácil. Se você sofre de um transtorno mental, sabe o quanto isso pode ser difícil. Embora não seja uma cura, o exercício pode ser outra arma na batalha contra a depressão e a ansiedade.

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Fonte:https://www.talkspace.com/blog/2018/12/does-exercise-help-depression-and-anxiety/

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Atitudes que te impedem de seguir em frente: o que fazer?

Você reconhece em você atitudes que te impedem de seguir em frente, mas não sabe como agir? Confira a matéria a seguir.

Segundo a psicanálise, é comum utilizarmos mecanismos de defesa para lidar com os estresses e momentos difíceis da vida. Porém, saiba que esses mecanismos, muitas vezes, nos impossibilitam de seguir à diante. Confira na matéria atitudes que te impedem de seguir em frente e o que fazer para mudar esses comportamentos.

Primeiro, o que são mecanismos de defesa?

Se você sente que algo te impede de avançar, mas não sabe exatamente o que é, saiba que podem ser os mecanismos de defesa atuando em seu inconsciente. Ou seja, tratam-se de estratégias do nosso inconsciente para escapar do estresse e angústia que alguns pensamentos ou sentimentos nos causam.

Portanto, os mecanismos de defesa – que acontecem na maioria das vezes de forma inconsciente – são uma medida de proteção.  Eles nos impedem de nos conectar com sentimentos muito negativos.

Quais são as atitudes mais comuns que te impedem de seguir em frente?

Existe uma longa lista de atitudes ou mecanismos de defesa que podem te “puxar para trás” e te impedirem de avançar. Confira alguns dos exemplos mais comuns aos indivíduos:

Negação

A negação é um mecanismo de defesa clássico e bastante conhecido popularmente. Através dessa defesa, o indivíduo nega a existência de um sentimento que é muito difícil ou desconfortável de lidar. O mecanismo é usado com freqüência por aqueles que lutam contra um vício ou com muitos problemas de saúde mental.

Exemplo: indivíduos que dizem a si mesmo “eu não estou bebendo demais.. bebi só umas duas ou três cervejas”, apesar dos amigos lembrarem que ele bebeu muito mais do que isso.

Porém, por mais que essa atitude possa parecer eficaz no momento, negar um problema não o faz desaparecer. Isso apenas o torna mais difícil de confrontar. Por isso é preciso reconhecer se a negação é o seu mecanismo de defesa. Nesse caso, a solução está em entrar em contato com esse sentimento que você vem tentando evitar.

Projeção

Ainda falando sobre as atitudes que te impedem de seguir em frente, talvez você esteja lidando com a projeção. Ou seja, ao invés de reconhecer e assumir seus sentimentos e comportamentos, a pessoa coloca a culpa no outro. Como o nome já diz, trata-se de projetar algo que é seu em outra pessoa.

Exemplo: uma esposa que grita demais com os filhos pode acusar o marido de ter problemas de controle da raiva. Enquanto uma parte de sua mente sabe que ela é a única com um problema de raiva, ela está tão envergonhada de confrontar diretamente esse fato, que seu cérebro inconscientemente projeta sua insegurança em outra pessoa; que neste caso é o marido dela.

Deslocamento

O deslocamento é quando você usa um objeto substituto para deslocar suas emoções e comportamentos porque tem medo de direcionar a energia para a pessoa na qual realmente está com raiva. Isto é, por ser impossível ou muito arriscado confrontar aqueles que nos provocam (como por exemplo um chefe), tendemos a deslocar essa emoção para alguém (ou algo) menos arriscado, mesmo que essa pessoa não tenha nenhuma relação com a emoção original.

Exemplo: um homem está muito irritado com seu chefe, mas não quer enfrentá-lo por medo de ser mandado embora. Em vez disso, seu subconsciente lhe dá uma saída conveniente e redireciona sua raiva para outra pessoa. Ele chega em casa à noite e imediatamente briga com o seu filho de forma exagerada, descontando no menino aquele sentimento de raiva que ficou guardado.

Repressão

Quando os sentimentos são muito intensos, desconfortáveis ​​ou tabus, então nosso subconsciente os esconde de nossa mente consciente.

Exemplo: se uma mulher sente inveja da gravidez de sua amiga, ela pode empurrar esse sentimento para fora da consciência e reprimi-lo completamente. Infelizmente, quando os sentimentos são reprimidos, eles não desaparecem tão bem quanto a pessoa gostaria que eles desaparecessem.

Neste caso, a mulher pode acabar evitando a amiga ou sendo agressiva com ela em algum momento, embora ela não tenha total consciência do porquê. Assim, considere explorar o que está na raiz de seu comportamento provavelmente a ajudaria a entender e ser mais solidária.

Alguma (ou várias) dessas atitudes soa familiar para você? Um terapeuta pode resolver

Por fim, se você reconhece esses mecanismos de defesa em si mesmo – o que já é um ótimo passo para começar o processo terapêutico -, pense no impacto que eles podem ter na sua vida.

Lembre-se de que essas atitudes que te impedem de seguir em frente não precisam mais dominar a sua vida. Para isso, trabalhar com um terapeuta pode torná-lo mais consciente de seus mecanismos de defesa. Ao fazer isso, portanto, você saberá como agir de maneira mais consistente com seus objetivos e valores. Assim poderá assumir as rédeas da sua vida e não deixar que o seu inconsciente te comande.

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Fonte:https://www.talkspace.com/blog/2018/11/defense-mechanisms-holding-you-back/

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Depressão é a principal causa de incapacidade

Você sabia que a depressão é a principal causa de incapacidade no mundo? Entenda o motivo por trás do problema. 

Você já teve a sensação de que cada vez mais os seus dias parecem ter menos horas? É comum que as pessoas se queixem da falta de tempo para realizar suas tarefas diárias. Assim, as consequências disso são pessoas cada vez mais estressadas e com problemas de saúde. Devido à esse aumento consideravel no estresse e diminuição da qualidade de vida, muitas pessoas acabam deprimidas. E é por essa razão que, atualmente, a depressão é a principal causa de incapacidade no mundo.

Número de pessoas deprimidas pelo mundo

Já são mais de 300 milhões de pessoas em todo o mundo sofrendo de depressão, isto é, um aumento de mais de 18% entre 2005 e 2015. Além disso, 260 milhões de pessoas sofrem de transtornos de ansiedade.

Os números que mostram que a depressão é a principal causa de incapacidade no mundo foram divulgados em uma campanha da OMS, chamada “Depressão: vamos conversar”, que tem como objetivo ajudar pessoas do mundo todo que sofrem de depressão a procurem ajuda.

De acordo com a diretora-geral da OMS, Dra. Margaret Chan, “Esses novos números são um alerta para que todos os países repensem suas abordagens à saúde mental e tratem-na com a urgência que merecem”.

Motivos para a depressão

Se você ainda está se perguntando porque a depressão é a principal causa de incapacidade no mundo, saiba que um estudo feito pela empresa Mental Health America (MHA) de 2017, mostrou que grande parte da causa por trás da depressão tem relação com o trabalho.

Segundo a pesquisa, a falta de apoio do empregador contribui para níveis mais elevados de estresse e isolamento. Esses fatores se correlacionam fortemente com a insatisfação no ambiente de trabalho. Assim, 33% dos entrevistados relataram altas taxas de descontentamento. Além disso, 81% dos entrevistados relataram possuir conflitos entre trabalho e família e 63% tiveram um aumento nos problemas mentais.

Preconceito por trás da depressão

Um dos primeiros passos para combater a doença é abordar questões sobre preconceito e discriminação na população. “O estigma associado ao transtorno mental foi a razão pela qual decidimos nomear nossa campanha de “Depressão: vamos conversar “, disse Shekhar Saxena, diretor do Departamento de Saúde Mental e Abuso de Substâncias da OMS. “Para alguém que vive com depressão, conversar com uma pessoa em quem confia é frequentemente o primeiro passo para o tratamento e a recuperação”.

Nos EUA, por exemplo, já existe uma lei, conhecida como Lei dos Americanos com Deficiência, criada em 1990, que proíbe a discriminação contra pessoas com deficiência e problemas de saúde mental em todas as áreas da vida pública, incluindo empregos e educação. No Reino Unido, o Equality Act 2010 realiza praticamente a mesma função, mas a eficácia de tais regras é questionável.

Por exemplo, um estudo de 2017 descobriu que até 300.000 britânicos perdem seus empregos a cada ano por causa de transtornos mentais. Enquanto isso, cerca de 15% dos trabalhadores têm sintomas das condições de saúde mental existentes. As perdas estimadas para a economia variam de £ 74 bilhões para £ 99 bilhões por ano.

O relatório, encomendado pela primeira-ministra do Reino Unido Theresa May, recomendou que as empresas implementem o tópico saúde mental no plano de trabalho, incentivem conversas abertas sobre o assunto e forneçam apoio aos empregados que estiverem lidando com esse tipo de situação.

Além disso, o relatório do Reino Unido também diz que as empresas devem oferecer boas condições de trabalho, gerenciamento eficaz e garantir que o trabalhadores tenham um equilíbrio saudável entre a vida profissional e pessoal.

Mulheres são mais propensas a desenvolver depressão

Nos Estados Unidos, os diagnósticos de depressão aumentaram 33% desde 2013, segundo a seguradora norte-americana Blue Cross Blue Shield (BCBS). E os números não param de crescer nessa nova geração. Nos adolescentes, vemos um aumento de 47% para meninos e 65% para meninas.

Segundo a BCBS, a depressão tem uma taxa de diagnóstico de 4,4%, afetando mais de 9 milhões de americanos. As mulheres são duas vezes mais propensas que os homens a serem diagnosticadas com doença mental (6% x 3%).

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Fontes:https://www.weforum.org/agenda/2018/05/depression-prevents-many-of-us-from-leading-healthy-and-productive-lives-being-the-no-1-cause-of-ill-health-and-disability-worldwide

https://www.who.int/news-room/detail/30-03-2017–depression-let-s-talk-says-who-as-depression-tops-list-of-causes-of-ill-health

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Como a gratidão pode mudar a sua vida

Descubra como a gratidão pode mudar a sua vida e trazer mais felicidade para os seus dias.

O tema “gratidão” vem sendo bastante divulgado pelo mundo. Porém, o assunto já está em voga há muito tempo. Isso porque, antigos filósofos já vinham fazendo estudos científicos para identificar como a gratidão pode ser positiva para a nossa saúde. Estudos sugerem que as pessoas gratas são mais felizes, mais saudáveis, mais motivadas e têm relacionamentos mais fortes. Veja a seguir como a gratidão pode mudar a sua vida.

Mas afinal, como a gratidão pode mudar a sua vida?

Confira abaixo como esse sentimento atua em nossos cérebros cientificamente:

  1. A gratidão nos faz sentir mais conectados

Usando ressonância magnética funcional (fMRI), neurocientistas perceberam que as regiões do cérebro associadas à socialização e ao prazer acendem quando alguém sente gratidão. Isso explica porque a gratidão desempenha um papel tão importante nos relacionamentos.

Por isso, para praticar a gratidão no seu relacionamento, faça o seguinte exercício: Diga a alguém que você ama três coisas que você mais aprecia sobre ela. Se você não quiser expor para a pessoa, tudo bem, fique apenas consciente dos motivos nos quais você é grato por tê-la em sua vida.

  1. Pessoas gratas são mais generosas

Neurocientistas descobriram que pessoas agradecidas demonstram maior sensibilidade neural no córtex pré-frontal medial. Isto é, na área do cérebro responsável pela aprendizagem e tomada de decisão. Essas descobertas sugerem, portanto, que quanto mais grata a pessoa se sente, mais ela expressa essa gratidão.

Por isso, segundo o psicólogo Paul Piff e seus colegas da Universidade Berkeley, na Califórnia, as pessoas mais generosas não são necessariamente as mais ricas.

Confira exercício para perceber como gratidão pode mudar a sua vida.  Para isso, pesquise uma nova instituição de caridade para apoiar, seja voluntário(a) ou apenas ofereça sorrisos às pessoas que passam pelo seu dia.

  1. A gratidão vem do coração

Os neurocientistas estudaram a motivação por trás da gratidão. Com isso, eles descobriram que as pessoas gratas não doam para uma causa porque elas sentem que devem. Em vez disso, a pesquisa sugere que esses indivíduos são motivados internamente a fazer algo de bom. Isto é, existe uma motivação que vem de dentro. 

Outro exercício para aprender a ser grato é, por exemplo, criar um diário de agradecimento. Observe sentimentos e comportamentos que surgirão dessa prática.

  1. A gratidão pode ser aprendida

Se você tem interesse em saber como a gratidão pode mudar sua vida, mas ao mesmo tempo acha que não conseguirá colocá-la em prática, saiba que existe um jeito. Graças à neuroplasticidade – isto é, a capacidade do nosso cérebro de criar constantemente novos caminhos neurais -, nós temos o poder de treinar nossos cérebros para buscar momentos de gratidão.

Com a prática consciente, você tem a capacidade de religar seu cérebro. Em vez de repetir o que não está funcionando, portanto, você pode se concentrar nas coisas positivas que quer.

Um bom exercício para treinar seu cérebro é: assim que acordar, anote alguma coisa boa sobre aquele dia.

  1. A gratidão alivia o estresse

Cultivar a gratidão através de práticas como a meditação tem mostrado  eficaz para reduzir a frequência cardíaca. Portanto, prestar atenção ao que você é grato diminui estresses diários e te leva a uma vida mais saudável.

Para praticar a meditação amorosa, feche os olhos, respire fundo e pense no seguinte:

  • Uma coisa que você aprecia sobre si mesmo;
  • Uma coisa que você aprecia em um ente querido;
  • Uma coisa que você aprecia em alguém que você conhece, mas não muito bem.

Porém, no final do dia não se trata de quão consistentemente você escreve em seu diário de gratidão ou de quantos minutos você medita em gratidão a cada manhã.

Esse ato fala sobre perceber os pequenos momentos e valorizá-los. É sobre apreciar as pessoas ao seu redor. É sobre lembrar o poder dessa simple palavra: obrigado(a).

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Fonte: https://www.talkspace.com/blog/2018/11/what-gratitude-does-to-your-brain/

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Depressão ou tristeza? Veja como diferenciar

Identificar se é depressão ou tristeza não costuma ser fácil. Pensando nisso, preparamos uma lista com dicas para diferenciar uma coisa da outra.

Apesar de compartilharem sintomas parecidos, a depressão e a tristeza nunca devem ser vistas como a mesma coisa. Enquanto a tristeza é passageira e comum a todos os seres humanos, a depressão é um transtorno que precisa ser tratado com seriedade. Veja a seguir a diferença e descubra se é depressão ou tristeza.

Um dos principais fatores utilizados por profissionais da área para diferenciar ambos os sentimentos é com relação ao tempo de duração dos sintomas. Uma tristeza só pode ser considerada depressão, caso os sinais sejam recorrentes e estejam presentes a pelo menos duas semanas.

Além disso, é preciso ter em mente que alguns sintomas de depressão aumentam com o tempo e podem não ser identificados no primeiro momento. Veja quais são os sintomas “escondidos” por trás da depressão:

Irritabilidade frequente

Muitas pessoas não associam à raiva com a depressão e ignoram esse sentimento. Porém, o que elas não sabem é que este é um sintoma muito frequente do transtorno. Assim, se você se sente irritado constantemente, saiba que este pode ser um indício de depressão.

Dor crônica

É comum vermos casos de pessoas deprimidas com dores crônicas. Em muitos desses casos, a dor não responde à medicação e o paciente tenta de tudo, sem êxito. Porém, a causa pode estar na depressão e para isso será preciso primeiro tratar esse transtorno para depois tratar a dor.

Uso de álcool

Pergunte a si mesmo se você vem bebendo mais de uns tempos para cá e se isso faz você se sentir pior depois que o efeito da bebida passa. Apesar das pessoas terem a ideia errônea de que beber acalma, o álcool, na verdade, potencializa os sentimentos. Por isso, caso você esteja deprimido, o álcool pode agravar a tristeza.

Portanto, não tente tratar algum problema ou sentimento com a bebida alcoólica, pois isso pode ser ainda pior. Nesses casos, o melhor a se fazer é procurar ajuda de um psicólogo.

Mudança no apetite e no peso

Uma das formas de diferenciar se é depressão ou tristeza é observar se o seu peso mudou rapidamente nas últimas semanas. Qualquer alteração não intencional de mais de 5% do seu peso corporal em um mês – seja para mais ou para menos – quando junto com outros sintomas, pode ser mais um sinal de depressão. Você pode ter perdido seu apetite ou estar descontando seu sofrimento na comida, comendo mais do que precisa.

Mudança de hábitos

Sua tristeza está afetando seu dia a dia? Preste atenção se sua rotina diária mudou – em casa, na escola, no trabalho ou com amigos. Veja se as situações que antes costumavam te trazer alegria ainda continuam trazendo. Como está sua motivação para realizar as tarefas diárias?

Indecisão

Você anda com dificuldade em tomar decisões? É muito comum que pessoas deprimidas não consigam fazer escolhas, uma vez que a depressão pode retardar os pensamento e tornar difícil saber o que se quer.

Culpa

Você vive se culpando pelas coisas que acontecem? Esta sempre se sentindo uma pessoa ruim? A culpa contínua ou extrema é um dos sintomas menos conhecidos da depressão. Normalmente, pessoas deprimidas tendem a se cobrar demais e qualquer coisa é motivo para que elas se coloquem para baixo.

Imunidade baixa

Outro sintoma que poucas pessoas sabem, mas que pode estar relacionado com a depressão é a baixa imunidade. Perceba se você tem ficando doente com mais frequência. A depressão enfraquece a imunidade.

Doença cardíaca

A depressão pode agravar doenças cardíacas, uma vez que contrai os vasos sanguíneos e aumenta os perigos em casos de ataques cardíacos. Além disso, o contrário também pode acontecer: a doença cardíaca também pode levar à depressão.

Baixa libido

Outra dica para você identificar se é depressão ou tristeza é observar sua libido. Você perdeu o interesse em sexo? Problemas em seu relacionamento podem derivar da depressão – ou contribuir para isso – e sem o sexo as coisas podem ficar piores ainda para a relação.

A partir das dicas acima, você conseguirá saber se os sintomas estão mais próximos da depressão ou da tristeza. Porém, lembre-se que para ter o diagnóstico correto, você precisará procurar um profissional da área de saúde. É muito importante consultar um terapeuta e um psiquiatra para avaliar a necessidade de medicamentos e traçar o caminho ideal para o tratamento.

Assim que identificar alguns dos sintomas de depressão, procure um profissional o mais rápido possível, antes que problemas mais graves como beber, sentir dores ou conflitos com outras pessoas saiam do seu controle.

Fonte:https://www.psychologytoday.com/intl/blog/open-gently/201810/are-you-depressed-or-just-down

Quer saber mais sobre o assunto? Faça o teste de depressão no FalaFreud |Veja como superar a depressão |  Ansiedade e depressão ao mesmo tempo: Como tratar? |

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Como ajudar uma pessoa estressada? Veja as dicas!

O estresse está por todo lugar. No trabalho, nas escolas, nas relações…Mas você sabe como ajudar uma pessoa estressada? Confira algumas dicas do que fazer! 

Da mesma forma que nós experimentamos esses sentimentos, isso pode acontecer com nosso(a) parceiro(a), amigos ou familiares. Quando isso acontece, é preciso saber lidar da melhor forma, para que não prejudique o seu relacionamento e torne-o exaustivo. Veja a seguir algumas dicas para como ajudar uma pessoa estressada. 

1.Ouça sem julgamentos e valide os sentimentos da pessoa

Quando estamos estressados e procuramos outra pessoa para desabafar, na maior parte das vezes não estamos buscamos conselhos, mas sim que nossos sentimentos sejam ouvidos e validados.

Portanto, ao ouvir os desabafos da pessoa, seja um bom ouvinte e, principalmente, não tente dizer a maneira correta na qual ele(a) deveria ter agido. Reconheça que somos todos diferentes e cada indivíduo reage ao estresse de uma forma. O importante é ter empatia e saber escutar o outro.

Portanto, se você não sabe como ajudar uma pessoa estressada, a primeira dica é: evite controlar como ela reage ao estresse. Apenas permita que ele se sinta seguro com você; seja um porto na tempestade.

2.Mostre seu interesse em ajudar

Há muitas maneiras de expressar preocupação ou cuidado com o outro. No entanto, às vezes a pessoa pode não querer discutir diretamente o que está incomodando. Porém, isso não significa que você não possa fazer pequenas coisas para mostrar que está ciente dos sentimentos dela e que quer ajudá-la a diminuir o estresse.

Expressar cuidado e preocupação de diversas maneiras pode ter um impacto poderoso na relação e ser muito positivo. Coisas pequenas como preparar uma refeição no final de um dia difícil pode ajudá-la a sentir bem melhor. 

3.Aprenda a identificar o estresse

Nem todo mundo gosta de falar quando está estressado e por isso pode ser importante para você aprender a reconhecer os sinais de estresse que seu parceiro dá. Muitas vezes, isso será sinalizado por uma mudança de hábitos – algo que você será capaz de detectar já que conhece seu parceiro intimamente.

Mudanças nos hábitos alimentares ou de sono, dores de cabeça recorrentes ou dores de estômago, incapacidade de se concentrar ou completar tarefas são algumas das questões que indicam que o estresse pode estar presente. Assim, se você reconhecer alguns desses sinais na pessoa, esteja ciente de que o estresse pode ser a causa.

4.Reconheça que homens e mulheres podem VIVENCIAR O ESTRESSE de formas diferentes

As diferenças em como homens e mulheres lidam com o estresse são generalizadas, é claro, mas é importante reconhecer que essas diferenças podem ajudar você ou o seu cônjuge a identificar quando um dos dois está estressado.

Homens e mulheres costumam reagir de maneira diferente ao estresse devido aos hormônios do estresse. Enquanto as mulheres prestam mais atenção a sentimentos e emoções, os homens costumam mostrar mais interesse em ações. Assim, uma mulher geralmente prefere receber conforto e amor na forma de apoio emocional e retenção. Já o homem é frequentemente mais aberto para receber assistência com atividades ou outras saídas físicas. (Contudo, ressaltamos que isso pode não acontecer dessa forma, uma vez que cada caso é um caso).  

5.Cuide de você antes para poder cuidar do SEU parceiro

Antes de saber como ajudar uma pessoa estressada, é preciso cuidar de si mesmo. Ou seja, antes de tudo, precisamos ter auto-cuidado para sermos fortes o suficiente quando os outros precisarem de nós.

O autocuidado pode vir em forma de exercício físico, meditação e terapia. É importante ter pelo menos uma pessoa fora do seu relacionamento (um terapeuta, por exemplo) para contar sobre o que está acontecendo com seu parceiro. Isso não só vai ajudar a te enxergar os problemas através de uma nova perspectiva, como evitará que você adicione mais estresse aos níveis de estresse já aumentados do outro.

6.Se os níveis de estresse se tornarem incontroláveis, ORIENTE seu parceiro a procurar ajuda externa

Nem você nem o outro podem fazer isso sozinhos. Se o nível de estresse da pessoa estiver prejudicando ou causando altos níveis de ansiedade, é hora de procurar tratamento.

Saiba que todos nós reagimos de maneira diferente ao estresse. Porém, oferecer empatia e cuidado sem julgamento é sempre a melhor maneira de agir quando a pessoa estiver sobrecarregada.

Vale lembrar que, mesmo que você queira aprender como ajudar uma pessoa estressada, nem sempre é possível “salva-la” sozinho. Se as coisas estão saindo de controle, faça a pessoa reconhecer que precisa da ajuda de um profissional. Apresente um plano eficaz para lidar com o estresse e mostre como isso pode fazê-lo se sentir bem melhor.

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Fonte:https://www.talkspace.com/blog/2018/04/when-your-partner-is-stressed/

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Como viver no presente e ser menos ansioso(a)

Remoer o passado ou se preocupar com o futuro só reforçará sentimentos como estresse, ansiedade ou medo… Em vez disso, experimente viver no presente e veja como você se sentirá mais feliz.

Refletir sobre o passado ou se preocupar com o futuro são atividades comuns e esperadas para qualquer ser humano. Em alguns casos, isso pode ser útil na tomada de decisões. Mas quando nossos pensamentos estão tão longe de nossas ações que não podemos aproveitar o presente, é hora de mudar a maneira como pensamos. Confira dicas de como viver no presente e ser uma pessoa bem menos ansiosa.

Alinhando nosso pensamento com a nossa vida

Como seres humanos, somos naturalmente feitos para pensar. Nós antecipamos problemas. Nos planejamos. Criamos estratégias. Esses comportamentos, portanto, nos protegem de potenciais riscos e nos permitem aproveitar as oportunidades.

Porém, quando esse comportamento se torna exagerado, passamos a tentar controlar tudo que acontece. Isso não apenas nos impede de desfrutar a vida, mas também pode se manifestar através de problemas de saúde a longo prazo.

Por isso, para viver plenamente o presente, precisamos alinhar nossas vidas com nossos pensamentos. Assim, portanto, precisamos saber quando devemos ouvir nossa mente e fazer com que ela nos ajudem.

Quando os pensamentos atrapalham mais do que ajudam

Muitas vezes, porém, nossos pensamentos não só não ajudam como atrapalham. Isso acontece principalmente quando tentamos evitar lembranças ruins ou quando estamos ansiosos a respeito de eventos futuros. Por exemplo, digamos que você esteja ansioso com uma entrevista de emprego que ainda vai acontecer. Mesmo quando você está vivenciando uma situação agradável como ir ao parque ou a praia, você simplesmente não consegue parar de pensar nisso. “E se o entrevistador fizer uma pergunta que não sei responder?”, “E se eu não passar na entrevista?”.

Sua primeira reação é provavelmente tentar não pensar nisso. Você diz a si mesmo para esquecer a entrevista por enquanto e viver no presente. Ainda assim, isso cria o efeito oposto: esse mesmo pensamento que você quer afastar fica na sua mente ainda mais.

Portanto, ao tentar esquecer algo, você só reforça a presença daquilo. É como dizer a si mesmo para não pensar em um elefante rosa; você pensará nele automaticamente…

Assim, em vez de tentar excluir pensamentos, substitua-os por pensamentos positivos. Concentre-se em seu entorno, observe a natureza, feche os olhos e preste atenção aos barulhos a sua volta. Como seu corpo reage a eles? O que você sente quando fecha seus olhos? Escute sua respiração.

Quando você observa e nota pontos específicos em seu ambiente, eles começam a assumir seus pensamentos. Focar na sua respiração ou no que está acontecendo ao seu redor te trará de volta ao momento presente.

Quando é difícil viver no presente e tudo que você quer é esquecer…

Apesar de tentar focar no momento atual e não vagar muito pelo passado ou futuro, viver no presente nem sempre é uma experiência agradável. Você pode estar passando por momento intenso de estresse, dor, culpa, vergonha,…

Se o problema for uma dor que está fora do seu controle, concentrar-se em uma lembrança agradável poderá ajudar até que a dor desapareça. Agora, se você está no controle de uma situação estressante, passe por ela, lembrando-se de que já passou por situações semelhantes.

O problema é que, muitas vezes, nos apegamos desnecessariamente a dor, evocando lembranças dolorosas. Nos pegamos a um arrependimento passado ou nos preocupamos incessantemente com um futuro desconhecido. Mesmo que não haja nada que possamos fazer a respeito, temos dificuldade em nos livrarmos desses pensamentos agonizantes. Assim, só nos sentimos ainda mais ansiosos e culpados.

Você provavelmente já ouviu sobre liberar memórias ruins para remover dores antigas. Isso é, para alcançar um estado de contentamento, precisamos perdoar pessoas ou aceitar eventos que nos magoaram. Com isso, nos esforçamos muito para fazer as pazes com o passado. Mas e quanto a fazer as pazes com o nosso futuro?

Como aceitar aquilo que não temos controle?

Fazer as pazes com o futuro significa desenvolver um senso de serenidade com qualquer resultado que recebamos. Significa compreender que não podemos escolher a forma na qual queremos que as coisas aconteçam – apesar do nosso desejo de moldar o futuro de acordo com os nossos desejos. Significa encontrar paz na incerteza e saber que, às vezes, não sabemos o que vai acontecer, e está tudo bem!

Em vez de insistir nos elementos que estão fora do seu controle, coloque seus esforços naquilo que você pode controlar. O primeiro passo para viver no presente é tornar-se consciente dos seus comportamentos. Para isso, reconheça quando você passa muito tempo remoendo o passado ou ansioso com o futuro. Em seguida, mude gradualmente seu foco de volta para onde você está agora. 

viva o presente e seja mais feliz

Essa não é uma tarefa fácil. Quando seu cérebro está constantemente viajando para outros lugares, é comum esquecermos de viver o momento presente. Ficamos tão focados que nem percebemos o que estamos fazendo.

Porém, reconhecer esse ato é o ponto crucial. É o primeiro passo para uma mudança de comportamento. Sabendo disso, agora você pode praticar voltar seu foco para o presente. Depois de algum tempo, a prática se tornará um hábito. E quando você cria o hábito de viver no momento, você se sente em paz.

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Fonte: https://medium.com/@melissachu/focusing-on-the-present-how-to-release-regrets-and-anxieties-6f793931e722

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“Por que nada me faz feliz?” Descubra resposta

Muitas pessoas se perguntam “por que nada me faz feliz?”. A resposta está em algo que elas estão fazendo de errado. Entenda qual é esse comportamento e como mudá-lo.

A felicidade pode ser um paradoxo: quanto mais você tenta alcançá-la, mais distante ela fica. Mas por que isso acontece? “Por que nada me faz feliz?”. Na maioria das vezes, a razão por trás dessa pergunta está nos lugares que você está buscando a felicidade. Por isso, chega de procurar no lugar errado. Descubra como fazer para se sentir mais alegre com a vida.

É muito comum nos primeiros sinais de infelicidade, nos questionarmos sobre:

  • Será que eu gosto do meu trabalho?
  • Tenho tudo que gostaria de ter?
  • Meu parceiro me faz feliz?
  • Quanto de dinheiro preciso para ser feliz?

Há muito tempo que o ser humano vem pensando dessa forma…Porém, essa maneira de pensar, pode ser a reposta por trás da pergunta “por que nada me faz feliz?”.

O que é visto como felicidade?

É muito comum a ideia de felicidade vir atrelada à coisas e pessoas. Porém, este é um equívoco muito grande. Isso porque, ao associarmos a nossa alegria com coisas externas como carreira, amor, dinheiro, estamos colocando nossa felicidade em algo externo, ou seja, algo que não temos controle.

Se você acha, por exemplo, que ser feliz é ter tem um emprego que ama, um bom relacionamento ou muito dinheiro, o que acontecerá quando você se cansar do seu trabalho, o relacionamento não estiver mais funcionando ou o dinheiro não for mais suficiente? Ao ter esse pensamento, portanto, você está se colocando no banco do carona no carro, em vez de estar dirigindo.

PARE DE COLOCAR SUA felicidade em coisas externas

Sempre que se questionar “por que nada me faz feliz?”, se faça essa outra pergunta: “Estou depositando minha felicidade em algo ou alguém?”. Reflita sobre o assunto. Você precisa ter algo específico para se sentir alegre? Só se sentirá feliz se tiver aquela pessoa do seu lado? Se a resposta for sim, então você está esperando que algo ou alguém te fazer feliz.

Contudo, isso não significa dizer que coisas externas não devem te alegrar. É ótimo que você fique feliz com o seu trabalho, relacionamento, bens materiais… O grande problema é quando você depende daquilo para ser feliz, isto é, ter aquilo é uma condição para a sua felicidade. Sendo assim, você pode e deve amar tudo que tem, mas não deve fazer disso uma condição para ser feliz.

Dessa forma, lembre-se de que a felicidade é um estado de espírito. E isso está totalmente dentro do seu controle. Por isso, assim como você pode decidir fazer algo útil com o seu tempo, você pode decidir que está feliz.

“Mas nada na minha vida me faz feliz”

Lá está você de novo repetindo esse pensamento. Você está preso no modo antigo de pensar. É fácil culpar seu trabalho, cônjuge, família ou até mesmo o mundo por sua infelicidade.

Existem pessoas que vão dizer que o mundo é um lugar ruim. Sim, coisas ruins acontecem com as pessoas. E sim, algumas pessoas são más. Não devemos fingir que essas coisas não acontecem.

Mas isso está dentro do seu controle? Não. Então, supere e não deixe que outras coisas o tornem infeliz. É hora de virar o(a) protagonista da sua história e assumir o controle dos seus sentimentos.

Concluindo, lembre-se: você não precisa de um motivo para ser feliz. É só isso que você precisa ter em mente. Acredite e repita diariamente para você mesmo(a) que a felicidade está dentro de você. Você verá como a sua vida vai mudar.

Portanto, tudo que você precisa fazer é ser feliz. E você é.

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Fonte:https://medium.com/darius-foroux/why-nothing-makes-me-happy-i-am-happy-c52d7a241b5d

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Depressão causada pelo trabalho: veja principal motivo

A depressão causada pelo trabalho é muito comum e incapacita milhares de pessoas. Veja a seguir uma solução simples e eficaz para reduzir as chances disso acontecer.

Já faz algum tempo que o tema saúde mental está em alta no mundo inteiro. Os casos de transtornos psicológicos não param de aumentar e entre eles está a depressão. Entre umas das causas por trás da doença, está a depressão causada pelo trabalho, que continua a crescer consideravelmente. Mas por que o ambiente de trabalho pode causar depressão?

Seria a solidão o motivo?

Segundo o médico Vivek H. Murthy, muitos ambientes de trabalho modernos contribuem para esse sentimento de desconexão. Para ele, novos modelos de trabalho criaram

uma flexibilidade que antes não existia, mas que muitas vezes reduzem as oportunidades de interação e relacionamentos pessoais.

Porém, nem mesmo em um escritório cheio de pessoas ao redor isso está livre de acontecer. Na maior parte do tempo, os dias são super corridos e todos estão focados no computador, sem muita interação.

OUTROS MOTIVOS POR TRÁS DA depressão causada pelo trabalho

Existem diferentes motivos por trás da depressão causada pelo trabalho. Porém, alguns deles são bastantes recorrentes, como, por exemplo, muitas demandas e alta pressão, competitividade exacerbada, ambiente hostil, etc.

Estudos mostram que ao trabalhar se sentindo totalmente controlado, isto é, com pouca ou sem nenhuma liberdade para realizar as tarefas, aumenta consideravelmente as chances de que uma depressão apareça.

Isso acontece porque nós seres humanos temos necessidades psicológicas fundamentais. Isto é, assim como necessitamos de comida e oxigênio, precisamos ter a sensação de que somos responsáveis pelo nosso próprio destino – mesmo que não tanto quanto gostaríamos. Quando essa sensação é tirada de nós, ficamos infelizes rapidamente.

TORNE O AMBIENTE MAIS AGRADÁVEL E DIMINUA NÚMERO DE CASOS DE DEPRESSÃO

Porém, segundo uma pesquisa realizada pelo cientista social Michael Marmot, é possível realizar o mesmo trabalho de forma menos deprimente. Assim, para evitar se sentir refém em seu próprio trabalho, torne-o mais gratificante, como, por exemplo, mudando coisas rotineiras. Horário, local, roupas, decoração da mesa, ordem das tarefas…

Se de alguma forma você puder ter algum nível de liberdade em um ou alguns desses itens, você não sentirá o trabalho como um fardo tão pesado. Existem, inclusive, estudos científicos que sugerem que dar flexibilidade a um funcionário aumenta sua produtividade.

Portanto, uma dica simples para os líderes das empresas evitarem a depressão causada pelo trabalho é controlar as pessoas o mínimo possível. Com isso, os funcionários não apenas trabalharão mais, mas também serão mais felizes. E como ambas as partes se beneficiarão disso, ter um local de trabalho mais liberal não será um problema para os gerentes.

PROCURE AJUDA DE UM PROFISSIONAL DE SAÚDE 

Se você estiver enfrentando uma depressão causada pelo trabalho, lembre-se sempre de colocar sua saúde em primeiro lugar. Procure ajuda de um profissional da área de saúde, uma vez que é primordial estar sob o tratamento adequado.

Como lidar com chefe controlador? Terapeuta dá dicas; Confira matéria no FalaFreud.

Fonte:https://medium.com/inc./this-is-the-number-one-cause-of-depression-at-work-45a7302e3552

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FalaFreud na mídia: “App de terapia brasileiro agora tem videochamadas”

Usuários poderão interagir com terapeutas em vídeos para interpretação de linguagem corporal e aumento de empatia

São Paulo — O aplicativo brasileiro de terapia FalaFreud ganha nesta semana suporte para videochamadas. O recurso era um dos mais aguardados por seus usuários e permite que o terapeuta possa avaliar sinais não verbais, como a linguagem corporal do paciente virtual.

A novidade, disponível nos aplicativos para Android e iPhone, também altera os planos oferecidos pela empresa atualmente. Antes, havia somente um plano, com mensagens de texto a qualquer hora do dia para terapeutas, cujo custo era de 300 reais ao mês. Agora, também há uma opção de 339 reais que dá ao assinante a possibilidade de fazer uma chamada de vídeo por mês, com duração de 45 minutos. Sessões em vídeo adicionais poderão compradas por meio do pagamento adicional de 75 reais cada.

A empresa responsável pelo FalaFreud conta que o novo aplicativo foi criado praticamente do zero para evitar problemas de desempenho, em especial, nos dispositivos Android. Na Google Play Store, é possível encontrar diversas reclamações dos usuários quanto ao desempenho e também ao preço cobrado pela assinatura do app.

Yonathan Yuri Faber e Renan Pupin são os fundadores do FalaFreud e enfrentaram resistência do Conselho Federal de Psicologia e de profissionais da área por se posicionarem como uma empresa que conectava pacientes a psicólogos. Faber conta que isso acabou desde que a companhia decidiu ampliar seu escopo de atuação de psicólogos para terapeutas.

Em entrevista a EXAME.com, Faber conta que o aplicativo cresceu 20% ao mês nos últimos meses, em termos de usuários, e que já surgiram diversos cadastros no CFP de sites de psicólogos e empresas que desejam oferecer terapia online. No total, são mais de 700 que apareceram recentemente.

Entre os rivais, se destaca o Luzz, que tem proposta parecida com a do FalaFreud, com assinatura mensal de 369 reais.

Em 2014, Faber tentou lançar no Brasil um aplicativo de caronas pagas muito semelhante ao Uber, o Zaznu, mas ele não deu certo. “Com o Zaznu, nós perdíamos dinheiro a cada corrida. No FalaFreud já conseguimos ter lucro”, declarou Faber.

O próximo passo do aplicativo agora é ir atrás das empresas para oferecer seu serviço de atendimento via aplicativo–e as chamadas em vídeo são cruciais para isso, na visão de Faber. Fora isso, o FalaFreud segue em busca de aumentar sua base de clientes. Com o código promocional EXAME, novos usuários do app ganham 50 reais de desconto na mensalidade.

Matéria originalmente publicada na Revista Exame