Arte na terapia: Uma forma de enfrentar a depressão.

arte terapia contra Depressão

A arte é uma ferramenta importante no processo da terapia, principalmente nos casos de depressão.

Ela pode ser usada para expressar o que estamos sentindo, além de despertar nosso poder criativo, que muitas vezes inibimos durante a vida.

Todos os seres humanos precisam falar, expressar seus sentimentos.

Mas muitas vezes, temos dificuldade em dizer como estamos nos sentindo. Não é verdade?

O indivíduo que tem depressão costuma guardar algumas emoções, sem elaborar isso de forma assertiva. E a arte pode ser um caminho de expressão daquilo que está guardado.

Por esse motivo, é muito eficaz no tratamento da depressão e pode gerar excelentes resultados, sendo usada na expressão de sentimentos, pensamentos, ideias, fantasias e traumas mal elaborados.

A arte estimula o indivíduo ao autoconhecimento, o que facilita o processo de cura.

 

Existem vários tipos de manifestações da arte, seja por desenho, pintura, música, poesia, teatro, dança, escultura, etc.

Vários artistas famosos como Van Gogh e Leo Tolstoy, apresentavam quadros de depressão. E atualmente existe um jovem fotógrafo, chamado Christian Hopkins que usou a fotografia como forma de expressão e de enfrentar a depressão.

Uma dica para quem quer começar a usar a arte na expressão de suas emoções, escrever e desenhar está ao alcance de todos e é um bom começo.

Expressar como está se sentindo através desses recursos, pode trazer alívio e gerar mais consciência de si mesmo.

Aproveite as dicas, experimente e nos conte como foi a experiência!  

Leia também nosso teste de depressão e não esqueça que estamos aqui para te ajudar.

 

Dayane Costa Fagundes
Terapeuta

 

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Credito Foto: Alice Achterhof

Como ’13 Reasons Why’ nos alerta das metáforas do desespero adolescente

“Oi, é a Hannah. Hannah Baker.”

Assim começam as últimas palavras da protagonista de 13 Reasons Why, produção original da Netflix que estreou na última sexta-feira (31).

Nó na garganta para uns, ameaça para outros, a desconfortável despedida de Hannah é um convite urgente da série para pensarmos os efeitos das palavras na vivência adolescente em um contexto de emoções subestimadas.

A gravação, deixada em analógicas fitas K7, lista os 13 motivos pelos quais Hannah, de 17 anos, decidiu terminar seu sofrimento com um suicídio. Cada motivo corresponde a um episódio.

Apesar de este texto conter alguns spoilers, o suicídio não é um deles. É a premissa da narrativa, baseada no livro homônimo de Jay Asher, de 2007, e que no Brasil foi lançado com o título Os 13 Porquês (Ática, 2009).

Enquanto o colega Clay Jensen, de 17 anos, ouve as fitas, acompanhamos a trajetória de Hannah, do próprio Clay e de alguns alunos na Liberty High School e nos espaços que orbitam a escola de ensino médio, como a lanchonete frequentada por eles (Monet’s), as festas e as casas de cada um.

Dois lares são especialmente abordados: o dos pais de Hannah, enlutados e marcados pela ausência brutal da única filha, e da família de Clay, cujos pais tentam traçar alguma comunicação com o filho que nada revela.

DIVULGAÇÃO/NETFLIX

Com sua trama e linguagem adolescentes, 13 Reasons Why à primeira vista pode parecer uma novelinha de angústias particulares, mas desenvolve profundidade e temáticas obrigatórias não só para pais de crianças e adolescentes, como também para a sociedade como um todo.

Nos EUA, a assustadora recorrência de tiroteios em escolas nos leva a pensar em um problema localizado, mas o bullying e o cyberbullying presentes nos colégios brasileiros estão relacionados a desfechos igualmente trágicos, como automutilações, agressões e assassinatos.

Mais do que alarmante, a narrativa é uma tentativa de entendimento do suicídio para fins preventivos e também reflexivos. Sinais que passam despercebidos, metáforas de desespero não assimiladas e sofrimento silenciado costumam vir à tona tardiamente como pedido de ajuda, gerando ainda mais angústia diante do irreversível.

Longe da ficção, Sue Klebold, mãe de Dylan Klebold, um dos adolescentes responsáveis pela tragédia na escola americana Columbine, em 1999, se recrimina por não ter percebido as intenções do filho que, antes de se suicidar, atirou e matou colegas da escola:

Seus amigos mais próximos, garotos com quem ele conviveu todos os dias durante anos, não sabiam quanto ele estava desesperado. Alguns se recusam a acreditar nessa caracterização até hoje. Mas eu era a mãe dele. Eu deveria saber.Sue Klebold, no livro ‘O Acerto de Contas de uma Mãe – A Vida Após a Tragédia de Columbine’

O suicídio pressupõe uma dolorosa especulação: por que uma pessoa amada resolve desistir da própria vida? Em um dos momentos mais comoventes da série, a mãe de Hannah, Olivia, lamenta a ausência de um bilhete que dê algum tipo de justificativa para a decisão da filha.

Nem Olivia nem o marido, Andy, conseguem conciliar a memória que tinham da garota com o presente devastador que agora precisam enfrentar. Para tentar suprir essas lacunas, entram na Justiça pedindo a responsabilização da escola.

13 Reasons Why não deixa de ser um preenchimento ficcional em cima de uma angústia, uma fantasia de explicação que permite dar sentido ao que aconteceu — pois na vida real não temos tais respostas, mesmo quando bilhetes ou posts nas redes sociais são deixados.

Transbordamento sem aviso prévio

Nas 13 motivações de Hannah, narradas como acontecimentos que vão aumentando a falta de perspectiva no futuro, o suicídio não é apontado como desfecho dramático de um acontecimento único, como o cyberbullying de uma foto mal-intencionada, uma humilhação na frente de toda a classe ou o fim de um relacionamento. “O suicídio é o desfecho de uma série de fatores que se acumulam na história do indivíduo”, esclarece a Associação Brasileira de Psiquiatria.

A ideia suicida vem do acúmulo de situações, como um copo que vai se enchendo e que transborda com uma gota d’água (a perda de um emprego, por exemplo), levando à sensação de total impotência e desespero, explicaram ao HuffPost Brasil os voluntários do Centro de Valorização da Vida (CVV), que há 55 anos atua na prevenção do suicídio no Brasil.

“Dificuldades financeiras, assim como guerras, ditaduras e outros cenários críticos podem ser fatores de pressão externa e ‘adicionar água ao copo’ de muitas pessoas, mas não podem ser apontados como motivos exclusivos de suicídio. Cada pessoa tem um limite próprio e reage de maneira diferente aos mesmos estímulos, então é essencial sempre encontrar maneiras de ‘esvaziar o copo’ antes que chegue na borda.”

Esvaziar o copo, porém, passa pelo reconhecimento de que este esteja cheio, e na vivência adolescente, em que as emoções particulares de cada um ficam obscurecidas, camufladas ou disfarçadas, o transbordamento chega sem aviso prévio.

Comportamentos que poderiam ser interpretados como sinais, como o silêncio ou a agressividade, são reduzidos à faixa etária: “isso é fase, vai passar”. Como se a adolescência em si justificasse os sintomas apresentados…

A transição de uma criança para o universo adulto jamais deveria ser tratada como banal, e esta parece ser a maior contribuição de 13 Reasons Why.

No mundo adulto da independência e das responsabilidades cabem a raiva, a tristeza, o medo e a dissimulação. Por que haveria de ser diferente no “não-lugar” que é a adolescência, esse período da vida em que um pé está no infantil, e o outro ensaia passos adultos?

A intensidade dos sentimentos tem resposta proporcional à maneira como as pessoas reagem ao que é dito para elas. Uma ofensa em um vulnerável período de constituição da identidade faz reverberar inseguranças e frustrações, e só mesmo a ressignificação daquilo que machuca poderia dar ou devolver o sentimento de integridade.

Hannah tenta colocar em palavras, para destinatários específicos, as suas motivações. Curiosamente, ao terminar a fita 12, Hannah sente certo sentido em viver. Mas o que ocorre é a mortal impossibilidade de conseguir conversar com os pais, com Clay ou com o conselheiro da escola.

Ela não encontrou escuta para seu sofrimento nem insistiu em tentar comunicá-lo, muito possivelmente por não saber colocá-lo em palavras.

Crianças invariavelmente recorrem aos jogos e brincadeiras para expressar o que se passa em seus mundos internos. Nem a mais aparente eloquência de um adolescente, porém, pode garantir que ele consiga dar vazão às suas emoções. Ao mesmo tempo, a escola dela falhou em fazer a escuta sensível daquilo que não se consegue pronunciar.

DIVULGAÇÃO/NETFLIX

A Comunicação Indispensável

As redes sociais se apresentam como poderosos meios de comunicação, mas como vemos no cyberbulling de Hannah, também configuram novas formas de sofrimento e ressaltam, para mais pessoas, desamparos e desesperos alheios.

O público suplanta o íntimo, e prevalecem as aparências em detrimento de um interior necessitado, mas sem a gramática necessária para pedir ajuda.

Clay demonstra, em vida, essa falta de comunicação dos próprios sentimentos, reservando às lágrimas no chuveiro e à raiva as únicas possibilidades de extravasar seu (temporariamente) arruinado mundo particular.

Falar de suicídio é falar de prevenção; é dar nome ao que atormenta e ao que se apresenta como impossível. A cada dia, pelo menos 32 brasileiros se matam, segundo dados do Ministério da Saúde e da OMS.

A prevenção poderia salvar a vida de nove entre dez pessoas que hoje se suicidam. A produção da Netflix parece encampar essa mensagem com personagens que podem ser reconhecidos em escolas de todo o mundo.

O estímulo à prevenção surtiu efeitos, pelo menos no Brasil. Segundo o CVV, desde a estreia do série, os pedidos de ajuda ou de conversa enviados por e-mail aumentaram em mais de 100%, com 25 mensagens mencionando 13 Reasons Why.

Ainda que apresentada como série adolescente de mistério, com personagens carismáticos e algumas tiradas de humor, 13 Reasons Why não foge do incômodo e da perplexidade provocados por um suicídio. O tempo todo se especula em torno da narrativa de Hannah, até que o suicídio em si abruptamente nos coloca na posição de encarar o fato, a decisão, a dor e a finitude que vem com ele.

O que a ficção da série consegue é um debruçar nosso sobre o insuportável da realidade, sobre aquilo que não se diz, nem tampouco se escreve. Sobre a angústia da ausência de respostas, e sobre a inibição de perguntas que podem apontar novos caminhos diante do sofrimento insuportável, porém, reversível.

Como cão salvou da depressão única sobrevivente de desastre aéreo

Silvia Viruega é uma respeitada veterinária que chefiou o canil da Polícia Federal mexicana e hoje comanda um hospital público para animais na Cidade do México.

Mas sua trajetória de sucesso teve um grande obstáculo no meio do caminho, um evento traumático da qual só conseguiu se recuperar com uma ajuda externa inusitada.

Em entrevista ao programa Outlook da BBC, ela contou essa história. O evento traumático foi um acidente de avião, do qual foi a única sobrevivente.

O avião de pequeno porte, pilotado por seu namorado e que levava, além de Silvia, um amigo do casal, caiu durante um voo para Acapulco.

Seu namorado não tinha grande experiência, ainda estava em fase de acumular horas de voo.

“O avião teve uma falha mecânica”, conta Silvia.

Por um milagre, diz ela, não apenas sobreviveu ao acidente como saiu dele andando.

“Comecei a procurar por meu namorado. Vi o amigo dele, que não se mexia. O avião estava pegando fogo. Na minha cabeça, se estava viva e andando, todo muito teria a mesma chance”, recorda.

“Quando me colocaram na ambulância, ainda não tinha visto ele, fiquei aflita. Pensei comigo: espero que o levem para o mesmo hospital que eu.”

Já no hospital, quem apareceu para visitá-la foi a mãe do namorado, o que a deixou confusa. Queria saber por que não o haviam levado para o mesmo hospital. “O que realmente aconteceu era que o pai dele estava com ele no necrotério e a mãe comigo, me fazendo companhia”, diz.

Depois ela recebeu a visita do irmão e de amigos. Coube ao irmão dar a notícia: todo mundo tinha morrido no acidente, menos ela.

Silvia Viruega mostra foto do presente que mudou sua vida: Gary, um cão da raça Yorkshire Terrier igual à miniatura sobre a mesa dela.

 

A veterinária sofreu um traumatismo craniano, uma lesão na coluna, vários escoriações e fraturas no nariz e a fíbula direita. Passou uma semana no hospital, antes de ser transferida de volta à Cidade do México.

“Durante o retorno para a Cidade do México, eu estava muito abatida, chorando muito.”

Passou meses em reabilitação física – e tentando superar o trauma. “Meu cérebro estava 100% desconectado. Eu não estava tendo alucinações, nada disso, estava simplesmente em um estado de indiferença e nada importava para mim”, relata.

Presente da vida

Mas um dia ganhou, de presente, um cão da raça yorkshire terrier, que acabaria mudando sua vida.

“Nove meses depois do acidente, um amigo me deu um cachorro. Era um filhote, que imediatamente me fez pensar sobre a vida.”

Ela passou a se dedicar a Gary, o cachorro, que reacendeu nela vários interesses adormecidos e acabou se tornando “um dos melhores presentes que a vida já me deu”.

Para ela, o cachorro simbolizou um renascimento, uma nova fase do ciclo da vida: “Ele nasceu pequenino e eu tinha acabado de renascer, depois de algo horrível que tinha acontecido comigo”.

Gary a ajudou a perceber que estava se entregando a um mal oculto, que nem sabia ter. “Eu não tinha percebido que tinha depressão. Estava a toda hora tentando esconder… É muito difícil de aceitar isso. Acho que depende da habilidade que cada pessoa tem de enfrentar a depressão”.

Gary passou a ser companhia constante para tudo. Bastava acordar e ver o cachorro, que já encontrava ânimo para “fazer o que tinha que ser feito dentro do programa de reabilitação”.

Mas quando começou a levar Gary para passear, se deu conta do quanto perdeu em mobilidade por causa dos danos sofridos no acidente.

Silvia Viruega é uma das mais renomadas veterinárias do México (Foto: Clayton Conn)

“Quando levei Gary para caminhar, percebi que era muito lenta. Foi quando a realidade me atingiu, foi quando me dei conta de qual era o meu estado. Em outras palavras, eu estava bem mal.”

Gary esteve ao lado dela durante todo o tempo da difícil recuperação. “Por isso, para mim, ele é um ser tão especial”, diz.

Hoje, como diretora de um hospital para animais, ela diz ver casos como o dela quase todos os dias. “[Animais de estimação] são companhias para idosos solitários ou crianças que não falam. Há milhares de outros casos”, afirma.

Segundo ela, já foi provado cientificamente que ter animais de estimação ou ficar perto de animais traz até benefícios físicos como a redução de batimentos cardíacos e a liberação de endorfina, substância produzida pelo corpo humano que ajuda a dar a sensação de bem-estar.

Nova etapa

Depois que Gary a ajudou a sair da depressão, Silvia Viruega decidiu fazer um mestrado em Saúde Pública, Administração e Medicina Animal.

“Fiz o mestrado e, a partir daí, comecei a buscar projetos, trabalhos para continuar me sentindo viva, útil e para apreciar essa segunda oportunidade. Você fica mais sensível, menos indiferente”, afirma.

Hoje, Silvia Viruega sabe o nome e do que sofre cada um dos cães e gatos que estão no renomado hospital que ela dirige. Faz questão de falar da satisfação em poder recuperar a saúde de seus pacientes e de ver os donos dos animais saindo com eles andando novamente, salvos e estáveis.

Ela diz que se sente mais em casa na clínica que se sentia no canil da Polícia Federal, onde os cães eram treinados para achar drogas, bombas e corpos. Além disso, diz preferir as raças de cachorros pequenos. “Tenho em casa um chihuahua, além do yorkshire terrier”.

“A área sentimental da minha vida também renasceu”, conta. “Tenho um marido maravilhoso que, por coincidência, também é um piloto de avião; e uma filha pequena.”

Sobre a mesa de trabalho de Silvia, há miniaturas de diferentes raças de cães. Mas a que mais chama atenção é a de um yorkshire, igual ao seu.

“Gary me salvou e, de certa forma, me trouxe para onde estou agora. Ele me motivou para continuar.”

Depressão cresce no mundo, segundo OMS; Brasil tem maior prevalência da América Latina

A depressão afeta 322 milhões de pessoas no mundo, segundo dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta quinta-feira (23) referentes a 2015. Em 10 anos, de 2005 a 2015, esse número cresceu 18,4%. A prevalência do transtorno na população mundial é de 4,4%.

Já no Brasil, 5,8% da população sofre com esse problema, que afeta um total de 11,5 milhões de brasileiros. Segundo os dados da OMS, o Brasil é o país com maior prevalência de depressão da América Latina e o segundo com maior prevalência nas Américas, ficando atrás somente dos Estados Unidos, que têm 5,9% de depressivos.

O país com menor prevalência de depressão nas Américas é a Guatemala, onde 3,7% da população tem o transtorno. Já o país com menor prevalência de depressão no mundo, segundo o relatório, são as Ilhas Salomão, na Oceania, onde a depressão atinge 2,9% da população.

Além dos Estados Unidos, os países que têm prevalência de depressão maior do que o Brasil são Austrália (5,9%), Estônia (5,9%) e Ucrânia (6,3%).

Brasil é recordista em ansiedade

Ainda segundo a OMS, o número de pessoas com transtornos de ansiedade era de 264 milhões em 2015, com um aumento de 14,9% em relação a 2005. A prevalência na população é de 3,6%. É importante observar que muitas pessoas têm tanto depressão quanto transtornos de ansiedade.

O Brasil é recordista mundial em prevalência de transtornos de ansiedade: 9,3% da população sofre com o problema. Ao todo, são 18,6 milhões de pessoas.

Segundo a OMS, o número de pessoas com transtornos mentais comuns, como a depressão e o transtorno de ansiedade, está crescendo especialmente em países de baixa renda, pois a população está crescendo e mais pessoa chegam às idades em que depressão e ansiedade são mais frequentes.

Suicídio

Em 2015, 788 mil pessoas morreram por suicídio. Isso representou quase 1,5% de todas as mortes no mundo, figurando entre as 20 maiores causas de morte em 2015. Entre jovens de 15 a 29 anos, o suicídio foi a segunda maior causa de morte em 2015.

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Não coloque a sua felicidade como um destino distante!

Pare de adiar a sua felicidade!

Aprender a ser feliz hoje é o grande segredo da vida. Valorize o que você tem hoje, ao invés de suspirar por sonhos e incertezas que talvez o futuro possa te trazer.

Seja feliz com seu cabelo liso, ou ondulado, com sua magreza, ou com seus quilos a mais. Seja feliz com sua saúde, ou com que resta dela, seja feliz com quem está junto de você, mesmo que geograficamente distante.

Se você não aprender a ser feliz hoje, agora, com tudo o que te sobra ou te falta, você jamais será feliz com nada que vier a conseguir.

A felicidade não está no que virá, mas no que você já possui.

Nenhum dinheiro, carro, ou cirurgias plásticas, ou carreira de sucesso, te fará verdadeiramente feliz. Prova disso são os vários ricos e famosos que vivem mergulhados em depressão e até se suicidam.

Decida ser feliz hoje, com um simples sorvete, um bom filme, um passeio, um banho relaxante. Seja feliz com você mesmo. Quem não consegue ser feliz com uma coxinha de frango, um ovo frito, um pastel ou um pudim, será depressivo saboreando caviar, lagosta e escargot.

Também não é o ambiente que tem o poder de te fazer feliz, mas são as suas boas emoções que transformam as circunstâncias ao teu redor.

Assim, você é a única pessoa capaz de te distanciar dos melhores momentos de sua vida, jogando-os sempre para um futuro incerto.

Então, pare de adiar sua felicidade. Não deixe mais a sua plena realização dependente das incertezas do amanhã, porque o futuro quase sempre chega virando nossos planos perfeitos de ponta cabeça.

Não coloque mais a sua felicidade como um destino distante, porque as pontes podem cair. Levante-se para ser feliz hoje, agora.

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fonte: https://osegredo.com.br/2017/02/nao-coloque-sua-felicidade-como-um-destino-distante/

Teste de Depressão

De uma maneira geral, os sintomas de depressão se confundem bastante com sintomas de outras doenças. E saber qual a diferença entre um quadro de tristeza, por exemplo, e um caso real de depressão não é a tarefa mais simples do mundo. “Tristeza é uma emoção, enquanto depressão é uma doença”, explica o psiquiatra Ken Robbins, da Universidade de Wisconsin-Madison – nos Estados Unidos.
E verdadeira depressão difere da tristeza em dois pontos-chave:

Sintomas de depressão

A. Severidade

Os sintomas da depressão são severos o suficiente para dominar sua vida e interferir profundamente em sua rotina diária. É como se você estivesse atolado em um mar de areia movediça e, não importa quanta força faça, apenas não consegue sair dali.

B. Duração

A tristeza com certeza faz parte da lista de sintomas de depressão. Mas, quando é “só” tristeza, o sentimento acaba passando em alguns dias e a vida volta a ser como era antes – o que não acontece em uma caso de depressão, quando a pessoa fica triste o tempo todo e por mais de duas semanas.

E, ao contrário do que muitos pensam, os sintomas de depressão vão muito além da tristeza. A seguir, vamos apresentar 11 sintomas de depressão que são os mais comuns. Mas, antes de falar mais sobre cada um deles, vale um alerta: é possível que uma pessoa deprimida não tenha os 11 sintomas de uma só vez, e a intensidade de cada um deles pode variar. O importante, e fundamental, é verificar se vários desses sintomas estão presentes por mais de duas semanas em você, ou em alguém que você conheça. Nesse caso, talvez seja hora de procurar ajuda médica especializada.

Vamos aos sintomas:

11. Baixo astral generalizado

Quando o baixo astral domina todos os seus momentos, talvez seja hora de ficar em estado de alerta. Perda de interesse na vida, incapacidade de sentir ou expressar felicidade ou outras emoções também fazem parte do pacote. Como dissemos, é normal se sentir assim quando alguma coisa que não gostaríamos acontece com a gente. Como ser demitido, ou terminar um relacionamento, por exemplo. Mas, o normal é que essa melancolia seja passageira. Quando ela insiste em ficar e anula todas as possibilidades de sorrir e sentir qualquer tipo de alegria, ela não se torna apenas um sintoma, mas também uma das evidências mais fortes de que se trata de um quadro real de depressão.

Se você está em dúvida sobre estar ou não nessa situação, pergunte a você mesmo: “quando foi a última vez que eu fiquei feliz?”.

10. Sentimento constante de desesperança, inutilidade ou desamparo

Quando uma pessoa está com depressão, ela não consegue deixar de sentir que está tudo errado e a culpa de todos os problemas do mundo é dela. A pessoa parece incapaz de ver qualquer lado positivo ou luz no fim do túnel. E então começa a se fixar em erros do passado, ficando horas, dias e semanas remoendo um sentimento de culpa infinito. Falas como “eu não tenho escolha”, “eu não posso fazer nada”, “ninguém se importa” são comuns de se ouvir de alguém que se encontra nessa situação.

9. Choro frequente

Quando o choro é frequente e aparentemente não tem uma causa que o justifique, vem “do nada”, ele pode entrar para a lista de sintomas de depressão. Mas é importante ressaltar que nem toda pessoa deprimida chora. Na verdade, algumas nunca choram. E, segundo um estudo feito na Universidade de São Francisco (Estados Unidos) em 2001, a quantidade de choro não está diretamente relacionada à gravidade da depressão. Contudo, pode ser a pontinha do iceberg.

8. Inquietação e agitação constante

Pessoas com depressão podem se sentir incapazes de relaxar. Podem ter também um sentimento constante de irritação e raiva de tudo e de todos.

7. Cansaço exagerado e perda de energia

Normalmente, quando uma pessoa está com depressão e não mostra a agitação de que falamos no item anterior, ela tende a ficar mais quieta e se queixar constantemente de cansaço e falta de energia para tudo. Daí vem uma onda implacável de improdutividade que atinge desde o trabalho até as atividades mais rotineiras. Esse sintoma pode ser tão forte a ponto de a pessoa não conseguir mais nem sair da cama.

6. Perda de interesse em atividades e hobbies que gostava

Esse é um dos sintomas de depressão mais reveladores da doença. A pessoa não tem mais vontade alguma de fazer coisas que antes adorava. E essas coisas podem ser as mais variadas possíveis, como passear com os cachorros, se exercitar, ou tomar conta dos seus sobrinhos. E, assim, a pessoa depressiva vai lentamente se isolando do mundo, recusando convites e qualquer outro motivo para sair de casa.

5. Dificuldade de concentração

Esquecer compromissos e recados, cometer erros bobos, não se lembrar de nomes e evitar fazer planos ou adiar decisões. A pessoa considerada “deprimida” é vítima constante de “pensamentos confusos”. Entre os sintomas de depressão, esse é aquele que começa virando motivo de piada, mas pode ficar sério a ponto da pessoa começar a escrever lembretes para ela mesma.

E atenção: essas falhas mentais associadas à depressão podem se parecer muito com “demência”. E, de fato, as pessoas com esta condição são propensas à depressão, e vice-versa.

4. Dormir demais ou problemas de sono

Falta de sono, ou sono em excesso, e a depressão estão intimamente relacionados. Em algumas pessoas, a depressão se manifesta com insônia, enquanto em outros acontece exatamente o contrário: tudo o que a pessoa quer é dormir. De um jeito ou de outro, a rotina de sono é interrompida e a pessoa nunca se sente descasada o suficiente. Importante saber: a depressão é uma das principais causas de problemas de sono, porque ela interfere nos ritmos biológicos naturais.

3. Falta de apetite ou comer compulsivamente

Esse é mais um caso em que o sintoma tende a aparecer como um extremo ou outro: a pessoa depressiva pode perder totalmente o interesse na comida, ou começar a comer descontroladamente. De um jeito ou de outro, é relativamente fácil detectar um comportamento anormal, principalmente porque nesse caso, um pouco mais que nos outros, os resultados desse comportamento é geralmente visível.

2. Pensamentos suicidas

A depressão é uma das condições mais comumente associadas ao suicídio. Ele começa com o que parece ser uma solução lógica para toda a dor e sofrimento que uma pessoa depressiva sente. De acordo com o Instituto Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos, 90% das pessoas que cometem suicídio tem um quadro clínico de depressão, estão sob efeito de drogas ou ambos.

Quem tem esse tipo de pensamento geralmente fala coisas como “eu queria morrer”, “eu quero acabar com tudo” e por aí vai. O perigo é que muitas pessoas podem pensar que essas são palavras ditas “da boca pra fora”, mas a verdade é que elas realmente sentem essa vontade de colocar um ponto final na vida. E esse, mais do que todos os sintomas, é um indicador de que a ajuda profissional não só é necessária, como é urgente.

1. Dores persistentes, dores de cabeça, cólicas ou problemas digestivos que não melhoram com tratamento

A depressão é estressante. Os efeitos físicos do estresse crônico, somado à falta de cuidados com si mesmo, provocam uma série de problemas de saúde, como os que enumeramos acima. Obviamente, alguns destes sinais físicos podem ser pistas para problemas de saúde não relacionados à depressão. O importante é perceber se isso está acontecendo junto com outro(s) sintoma(s) que listamos neste artigo.

Dica: levar uma pessoa ao médico sob o pretexto de avaliar sintomas crônicos permite que você tenha uma chance de fazer um relatório completo de outros sintomas preocupantes que podem levar ao diagnóstico de uma depressão. Isso pode ser muito importante porque pessoas com depressão costumam negar essa condição e todos os possíveis sintomas relacionados a ela. E, de acordo com o Instituto Nacional de Saúde Mental, até os casos mais severos de depressão costumam responder muito bem ao tratamento adequado.

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Teste de Ansiedade Generalizada

A ansiedade é uma reação normal diante de situações que podem provocar medo, dúvida ou expectativa. É considerada normal a ansiedade que se manifesta nas horas que antecedem uma entrevista de emprego, a publicação dos aprovados num concurso, o nascimento de um filho, uma viagem a um país exótico, uma cirurgia delicada, ou um revés econômico. Nesses casos, a ansiedade funciona como um sinal que prepara a pessoa para enfrentar o desafio e, mesmo que ele não seja superado,  favorece sua adaptação às novas condições de vida.

O transtorno da ansiedade generalizada (TAG), segundo o manual de classificação de doenças mentais (DSM.IV), é um distúrbio caracterizado pela “preocupação excessiva ou expectativa apreensiva”, persistente e de difícil controle, que perdura por seis meses no mínimo e vem acompanhado por três ou mais dos seguintes sintomas: inquietação, fadiga, irritabilidade, dificuldade de concentração, tensão muscular e perturbação do sono.

A ansiedade é uma reação normal diante de situações que podem provocar medo, dúvida ou expectativa. É considerada normal a ansiedade que se manifesta nas horas que antecedem uma entrevista de emprego, a publicação dos aprovados num concurso, o nascimento de um filho, uma viagem a um país exótico, uma cirurgia delicada, ou um revés econômico. Nesses casos, a ansiedade funciona como um sinal que prepara a pessoa para enfrentar o desafio e, mesmo que ele não seja superado,  favorece sua adaptação às novas condições de vida.

O transtorno da ansiedade generalizada (TAG), segundo o manual de classificação de doenças mentais (DSM.IV), é um distúrbio caracterizado pela “preocupação excessiva ou expectativa apreensiva”, persistente e de difícil controle, que perdura por seis meses no mínimo e vem acompanhado por três ou mais dos seguintes sintomas: inquietação, fadiga, irritabilidade, dificuldade de concentração, tensão muscular e perturbação do sono.

É importante registrar também que, nesses casos, o nível de ansiedade é desproporcional aos acontecimentos geradores do transtorno, causa muito sofrimento e interfere na qualidade de vida e no desempenho familiar, social e profissional dos pacientes.

O transtorno da ansiedade generalizada pode afetar pessoas de todas as idades, desde o nascimento até a velhice. Em geral, as mulheres são um pouco mais vulneráveis do que os homens.

Sintomas

Os sintomas podem variar de uma pessoa para outra. Além dos já citados (inquietação, fadiga, irritabilidade, dificuldade de concentração, tensão muscular) existem outras queixas que podem estar associadas ao transtorno da ansiedade generalizada: palpitações, falta de ar, taquicardia, aumento da pressão arterial, sudorese excessiva, dor de cabeça, alteração nos hábitos intestinais, náuseas, aperto no peito, dores musculares.

Diagnóstico

O diagnóstico do TAG leva em conta a história de vida do paciente, a avaliação clínica criteriosa e, quando necessário, a realização de alguns exames complementares.

Como os sintomas podem ser comuns a várias condições clinicas diferentes que exigem tratamento específico, é fundamental estabelecer o diagnóstico diferencial com TOC, síndrome do pânico ou fobia social, por exemplo.

Tratamento

O tratamento do TAG inclui o uso de medicamentos antidepressivos ou ansiolíticos, sob orientação médica, e a terapia comportamental cognitiva. O tratamento farmacológico geralmente precisa ser mantido por seis a doze meses depois do desaparecimento dos sintomas e deve ser descontinuado em doses decrescentes.

Recomendações

* Se você é visto como alguém de estopim curto, que anda sempre com os nervos à flor da pele e tem muita dificuldade para relaxar, provavelmente chegou a hora de procurar um médico para avaliar esse estado permanente de tensão e ansiedade;

* Se você cobra muito de si mesmo, está sempre envolvido em inúmeras tarefas e pressionado pelos compromissos, tente pôr ordem não só na sua agenda, mas também na sua rotina de vida, sem esquecer de reservar um tempo para o lazer. Se não conseguir sozinho, não se envergonhe, peça ajuda.

É importante registrar também que, nesses casos, o nível de ansiedade é desproporcional aos acontecimentos geradores do transtorno, causa muito sofrimento e interfere na qualidade de vida e no desempenho familiar, social e profissional dos pacientes.

O transtorno da ansiedade generalizada pode afetar pessoas de todas as idades, desde o nascimento até a velhice. Em geral, as mulheres são um pouco mais vulneráveis do que os homens.

Sintomas

Os sintomas podem variar de uma pessoa para outra. Além dos já citados (inquietação, fadiga, irritabilidade, dificuldade de concentração, tensão muscular) existem outras queixas que podem estar associadas ao transtorno da ansiedade generalizada: palpitações, falta de ar, taquicardia, aumento da pressão arterial, sudorese excessiva, dor de cabeça, alteração nos hábitos intestinais, náuseas, aperto no peito, dores musculares.

Diagnóstico

O diagnóstico do TAG leva em conta a história de vida do paciente, a avaliação clínica criteriosa e, quando necessário, a realização de alguns exames complementares.

Como os sintomas podem ser comuns a várias condições clinicas diferentes que exigem tratamento específico, é fundamental estabelecer o diagnóstico diferencial com TOC, síndrome do pânico ou fobia social, por exemplo.

Tratamento

O tratamento do TAG inclui o uso de medicamentos antidepressivos ou ansiolíticos, sob orientação médica, e a terapia comportamental cognitiva. O tratamento farmacológico geralmente precisa ser mantido por seis a doze meses depois do desaparecimento dos sintomas e deve ser descontinuado em doses decrescentes.

Recomendações

* Se você é visto como alguém de estopim curto, que anda sempre com os nervos à flor da pele e tem muita dificuldade para relaxar, provavelmente chegou a hora de procurar um médico para avaliar esse estado permanente de tensão e ansiedade;

* Se você cobra muito de si mesmo, está sempre envolvido em inúmeras tarefas e pressionado pelos compromissos, tente pôr ordem não só na sua agenda, mas também na sua rotina de vida, sem esquecer de reservar um tempo para o lazer. Se não conseguir sozinho, não se envergonhe, peça ajuda.

FalaFreud é o melhor caminho para a terapia de forma fácil, acessível e conveniente para aqueles que procuram uma vida melhor. Você pode se conectar com um terapeuta do conforto e privacidade da sua casa usando o seu smartphone, baixe o nosso aplicativo em http://www.falafreud.com/ e converse hoje mesmo com um terapeuta.

Teste de Bipolaridade

Muitas pessoas se perguntam se o seu filho é bipolar, ou um familiar, ou creem que que alguém do seu meio sofre do transtorno bipolar. Há uma série de sintomas que podem ajudar a detecta-lo, ainda que a maioria das vezes se trate de simples conjeturas.

Realizando o seguinte Teste de Bipolaridade poderá ter uma orientação sobre se se seus comportamentos ou os de uma pessoa cerca de você são normais ou são devido a um transtorno bipolar.

O transtorno bipolar é uma das doenças mentais mais difíceis de detectar, e costuma passar muito tempo até que sejam corretamente diagnosticado. Os sintomas são muito diversos, sendo muitas vezes confundidos com o caráter da pessoa, e o que pode ser tomado como um início de bipolaridade podem ser por vezes também sintomas de um início de depressão. Se acha que é o caso, tome o nosso Teste de Sintomas de Depressão.

De qualquer forma, se este teste saiu positivo, é recomendável que veja um médico para obter um diagnóstico profissional, e uma linha de ação de combate á doença bipolar.

Realizar o Teste de Bipolaridade

Recomendações na hora de realizar o teste bipolaridade

1 – Ter mais de 18 anos

2 – Marcar só uma das respostas

3 – Responder ás perguntar pensando na forma em que se sentiu e comportou na maior parte da sua vida

4 – Não tomar como referência mudanças recentes ou de um período determinado, suas respostas devem refletir a maior parte de sua vida.

Sinais de que uma pessoa pode ser bipolar

1. Muito bom ânimo

O transtorno bipolar carateriza-se por episódios de mania e depressão, muito extremos e alternados. Durante uma fase maniaca, alguns pacientes podem passar por uma ruptura total da realidade.

No entanto, a hipomania, que também é um sintoma da doença, é um estado de alta energia em que uma pessoa se sente exuberante, mas não perdeu o seu contato com a realidade.

2. Inabilidade para completar tarefas 

uma casa cheia de projetos a meio é uma caraterística do transtorno bipolar. No entanto, as pessoas que sofrem este transtorno, se aproveitarem a sua energia quando se encontram numa fase de hipomania, pode ser muito produtivo.

Alguns, no entanto, planificam grandes projetos, pouco realistas, que nunca terminam, e depressa passam a outra coisa.

3. Depressão

Uma pessoa que se encontra num estado depressivo bipolar vai ser olhado como alguém que tem depressão normal. Eles têm os mesmos problemas de energia, apetite, sono e atenção, que aqueles que têm uma depressão regular.

Por desgraça, os anti depressivos típicos não funcionam bem nos pacientes que são bipolares, e inclusivamente podem acelerar o ciclo bipolar, piorando o estado, ou levar alguém a um episódio de ruptura com a realidade

Os anti depressivos podem ser perigosos em pessoas com este transtorno, já que os podem conduzir á mania

4. Irritabilidade

Algumas pessoas com esta doença sofrem de “mania mista”. Experimentam sintomas de mania e depressão ao mesmo tempo. Durante este estado, poem-se extremamente irritáveis.

Toda a gente tem dias maus, e esta é uma das razões pela qual este tipo de bipolaridade é muito mais difícil de reconhecer.

5. Verborreia

Muita gente á faladora por natureza. Todos conhecemos uma dessas pessoas que nunca se calam. No entanto, a “fala apressada” é um dos sintomas mais comuns do transtorno bipolar

Segundo o Dr. Bearden, este sintoma manifesta-se quando numa conversa não se produzem duas vias de comunicação. Há uma pessoa que fala sem parar, e que interrompe sistematicamente, sem permitir falar a outra.

Ainda que pareça algo difícil de verificar, na realidade isto é algo muito chamativo nas pessoas que se encontram em fase de mania. As pessoas bipolares nestas fases saltam de um tema para o outro, sem que haja uma conexão lógica entre eles.

6. Problemas laborais.

As pessoas com o transtorno bipolar costumam ter dificuldades no local de trabalho porque muitos dos seus sintomas podem chegar a interferir com a sua capacidade de trabalho. A bipolaridade em si não representa nenhum inconveniente para trabalhar, mas alguns dos seus sintomas podem causar dificuldades no desempenho da sua atividade profissional, sobretudo se a pessoa não está tratada.

Além de ter problemas para completar as tarefas, podem ter dificuldades para dormir, irritabilidade, e um ego inflacionado durante uma fase de mania e depressão em outras ocasiões unido além disso a problemas pessoais. Tudo isto pode ser uma fonte de conflito no lugar de trabalho.

7. Abuso de álcool ou drogas

Segundo alguns estudos, cerca de 50% dos bipolares também têm um problema de abuso de substâncias , em particular o uso de álcool. Muitas pessoas com a doença bipolar vêm no álcool a forma de animar-se quando estão deprimidos, e de acalmar-se quando estão em fase de mania.

O álcool é um tema complicado no tratamento da bipolaridade, e a maioria dos médicos aconselham a não beber mais do que o indispensável, já que pode afetar tanto a medicação como o estado anímico do paciente bipolar. Durante a fase maníaca o doente de bipolaridade sente-se bem, geralmente.

8. Comportamento errático bipolar

Quando se encontram numa fase maníaca, as pessoas com bipolaridade costumam ter uma auto-estima muito elevada. Sentem-se invencíveis, e não creem que possam cometer nenhum erro. As manifestações mais comuns de comportamento errático dão-se no aspeto sexual e festivo.

Os bipolares começam a gastar dinheiro em festas, a sair, ou têm companheiros sexuais que em circunstâncias normais não teriam. A pessoa deixa de ter em conta as consequências dos seus atos, e toma decisões que não correspondem ao seu juízo normal, provocando a estranheza das pessoas á sua volta.

9. Padrões de sono irregulares 

As pessoas com esta doença frequentemente tem problemas de insônia. Durante uma fase de depressão, podem dormir demasiado e sentirem-se cansados todo o tempo. Durante a fase maníaca, a inquietação pode não deixa-los dormir, e apesar de tudo nunca chegar realmente a sentir cansaço.

Um dos pontos mais importantes no tratamento da bipolaridade é tentar dormir o mesmo cada noite, cumprindo horários preestabelecidos.

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4 SINAIS DE QUE ALGUÉM TEM DEPRESSÃO PÓS-PARTO

“O nascimento de um bebê pode desencadear uma confusão de emoções poderosas, de emoção e alegria até medo e ansiedade. Mas também pode resultar em algo que você pode não esperar – depressão.” – The Mayo Clinic

O nascimento de uma criança é um evento na vida de uma mulher que muitas vezes traz uma sensação de alegria esmagadora. Um sentimento exaltado de criar algo bonito e precioso. Esta alegria, apesar de quaisquer dificuldades que possam surgir antes ou depois do nascimento, provavelmente permanecerá durante toda a vida da mulher.

Mas como é bem conhecido até agora, as complicações antes e depois do nascimento são possíveis. Essas complicações podem ser extremamente difíceis, perplexas, frustrantes e até perigosas. Dificuldades durante a gravidez e após o nascimento podem tributar a saúde física e/ou mental da mulher, às vezes a um nível muito insalubre.

Algumas mães experimentam o que é conhecido como depressão pós-parto (DPP), tema deste artigo.

Aqui, discutimos quatro dos principais sinais de DPP reconhecidos pelos profissionais médicos. Também forneceremos algumas recomendações profissionais referentes ao tratamento de DPP.

Diferença entre DPP e “Baby Blues”

É vital fazer uma distinção entre duas condições similares, mas muito diferentes.

“Baby blues” é um termo comum usado para descrever os sentimentos de “preocupação, infelicidade e fadiga” que muitas mulheres experimentam depois de dar à luz. Os sentimentos acima mencionados são leves em comparação a depressão pós-parto, e geralmente se dissipam após uma semana ou duas.

DPP também evoca esses sentimentos, mas o grau em que eles são experimentados é ampliado. Além disso, outros sintomas geralmente surgem.

Também é importante entender que DPP é uma condição médica e mental reconhecida, e que é menos comum do que “baby blues”, mas mais comum do que se pode pensar.

Para entender a prevalência de DPP, considere que a condição ultrapassa os novos casos anuais americanos (masculinos e femininos) de: doença de Alzheimer, epilepsia, leucemia, esclerose múltipla, lúpus, leucemia, doença de Parkinson e tuberculose.

De acordo com Centers for Disease Control and Prevention (CDC), 11 a 20 por cento das mulheres que dão à luz todos os anos experimentam sintomas de DPP. Usando uma média de base de 15 por cento, este número equivale a cerca de 600.000 casos de PPD apenas nos Estados Unidos.

Aqui estão 4 sinais de depressão pós-parto:

1.Inabilidade ou falta de vontade para tomar decisões
A ansiedade é um sintoma quase universal daquelas com DPP – e é frequentemente extrema. Para mães de primeira viagem, essa ansiedade pode até parecer debilitante; tornando muito mais difícil tomar qualquer decisão.

Mas a tomada de decisão para aquelas com DPP muitas vezes envolve medo, também. Uma mulher com DPP já tem dificuldade de fazer escolhas, mas quando se trata de ter que decidir sobre algo relacionado ao cuidado do bebê (por exemplo, alimentação, nutrição), uma sensação de medo também pode surgir. Principalmente medo de fazer algo errado.

2.Crises de gritos ou ataques emocionais
Qualquer um que tenha experimentado a investida de emoções negativas trazidas pela depressão pode se relacionar a isto. Como com todos os sintomas relacionados com DPP, os sentimentos depressivos sentidos por aqueles com a condição são ampliados, tornando a pessoa mais suscetível aos seus efeitos.

A depressão severa altera drasticamente a composição química do cérebro, incluindo a serotonina – o neurotransmissor responsável pela estabilização do humor. Para as mães com DPP, esta alteração química do cérebro – combinada com o estresse inevitável que a maternidade traz – pode resultar em uma inundação esmagadora de emoções. Este acúmulo emocional pode se manifestar em ataques de choro, raiva, explosões verbais e outros comportamentos “erráticos”.

3.Exaustão, mas incapacidade de dormir
Para começar, as mães de primeira viagem muitas vezes não recebem uma quantidade adequada de sono. Alimentar e cuidar da criança durante a noite é uma rotina comum, afinal. Na maioria das circunstâncias, quando a criança está dormindo, a mãe irá aproveitar o momento para descansar.

No entanto, devido a uma infinidade de razões (incluindo as constantes desta lista), pessoas que sofrem de DPP relatam frequentemente a incapacidade de adormecer – uma condição conhecida como insônia.

Quando a mulher finalmente consegue adormecer, a qualidade do sono é muitas vezes pobre. Naturalmente, o (já sobrecarregado) cérebro não se recarrega assim; este ciclo complica ainda mais uma situação já difícil.

4.Pensar em machucar a si mesma ou o bebê
Embora este sinal seja provavelmente apenas um subproduto da atividade cerebral anormal, ainda mais exacerbado pelo estresse e ansiedade extrema, é considerado grave pelos profissionais médicos. Infelizmente, muitas pacientes são muito envergonhadas para procurar orientação sobre esses pensamentos.

Mas psiquiatras e clínicos são inflexíveis sobre procurar ajuda. Na verdade, muitas mulheres que procuraram ajuda receberam reafirmação imediata, sem mencionar um plano de tratamento que pode ajudá-las através deste momento difícil.

Tratamento da DPP

Felizmente, existem várias opções de tratamento para DPP. Os tratamentos mais comuns de envolvem terapia de conversa, aconselhamento, medicação, ou uma combinação dos três.

De acordo com a Mayo Clinic, depressão pós-parto geralmente dura por seis meses, com tratamento adequado. Como com qualquer outra condição de saúde mental, é essencial continuar o tratamento para a quantidade prescrita de tempo, mesmo depois de se sentir melhor.

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Traduzido pela equipe de O Segredo – Fonte: Power of Positivity

Como usar o TDAH em seu favor

O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade, é uma doença que se não tratada de forma adequada, pode gerar sérias consequências na vida da pessoa. Porém a forma de funcionamento cerebral de uma pessoa com TDAH, se usada de maneira adequada pode até ser uma vantagem em relação as pessoas que não tem TDAH.

Não é à toa que muitas personalidades famosas de diversas áreas foram diagnosticados ou tem fortes indícios de ter TDAH, Como por exemplo: Albert Einstein, Adam Levine (Foto), Bill Gates, Henry Ford, Tom Cruise, Isaac Newton, Steven Spielberg, Michael Phelps , Entre muitos outros inventores, artistas, esportistas e empresários. Seja por aproveitar o senso de criatividade elevado, a ótima intuição, ou a velocidade de
raciocínio. Seguem algumas vantagens que um TDAH pode aplicar à seu favor:

# CRIATIVIDADE #

Sim, as pessoas com TDAH são mais criativas do que as outras, essa talvez
seja a maior vantagem. O Cérebro de uma pessoa com TDAH, tem uma atividade alterada na parte frontal, responsável pelos pensamentos, por isso uma pessoa com TDAH tem muito mais pensamentos e ideias, dessa forma muito mais propensão para ter um Insight. Por isso tente se organizar quando tiver uma ideia, para colocá-la em prática. Pois apesar de ter muitas ideias, um TDAH pode ter dificuldade em pô-las em prática, pela falta de foco e organização.

# HABILIDADES SOCIAIS #

Um TDAH tem muita facilidade para se relacionar, conhecer pessoas novas e
conversar. Geralmente são pessoas muito afetivas, e se conseguirem aplicar
bem essas qualidades, podem ser ótimos para trabalhar com público, e vão
ser mestres em habilidades sociais. Além de geralmente serem muito entusiastas e bem-humorados o que facilita nas relações

# HIPERFOCO #

O TDAH quando gosta de uma determinada atividade, algo que se identifica, é
capaz de se concentrar totalmente naquilo que está fazendo, abstraindo os
outros estímulos que não lhe interessem, dessa forma consegue trabalhar em
determinada tarefa que lhe dê prazer, por muito tempo, alcançando um nível
de perfeccionismo e desenvolvimento incrível. Por isso tente direcionar seu
Hiperfoco para atividades produtivas, é importante para um TDAH trabalhar
com algo que realmente goste para usar o Hiperfoco à seu favor.

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– Bruno Garcia Moreira

Eu sou Bipolar?

Tristeza profunda, apatia;
Irritabilidade, pensamento acelerado;
Dois lados de uma mesma moeda: depressão e mania. Se você se identifica com estes sintomas, procure investigar.

O transtorno bipolar de humor é uma doença crônica grave e debilitante. Mas tem tratamento e possibilidades inúmeras de vida em convívio com o diagnóstico. Quanto mais cedo inicia-se o tratamento, melhor, é claro.

Sejamos cuidadosos, no entanto, não é todo mundo que é bipolar. Ter dias bons e ruins, experimentar tristeza e alegria, alterar o humor durante o dia, não o qualifica com o transtorno. OK? Digo isso porque é comum em consultório o paciente questionar sobre isso: eu mudo muito de humor durante o dia, doutora, sou bipolar?

Existem alguns fatores que fazem com que o estado de humor das pessoas se alterem durante o dia, ou de uma semana para outra. É uma reação natural aos estímulos internos e externos que recebemos.
No caso das mulheres, por exemplo, as alterações hormonais durante o ciclo menstrual e durante a vida mesmo, podem ser um fator importante para aumentar a irritabilidade ou ocasionar choro sem motivo, entre outros sintomas.
Altos níveis de stress no trabalho, dificuldade financeira, perdas materiais ou pessoais, também podem alterar o humor. Bem como, conquistas e expectativas positivas podem deixar o humor melhor.

Sendo assim, o que é preciso observar inicialmente: meu estado de humor mudou com ou sem algum fator que ocasionou? Outro ponto, tenho o controle sobre meus sentimentos e atitudes? Está me causando sofrimento ou perturbando outras pessoas? Se responder isso sem dificuldades, pode ser sinal de que está tudo bem.

Então, como identificar o transtorno bipolar? Geralmente a pessoa que sofre com esse transtorno já passou por períodos de hipomania ou estados depressivos durante a vida, antes de ser diagnosticado.
Adolescentes que são muito cheios de energia, tem muitos projetos e não terminam nenhum, criativos e altamente desorganizados.
Ou ainda, aqueles que são isolados, muito quietos, sem amigos.
São casos que podem configurar hipomania ou depressão. Ainda assim, não o deixam debilitados a ponto de inviabilizar continuar estudando e seguindo a vida… Certo?
Ao iniciar a vida adulta, as responsabilidades e pressões aumentam, e então as crises começam a ficar mais aparentes.

Os episódios de mania ficam mais graves, apresentando compulsões, seja por compras, comida, sexo, álcool, drogas, ou até mesmo pelo trabalho ou pela religião. O objeto varia, mas o excesso é marcante no estado de mania. A falta de controle também. Assim como o sono cada vez mais escasso e o pensamento acelerado e embaralhado. Por fim, a pessoa começa a não dar conta das atividades e a sofrer com isso, ficando mais irritada.
Os episódios de depressão também podem se agravar, deixando a pessoa apática, sem energia para nada, inclusive fazer as atividades primárias como comer e tomar banho, os pensamentos suicidas costumam aparecer, junto com o discurso de desvalorização: “não sirvo para nada, só atrapalho as pessoas, o mundo estaria melhor sem mim”.

O transtorno bipolar é descrito com: ciclos de mania e depressão; ou com ciclos só de mania e equilíbrio, ou só depressão e equilíbrio. O que vai determinar esses ciclos são, além das questões bioquímicas do funcionamento cerebral da pessoa, os fatores psicológicos e sociais da vida dela. No entanto, o que é importante saber é que, uma vez diagnosticado pelo médico psiquiatra, o tratamento medicamentoso deverá ser contínuo. Tal qual acontece em outros casos de doença crônica, como pressão alta e diabetes.

Mas o que ocorre muitas vezes é que o estigma, ou preconceito, com o diagnóstico de um transtorno psicológico e que necessita de remédios controlados para seu tratamento, acabam fazendo a pessoa desistir ou não validar o tratamento: “Não sou louco!”

Aí entra a atuação do psicólogo. Além das medicações que devem ser tomadas com a regularidade prescrita pelo psiquiatra, o psicólogo é peça fundamental no tratamento. Primeiro para que a pessoa aceite o diagnóstico. Depois para que aprenda a lidar com os sintomas e com seus sentimentos relacionados a doença. Por fim, para manter o estado de bem estar e equilíbrio e seguir a vida, convivendo com o transtorno sem rótulos e julgamentos.
Outro lugar para o psicólogo é acompanhando a família do paciente bipolar. Conviver com a instabilidade das crises e a frustração de tantos altos e baixos pode ser muito difícil e desgastante. É necessário o apoio emocional para se manter também a sanidade da família como um todo.

Viver em equilíbrio é a melhor forma de viver. Portanto, não hesite em procurar ajuda profissional para alcançar isso, seja como for.

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– Joyce Goulart Magalhães

Síndrome de Pânico travando vidas

A síndrome de pânico consiste num transtorno de ansiedade, onde ocorrem ataques repetidos de medo intenso de que algo ruim possa acontecer a qualquer momento. De causa desconhecida, acontece em ambos os sexos, com prevalência maior nas mulheres, geralmente com sintomas que surgem antes dos 25 anos. Imprevisíveis, sem fato aparente que os justifiquem, os ataques de pânico acontecem de repente, podendo alcançar seu ápice entre 10 e vinte minutos, muitas vezes sendo confundidos com um ataque cardíaco. A partir daí a pessoa que teve o primeiro ataque passa a viver o receio de ter outros, o que piora o quadro.

A literatura acerca do ataque de pânico é unânime em dizer que a enfermidade surge de forma inesperada, sem motivo aparente que a justifique, gerando crises de medo e desespero. A pessoa acometida pelo ataque súbito de pânico, tem a nítida impressão de que vai morrer naquele exato momento, que mais se assemelha a um ataque cardíaco, uma vez que o coração dispara, gerando falta de ar, normalmente acompanhada de sudorese abundante, entre outros sintomas que variam de pessoa para pessoa. Vivenciada a primeira crise, o indivíduo passa a sofrer a iminência de ter outras crises, sem saber quando e onde estas poderão acontecer, o que gera uma grande ansiedade e insegurança, afetando sua qualidade de vida e comprometendo, muitas vezes, sua rotina.
A pessoa em crise de pânico experimenta uma ansiedade exagerada, desproporcional ao contexto, com uma sensação de que algo muito trágico vai acontecer, como morte súbita ou até enlouquecimento. Há pessoas que, durante o ataque, têm tanta certeza que vão morrer que chegam a se despedir das demais. Após a primeira crise de pânico, outras podem acontecer posteriormente, de maneira aleatória. Não há como prever a próxima crise, o que deixa a pessoa preocupada, gerando assim uma ansiedade antecipatória.

No tratamento desta enfermidade tem sido utilizada uma parte medicamentosa (antidepressivos e ansiolíticos), seguida de psicoterapia, geralmente de orientação comportamental, por ser mais eficiente nestes casos, ajudando o indivíduo a se expor, de forma gradual, às situações que causam pânico, a fim de que ocorra a desensibilização. Na abordagem comportamental, a ideia é diminuir o medo através da exposição gradual ao elemento causador do mesmo. Por exemplo, se o medo refere-se a um animal, o terapeuta começa mostrando as fotos desse animal, até que o medo vá diminuindo. Depois, coloca o paciente frente a esse animal. E assim, sucessivamente, até diminuir o pavor.

Alguns sintomas da crise de pânico são: palpitação ou ritmo cardíaco acelerado, sudorese, tremores ou abalos, sensações de falta de ar ou sufocamento, sensação de aperto na garganta, dor ou desconforto no peito, náusea ou desconforto abdominal, sensação de tontura, instabilidade, vertigem ou desmaio, sensações de irrealidade ou de estar distante de si mesmo, medo de perder o controle ou enlouquecer, medo de morrer, anestesia ou sensações de formigamento, calafrios ou ondas de calor, entre outros
A Psicoterapia pode ajudar o paciente acometido pela Síndrome de Pânico a lidar com os aspectos inconscientes que geram a doença, minimizando suas crises. Através do restabelecimento da confiança do indivíduo em si mesmo, a cura do pânico acontece, muitas vezes, sem a necessidade de medicamentos.

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-Goretti Lima