Como melhorar um dia ruim; veja as dicas

Se você não está em um dia bom, fique tranquilo. Existem formas de melhorar um dia ruim. Confira a seguir as dicas e as coloque em prática agora mesmo.

Dias ruins acontecem com todo mundo e parece que nesses dias tudo resolver dar errado. Tem trânsito quando você já está atrasado para o trabalho, seu chefe está estressado, o projeto que era para ser entregue hoje não ficou pronto… Porém, não é porque um dia já começou diferente do que você planejou que ele precisa estar fadado ao fracasso. Veja a seguir algumas dicas essenciais de como melhorar um dia ruim.

5 dicas para melhorar um dia ruim

1) Faça um exercício de respiração

Talvez você esteja muito ocupado, sem tempo para nada. Mas ainda há uma coisa que você pode fazer para trazer vibrações tranquilas para esse dia agitado: respirar. Por mais simples que isso possa parecer, a técnica é uma ótima forma de acalmar sua mente.

A Harvard Medical School recomenda um exercício simples para praticar a respiração profunda. Sentado ou deitado, simplesmente pratique a respiração pelo diafragma. Isto é, permita que a sua barriga e o seu peito se elevem ao encher os pulmões de ar. Se você estiver respirando profundamente, seu estômago se expandirá para fora. Você pode praticar isso por alguns minutos agora, fechando os olhos e respirando conscientemente para se sentir mais relaxado e revigorado.

2) Pratique um ato de gentileza

Pesquisas descobriram que cuidar dos outros e praticar atos de bondade ajuda as pessoas a viverem mais e melhora a felicidade delas a curto prazo. Assim, portanto, se o seu dia não estiver bom, reserve alguns minutos para ajudar alguém. Esse ato pode ser pequeno, contudo, pode fazer a diferença no seu dia e no de outra pessoa.

3) Seja grato

Pesquisas já constataram que a prática da gratidão nos torna mais felizes e saudáveis. Em um estudo, os participantes que escreveram uma frase sobre o porque eram gratos por cada dia não apenas relataram maior felicidade do que os participantes que escreveram sobre seus aborrecimentos, como também se exercitaram mais e relataram menos visitas ao médico.

Transforme o seu dia, parando por alguns minutos para listar motivos pelos quais você é grato. Quer seja a sua saúde, a sua família, o seu cachorro ou o trabalho. Se você quiser intensificar essa prática, experimente escrever uma nota de agradecimento a alguém em sua vida e envie-a ou entregue-a pessoalmente ainda hoje.

4) Se desconecte do seu telefone por algumas horas

Uma pesquisa recente sobre o uso de smartphones por adolescentes revelou que muito tempo navegando pelas redes sociais pode nos deixar deprimidos. Isso acontece devido a diversos motivos, como, por exemplo, a expectativa de disponibilidade constante até a auto-comparação.

Pode ser difícil se desconectar um dia inteiro ou até mesmo um final de semana. Porém, podemos optar por cultivar melhores hábitos no telefone em geral. Podemos, por exemplo, desligar nossos telefones para dormir, ativar o modo “não perturbe” ou mantê-los longe da cama.

Além disso, que tal experimentar ficar off por alguns momentos do dia, como, por exemplo, enquanto você vê um filme ou está em algum evento do seu interesse? Você pode também criar uma regra restrita de não usar o celular enquanto conversa ou janta com outras pessoas.

Quer melhorar um dia ruim agora mesmo? Experimente deixar o telefone para trás e dar um passeio pelo quarteirão. Observe as coisas ao seu redor: como as árvores se parecem? Algum cheiro agradável ou diferente?

Em uma escala ainda menor, tente não alcançar seu telefone quando tiver um minuto de inatividade, como em um elevador ou esperando na fila, por exemplo. Use esse tempo, em vez disso, para estar presente em seu ambiente. O mundo real também pode ser bastante interessante.

5) Mantenha uma boa rotina de sono

A falta de sono pode diminuir suas habilidades cognitivas, torná-lo um motorista terrível, diminuir sua imunidade, ter um efeito negativo geral sobre sua saúde mental e fazer você se sentir infeliz. Dormir o suficiente, por outro lado, melhora a memória, aguça a atenção, melhora o metabolismo e faz com que você se sinta bem melhor com a vida.

Essa dica, portanto, pode não melhorar um dia ruim na hora que ele estiver acontecendo, mas pode previnir que esses dias ocorram com frequência, já que você vai estar descansado.

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6) Escute uma música

Um dos inúmeros benefícios de escutar música é aliviar a ansiedade e promover o bom humor. Então por que não melhorar um dia ruim com música? Coloque uma música que você adora para tocar. Opte por aquelas que te fazem se sentir bem, de preferência uma opção bem animada. Aproveite para relaxar e manter sua mente no momento presente.

Fonte:https://www.talkspace.com/blog/2018/08/5-ways-turn-day-around-now/#more-10574

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Tipos de bipolaridade: como identificar?

Se você desconfia que sofre com transtorno bipolar, entenda os tipos de bipolaridade que existem e saiba diferenciá-los.

Embora muitas pessoas não saibam, existem diferentes tipos de transtorno bipolar. O distúrbio, que também é conhecido como transtorno afetivo ou transtorno do humor bipolar, possui três principais tipos: transtorno bipolar tipo I, transtorno bipolar tipo II e ciclotimia. Confira a seguir quais as características dos tipos de bipolaridade.

Porém, antes de tudo, é importante lembrar que apesar de cada um dos tipos apresentar características específicas, somente um profissional da área da saúde pode diagnosticar o transtorno psicológico.

Tipos de bipolaridade: quais são?

Transtorno Bipolar Tipo I

Transtorno bipolar tipo I é o que as pessoas tendem a pensar quando pensam em transtorno bipolar (anteriormente conhecido como depressão maníaca). Acontece pela oscilação entre um humor muito eufórico, conhecido como “mania” e um humor muito baixo, chamado “depressão”.

Assim, uma pessoa com transtorno bipolar tipo I experimenta esses humores episodicamente. A pessoa pode experimentar um episódio maníaco por dois meses, por exemplo, seguido por uma depressão de três meses, e depois ficar um período sem sintomas (conhecido como eutimia).

Confira o que são cada uma dessas fases (maníaca x depressiva):
  1. Durante o episódio de mania

Episódios maníacos são caracterizados por pelo menos uma semana de perturbação profunda do humor caracterizada por euforia, irritabilidade ou expansividade (euforia com delírios de grandeza). Além disso, pelo menos três dos seguintes sintomas devem estar presentes:

  • Grandiosidade
  • Necessidade reduzida de sono
  • Fala excessiva ou rápida demais
  • Muitos pensamentos ao mesmo tempo ou fuga de ideias
  • Evidência clara de distração
  • Aumento do nível de atividade focada em objetivos em casa, no trabalho ou sexualmente
  • Atividades prazerosas excessivas, muitas vezes com consequências dolorosas
  • A perturbação do humor é suficiente para causar prejuízo no trabalho ou colocar em risco a pessoa ou outras pessoas.
  • O humor não é o resultado de abuso de substâncias ou de uma condição médica.

2. Durante o episódio depressivo

A depressão bipolar tem os mesmos critérios usados para identificar casos de depressão. Os episódios depressivos caracterizam-se quando: nas mesmas duas semanas, a pessoa apresenta cinco ou mais dos seguintes sintomas, com pelo menos um dos sintomas sendo depressivo ou caracterizado por perda de prazer ou interesse:

  • Humor deprimido
  • Dignamente diminuído prazer ou interesse em quase todas as atividades
  • Perda de peso significativa ou ganho ou perda significativa ou aumento do apetite
  • Hipersonia ou insônia
  • Retardo psicomotor ou agitação
  • Perda de energia ou fadiga
  • Sentimentos de inutilidade ou culpa excessiva
  • Diminuição da capacidade de concentração ou indecisão acentuada
  • Preocupação com a morte ou suicídio; a pessoa tem um plano ou tentou suicídio
  • Esses sintomas causam comprometimento e sofrimento significativos e não resultam do abuso de substâncias ou de uma condição médica.
Transtorno Bipolar e Psicose

Pessoas com transtorno bipolar do tipo I também costumam ter psicose. Isto é, elas apresentam uma “ruptura com a realidade”, e assim, o transtorno é classificado a partir da presença de delírios e / ou alucinações.

Porém, existem diferenças entre entre delírios e alucinações: Delírios são crenças falsas (como a crença de que você está sendo seguido pela polícia em qualquer lugar que você vá), e as alucinações são experiências que não aconteceram (por exemplo, você pode ver algo que não existe ou sentir uma sensação tátil sem que seja real). Além disso, as pessoas podem experimentar psicose durante uma fase maníaca ou depressiva.

Obs.: Experimentar a psicose não tem nenhuma relação com ser um psicopata. Portanto, são coisas totalmente diferentes.

Transtorno Bipolar Tipo II

Entre os tipos de bipolaridade também encontramos o transtorno bipolar tipo II, composto por dois tipos de humor: depressão maior e hipomania. Os critérios para o humor depressivo são idênticos aos do transtorno bipolar do tipo I. Porém, a diferença é a hipomania, que segue os mesmos critérios básicos da mania bipolar, mas é menos grave. Assim como com o transtorno bipolar tipo I, esse transtorno é episódico.

Porém, apesar de alguns caracterizarem o tipo bipolar II como “menos grave”, isso não é verdade. Isso porque, o tipo bipolar II contém uma versão menos severa da fase da mania, conhecida como hipomania, porém, o transtorno em si não é menos grave ou menos prejudicial. Essa ideia existe, principalmente, porque as pessoas com transtorno bipolar tipo II passam significativamente mais tempo em um estado depressivo maior do que as pessoas com transtorno bipolar tipo I.

Hipomania Bipolar

Para entendermos o que é o tipo bipolar II, precisamos compreender a hipomania. Ela é caracterizada por um humor elevado, expansivo ou irritável de pelo menos quatro dias consecutivos de duração. Pelo menos três dos seguintes sintomas também estão presentes:

  • Grandiosidade ou auto-estima inflada
  • Necessidade reduzida de sono
  • Discurso pressionado
  • Corrida de pensamentos ou fuga de ideias
  • Evidência clara de distração
  • Aumento do nível de atividade focada em objetivos em casa, no trabalho ou sexualmente
  • Participar de atividades com alto potencial para consequências dolorosas
  • A perturbação do humor é observável para os outros.
  • O humor não é o resultado de abuso de substâncias ou de uma condição médica.
  • O episódio não é grave o suficiente para causar prejuízo social ou ocupacional.

As pessoas com transtorno bipolar do tipo I também podem experimentar a hipomania, muitas vezes como um precursor da mania total.

Note que as pessoas com transtorno bipolar tipo II não experimentam psicose.

Episódios mistos bipolares

Já o transtorno bipolar misto ou não especificado é uma categoria abrangente e caracteriza aqueles que tem o transtorno bipolar, mas que não se encaixam em nenhuma categoria específica. Por exemplo, para uma pessoa ser considerada com transtorno bipolar I, o episódio maníaco tem que durar pelo menos uma semana. Se o episódio maníaco dura apenas três dias, os médicos afirmam que o paciente tem transtorno bipolar não especificado.

Ciclotimia

Ainda falando sobre os tipos de bipolaridade, existe a ciclotimia. Isto é, a ciclotimia é o quadro mais leve do transtorno bipolar. O diagnóstico é dado àqueles que experimentam sintomas de hipomania e depressão, mas não preenchem todos os critérios para mania, hipomania ou depressão maior.

Assim, as pessoas com ciclotimia são muitas vezes consideradas por amigos e familiares como “muito temperamentais”. Elas até têm “altos e baixos”, porém, nenhum deles é tão grave ou dura tempo suficiente para se qualificar como mania ou depressão.

“Qual é o meu diagnóstico entre todos esses tipos de bipolaridade?”

Se você desconfia que sofre de transtorno bipolar, a melhor maneira de saber qual dos tipos de bipolaridade você tem é obtendo um diagnóstico formal de um psicoterapeuta ou psiquiatra.

Porém, se você estiver olhando para o problema por conta própria, tenha em mente que uma das principais diferenças é a psicose. Assim, se você tiver psicose (isto é, delírios e alucinações), é bem provável que isto seja diagnosticado como transtorno bipolar tipo I.

Já se os seus humores elevados são inferiores ao período de uma semana, é provável que você seja diagnosticado com transtorno bipolar do tipo II.

Agora se você não se encaixa nos critérios diagnósticos para depressão grave ou hipomania/mania, existe a chance de você ser diagnosticado com ciclotimia.

Porém, lembre-se de que a primeira coisa que você deve fazer, caso desconfie que você se encaixa em um dos tipos bipolares é procurar ajuda de um profissional. Somente um psicoterapeuta ou psquiatra poderá te orientar para o tratamento de forma eficaz. O tratamento, normalmente, consiste entre conciliar a psicoterapia com a medicação.

Saiba tudo sobre transtorno bipolar com a terapeuta do FalaFreud Dayane Fagundes.

Fonte: https://www.talkspace.com/blog/2017/06/know-kind-bipolar/

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