Ejaculação precoce, como a terapia pode ajudar?

O relacionamento sexual é uma expressão humana que foi além do estritamente biológico, transformando-se em comportamentos que são exigidos nos relacionamentos interpessoais dentro de uma cultura. Assim, o comportamento sexual de controlar a ejaculação para que o casal envolvido na relação tenha prazer foi sendo desenvolvido na história humana. Desta forma, não fazemos sexo para ter filhos, mas para ter prazer e manter um relacionamento de casal.

Os comportamentos humanos para se viver em sociedade precisam ser aprendidos. O aprendizado se dá por ensinamentos a partir dos pais, da família e das outras instituições sociais (escola, religião, grupos de amigos, trabalho). Os primeiros aprendizados de como adultos se relacionam em termos de erotismo ocorrem por imitação de um modelo: os pais. Assim, aprendemos como homens e mulheres devem se aproximar um do outro para terem condições de produzir intimidades. Esse passo é muito importante, pois a criança precisa aprender modelos nos quais se sintam relaxadas e com sentimentos positivos, o que certamente facilitará a atividade sexual.

Quais as causas da ejaculação precoce?

A causa exata da ejaculação precoce ainda é desconhecida, mas os médicos acreditam que fatores psicológicos e biológicos estejam envolvidos nos motivos que levam à ocorrência desse problema.

Alguns fatores psicológicos que parecem estar envolvidos na ejaculação precoce são:

Já os fatores biológicos que podem ser relacionados ao problema são:

  • Níveis hormonais acima do normal
  • Níveis de neurotransmissores acima do normal
  • Atividade anormal do sistema ejaculatório
  • Distúrbios da tireoide
  • Inflamação ou infecção na próstata e na uretra
  • Fatores genéticos
  • Danos no sistema nervoso causados por experiências traumáticas ou cirurgias.

Como a terapia pode ajudar na ejaculação precoce?

A psicoterapia é uma forma de tratamento para se modificar as condições que trazem mal-estar a uma pessoa. Aplicada à sexualidade, e no caso à ejaculação precoce, a psicoterapia tem como objetivo permitir que este homem, neste casal, possa superar o problema da falta do controle sobre a ejaculação. A psicoterapia comportamental foca o problema, considerando o homem e o casal.

O tratamento da ejaculação precoce será mais fácil e mais rápido com a participação do casal nas sessões, como chamamos as consultas semanais de 50 minutos que acontecem nesse tratamento.

Modificar um comportamento pode levar tempo, e mais tempo precisaremos se o problema é mais antigo. Afinal, velhos hábitos não morrem tão facilmente…

No consultório o terapeuta conversará, perguntará como fazem as atividades sexuais e proporá, a cada semana, alterações da interação do casal para que modifiquem o comportamento sexual a fim de que esse homem desenvolva o controle sobre a ejaculação. Serão muitas semanas, vários meses de sessões semanais. Precisam ser semanais, pois com o aumento do tempo entre as sessões o tratamento demora mais tempo e dificulta a modificação dos comportamentos.

É possível, e muitas vezes necessário, que existam sessões individuais com o homem ou com a mulher. Assim, o psicoterapeuta poderá compreender os aspectos emocionais envolvidos nos comportamentos e no relacionamento conjugal.

Muitas das orientações que o psicoterapeuta fará em sessão podem ser encontradas em pesquisas na internet, porém existe um momento adequado para cada técnica ser usada. Fora do momento adequado, a técnica será frustrante e desacreditada pelo não funcionamento. Afinal, não aprendemos a escrever frases antes de escrever as palavras, e estas só aprendemos depois de muitos treinarmos os desenhos das letras. E assim será na psicoterapia para curar a ejaculação precoce.

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Estresse no trabalho diminui produtividade; aponta pesquisa

Entenda como o estresse no trabalho afeta diretamente os resultados de uma empresa.

Funcionários que sofrem de altos níveis de estresse no trabalho são menos engajados e menos produtivos. Além disso, eles têm níveis mais altos de absenteísmo quando comparados com aqueles que não trabalham sob pressão excessiva. É o que mostra uma pesquisa realizada pela empresa de serviços profissionais Towers Watson.

Segundo a pesquisa da Global Benefits Attitudes, os níveis de desligamento no trabalho estão muito relacionados aos níveis de estresse. Isso porque, os níveis de desligamento no trabalho aumentam significativamente quando os funcionários experienciam altos níveis de estresse. Além disso, o estudo de 22.347 funcionários em 12 países, incluindo o Reino Unido e os EUA, revelou que mais da metade dos funcionários que sofriam altos níveis de estresse relataram que foram desligados do trabalho.

Além disso, a pesquisa ainda mostrou claramente uma ligação destrutiva entre altos níveis de estresse e produtividade reduzida. Segundo Rebekah Haymes, consultora sênior e especialista em bem-estar da Towers Watson, “um terço dos entrevistados disseram que muitas vezes são incomodados pela pressão excessiva no trabalho, o que os leva a mais chances de desligamento e absenteísmo – indicadores claros de baixa produtividade no local de trabalho”. disse ela.

Motivos por trás do alto nível de estresse no trabalho

Além dos números, os motivos por trás dos altos níveis de estresse também foram exploradas na pesquisa. Mais da metade dos funcionários citaram o pessoal inadequado como a maior causa de estresse. Globalmente, poucos empregadores consideraram isso como um grande problema.

Assim, apenas 15% dos gerentes seniores perceberam que essa era uma causa de estresse em sua organização. No entanto, nos EUA, os empregadores concordaram que o pessoal inadequado era a segunda maior causa de estresse no trabalho – perdendo apenas para a “falta de equilíbrio entre trabalho e vida pessoal”.

“Se os líderes empresariais quiserem promover um ambiente de menor estresse em seu local de trabalho, é vital que eles entendam as causas reais do estresse em sua organização”, comentou Haymes. “Sem isso, até a melhor equipe de gerenciamento pode se concentrar em energia e recursos nas áreas erradas”.

Além disso, os níveis de ausência também foram influenciados pelo estresse. Foram registrados em média 4,6 dias de doença por ano para aqueles funcionários que se sentiam estressados. Contudo, os funcionários que relataram baixos níveis de estresse tiveram uma média de 2,6 dias.

Mais dias de presenteísmo

Presenteísmo é o nome dado ao fênomeno de se estar presente no ambiente de trabalho, mas com a produtividade baixa. Segundo a pesquisa, ocorreu 50% de presenteísmo em funcionários altamente estressados, com uma média de 16 dias por ano. Já os funcionários com baixos níveis de estresse relataram uma média de 10 dias por ano.

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Fonte: https://www.forbes.com/sites/karenhigginbottom/2014/09/11/workplace-stress-leads-to-less-productive-employees/#6b62a09c31d1

Como melhorar um dia ruim; veja as dicas

Se você não está em um dia bom, fique tranquilo. Existem formas de melhorar um dia ruim. Confira a seguir as dicas e as coloque em prática agora mesmo.

Dias ruins acontecem com todo mundo e parece que nesses dias tudo resolver dar errado. Tem trânsito quando você já está atrasado para o trabalho, seu chefe está estressado, o projeto que era para ser entregue hoje não ficou pronto… Porém, não é porque um dia já começou diferente do que você planejou que ele precisa estar fadado ao fracasso. Veja a seguir algumas dicas essenciais de como melhorar um dia ruim.

5 dicas para melhorar um dia ruim

1) Faça um exercício de respiração

Talvez você esteja muito ocupado, sem tempo para nada. Mas ainda há uma coisa que você pode fazer para trazer vibrações tranquilas para esse dia agitado: respirar. Por mais simples que isso possa parecer, a técnica é uma ótima forma de acalmar sua mente.

A Harvard Medical School recomenda um exercício simples para praticar a respiração profunda. Sentado ou deitado, simplesmente pratique a respiração pelo diafragma. Isto é, permita que a sua barriga e o seu peito se elevem ao encher os pulmões de ar. Se você estiver respirando profundamente, seu estômago se expandirá para fora. Você pode praticar isso por alguns minutos agora, fechando os olhos e respirando conscientemente para se sentir mais relaxado e revigorado.

2) Pratique um ato de gentileza

Pesquisas descobriram que cuidar dos outros e praticar atos de bondade ajuda as pessoas a viverem mais e melhora a felicidade delas a curto prazo. Assim, portanto, se o seu dia não estiver bom, reserve alguns minutos para ajudar alguém. Esse ato pode ser pequeno, contudo, pode fazer a diferença no seu dia e no de outra pessoa.

3) Seja grato

Pesquisas já constataram que a prática da gratidão nos torna mais felizes e saudáveis. Em um estudo, os participantes que escreveram uma frase sobre o porque eram gratos por cada dia não apenas relataram maior felicidade do que os participantes que escreveram sobre seus aborrecimentos, como também se exercitaram mais e relataram menos visitas ao médico.

Transforme o seu dia, parando por alguns minutos para listar motivos pelos quais você é grato. Quer seja a sua saúde, a sua família, o seu cachorro ou o trabalho. Se você quiser intensificar essa prática, experimente escrever uma nota de agradecimento a alguém em sua vida e envie-a ou entregue-a pessoalmente ainda hoje.

4) Se desconecte do seu telefone por algumas horas

Uma pesquisa recente sobre o uso de smartphones por adolescentes revelou que muito tempo navegando pelas redes sociais pode nos deixar deprimidos. Isso acontece devido a diversos motivos, como, por exemplo, a expectativa de disponibilidade constante até a auto-comparação.

Pode ser difícil se desconectar um dia inteiro ou até mesmo um final de semana. Porém, podemos optar por cultivar melhores hábitos no telefone em geral. Podemos, por exemplo, desligar nossos telefones para dormir, ativar o modo “não perturbe” ou mantê-los longe da cama.

Além disso, que tal experimentar ficar off por alguns momentos do dia, como, por exemplo, enquanto você vê um filme ou está em algum evento do seu interesse? Você pode também criar uma regra restrita de não usar o celular enquanto conversa ou janta com outras pessoas.

Quer melhorar um dia ruim agora mesmo? Experimente deixar o telefone para trás e dar um passeio pelo quarteirão. Observe as coisas ao seu redor: como as árvores se parecem? Algum cheiro agradável ou diferente?

Em uma escala ainda menor, tente não alcançar seu telefone quando tiver um minuto de inatividade, como em um elevador ou esperando na fila, por exemplo. Use esse tempo, em vez disso, para estar presente em seu ambiente. O mundo real também pode ser bastante interessante.

5) Mantenha uma boa rotina de sono

A falta de sono pode diminuir suas habilidades cognitivas, torná-lo um motorista terrível, diminuir sua imunidade, ter um efeito negativo geral sobre sua saúde mental e fazer você se sentir infeliz. Dormir o suficiente, por outro lado, melhora a memória, aguça a atenção, melhora o metabolismo e faz com que você se sinta bem melhor com a vida.

Essa dica, portanto, pode não melhorar um dia ruim na hora que ele estiver acontecendo, mas pode previnir que esses dias ocorram com frequência, já que você vai estar descansado.

Atitudes que te impedem de seguir em frente: o que fazer? Confira no FalaFreud

6) Escute uma música

Um dos inúmeros benefícios de escutar música é aliviar a ansiedade e promover o bom humor. Então por que não melhorar um dia ruim com música? Coloque uma música que você adora para tocar. Opte por aquelas que te fazem se sentir bem, de preferência uma opção bem animada. Aproveite para relaxar e manter sua mente no momento presente.

Fonte:https://www.talkspace.com/blog/2018/08/5-ways-turn-day-around-now/#more-10574

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Quem tem uma agenda cheia sabe como é difícil marcar uma consulta e conciliar horários pessoais com o do profissional. Porém, por ser online, fica muito mais fácil para o psicólogo conseguir te atender em horários flexíveis. Você pode, por exemplo, fazer terapia de manhã bem cedo ou até tarde da noite – coisa que no consultório é bem difícil de acontecer.

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Benefícios do exercício físico na depressão

Especialistas apontam os benefícios do exercício físico na depressão e na ansiedade; Confira.

Você com certeza já ouviu falar que praticar atividade física faz bem para a saúde. Mas e quando se trata de depressão ou de ansiedade exagerada? Segundo especialistas, o exercício físico, quando feito regularmente, tem o potencial de aliviar e até curar os sintomas de muitas doenças, inclusive de transtornos mentais. Confira os benefícios do exercício físico na depressão e na ansiedade.

O poder da endorfina

Após realizarmos uma atividade física, nosso corpo libera uma grande quantidade de endorfina. Esse hormônio traz a sensação de bem-estar, alívio e disposição para o organismo.

Este hormônio está muito relacionado aos benefícios do exercício físico na depressão e na ansiedade. Isso porque, de acordo com um estudo da Universidade de Toronto, indivíduos que praticam atividade física de 20 a 30 minutos por dia podem afastar a depressão a longo prazo.

A dica é escolher uma atividade ou um esporte que você goste de fazer. Assim, por exemplo, você pode praticar dança, corrida ou musculação e fazer disso uma parte regular de sua rotina. Dessa forma, o exercício não apenas ajudará no tratamento, mas como diz o estudo, ajudará a prevenir a depressão.

Redirecionando a energia

Apesar de somente o exercício não ser o suficiente para substituir o uso da medicação ou a necessidade de assistência profissional, praticar atividades pode diminuir consideravelmente o excesso de ansiedade no corpo. Portanto, da próxima vez que estiver ansioso, tente fazer uma caminhada, por exemplo.

A experiência do nadador Michael Phelps

Michael Phelps é um nadador americano, considerado um dos melhores do mundo. O vencedor da medalha de ouro olímpica, ao revelar para o mundo a respeito do caso de depressão que enfrentou, mostrou as importantes conexões entre exercício físico e depressão.

É importante ressaltar que o exercício físico sozinho não é uma cura para o transtorno mental. Porém, quando aliado à medicação e / ou psicoterapia, a atividade física pode trazer muitos progressos em direção a melhores resultados de saúde mental.


Todo cuidado é bem-vindo!


Se você sofre de depressão ou ansiedade exagerada, lembre-se de que por mais desafiante que esse momento possa parecer, sempre existirá um caminho para superá-lo.

Mesmo que aliar o exercício físico om o tratamento médico não esteja te trazendo resultados rápidos, lembre-se de que essa prática poderá elevar o seu estado de espírito e te fornecer motivação extra para lutar contra o transtorno. Mesmo que o exercício sozinho não seja uma cura, se ele faz você se sentir melhor, então vale a pena.

Viver com ansiedade ou depressão, ou ambos, não é fácil. Se você sofre de um transtorno mental, sabe o quanto isso pode ser difícil. Embora não seja uma cura, o exercício pode ser outra arma na batalha contra a depressão e a ansiedade.

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Fonte:https://www.talkspace.com/blog/2018/12/does-exercise-help-depression-and-anxiety/

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Atitudes que te impedem de seguir em frente: o que fazer?

Você reconhece em você atitudes que te impedem de seguir em frente, mas não sabe como agir? Confira a matéria a seguir.

Segundo a psicanálise, é comum utilizarmos mecanismos de defesa para lidar com os estresses e momentos difíceis da vida. Porém, saiba que esses mecanismos, muitas vezes, nos impossibilitam de seguir à diante. Confira na matéria atitudes que te impedem de seguir em frente e o que fazer para mudar esses comportamentos.

Primeiro, o que são mecanismos de defesa?

Se você sente que algo te impede de avançar, mas não sabe exatamente o que é, saiba que podem ser os mecanismos de defesa atuando em seu inconsciente. Ou seja, tratam-se de estratégias do nosso inconsciente para escapar do estresse e angústia que alguns pensamentos ou sentimentos nos causam.

Portanto, os mecanismos de defesa – que acontecem na maioria das vezes de forma inconsciente – são uma medida de proteção.  Eles nos impedem de nos conectar com sentimentos muito negativos.

Quais são as atitudes mais comuns que te impedem de seguir em frente?

Existe uma longa lista de atitudes ou mecanismos de defesa que podem te “puxar para trás” e te impedirem de avançar. Confira alguns dos exemplos mais comuns aos indivíduos:

Negação

A negação é um mecanismo de defesa clássico e bastante conhecido popularmente. Através dessa defesa, o indivíduo nega a existência de um sentimento que é muito difícil ou desconfortável de lidar. O mecanismo é usado com freqüência por aqueles que lutam contra um vício ou com muitos problemas de saúde mental.

Exemplo: indivíduos que dizem a si mesmo “eu não estou bebendo demais.. bebi só umas duas ou três cervejas”, apesar dos amigos lembrarem que ele bebeu muito mais do que isso.

Porém, por mais que essa atitude possa parecer eficaz no momento, negar um problema não o faz desaparecer. Isso apenas o torna mais difícil de confrontar. Por isso é preciso reconhecer se a negação é o seu mecanismo de defesa. Nesse caso, a solução está em entrar em contato com esse sentimento que você vem tentando evitar.

Projeção

Ainda falando sobre as atitudes que te impedem de seguir em frente, talvez você esteja lidando com a projeção. Ou seja, ao invés de reconhecer e assumir seus sentimentos e comportamentos, a pessoa coloca a culpa no outro. Como o nome já diz, trata-se de projetar algo que é seu em outra pessoa.

Exemplo: uma esposa que grita demais com os filhos pode acusar o marido de ter problemas de controle da raiva. Enquanto uma parte de sua mente sabe que ela é a única com um problema de raiva, ela está tão envergonhada de confrontar diretamente esse fato, que seu cérebro inconscientemente projeta sua insegurança em outra pessoa; que neste caso é o marido dela.

Deslocamento

O deslocamento é quando você usa um objeto substituto para deslocar suas emoções e comportamentos porque tem medo de direcionar a energia para a pessoa na qual realmente está com raiva. Isto é, por ser impossível ou muito arriscado confrontar aqueles que nos provocam (como por exemplo um chefe), tendemos a deslocar essa emoção para alguém (ou algo) menos arriscado, mesmo que essa pessoa não tenha nenhuma relação com a emoção original.

Exemplo: um homem está muito irritado com seu chefe, mas não quer enfrentá-lo por medo de ser mandado embora. Em vez disso, seu subconsciente lhe dá uma saída conveniente e redireciona sua raiva para outra pessoa. Ele chega em casa à noite e imediatamente briga com o seu filho de forma exagerada, descontando no menino aquele sentimento de raiva que ficou guardado.

Repressão

Quando os sentimentos são muito intensos, desconfortáveis ​​ou tabus, então nosso subconsciente os esconde de nossa mente consciente.

Exemplo: se uma mulher sente inveja da gravidez de sua amiga, ela pode empurrar esse sentimento para fora da consciência e reprimi-lo completamente. Infelizmente, quando os sentimentos são reprimidos, eles não desaparecem tão bem quanto a pessoa gostaria que eles desaparecessem.

Neste caso, a mulher pode acabar evitando a amiga ou sendo agressiva com ela em algum momento, embora ela não tenha total consciência do porquê. Assim, considere explorar o que está na raiz de seu comportamento provavelmente a ajudaria a entender e ser mais solidária.

Alguma (ou várias) dessas atitudes soa familiar para você? Um terapeuta pode resolver

Por fim, se você reconhece esses mecanismos de defesa em si mesmo – o que já é um ótimo passo para começar o processo terapêutico -, pense no impacto que eles podem ter na sua vida.

Lembre-se de que essas atitudes que te impedem de seguir em frente não precisam mais dominar a sua vida. Para isso, trabalhar com um terapeuta pode torná-lo mais consciente de seus mecanismos de defesa. Ao fazer isso, portanto, você saberá como agir de maneira mais consistente com seus objetivos e valores. Assim poderá assumir as rédeas da sua vida e não deixar que o seu inconsciente te comande.

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Fonte:https://www.talkspace.com/blog/2018/11/defense-mechanisms-holding-you-back/

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