Você tem uma boa saúde mental? Descubra

Você sabe o que é uma boa saúde mental? Como fazer para alcançá-la? Confira na matéria abaixo e descubra!

Saber reconhecer uma saúde mental “problemática” costuma ser fácil. Na maioria das vezes sabemos como identificar ansiedade, estresse, depressão, etc. Porém, quando pensamos a respeito de uma boa saúde mental, pode ser um pouco mais difícil descobrir exatamente o que isso significa.

Novo pensamento sobre um problema antigo

Até mesmo para os especialistas pode parecer difícil chegar a única definição do que seria uma boa saúde mental. Por isso, um grupo de psiquiatras revisou idéias do mundo todo a respeito do tema e as reuniram em uma forma única e padronizada de pensar.

Os autores elaboraram uma definição que se encaixa bem com o que os psicólogos procuram trabalhar com os seus clientes. No artigo, esses autores propuseram a seguinte definição:

“A saúde mental é um estado dinâmico de equilíbrio interno, que permite ao indivíduo usar suas habilidades em harmonia com os valores universais da sociedade. Habilidades cognitivas e sociais básicas; capacidade de reconhecer, expressar as próprias emoções, bem como ter empatia com os outros; capacidade de lidar com eventos adversos da vida; e relações harmoniosas entre corpo e mente representam componentes importantes da saúde mental que contribuem, em graus variados, para o estado de equilíbrio interno. ”

Mas o que essa definição realmente significa?


Equilíbrio interno dinâmico

Infelizmente, não podemos ser felizes o tempo todo. Ser feliz no meio de uma tragédia, por exemplo, pode até significar um sinal de má saúde mental. Assim, é mais importante analisar se os sentimentos do momento correspondem com a situação do que apenas olhar para como nos sentimos. Além disso, nossa capacidade de se recuperar de fatores estressantes é importante nessa avaliação.

Portanto, em outras palavras, o equilíbrio dinâmico é uma maneira de dizer que nossas reações precisam se encaixar com as circunstâncias vivenciadas e a nossa recuperação dependerá da resiliência de cada um.

Habilidades cognitivas e sociais

Uma boa saúde mental depende da nossa capacidade de pensar, planejar e agir de maneira socialmente eficaz. É possível ter alguns problemas nesta área, mas ainda funcionar de forma eficaz.

Muitas pessoas funcionam bem porque usam seus pontos fortes para compensar seus déficits. Por exemplo, alguém com TDAH – isto é, déficit de atenção e hiperatividade -, pode compensar usando ferramentas como organizadores e timers, enquanto alguém que é tímido pode levar um amigo para uma nova atividade social. 

Empatia

A empatia permite que você entenda os pensamentos e os sentimentos de outra pessoa com base em suas próprias experiências. Isso nos ajuda a conviver com outros indíviduos e criar laços. Assim, a empatia quando apropriada mantém nossos relacionamentos mais fortes e saudáveis.

Flexibilidade e adaptabilidade

Uma boa saúde mental exige que aceitemos as mudanças inevitáveis ​​da vida. É normal que coisas ruins nos perturbem. Uma boa saúde mental, contudo, exige que aceitemos que a mudança aconteça e escolhamos comportamentos saudáveis ​​para lidar com a nova situação de maneira eficaz.

Conexão mente / corpo

Má alimentação, falta de sono e atividade física inadequada afetam não só a nossa mente como também o nosso corpo. Isso porque, mente e corpo funcionam juntos. Assim, uma mente não pode ser saudável sem que o corpo esteja ou vice-versa.

USANDO TODAS AS HABILIDADES

Enquanto as definições mais antigas de saúde mental se concentram fortemente na felicidade ou foram limitadas aos valores de uma única sociedade, os autores do novo estudo desenvolveram uma definição mais ampla. O trabalho que eles fizeram oferece uma boa explicação do que os profissionais de saúde mental atuam com seus pacientes.

É normal ser infeliz às vezes, preocupar-se às vezes, ficar zangado quando alguém o incomoda ou chorar em uma situação desagradável. O foco no caso deve ser:

  • Quão bem você funciona em todas as áreas da sua vida;
  • Se você se recupera dos desafios de forma eficaz,
  • Como você usa seus pontos fortes para compensar os déficits.

Não importa qual seja seu diagnóstico, o objetivo de um terapeuta é ajudá-lo a funcionar da melhor forma usando as habilidades que você possui internamente. Quando você procura dentro de si (em vez de procurar fora em outras pessoas ou coisas), as mudanças positivas acontecem naturalmente.

Gostou do conteúdo e quer ler mais sobre Dicas Para Saúde Mental? Acesse o Blog do FalaFreud e leia nosso conteúdo feito por nossos especialistas para você!

Fonte:https://www.talkspace.com/blog/2018/12/what-good-mental-health-looks-like/

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Fatores psicológicos por trás da obesidade; Entenda

Muitas vezes achamos que o problema está apenas com a alimentação ou com a genética… e então esquecemos dos fatores psicológicos por trás da obesidade. Mas antes de culparmos a alimentação, precisamos rever nossa relação com a comida.

Muitas vezes, a obesidade não é decorrente de um único fator, mas sim o conjunto de vários. Ingestão alta de calorias, pouca atividade física, fatores genéticos.. mas será que existem também fatores psicológicos por trás da obesidade? Confira a matéria e entenda mais!

Ansiedade x comida

Apesar de precisamos nos alimentar para sobrevivermos, nem sempre este ato está relacionado apenas com a nossa sobrevivência. Nossas atitudes com a comida vêm acompanhadas de aspectos emocionais. Isto é, nós comemos de acordo com o que sentimos.

Esse comportamento tem origem logo que nascemos. Isso porque, como aponta a terapeuta do FalaFreud, Dayane Fagundes, “o primeiro ansiolítico e antidepressivo que conhecemos é o leite materno. É comum que as mães ofereçam leite ao bebê assim que ele chore, como uma primeira reação, sem ter certeza se ele está mesmo com fome ou sede, entediado, com cólica… “

Depois que essa cena passa a acontecer com frequência, isto é, o bebê chora e a mãe logo oferece o peito ou a mamadeira, isso faz com que o neném associe frustração com comida. Assim, portanto, ele cria um esquema padrão de pensamentos, que continua se repetindo quando crescemos (frustração, ansiedade ou qualquer tipo de desconforto trazem a ideia de que “preciso de comida para me acalmar”).

A obesidade como gatilho dos fatores psicológicos

A obesidade é acionada como um gatilho. Esse gatilho pode acontecer devido a perdas, momentos difíceis, tristezas, decepções, términos de relacionamento,etc. São diversas as causas, porém, o importante é que os fatores psicológicos por trás da obesidade sejam trabalhados na terapia.

Ao conversar com um psicólogo, você conseguirá compreender a forma como interage com os alimentos. Por que está descontando suas emoções na comida? Quais os gatilhos que te fazem correr para a compulsão? Essas e outras questões te ajudarão a encontrar equilíbrio para sua relação com a comida.

Dica da terapeuta do falafreud para emagrecimento e mudança de hábitos

Para os que querem emagrecer ou mudar seus hábitos alimentares, a terapeuta Dayane recomenda observar seus pensamentos. Perceba qual é o pensamento que aparece antes do momento de compulsão. Esse pensamento aciona um sentimento, como, por exemplo, tristeza, ansiedade, estresse e esse sentimento te leva a comer.

Outra dica é procurar um terapeuta que trabalhe com PNL (programação neurolinguística). O tratamento é um dos mais indicados para pessoas que querem emagrecer sem sofrimento, uma vez que elas não se sentirão privadas de nada. O tratamento consiste em primeiro mudar pensamentos e hábitos até conseguir concluir seus próprios objetivos.

Assim, portanto, durante a terapia você estará mudando não apenas seu corpo, mas também sua mente, entendendo os fatores psicológicos por trás da obesidade e como eles interferem na sua vida.

Confira o vídeo da terapeuta Dayane Fagundes sobre os fatores psicológicos por trás da obesidade:

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