Como ajudar uma pessoa estressada? Veja as dicas!

O estresse está por todo lugar. No trabalho, nas escolas, nas relações…Mas você sabe como ajudar uma pessoa estressada? Confira algumas dicas do que fazer! 

Da mesma forma que nós experimentamos esses sentimentos, isso pode acontecer com nosso(a) parceiro(a), amigos ou familiares. Quando isso acontece, é preciso saber lidar da melhor forma, para que não prejudique o seu relacionamento e torne-o exaustivo. Veja a seguir algumas dicas para como ajudar uma pessoa estressada. 

1.Ouça sem julgamentos e valide os sentimentos da pessoa

Quando estamos estressados e procuramos outra pessoa para desabafar, na maior parte das vezes não estamos buscamos conselhos, mas sim que nossos sentimentos sejam ouvidos e validados.

Portanto, ao ouvir os desabafos da pessoa, seja um bom ouvinte e, principalmente, não tente dizer a maneira correta na qual ele(a) deveria ter agido. Reconheça que somos todos diferentes e cada indivíduo reage ao estresse de uma forma. O importante é ter empatia e saber escutar o outro.

Portanto, se você não sabe como ajudar uma pessoa estressada, a primeira dica é: evite controlar como ela reage ao estresse. Apenas permita que ele se sinta seguro com você; seja um porto na tempestade.

2.Mostre seu interesse em ajudar

Há muitas maneiras de expressar preocupação ou cuidado com o outro. No entanto, às vezes a pessoa pode não querer discutir diretamente o que está incomodando. Porém, isso não significa que você não possa fazer pequenas coisas para mostrar que está ciente dos sentimentos dela e que quer ajudá-la a diminuir o estresse.

Expressar cuidado e preocupação de diversas maneiras pode ter um impacto poderoso na relação e ser muito positivo. Coisas pequenas como preparar uma refeição no final de um dia difícil pode ajudá-la a sentir bem melhor. 

3.Aprenda a identificar o estresse

Nem todo mundo gosta de falar quando está estressado e por isso pode ser importante para você aprender a reconhecer os sinais de estresse que seu parceiro dá. Muitas vezes, isso será sinalizado por uma mudança de hábitos – algo que você será capaz de detectar já que conhece seu parceiro intimamente.

Mudanças nos hábitos alimentares ou de sono, dores de cabeça recorrentes ou dores de estômago, incapacidade de se concentrar ou completar tarefas são algumas das questões que indicam que o estresse pode estar presente. Assim, se você reconhecer alguns desses sinais na pessoa, esteja ciente de que o estresse pode ser a causa.

4.Reconheça que homens e mulheres podem VIVENCIAR O ESTRESSE de formas diferentes

As diferenças em como homens e mulheres lidam com o estresse são generalizadas, é claro, mas é importante reconhecer que essas diferenças podem ajudar você ou o seu cônjuge a identificar quando um dos dois está estressado.

Homens e mulheres costumam reagir de maneira diferente ao estresse devido aos hormônios do estresse. Enquanto as mulheres prestam mais atenção a sentimentos e emoções, os homens costumam mostrar mais interesse em ações. Assim, uma mulher geralmente prefere receber conforto e amor na forma de apoio emocional e retenção. Já o homem é frequentemente mais aberto para receber assistência com atividades ou outras saídas físicas. (Contudo, ressaltamos que isso pode não acontecer dessa forma, uma vez que cada caso é um caso).  

5.Cuide de você antes para poder cuidar do SEU parceiro

Antes de saber como ajudar uma pessoa estressada, é preciso cuidar de si mesmo. Ou seja, antes de tudo, precisamos ter auto-cuidado para sermos fortes o suficiente quando os outros precisarem de nós.

O autocuidado pode vir em forma de exercício físico, meditação e terapia. É importante ter pelo menos uma pessoa fora do seu relacionamento (um terapeuta, por exemplo) para contar sobre o que está acontecendo com seu parceiro. Isso não só vai ajudar a te enxergar os problemas através de uma nova perspectiva, como evitará que você adicione mais estresse aos níveis de estresse já aumentados do outro.

6.Se os níveis de estresse se tornarem incontroláveis, ORIENTE seu parceiro a procurar ajuda externa

Nem você nem o outro podem fazer isso sozinhos. Se o nível de estresse da pessoa estiver prejudicando ou causando altos níveis de ansiedade, é hora de procurar tratamento.

Saiba que todos nós reagimos de maneira diferente ao estresse. Porém, oferecer empatia e cuidado sem julgamento é sempre a melhor maneira de agir quando a pessoa estiver sobrecarregada.

Vale lembrar que, mesmo que você queira aprender como ajudar uma pessoa estressada, nem sempre é possível “salva-la” sozinho. Se as coisas estão saindo de controle, faça a pessoa reconhecer que precisa da ajuda de um profissional. Apresente um plano eficaz para lidar com o estresse e mostre como isso pode fazê-lo se sentir bem melhor.

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Fonte:https://www.talkspace.com/blog/2018/04/when-your-partner-is-stressed/

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Estresse: O que é e como lidar com esse sentimento

Você sabe o que é o estresse? Entenda tudo sobre esse sentimento que atrapalha a vida de milhares de pessoas todos os dias

Afinal, o que é o estresse?

O estresse é um sentimento universal, que faz parte da experiência humana. É uma resposta do nosso organismo, que pode ser física ou mental a algum evento considerado importante ou que exija um grande esforço. Normalmente isso acontece quando o indivíduo se sente ameaçado, fazendo com que o organismo libere reações químicas no organismo. 

Dito isso, é importante lembrar que, quando em doses altas esse sentimento pode causar problemas psicológicos e até sintomas físicos, como insônia, ansiedade exagerada, depressão e problemas cardíacos.

Contudo, existem maneiras de responder ao estresse de forma saudável e reverter os sintomas desconfortáveis ​​que surgem com esse sentimento ao longo do tempo.

Porém, é válido lembrar que a maneira mais básica e importante de atenuar o esgotamento é cuidando de si mesmo. Pode parecer simples, mas sua mente e seu corpo estão conectados de forma poderosa e, ao manter suas reservas físicas, emocionais e mentais, você pode prevenir e controlar sentimentos negativos. Confira algumas dicas de como diminuir o estresse do seu cotidiano.

  • Considere diminuir o ritmo 

Às vezes, seu corpo precisa de tempo para relaxar e reabastecer suas reservas de energia. Em vez de assumir mais responsabilidades ou dizer “sim” a um convite, por exemplo, pare e pergunte a si mesmo: “Os benefícios de aceitar esse convite valem o estresse potencial?” Às vezes a resposta será não.

  • Separe um tempo para reflexão

Crie o hábito de escrever seus pensamentos estressantes para tirá-los da cabeça ou mantenha um diário regular com motivos para ser grato e frases positivas. Além disso, tenha tempo para refletir sobre seus sentimentos – isso poderá ter um efeito calmante. Separar alguns minutos por dia para praticar este exercício pode ajudar até mesmo a evitar futuras sensações de tensão.

  • Tire férias

Se você estiver vivenciando um momento estressante, assim que possível, arrume suas malas e faça uma viagem. Separar um tempo para si é extremamente importante para desacelerar o ritmo.

Se não for possível tirar férias, experimente os finais de semana para ir a algum lugar novo. Isso ajudará você a voltar reabastecido, restaurado e pronto para aqueles momentos estressantes.

  • Faça exercícios regularmente

Exercícios físicos ajudam o corpo a reduzir o impacto mental e físico do estresse. Aulas de alta intensidade podem ajudá-lo a eliminar emoções reprimidas, o que pode ter um efeito calmante. Yoga também é outra maneira comum de lidar com o estresse através de movimentos físicos e alongamentos.

  • Tenha contato com a natureza

A natureza tem propriedades curativas e ficar em contato com ela pode ajudar a aliviar o mau humor e acalmar sentimentos de ansiedade. Você pode fazer uma caminhada pelas árvores, dar um passeio tranquilo na praia ou passar um tempo sentado em um jardim, por exemplo…Essas atitudes podem te ajudar a promover uma sensação de paz.

  • Pratique a meditação

Para ajudar a estimular a sensação de relaxamento, tente fazer exercícios de respiração e meditação. Existem aplicativos que podem ajudá-lo a acalmar o corpo e a mente, reduzindo o estresse mental.

Leve uma vida com mais qualidade e menos estresse

Praticar o autocuidado é uma maneira importante de reduzir seus níveis de tensão e ansiedade. Ao fazer isso, você melhora seu sistema imunológico, sua energia e sua qualidade de vida.

Com as dicas acima, você poderá reduzir, e até reverter, os efeitos físicos, mentais e emocionais do estresse – sem contar que serão necessários apenas alguns minutos por dia para obter os benefícios positivos do relaxamento.

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Fonte:https://www.talkspace.com/blog/2018/07/self-care-stop-stress-secrets/

Depressão em bancários cresce e preocupa especialistas

Tonturas, irritações frequentes, pesadelos, palpitações, falta de ar e outros sintomas que parecem isolados, mas que podem tornar-se depressão, transtorno bipolar, síndrome do pânico e outras doenças mentais. E tudo isso pode estar ligado ao trabalho do bancário. Confira no Blog do FalaFreud.

Número de bancários com depressão e transtornos mentais é cada vez mais preocupante. Categoria é uma das que mais têm saúde mental afetada entre todos os profissionais.

Competitividade exacerbada, metas abusivas e demissões em massa são algumas das principais queixas atuais sobre os modelos organizacionais dos bancos. Não é a toa que a depressão em bancários cresce cada vez mais, e a categoria de profissionais é a que mais adoece no país.

Segundo a psicóloga Renata Paparelli, professora e supervisora de estágios de Saúde do Trabalhador da PUC-SP, esse adoecimento é causado por conta do assédio organizacional. “São práticas de gestão voltadas para a produtividade que abrem espaço para o assédio moral. Deste modo, o que acontece é um afrouxamento dos valores éticos da empresa e isso se materializa nas metas abusivas.”

Além disso, a  profissional aponta que o bancário que adoece é rechaçado porque ele “é uma denúncia viva do que acontece dentro desse modelo organizacional”.

Casos de depressão em bancários

Entre milhões de vítimas, está um bancário do Banco do Brasil afastado – entre breves voltas e novos afastamentos – desde 2008. “Prestei concurso e este foi o meu primeiro emprego. Dez anos depois, comecei a ter palpitações, procurei um cardiologista, porém, o problema era psicológico: eu estava em depressão diante da pressão e da competitividade exacerbada que eu sofri.”

Mas não é só o jovem bancário de 34 anos que tem esse sentimento. Segundo os trabalhadores que responderam à pesquisa sobre saúde da categoria, divulgada em 2011: 65% dos trabalhadores das agências, 63% dos gerentes e 52% dos que trabalham nas grandes concentrações sentem-se excessivamente pressionados.

A depressão em bancários, assim como outros transtornos mentais é determinado por várias questões, inclusive o funcionamento da empresa.“O que as instituições financeiras praticam é a criação de uma ilusão em que quem atinge meta é eficiente, que o mundo é feito de vencedores. sendo assim, vitória significa produtividade”, alerta a secretária de Saúde do Sindicato, Marta Soares.

Contudo, ainda de acordo com ela, o Sindicato tem lutado para alterar essa realidade. “Conquistas importantes ajudam a proteger o trabalhador, como o instrumento de combate ao assédio moral e o direito do afastado de receber adiantamento salarial enquanto não sai o benefício do INSS.”

Metas, fusões e adoecimento

Além disso, Renata ressalta que os bancários sofrem de doenças mentais, como a depressão, devido a processos de fusão entre bancos ou com as pressões das metas. Assim, conforme explica a psicóloga,“As fusões intensificam essa guerra de ‘todos contra todos”.

“No entanto, enquanto nas instituições privadas os bancários são obrigados a atingir metas cada vez maiores, nos bancos públicos eles são pressionados e ameaçados a perder comissões e cargos.”

A culpa é dos bancos

“Quando adoeci, me senti culpado” A fala do bancário do BB demonstra o sentimento dos trabalhadores adoecidos. “Até hoje tenho pesadelos com o gerente xingando e assediando a equipe. Alguns colegas de trabalho achavam que o problema era eu e não o banco”.

Com isso, Renata Paparelli ressalta: “Eles se sentem culpados. Eu não conheço nenhum trabalhador com algum transtorno ou sofrimento psíquico que não tenha sido excelente trabalhador. Trata-se de pessoas muito dedicadas, que acreditam na empresa. Contudo, quando adoecem, por conta do modelo de gestão do banco, a decepção é muito grande.”.

Ainda de acordo com a psicóloga, esta é uma prática totalmente equivocada das instituições financeiras. “não se trata de fraqueza, de algo individual, mas de um trabalho penoso, produtor de sofrimento psíquico. Quando essa engrenagem, que é o trabalhador, adoece, é colocada de lado, como uma sucata. Toda a sua história no banco é descartada”.

 

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