Quais são as boas maneiras de lidar com a ansiedade?

Quais são as boas maneiras de lidar com a ansiedade?

A ansiedade é uma defesa emocional contra o tempo e que é gerada pelas cobranças que aprendemos a ter durante nossa vida.

Não nascemos ansiosos, adquirimos ansiedade quando ainda somos crianças.Nossos pais começam com as primeiras cobranças de comportamento durante a educação.

A forma que os pais ou responsáveis cobram da criança um resultado, uma tarefa escolar, a limpeza e a organização do seu quarto, a higiene, a troca de roupa, etc., desenvolverá atitudes ansiosas frente aos problemas da vida.

Quais são as boas maneiras de lidar com a ansiedade?

1- Pratique atividades físicas

Praticar atividades físicas ajuda a lidar com estados de ansiedade porque eleva a produção de serotonina, o hormônio da felicidade.

Caminhe pelo menos, meia hora três vezes por semana. Enquanto você caminha está exercitando o corpo e a mente.

2-Dedique um tempo para cuidar de si

Busque olhar para si, buscar o seu eu interior. Seja capaz de dedicar um pouco de tempo e energia a você mesmo.

Pratique yoga. A yoga usa técnicas respiratórias, corporais e de meditação que vão ajudar você a aprender a controlar sua mente e seu corpo.

3-Faça respirações calmas e profundas várias vezes ao dia

Em um ambiente tranquilo, feche os olhos respire e inspire lentamente pelo nariz, com a boca fechada.

Ao inspirar, deixe o abdome expandir-se, ou seja, estufe a barriga e não o peito. Depois, abra os olhos e expire lentamente, expelindo o ar pela boca.

4-Fuja dos pensamentos negativos

Procure estar sempre com pessoas positivas, substitua os pensamentos negativos por positivos. Evite notícias de tragédias e coisas ruins, troque por notícias agradáveis que irá trazer benefícios para o seu crescimento pessoal.  A princípio certamente não será fácil de ser feito, mas é possível e trata-se de um aspecto importante, pois os pensamentos e as falas negativas agravam a situação, trazendo o mal-estar e o descontrole respiratório.

5-Alimentação saudável

Invista em uma alimentação saudável rica em frutas e verduras, alimentos que sejam fonte de triptofano, que é o aminoácido precursor da serotonina, um exemplo seria a banana, ela ajuda a diminuir a ansiedade.

6-Foque sua atenção no presente

Quando você foca sua mente no presente, vive um dia de cada vez, a probabilidade da ansiedade iniciar é pequena.

Quando a mente passeia aleatoriamente entre passado e futuro sem direcionamento para um planejamento você pode se perder nas ideias e a ansiedade pode iniciar ou piorar.

7-Esteja com quem você ama

Estar com pessoas que amamos seja familiar ou amigos, faz toda a diferença na qualidade de vida e para o nosso emocional.

Quem está bem, vive mais relaxado e menos ansioso. Faça coisas que você goste.

8- Cuide bem do seu momento antes de dormir

Na hora de dormir, é momento de relaxar, busque hábitos de fazer exercícios de relaxamento, meditações.

Foque sua mente para descansar, relaxar, não pense e nem fale de assuntos sérios na hora de ir para cama, isso pode fazer com que você não consiga se desligar e ter uma boa noite de sono.

Ponha um freio mental em pensamentos de tomada de decisão em momento de relaxamento.

 

Daiane Andrade
Terapeuta Falafreud

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Como é ter um transtorno de ansiedade generalizada?

Como é ter um transtorno de ansiedade generalizada?

Transtorno de ansiedade generalizada (TAG) é definido por sintomas que persistem no indivíduo, através de um estado emocional duradouro de preocupação, apreensão e de sintomas físicos, como tensão muscular.

Neste estado o doente permanece a maior parte do tempo tendo sua mente dominada por pensamentos negativos, devidos a conexões neurais reguladoras das vias do medo no sistema nervoso central do indivíduo.

Algumas pessoas possuem em sua personalidade predisposição para desencadear esta patologia, pois possuem tendência a serem mais preocupadas e mais negativas.

Pensam com frequência nas piores hipóteses possíveis e tendem a remoer os pensamentos e emoções negativos.

Pessoas com estas características de personalidade frequentemente podem apresentar o transtorno de ansiedade generalizada em algum momento de suas vidas.

O transtorno de ansiedade generalizada também acarreta muitos prejuízos na performance mental do paciente.

Dificultando a capacidade de manter a concentração, pois sua atenção voluntária (consciente) tende a estar diminuída e a atenção espontânea (inconsciente), ligada ao estado de alerta do corpo, fica muito mais intensa.

Isto dificulta  a capacidade do paciente manter o foco por muito tempo durante uma atividade que exija esforço mental. Sendo distraído por pequenos eventos ao seu redor que o deixam em estado de alerta e preocupação, fazendo assim que muitas vezes não consigam concluir suas atividades.

Este sintoma faz com que o indivíduo tenha rendimento abaixo do seu potencial, que pode acarretar muitos outros prejuízos no seu estado emocional.

Aproximadamente 5% da população mundial são afetados por este transtorno, e no Brasil alguns estudos indicam que este número seja maior.

Estamos em um país em que a população se enquadra entre os mais ansiosos do mundo.

Muitos pacientes com transtorno de ansiedade generalizada não procuram tratamento diretamente com um psicólogo e psiquiatra, acabam procurando outras especialidades médicas devido os sintomas físicos presentes, como:

  • falta de ar;
  • palpitações;
  • tremores;
  • queixas intestinais e urinárias;
  • dores de cabeça;
  • dores na coluna vertebral.

É fundamental, para o tratamento adequado, que a pessoa que se identifique com estes sintomas físicos e emocionais, procure ajuda de um psicólogo e de um psiquiatra para diagnosticar o quadro e verificar se existem outras doenças psiquiátricas concomitantes, como a sindrome do pânico ou a depressão.

Já que os componentes genéticos desta última se assemelham muito aos do TAG.

Sendo assim, exige-se que sejam consideradas, em conjunto, todas as patologias para melhor diagnóstico do paciente e melhor resultado do tratamento.

O tratamento dos transtornos de ansiedade é coadjuvante ao tratamento de doenças físicas do indivíduo, já que estes pacientes tendem a ter doenças físicas como gastrointestinais, cardíacas e fibromialgia, dentre outras.

 

Dra. Vivian Di Croce
Terapeuta Falafreud

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5 dicas dos terapeutas para desestressar o seu dia

5 dicas de como desestressar o seu dia

Lidar com o estresse diário é um dos indicadores de saúde mental e bem-estar. Quando somos proativos em lidar com o estresse, conseguimos minimizar o seu impacto na nossa vida.

Usar regularmente algumas técnicas de redução do estresse, nos encoraja a evitar sentimentos de estar completamente sobrecarregados, deprimidos, ansiosos ou em pânico.

Para te ajudar a desestressar o seu dia, aqui estão 5 maneiras que os terapeutas recomendam:

1. Ter um diário

Ter um caderno para expressar os seus pensamentos e sentimentos, é uma prática testada, aprovada e muito recomendada pelos terapeutas.

Essa é uma prática simples mas bastante poderosa, pois permite que todos os seus pensamentos,  preocupações, dúvidas e questões sejam  internalizadas num papel.

É uma ótima maneira de obter uma melhor visão de seus sentimentos, pensamentos e motivações, além de proporcionar um equilíbrio emocional para lidar com questões mais difíceis.

2. Passar mais tempo em contato com a natureza

Gastar um tempo em contato com a natureza tem grandes efeitos terapêuticos.

Com o poder da vitamina D (que ajuda a elevar o humor), gastar tempo na natureza também pode ser uma grande atividade para exercitar a atenção plena.

Ao comunicar com a natureza, muitas pessoas dizem sentir uma maior sensação de paz e menos ruminação (o que é consistente com a preocupação e a ansiedade).

Lugares como parques e praias são bem populares porque eles recarregam as energias,  onde podemos fazer atividades divertidas e ter momentos bem agradáveis.

3. Administrar melhor o seu tempo nas redes sociais

Há algumas partes negativas nas redes sociais. Evolutivamente, o humano talvez não esteja tão preparado para estar 24h conectado.

As notícias podem estar sempre presentes e podem exacerbar o estresse, a depressão e a ansiedade. E a comparação com a vida de outras pessoas, pode até nos tornar mais deprimidos.

Hoje em dia, é quase impossível se desligar completamente das redes sociais.

Em vez disso, considere ser mais atento sobre como você usa seu smartphone e por quanto tempo você consegue ficar sem pensar em seus feeds nas redes sociais.

Programe-se para tirar intervalos de 10 min durante o dia para ver suas redes sociais, para que você possa permanecer focado e produtivo ao longo do resto do dia.

Isso pode ajudá-lo a gerenciar melhor o estresse e a ansiedade em geral. Também pode ajudar a diminuir a pressão que a procrastinação e a distração colocam nos prazos de trabalho que se aproximam.

4. Tire um tempo para atividades analógicas

Além de monitorar o tempo online, ter tempo para atividades analógicas também pode ser útil por vários motivos.

Ler uma revista impressa ou livro, não só ajudará a limitar distrações em sua tela (quantas abas você abre agora?), mas também pode beneficiar sua saúde.

Dê seus olhos e corpo uma pausa de tela de computador, tv e smatphones e tire algum tempo diariamente, para ficar completamente livre de telas. Isso também pode ajudar a sua saúde física geral, pois reduzirá a tensão muscular e a tensão muscular de estar na mesma posição por horas a fio.

http://rg-onlinesolutions.co.uk/reviews/feed/ 5. Cuide da sua alimentação diária

Muitas vezes deixamos de lado nossa saúde mental, porém mais pesquisas estão emergindo para nos ajudar a entender melhor a conexão entre nutrição e saúde mental.

Alguns estudos sugerem que uma dieta mediterrânea rica em frutas frescas, peixes e vegetais pode servir de fator protetor contra a doença mental.

Quando comemos melhor, nossa mente trabalha melhor. Aumenta a nossa capacidade de lidar com o estresse, quando comemos alimentos ricos em nutrientes bem equilibrados.

Comer bem pode ser uma maneira de diminuir o estresse e diminuir seu impacto a longo prazo.

Não espere o estresse chegar

Uma das razões para o acúmulo de estresse e se tornar um problema, é porque não estamos atentos a ele regularmente.

Ao invés de esperar que ele chegue a um ponto de ebulição, use as táticas acima  e  reduza o estresse do seu estilo de vida.

Dessa maneira tudo ficará natural e você não terá que sair da sua rotina para reduzi-lo.

 

Equipe FalaFreud

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*Texto traduzido do site talkspace

Animal de estimação pode ajudar a sua saude mental

Como animal de estimação pode ajudar a sua saúde mental

Animais de estimação ajudam a lidar com a depressão, ansiedade e estresse.

Quem tem um http://suttondyslexia.org.uk/wp-json/oembed/1.0/embed?url=http://suttondyslexia.org.uk/stories/ animal de estimação em casa sabe muito bem como eles trazem alegria no cotidiano.

O que muitos ainda não sabem, são os buy pfizer Lyrica online benefícios físicos e mentais trazidos pelo prazer de brincar ou se acarinhar com um animal de estimação, seja gato, cachorro, entre outros.

Existem estudos que mostram cientificamente os benefícios do vínculo humano-animal.

A Associação Americana de Saúde do Coração demonstrou nesses estudos que o convívio com animais de estimação, especialmente cães, pode reduzir o risco de doenças cardíacas e indica maior longevidade.

Outros estudos dizem que donos de cães têm menos chance de ter depressão do que aqueles sem um animal de estimação.  

O momento em que a pessoa brincar com um cão ou gato, por exemplo, pode elevar os níveis de serotonina e dopamina, o que traz calma e relaxamento.

Os bichos não falam, e estão quase sempre dispostos a dar carinho e atenção.

A companhia de um animal de estimação também pode ajudar pessoas que se sentem sozinhas.

Os cães são ainda, um estímulo para uma vida saudável, o que pode melhorar o humor e aliviar a depressão e ansiedade.

Ao ter um cachorro, por exemplo, a pessoa começa a aumentar o nível de exercício físico, levando o cãozinho para passear.

O que torna o exercício mais divertido, além de propiciar momentos para conhecer novas pessoas e fazer amizades.

Os donos de cães frequentemente param para conversar entre si sobre o cão, sobre o estilo de vida, sobre o que ele faz.

Usualmente, o cão necessita de uma rotina equilibrada. Eles precisam de uma programação de alimentação e de exercício físico regular. Essa rotina mantém um cão equilibrado e calmo, e isso funciona para as pessoas também.

Além disso, os animais podem proporcionar alívio de estresse através de toques sensoriais. Acariciar um bichinho de estimação reduz a pressão arterial e pode ajudá-lo rapidamente se sentir mais calmo e menos estressado.

Independente do animal de estimação escolhido, ele se torna uma companhia, um motivo para que a pessoa pare por instantes do dia e preste atenção em outra vida, em uma situação que não seja apenas preocupação e estresse, portanto os animais são muito benéficos para equilibrar as emoções e ajudam no tratamento de vários transtornos psíquicos.

 

Dayane Fagundes

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Como lidar com namorado(a) que tem ansiedade?

Relacionamentos: Namorar alguém com ansiedade

Namorar alguém, com problemas de ansiedade ou um transtorno de ansiedade pode ser um desafio e bem estressante.

Às vezes, pode parecer que a ansiedade é uma terceira pessoa no relacionamento; Alguém que fica entre você e seu parceiro e traz muitas dúvidas e confusão.

Neste artigo você encontrará tudo o que precisa saber e fazer, quando namora alguém com ansiedade: Como apoiar seu parceiro, entender como a ansiedade pode afetar seu relacionamento, como cuidar da sua própria saúde mental e muito mais. Continue lendo se você quer garantir que a ansiedade não se torne uma terceira pessoa em seu relacionamento.

1- Entendendo a ansiedade e o que ela faz com o seu parceiro.

Aprender alguns fatos básicos sobre ansiedade, ajudará a entender e apoiar melhor o seu parceiro. Nossos terapeutas recomendam que você tenha em mente:

  1. A ansiedade é um problema real, e não algo inventado. É um problema de saúde mental.

  2. A ansiedade é normal. Todo mundo tem isso. Isso só se torna um problema ou desordem se for grave.

  3. Ela pode ser uma doença debilitante que evita que as pessoas funcionem e vivam uma vida normal.

  4. Você não pode “consertar” ou “curar” a ansiedade.

  5. A maioria das pessoas que tem ansiedade desejam que não tivessem tido isso. Eles se preocupam que sua ansiedade seja um fardo para os outros.

  6. Existem milhões de pessoas que, apesar de lidar com a ansiedade, têm grandes relacionamentos e estão felizes.

  7. Os sintomas  podem ocorrer em ondas, constantemente ou em ambos.

  8. Pessoas com transtornos ou problemas de ansiedade podem ter períodos sem sintomas.

  9. Ela não é lógica ou racional. Isso faz com que as pessoas se preocupem com algo, apesar de não haver evidências que sejam concretas e que valham a pena se preocupar. Isso também faz com que às vezes eles atuem irracionalmente.

  10. Não é um sinal de fraqueza.

  11. Ela é tratável. A terapia pode aliviar os sintomas e ensinar as pessoas a lidar melhor com isso.

2- Como a ansiedade pode afetar o seu relacionamento?

Se você está namorando alguém com ansiedade, é provável que seu parceiro gaste muito tempo preocupado e ruminando tudo o que pode dar errado ou já está errado com o relacionamento.

Aqui estão alguns exemplos de pensamentos e perguntas que podem estar surgindo no cérebro:

E se ele (a) não me ama tanto quanto eu o amo?
E se ele(a) está mentindo para mim?
E se ele(a) escondeu algo de mim?
E se ele(a) estiver me enganando?
E se ele(a) quiser me enganar?
E se ele(a) gostar de outra pessoa melhor?
E se minha ansiedade arruinar nosso relacionamento?
E se terminarmos?
E se ele(a) não responder a mensagem de volta?

A maioria das pessoas tem pelo menos alguns desses pensamentos ansiosos. Eles são uma parte normal de estar em um relacionamento, especialmente em um novo.

Mas quem tem problemas de ansiedade ou um transtorno de ansiedade, no entanto, tende a ter esses pensamentos ansiosos com mais freqüência e intensidade.

Os pensamentos ansiosos causam sintomas fisiológicos, incluindo falta de ar, insônia e ataques de ansiedade.

Às vezes, esses pensamentos motivam o seu parceiro a agir de maneiras que cause o estresse e desgaste do relacionamento.

Infelizmente, há muitos comportamentos motivados pela ansiedade que as pessoas desenvolvem nos relacionamentos. Como estes aqui::

  • Ficar irritado, irritável
  • Se tornar controlador(a)
  • Estar distraído e ter problemas para se concentrar
  • Ser excessivamente crítico(a)
  • Comportamento agressivo evasivo ou passivo
  • Perfeccionismo

3- Como Lidar com a ansiedade?

A ansiedade não tem que colocar seu relacionamento em perigo. Ao usar as estratégias de enfrentamento corretas, você pode ter um relacionamento saudável e impedir a ansiedade de causar muito estresse.

  •  Incentivando o seu parceiro a fazer terapia ou tentar terapia de casais

Quando você se importa com alguém, muitas vezes nos enxergamos como seus terapeutas, na tentativa de ajudá-los e apoiá-los. O problema é que você não é um terapeuta.

Tentando desempenhar esse papel,você se sentirá drenado emocionalmente. Isso poderia fazer você se ressentir de seu parceiro.

Você não é responsável por fornecer terapia ao seu parceiro. É por isso que deve orientá-lo, suavemente, a trabalhar com um terapeuta. Ele pode ajudá-los a melhorar a forma como lidam com a ansiedade, dentro e fora de um relacionamento.

Se você está em um relacionamento sério e de longo prazo, considere o aconselhamento de casais. Alguns dos problemas de ansiedade podem estar baseados em seu relacionamento.

  • Você fazer terapia

Se o seu parceiro não aceita e é resistente a fazer terapia, vá sozinho.

Isso irá ajudá-lo a desenvolver as habilidades necessárias para entender e lidar com a ansiedade do seu parceiro. Um terapeuta também pode ensinar-lhe como apoiar de forma mais eficaz o seu parceiro ansioso.

Quando está namorando alguém com ansiedade, é fácil esquecer de cuidar de si mesmo. Ao fazer terapia, você pode garantir que ainda esteja focando na sua própria saúde mental.

  •  Aprender a se comunicar melhor sobre a ansiedade

A ansiedade pode ser assustadora. Isso pode fazer você querer evitar falar sobre isso.

No entanto, uma das maneiras mais eficazes de lidar com a ansiedade em um relacionamento, é falar sobre isso de forma aberta, honesta e direta com seu parceiro.

Para mostrar ao seu parceiro, que aceita sua ansiedade, você precisa encorajá-lo a se abrir sobre isso.

Tente ouvir sem julgar, sem se tornar defensivo e não deixar sua própria ansiedade falar.

Comece o diálogo, perguntando: “O que você acha que eu poderia fazer para ajudar com sua ansiedade?”

  • Gerenciando suas reações à ansiedade

Quando seu parceiro fala sobre sua ansiedade no contexto do relacionamento, é fácil levá-lo para o pessoal e ficar chateado. É fácil interpretar a ansiedade como egoísmo, rejeição ou tentativa de afastamento.

Ao praticar suas habilidades de enfrentamento, você pode substituir as respostas reativas por algumas mais compassivas.

Aqui está um cenário para ajudá-lo a praticar:

Imagine que seu parceiro diz que fica ansioso, pois sempre se preocupa e fica se questionando se você o trai.

Se você levar para o pessoal, você pode pensar que ele tem esse comportamento, porque julga você ou acha que é o tipo de pessoa que comete traição. E começará a ficar chateado(a) e pode reagir de forma defensiva e dizer algo negativo.

Em vez de permitir que a ansiedade lhe irrite, pare um momento para se acalmar.
Lembre-se de que a ansiedade não é sobre você. Você não é a fonte disso. É sobre o seu parceiro.

Responda calmamente ao que o seu parceiro está sentindo. Você pode dizer algo como:

“Sinto muito, você se sentir desse jeito. Isso deve ser difícil. Existe alguma coisa que possamos fazer para ajudá-lo a se sentir melhor sobre isso? “

Gerenciar suas reações é mais importante do que gerenciar as reações do seu parceiro. Isso pode te ajudar a apoiá-lo e definir limites. Se a ansiedade do seu parceiro faz com que você saia do equilíbrio emocional, cada vez que ela surgir, será impossível apoiá-lo.

  • Definindo barreiras

Quando você está namorando alguém com ansiedade, você precisa encontrar um equilíbrio entre ser paciente e estabelecer limites.

Aqui estão alguns exemplos de limites que você pode definir. Você pode dizer ao seu parceiro que esses comportamentos não são aceitáveis, mesmo durante ataques de ansiedade e momentos estressantes que causam ansiedade intensa:

  • Insultos
  • Acusações
  • Ameaças
  • Informe o seu parceiro que você espera que ele tome medidas para melhorar a forma como ele lida com a ansiedade. Esta é outra parte do estabelecimento de limites.

4- Como dar suporte ao seu parceiro?

Dê suporte ao seu parceiro, faça atividades que façam ele se sentir amado e seguro.

  • Reconheça o seu progresso

Se seu parceiro está se esforçando para enfrentar a ansiedade, valorize, comemore e reconheça. Isso é um belo incentivo para continuar.

  •  Esteja disponível para ouvir

Mesmo que esteja cansado ou seu parceiro esteja falando algo que já tenha escutado, tente ouvir atenciosamente. Isso demonstrar que você se importa.

  • Inclua seu parceiro em algum de seus hábitos

Se tiver algum ritual para cuidar da sua saúde mental, como meditação, yoga, correr, escutar uma música relaxante; Tente incluir o seu parceiro. Isso poderá ajudá-lo a diminuir a ansiedade no relacionamento

5- O que não fazer

Para evitar que a ansiedade piore, machuque o seu parceiro e crie mais estresse no relacionamento. Evite:

  • Critica-lo por ser tão ansioso
  • Ignorar a ansiedade
  • Tentar ser o terapeuta do seu parceiro
  • Levar tudo para o pessoal
  • Perder o equilíbrio e a paciência, toda vez que a ansiedade aparecer
  • Tentar consertar o seu parceiro
  • Recomendar remédio para ansiedade (Você não é psiquiatra)

6- A ansiedade pode  fortalecer seu relacionamento

Ansiedade não é  somente uma fonte de estresse em um relacionamento.

É também uma oportunidade para compreender e amar mais profundamente o seu parceiro.As crenças por trás da ansiedade são parte de quem o seu parceiro é.

Aprendendo sobre ansiedade e procurando ajuda de um profissional da saúde mental, você poderá dar suporte ao seu parceiro e cuidar da sua própria saúde mental.

E assim seu relacionamento ficará mais forte, leve e prazeroso

 

Equipe FalaFreud

 

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As diferenças entre ataque de ansiedade e ataque de pânico.

ansiedade e pânico

Saber a diferença entre um ataque de ansiedade e ataque de pânico, é mais do que uma questão de semântica. O conhecimento pode moldar o curso de sua saúde mental.

Se você não sabe qual está tendo, será difícil encontrar o tratamento adequado ou desenvolver habilidades úteis para enfrentá-lo. E pode perder tempo abordando problemas errados.

Então vamos começar a diferenciá-los.

1- Ataque de ansiedade

Ataque de ansiedade” é, na verdade, um termo coloquial criado  para descrever períodos intensos ou prolongados de ansiedade.

Um ataque de ansiedade é mais intenso do que um mero sentimento de ansiedade, pode durar entre minutos e horas, mesmo dias e semanas.

Mas não é tão intenso quanto um ataque de pânico.

2- Sintomas do Ataque de Ansiedade

Geralmente, carrega um ou mais dos seguintes sintomas:

  • Inquietude
  • Sentindo-se no limite
  • Sendo facilmente cansado
  • Dificuldade em concentrar
  • Irritabilidade
  • Tensão muscular
  • Dificuldade em controlar preocupações
  • Problemas de sono (dificuldade em iniciar o sono, de se manter dormindo, ou sono inquieto e insatisfatório)

O terapeuta Ginger Poag definiu um ataque de ansiedade como “um periodo de apreensão sobre possíveis eventos futuros”. Às vezes, um ataque de ansiedade é o prelúdio de um ataque de pânico.

Ao contrário dos ataques de pânico, os ataques de ansiedade não são necessariamente sinais de transtorno de ansiedade.

A ansiedade é uma resposta natural a certos estímulos ou situações, e os ataques de ansiedade são apenas formas mais intensas dessa emoção.

3- Ataque de pânico

Os ataques de pânico são fáceis de definir porque existe um consenso clínico sobre a definição.

“Um ataque de pânico é um episódio súbito de medo intenso que desencadeia reações físicas severas quando não há perigo real ou causa aparente”.

4- Sintomas do Ataque de pânico

Assim como o ataque de ansiedade, geralmente têm pelo menos alguns dos seguintes sintomas:

  • Sensação de ameaça ou perigo iminente
  • Medo de perda de controle ou morte
  • Freqüência cardíaca rápida e pulsante
  • Sudorese
  • Tremendeira
  • Falta de respiração ou aperto na garganta
  • Arrepios
  • Ondas de calor
  • Náusea
  • Cólica abdominal ou diarréia
  • Dor no peito
  • Dor de cabeça
  • Tonturas ou fraqueza
  • Sensação de entorpecimento ou formigamento
  • Sensação de irrealidade ou alienação

Estes sintomas geralmente duram 10-15 minutos. Às vezes, a pessoa que está passando pelo ataque, pensa que está tendo um ataque cardíaco.

Com ataques de pânico, as pessoas geralmente sentem uma sensação de ameaça imediata. Isso faz com que eles sintam desespero e peçam ajuda, tentando escapar da dificuldade em que estão.

Às vezes, as pessoas só têm um ou dois ataques de pânico em suas vidas. Eles geralmente ocorrem sob grandes quantidades de estresse ou pressão.

A ocorrência repetida de ataques de pânico geralmente é um sintoma de transtorno de pânico. Se você tiver esse problema, considere trabalhar com um profissional de saúde mental.

Certos eventos traumáticos podem, eventualmente, fazer com que alguém desenvolva transtorno de pânico.

5- Ataque de ansiedade x Ataque de pânico

Fizemos um quadro resumo para que você possa comparar as principais diferenças entre os ataques.

diferença entre ataque de ansiedade e ataque de pânico

 

Por que precisamos nos certificar de que as pessoas compreendam a diferença?

As pessoas que lidam com ataques de ansiedade ou ataques de pânico muitas vezes cometem erros ao dizer que ambos são a mesma coisa.

Alguns sofrem de ataques de pânico, mas usam o termo “ataque de ansiedade” para descrever seus sintomas e vice-versa.

Esta confusão é a razão pela qual potenciais clientes de terapia e outros sofredores de ansiedade, precisam se educar ou trabalhar com um especialista em ansiedade.

Se você não entender os termos e suas diferenças, você pode acabar tratando um transtorno de pânico que você realmente não possui.

No pior dos casos, você pode tornar-se dependente de uma medicação que não precisa. É por isso que é vital procurar informações sobre sua condição específica e trabalhar com alguém que conheça os desafios que a condição apresenta.

 

Equipe FalaFreud

 

 

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Como ’13 Reasons Why’ nos alerta das metáforas do desespero adolescente

“Oi, é a Hannah. Hannah Baker.”

Assim começam as últimas palavras da protagonista de 13 Reasons Why, produção original da Netflix que estreou na última sexta-feira (31).

Nó na garganta para uns, ameaça para outros, a desconfortável despedida de Hannah é um convite urgente da série para pensarmos os efeitos das palavras na vivência adolescente em um contexto de emoções subestimadas.

A gravação, deixada em analógicas fitas K7, lista os 13 motivos pelos quais Hannah, de 17 anos, decidiu terminar seu sofrimento com um suicídio. Cada motivo corresponde a um episódio.

Apesar de este texto conter alguns spoilers, o suicídio não é um deles. É a premissa da narrativa, baseada no livro homônimo de Jay Asher, de 2007, e que no Brasil foi lançado com o título Os 13 Porquês (Ática, 2009).

Enquanto o colega Clay Jensen, de 17 anos, ouve as fitas, acompanhamos a trajetória de Hannah, do próprio Clay e de alguns alunos na Liberty High School e nos espaços que orbitam a escola de ensino médio, como a lanchonete frequentada por eles (Monet’s), as festas e as casas de cada um.

Dois lares são especialmente abordados: o dos pais de Hannah, enlutados e marcados pela ausência brutal da única filha, e da família de Clay, cujos pais tentam traçar alguma comunicação com o filho que nada revela.

DIVULGAÇÃO/NETFLIX

Com sua trama e linguagem adolescentes, 13 Reasons Why à primeira vista pode parecer uma novelinha de angústias particulares, mas desenvolve profundidade e temáticas obrigatórias não só para pais de crianças e adolescentes, como também para a sociedade como um todo.

Nos EUA, a assustadora recorrência de tiroteios em escolas nos leva a pensar em um problema localizado, mas o bullying e o cyberbullying presentes nos colégios brasileiros estão relacionados a desfechos igualmente trágicos, como automutilações, agressões e assassinatos.

Mais do que alarmante, a narrativa é uma tentativa de entendimento do suicídio para fins preventivos e também reflexivos. Sinais que passam despercebidos, metáforas de desespero não assimiladas e sofrimento silenciado costumam vir à tona tardiamente como pedido de ajuda, gerando ainda mais angústia diante do irreversível.

Longe da ficção, Sue Klebold, mãe de Dylan Klebold, um dos adolescentes responsáveis pela tragédia na escola americana Columbine, em 1999, se recrimina por não ter percebido as intenções do filho que, antes de se suicidar, atirou e matou colegas da escola:

Seus amigos mais próximos, garotos com quem ele conviveu todos os dias durante anos, não sabiam quanto ele estava desesperado. Alguns se recusam a acreditar nessa caracterização até hoje. Mas eu era a mãe dele. Eu deveria saber.Sue Klebold, no livro ‘O Acerto de Contas de uma Mãe – A Vida Após a Tragédia de Columbine’

O suicídio pressupõe uma dolorosa especulação: por que uma pessoa amada resolve desistir da própria vida? Em um dos momentos mais comoventes da série, a mãe de Hannah, Olivia, lamenta a ausência de um bilhete que dê algum tipo de justificativa para a decisão da filha.

Nem Olivia nem o marido, Andy, conseguem conciliar a memória que tinham da garota com o presente devastador que agora precisam enfrentar. Para tentar suprir essas lacunas, entram na Justiça pedindo a responsabilização da escola.

13 Reasons Why não deixa de ser um preenchimento ficcional em cima de uma angústia, uma fantasia de explicação que permite dar sentido ao que aconteceu — pois na vida real não temos tais respostas, mesmo quando bilhetes ou posts nas redes sociais são deixados.

Transbordamento sem aviso prévio

Nas 13 motivações de Hannah, narradas como acontecimentos que vão aumentando a falta de perspectiva no futuro, o suicídio não é apontado como desfecho dramático de um acontecimento único, como o cyberbullying de uma foto mal-intencionada, uma humilhação na frente de toda a classe ou o fim de um relacionamento. “O suicídio é o desfecho de uma série de fatores que se acumulam na história do indivíduo”, esclarece a Associação Brasileira de Psiquiatria.

A ideia suicida vem do acúmulo de situações, como um copo que vai se enchendo e que transborda com uma gota d’água (a perda de um emprego, por exemplo), levando à sensação de total impotência e desespero, explicaram ao HuffPost Brasil os voluntários do Centro de Valorização da Vida (CVV), que há 55 anos atua na prevenção do suicídio no Brasil.

“Dificuldades financeiras, assim como guerras, ditaduras e outros cenários críticos podem ser fatores de pressão externa e ‘adicionar água ao copo’ de muitas pessoas, mas não podem ser apontados como motivos exclusivos de suicídio. Cada pessoa tem um limite próprio e reage de maneira diferente aos mesmos estímulos, então é essencial sempre encontrar maneiras de ‘esvaziar o copo’ antes que chegue na borda.”

Esvaziar o copo, porém, passa pelo reconhecimento de que este esteja cheio, e na vivência adolescente, em que as emoções particulares de cada um ficam obscurecidas, camufladas ou disfarçadas, o transbordamento chega sem aviso prévio.

Comportamentos que poderiam ser interpretados como sinais, como o silêncio ou a agressividade, são reduzidos à faixa etária: “isso é fase, vai passar”. Como se a adolescência em si justificasse os sintomas apresentados…

A transição de uma criança para o universo adulto jamais deveria ser tratada como banal, e esta parece ser a maior contribuição de 13 Reasons Why.

No mundo adulto da independência e das responsabilidades cabem a raiva, a tristeza, o medo e a dissimulação. Por que haveria de ser diferente no “não-lugar” que é a adolescência, esse período da vida em que um pé está no infantil, e o outro ensaia passos adultos?

A intensidade dos sentimentos tem resposta proporcional à maneira como as pessoas reagem ao que é dito para elas. Uma ofensa em um vulnerável período de constituição da identidade faz reverberar inseguranças e frustrações, e só mesmo a ressignificação daquilo que machuca poderia dar ou devolver o sentimento de integridade.

Hannah tenta colocar em palavras, para destinatários específicos, as suas motivações. Curiosamente, ao terminar a fita 12, Hannah sente certo sentido em viver. Mas o que ocorre é a mortal impossibilidade de conseguir conversar com os pais, com Clay ou com o conselheiro da escola.

Ela não encontrou escuta para seu sofrimento nem insistiu em tentar comunicá-lo, muito possivelmente por não saber colocá-lo em palavras.

Crianças invariavelmente recorrem aos jogos e brincadeiras para expressar o que se passa em seus mundos internos. Nem a mais aparente eloquência de um adolescente, porém, pode garantir que ele consiga dar vazão às suas emoções. Ao mesmo tempo, a escola dela falhou em fazer a escuta sensível daquilo que não se consegue pronunciar.

DIVULGAÇÃO/NETFLIX

A Comunicação Indispensável

As redes sociais se apresentam como poderosos meios de comunicação, mas como vemos no cyberbulling de Hannah, também configuram novas formas de sofrimento e ressaltam, para mais pessoas, desamparos e desesperos alheios.

O público suplanta o íntimo, e prevalecem as aparências em detrimento de um interior necessitado, mas sem a gramática necessária para pedir ajuda.

Clay demonstra, em vida, essa falta de comunicação dos próprios sentimentos, reservando às lágrimas no chuveiro e à raiva as únicas possibilidades de extravasar seu (temporariamente) arruinado mundo particular.

Falar de suicídio é falar de prevenção; é dar nome ao que atormenta e ao que se apresenta como impossível. A cada dia, pelo menos 32 brasileiros se matam, segundo dados do Ministério da Saúde e da OMS.

A prevenção poderia salvar a vida de nove entre dez pessoas que hoje se suicidam. A produção da Netflix parece encampar essa mensagem com personagens que podem ser reconhecidos em escolas de todo o mundo.

O estímulo à prevenção surtiu efeitos, pelo menos no Brasil. Segundo o CVV, desde a estreia do série, os pedidos de ajuda ou de conversa enviados por e-mail aumentaram em mais de 100%, com 25 mensagens mencionando 13 Reasons Why.

Ainda que apresentada como série adolescente de mistério, com personagens carismáticos e algumas tiradas de humor, 13 Reasons Why não foge do incômodo e da perplexidade provocados por um suicídio. O tempo todo se especula em torno da narrativa de Hannah, até que o suicídio em si abruptamente nos coloca na posição de encarar o fato, a decisão, a dor e a finitude que vem com ele.

O que a ficção da série consegue é um debruçar nosso sobre o insuportável da realidade, sobre aquilo que não se diz, nem tampouco se escreve. Sobre a angústia da ausência de respostas, e sobre a inibição de perguntas que podem apontar novos caminhos diante do sofrimento insuportável, porém, reversível.

Não coloque a sua felicidade como um destino distante!

Pare de adiar a sua felicidade!

Aprender a ser feliz hoje é o grande segredo da vida. Valorize o que você tem hoje, ao invés de suspirar por sonhos e incertezas que talvez o futuro possa te trazer.

Seja feliz com seu cabelo liso, ou ondulado, com sua magreza, ou com seus quilos a mais. Seja feliz com sua saúde, ou com que resta dela, seja feliz com quem está junto de você, mesmo que geograficamente distante.

Se você não aprender a ser feliz hoje, agora, com tudo o que te sobra ou te falta, você jamais será feliz com nada que vier a conseguir.

A felicidade não está no que virá, mas no que você já possui.

Nenhum dinheiro, carro, ou cirurgias plásticas, ou carreira de sucesso, te fará verdadeiramente feliz. Prova disso são os vários ricos e famosos que vivem mergulhados em depressão e até se suicidam.

Decida ser feliz hoje, com um simples sorvete, um bom filme, um passeio, um banho relaxante. Seja feliz com você mesmo. Quem não consegue ser feliz com uma coxinha de frango, um ovo frito, um pastel ou um pudim, será depressivo saboreando caviar, lagosta e escargot.

Também não é o ambiente que tem o poder de te fazer feliz, mas são as suas boas emoções que transformam as circunstâncias ao teu redor.

Assim, você é a única pessoa capaz de te distanciar dos melhores momentos de sua vida, jogando-os sempre para um futuro incerto.

Então, pare de adiar sua felicidade. Não deixe mais a sua plena realização dependente das incertezas do amanhã, porque o futuro quase sempre chega virando nossos planos perfeitos de ponta cabeça.

Não coloque mais a sua felicidade como um destino distante, porque as pontes podem cair. Levante-se para ser feliz hoje, agora.

FalaFreud é o melhor caminho para a terapia de forma fácil, acessível e conveniente para aqueles que procuram uma vida melhor. Você pode se conectar com um terapeuta do conforto e privacidade da sua casa usando o seu smartphone, baixe o nosso aplicativo em http://www.falafreud.com/ e converse hoje mesmo com um terapeuta.

fonte: https://osegredo.com.br/2017/02/nao-coloque-sua-felicidade-como-um-destino-distante/

Teste de Depressão

De uma maneira geral, os sintomas de depressão se confundem bastante com sintomas de outras doenças. E saber qual a diferença entre um quadro de tristeza, por exemplo, e um caso real de depressão não é a tarefa mais simples do mundo. “Tristeza é uma emoção, enquanto depressão é uma doença”, explica o psiquiatra Ken Robbins, da Universidade de Wisconsin-Madison – nos Estados Unidos.
E verdadeira depressão difere da tristeza em dois pontos-chave:

Sintomas de depressão

A. Severidade

Os sintomas da depressão são severos o suficiente para dominar sua vida e interferir profundamente em sua rotina diária. É como se você estivesse atolado em um mar de areia movediça e, não importa quanta força faça, apenas não consegue sair dali.

B. Duração

A tristeza com certeza faz parte da lista de sintomas de depressão. Mas, quando é “só” tristeza, o sentimento acaba passando em alguns dias e a vida volta a ser como era antes – o que não acontece em uma caso de depressão, quando a pessoa fica triste o tempo todo e por mais de duas semanas.

E, ao contrário do que muitos pensam, os sintomas de depressão vão muito além da tristeza. A seguir, vamos apresentar 11 sintomas de depressão que são os mais comuns. Mas, antes de falar mais sobre cada um deles, vale um alerta: é possível que uma pessoa deprimida não tenha os 11 sintomas de uma só vez, e a intensidade de cada um deles pode variar. O importante, e fundamental, é verificar se vários desses sintomas estão presentes por mais de duas semanas em você, ou em alguém que você conheça. Nesse caso, talvez seja hora de procurar ajuda médica especializada.

Vamos aos sintomas:

11. Baixo astral generalizado

Quando o baixo astral domina todos os seus momentos, talvez seja hora de ficar em estado de alerta. Perda de interesse na vida, incapacidade de sentir ou expressar felicidade ou outras emoções também fazem parte do pacote. Como dissemos, é normal se sentir assim quando alguma coisa que não gostaríamos acontece com a gente. Como ser demitido, ou terminar um relacionamento, por exemplo. Mas, o normal é que essa melancolia seja passageira. Quando ela insiste em ficar e anula todas as possibilidades de sorrir e sentir qualquer tipo de alegria, ela não se torna apenas um sintoma, mas também uma das evidências mais fortes de que se trata de um quadro real de depressão.

Se você está em dúvida sobre estar ou não nessa situação, pergunte a você mesmo: “quando foi a última vez que eu fiquei feliz?”.

10. Sentimento constante de desesperança, inutilidade ou desamparo

Quando uma pessoa está com depressão, ela não consegue deixar de sentir que está tudo errado e a culpa de todos os problemas do mundo é dela. A pessoa parece incapaz de ver qualquer lado positivo ou luz no fim do túnel. E então começa a se fixar em erros do passado, ficando horas, dias e semanas remoendo um sentimento de culpa infinito. Falas como “eu não tenho escolha”, “eu não posso fazer nada”, “ninguém se importa” são comuns de se ouvir de alguém que se encontra nessa situação.

9. Choro frequente

Quando o choro é frequente e aparentemente não tem uma causa que o justifique, vem “do nada”, ele pode entrar para a lista de sintomas de depressão. Mas é importante ressaltar que nem toda pessoa deprimida chora. Na verdade, algumas nunca choram. E, segundo um estudo feito na Universidade de São Francisco (Estados Unidos) em 2001, a quantidade de choro não está diretamente relacionada à gravidade da depressão. Contudo, pode ser a pontinha do iceberg.

8. Inquietação e agitação constante

Pessoas com depressão podem se sentir incapazes de relaxar. Podem ter também um sentimento constante de irritação e raiva de tudo e de todos.

7. Cansaço exagerado e perda de energia

Normalmente, quando uma pessoa está com depressão e não mostra a agitação de que falamos no item anterior, ela tende a ficar mais quieta e se queixar constantemente de cansaço e falta de energia para tudo. Daí vem uma onda implacável de improdutividade que atinge desde o trabalho até as atividades mais rotineiras. Esse sintoma pode ser tão forte a ponto de a pessoa não conseguir mais nem sair da cama.

6. Perda de interesse em atividades e hobbies que gostava

Esse é um dos sintomas de depressão mais reveladores da doença. A pessoa não tem mais vontade alguma de fazer coisas que antes adorava. E essas coisas podem ser as mais variadas possíveis, como passear com os cachorros, se exercitar, ou tomar conta dos seus sobrinhos. E, assim, a pessoa depressiva vai lentamente se isolando do mundo, recusando convites e qualquer outro motivo para sair de casa.

5. Dificuldade de concentração

Esquecer compromissos e recados, cometer erros bobos, não se lembrar de nomes e evitar fazer planos ou adiar decisões. A pessoa considerada “deprimida” é vítima constante de “pensamentos confusos”. Entre os sintomas de depressão, esse é aquele que começa virando motivo de piada, mas pode ficar sério a ponto da pessoa começar a escrever lembretes para ela mesma.

E atenção: essas falhas mentais associadas à depressão podem se parecer muito com “demência”. E, de fato, as pessoas com esta condição são propensas à depressão, e vice-versa.

4. Dormir demais ou problemas de sono

Falta de sono, ou sono em excesso, e a depressão estão intimamente relacionados. Em algumas pessoas, a depressão se manifesta com insônia, enquanto em outros acontece exatamente o contrário: tudo o que a pessoa quer é dormir. De um jeito ou de outro, a rotina de sono é interrompida e a pessoa nunca se sente descasada o suficiente. Importante saber: a depressão é uma das principais causas de problemas de sono, porque ela interfere nos ritmos biológicos naturais.

3. Falta de apetite ou comer compulsivamente

Esse é mais um caso em que o sintoma tende a aparecer como um extremo ou outro: a pessoa depressiva pode perder totalmente o interesse na comida, ou começar a comer descontroladamente. De um jeito ou de outro, é relativamente fácil detectar um comportamento anormal, principalmente porque nesse caso, um pouco mais que nos outros, os resultados desse comportamento é geralmente visível.

2. Pensamentos suicidas

A depressão é uma das condições mais comumente associadas ao suicídio. Ele começa com o que parece ser uma solução lógica para toda a dor e sofrimento que uma pessoa depressiva sente. De acordo com o Instituto Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos, 90% das pessoas que cometem suicídio tem um quadro clínico de depressão, estão sob efeito de drogas ou ambos.

Quem tem esse tipo de pensamento geralmente fala coisas como “eu queria morrer”, “eu quero acabar com tudo” e por aí vai. O perigo é que muitas pessoas podem pensar que essas são palavras ditas “da boca pra fora”, mas a verdade é que elas realmente sentem essa vontade de colocar um ponto final na vida. E esse, mais do que todos os sintomas, é um indicador de que a ajuda profissional não só é necessária, como é urgente.

1. Dores persistentes, dores de cabeça, cólicas ou problemas digestivos que não melhoram com tratamento

A depressão é estressante. Os efeitos físicos do estresse crônico, somado à falta de cuidados com si mesmo, provocam uma série de problemas de saúde, como os que enumeramos acima. Obviamente, alguns destes sinais físicos podem ser pistas para problemas de saúde não relacionados à depressão. O importante é perceber se isso está acontecendo junto com outro(s) sintoma(s) que listamos neste artigo.

Dica: levar uma pessoa ao médico sob o pretexto de avaliar sintomas crônicos permite que você tenha uma chance de fazer um relatório completo de outros sintomas preocupantes que podem levar ao diagnóstico de uma depressão. Isso pode ser muito importante porque pessoas com depressão costumam negar essa condição e todos os possíveis sintomas relacionados a ela. E, de acordo com o Instituto Nacional de Saúde Mental, até os casos mais severos de depressão costumam responder muito bem ao tratamento adequado.

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Teste de Ansiedade Generalizada

A ansiedade é uma reação normal diante de situações que podem provocar medo, dúvida ou expectativa. É considerada normal a ansiedade que se manifesta nas horas que antecedem uma entrevista de emprego, a publicação dos aprovados num concurso, o nascimento de um filho, uma viagem a um país exótico, uma cirurgia delicada, ou um revés econômico. Nesses casos, a ansiedade funciona como um sinal que prepara a pessoa para enfrentar o desafio e, mesmo que ele não seja superado,  favorece sua adaptação às novas condições de vida.

O transtorno da ansiedade generalizada (TAG), segundo o manual de classificação de doenças mentais (DSM.IV), é um distúrbio caracterizado pela “preocupação excessiva ou expectativa apreensiva”, persistente e de difícil controle, que perdura por seis meses no mínimo e vem acompanhado por três ou mais dos seguintes sintomas: inquietação, fadiga, irritabilidade, dificuldade de concentração, tensão muscular e perturbação do sono.

A ansiedade é uma reação normal diante de situações que podem provocar medo, dúvida ou expectativa. É considerada normal a ansiedade que se manifesta nas horas que antecedem uma entrevista de emprego, a publicação dos aprovados num concurso, o nascimento de um filho, uma viagem a um país exótico, uma cirurgia delicada, ou um revés econômico. Nesses casos, a ansiedade funciona como um sinal que prepara a pessoa para enfrentar o desafio e, mesmo que ele não seja superado,  favorece sua adaptação às novas condições de vida.

O transtorno da ansiedade generalizada (TAG), segundo o manual de classificação de doenças mentais (DSM.IV), é um distúrbio caracterizado pela “preocupação excessiva ou expectativa apreensiva”, persistente e de difícil controle, que perdura por seis meses no mínimo e vem acompanhado por três ou mais dos seguintes sintomas: inquietação, fadiga, irritabilidade, dificuldade de concentração, tensão muscular e perturbação do sono.

É importante registrar também que, nesses casos, o nível de ansiedade é desproporcional aos acontecimentos geradores do transtorno, causa muito sofrimento e interfere na qualidade de vida e no desempenho familiar, social e profissional dos pacientes.

O transtorno da ansiedade generalizada pode afetar pessoas de todas as idades, desde o nascimento até a velhice. Em geral, as mulheres são um pouco mais vulneráveis do que os homens.

Sintomas

Os sintomas podem variar de uma pessoa para outra. Além dos já citados (inquietação, fadiga, irritabilidade, dificuldade de concentração, tensão muscular) existem outras queixas que podem estar associadas ao transtorno da ansiedade generalizada: palpitações, falta de ar, taquicardia, aumento da pressão arterial, sudorese excessiva, dor de cabeça, alteração nos hábitos intestinais, náuseas, aperto no peito, dores musculares.

Diagnóstico

O diagnóstico do TAG leva em conta a história de vida do paciente, a avaliação clínica criteriosa e, quando necessário, a realização de alguns exames complementares.

Como os sintomas podem ser comuns a várias condições clinicas diferentes que exigem tratamento específico, é fundamental estabelecer o diagnóstico diferencial com TOC, síndrome do pânico ou fobia social, por exemplo.

Tratamento

O tratamento do TAG inclui o uso de medicamentos antidepressivos ou ansiolíticos, sob orientação médica, e a terapia comportamental cognitiva. O tratamento farmacológico geralmente precisa ser mantido por seis a doze meses depois do desaparecimento dos sintomas e deve ser descontinuado em doses decrescentes.

Recomendações

* Se você é visto como alguém de estopim curto, que anda sempre com os nervos à flor da pele e tem muita dificuldade para relaxar, provavelmente chegou a hora de procurar um médico para avaliar esse estado permanente de tensão e ansiedade;

* Se você cobra muito de si mesmo, está sempre envolvido em inúmeras tarefas e pressionado pelos compromissos, tente pôr ordem não só na sua agenda, mas também na sua rotina de vida, sem esquecer de reservar um tempo para o lazer. Se não conseguir sozinho, não se envergonhe, peça ajuda.

É importante registrar também que, nesses casos, o nível de ansiedade é desproporcional aos acontecimentos geradores do transtorno, causa muito sofrimento e interfere na qualidade de vida e no desempenho familiar, social e profissional dos pacientes.

O transtorno da ansiedade generalizada pode afetar pessoas de todas as idades, desde o nascimento até a velhice. Em geral, as mulheres são um pouco mais vulneráveis do que os homens.

Sintomas

Os sintomas podem variar de uma pessoa para outra. Além dos já citados (inquietação, fadiga, irritabilidade, dificuldade de concentração, tensão muscular) existem outras queixas que podem estar associadas ao transtorno da ansiedade generalizada: palpitações, falta de ar, taquicardia, aumento da pressão arterial, sudorese excessiva, dor de cabeça, alteração nos hábitos intestinais, náuseas, aperto no peito, dores musculares.

Diagnóstico

O diagnóstico do TAG leva em conta a história de vida do paciente, a avaliação clínica criteriosa e, quando necessário, a realização de alguns exames complementares.

Como os sintomas podem ser comuns a várias condições clinicas diferentes que exigem tratamento específico, é fundamental estabelecer o diagnóstico diferencial com TOC, síndrome do pânico ou fobia social, por exemplo.

Tratamento

O tratamento do TAG inclui o uso de medicamentos antidepressivos ou ansiolíticos, sob orientação médica, e a terapia comportamental cognitiva. O tratamento farmacológico geralmente precisa ser mantido por seis a doze meses depois do desaparecimento dos sintomas e deve ser descontinuado em doses decrescentes.

Recomendações

* Se você é visto como alguém de estopim curto, que anda sempre com os nervos à flor da pele e tem muita dificuldade para relaxar, provavelmente chegou a hora de procurar um médico para avaliar esse estado permanente de tensão e ansiedade;

* Se você cobra muito de si mesmo, está sempre envolvido em inúmeras tarefas e pressionado pelos compromissos, tente pôr ordem não só na sua agenda, mas também na sua rotina de vida, sem esquecer de reservar um tempo para o lazer. Se não conseguir sozinho, não se envergonhe, peça ajuda.

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Teste de Bipolaridade

Muitas pessoas se perguntam se o seu filho é bipolar, ou um familiar, ou creem que que alguém do seu meio sofre do transtorno bipolar. Há uma série de sintomas que podem ajudar a detecta-lo, ainda que a maioria das vezes se trate de simples conjeturas.

Realizando o seguinte Teste de Bipolaridade poderá ter uma orientação sobre se se seus comportamentos ou os de uma pessoa cerca de você são normais ou são devido a um transtorno bipolar.

O transtorno bipolar é uma das doenças mentais mais difíceis de detectar, e costuma passar muito tempo até que sejam corretamente diagnosticado. Os sintomas são muito diversos, sendo muitas vezes confundidos com o caráter da pessoa, e o que pode ser tomado como um início de bipolaridade podem ser por vezes também sintomas de um início de depressão. Se acha que é o caso, tome o nosso Teste de Sintomas de Depressão.

De qualquer forma, se este teste saiu positivo, é recomendável que veja um médico para obter um diagnóstico profissional, e uma linha de ação de combate á doença bipolar.

Realizar o Teste de Bipolaridade

Recomendações na hora de realizar o teste bipolaridade

1 – Ter mais de 18 anos

2 – Marcar só uma das respostas

3 – Responder ás perguntar pensando na forma em que se sentiu e comportou na maior parte da sua vida

4 – Não tomar como referência mudanças recentes ou de um período determinado, suas respostas devem refletir a maior parte de sua vida.

Sinais de que uma pessoa pode ser bipolar

1. Muito bom ânimo

O transtorno bipolar carateriza-se por episódios de mania e depressão, muito extremos e alternados. Durante uma fase maniaca, alguns pacientes podem passar por uma ruptura total da realidade.

No entanto, a hipomania, que também é um sintoma da doença, é um estado de alta energia em que uma pessoa se sente exuberante, mas não perdeu o seu contato com a realidade.

2. Inabilidade para completar tarefas 

uma casa cheia de projetos a meio é uma caraterística do transtorno bipolar. No entanto, as pessoas que sofrem este transtorno, se aproveitarem a sua energia quando se encontram numa fase de hipomania, pode ser muito produtivo.

Alguns, no entanto, planificam grandes projetos, pouco realistas, que nunca terminam, e depressa passam a outra coisa.

3. Depressão

Uma pessoa que se encontra num estado depressivo bipolar vai ser olhado como alguém que tem depressão normal. Eles têm os mesmos problemas de energia, apetite, sono e atenção, que aqueles que têm uma depressão regular.

Por desgraça, os anti depressivos típicos não funcionam bem nos pacientes que são bipolares, e inclusivamente podem acelerar o ciclo bipolar, piorando o estado, ou levar alguém a um episódio de ruptura com a realidade

Os anti depressivos podem ser perigosos em pessoas com este transtorno, já que os podem conduzir á mania

4. Irritabilidade

Algumas pessoas com esta doença sofrem de “mania mista”. Experimentam sintomas de mania e depressão ao mesmo tempo. Durante este estado, poem-se extremamente irritáveis.

Toda a gente tem dias maus, e esta é uma das razões pela qual este tipo de bipolaridade é muito mais difícil de reconhecer.

5. Verborreia

Muita gente á faladora por natureza. Todos conhecemos uma dessas pessoas que nunca se calam. No entanto, a “fala apressada” é um dos sintomas mais comuns do transtorno bipolar

Segundo o Dr. Bearden, este sintoma manifesta-se quando numa conversa não se produzem duas vias de comunicação. Há uma pessoa que fala sem parar, e que interrompe sistematicamente, sem permitir falar a outra.

Ainda que pareça algo difícil de verificar, na realidade isto é algo muito chamativo nas pessoas que se encontram em fase de mania. As pessoas bipolares nestas fases saltam de um tema para o outro, sem que haja uma conexão lógica entre eles.

6. Problemas laborais.

As pessoas com o transtorno bipolar costumam ter dificuldades no local de trabalho porque muitos dos seus sintomas podem chegar a interferir com a sua capacidade de trabalho. A bipolaridade em si não representa nenhum inconveniente para trabalhar, mas alguns dos seus sintomas podem causar dificuldades no desempenho da sua atividade profissional, sobretudo se a pessoa não está tratada.

Além de ter problemas para completar as tarefas, podem ter dificuldades para dormir, irritabilidade, e um ego inflacionado durante uma fase de mania e depressão em outras ocasiões unido além disso a problemas pessoais. Tudo isto pode ser uma fonte de conflito no lugar de trabalho.

7. Abuso de álcool ou drogas

Segundo alguns estudos, cerca de 50% dos bipolares também têm um problema de abuso de substâncias , em particular o uso de álcool. Muitas pessoas com a doença bipolar vêm no álcool a forma de animar-se quando estão deprimidos, e de acalmar-se quando estão em fase de mania.

O álcool é um tema complicado no tratamento da bipolaridade, e a maioria dos médicos aconselham a não beber mais do que o indispensável, já que pode afetar tanto a medicação como o estado anímico do paciente bipolar. Durante a fase maníaca o doente de bipolaridade sente-se bem, geralmente.

8. Comportamento errático bipolar

Quando se encontram numa fase maníaca, as pessoas com bipolaridade costumam ter uma auto-estima muito elevada. Sentem-se invencíveis, e não creem que possam cometer nenhum erro. As manifestações mais comuns de comportamento errático dão-se no aspeto sexual e festivo.

Os bipolares começam a gastar dinheiro em festas, a sair, ou têm companheiros sexuais que em circunstâncias normais não teriam. A pessoa deixa de ter em conta as consequências dos seus atos, e toma decisões que não correspondem ao seu juízo normal, provocando a estranheza das pessoas á sua volta.

9. Padrões de sono irregulares 

As pessoas com esta doença frequentemente tem problemas de insônia. Durante uma fase de depressão, podem dormir demasiado e sentirem-se cansados todo o tempo. Durante a fase maníaca, a inquietação pode não deixa-los dormir, e apesar de tudo nunca chegar realmente a sentir cansaço.

Um dos pontos mais importantes no tratamento da bipolaridade é tentar dormir o mesmo cada noite, cumprindo horários preestabelecidos.

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À Espera de um Amor de Verdade

O amor traz paz, traz alegria, saúde e riqueza. O amor é nossa identidade. Entramos em um relacionamento procurando o amor, sem perceber que já temos que tê-lo conosco. Temos que saber quem somos, o que queremos, e qual o tamanho do nosso valor. O ideal é oferecer ao relacionamento ânimo e respeito por nós mesmos e por nossas vidas. Se conseguirmos fazer isso vamos atrair relacionamentos dispostos a compartilhar aquilo que possuímos. Compartilhar a alegria, o respeito e a admiração.

 O ideal é entrar num relacionamento inteiro (a), sem esperar que alguém te complete ou que o valor do seu amor seja visto pelo outro (a), porque você já se valoriza. Já sabe falar o que quer com tranquilidade e compreende que as diferenças sempre existirão, mas que isso não impede você de amar e ser amado (a). Assim, o amor se torna um grande multiplicador e intensifica a experiência da vida.

Quando ainda não adquirimos essa completude de nós mesmos (as), a procura pelo amor nos faz passar por experiências que precisamos ter para descobrir o que é verdadeiro em relação ao amor, e o que não é.
Enquanto não conseguirmos viver em harmonia com nós mesmos (as), haverá em nós um vazio, uma inquietude. E jogaremos todas as nossas frustrações no outro. Esperaremos do companheiro (a) que ele (a) seja nosso salvador (a). Que entenda e atenda todos os nossos desejos.
Ninguém atenderá todos os seus desejos. Isso apenas você pode fazer. E nem todas as vezes você consegue, quem dirá outra pessoa.
Se você está à espera de um relacionamento, ou se acaba de terminar e está sofrendo por isso sugiro que aproveite esse tempo, a dor, a tristeza para se reintegrar. Para aprender a se amar. E não mais deixar que a sua vida gire em torno do amor de alguém. O amor próprio é o único que preenche, é o único que pode te dar paz, e é verdadeiro.
O amor de verdade está dentro de você, na forma como você mesmo (a) se trata. Na forma como você pensa, naquilo que faz por você mesmo (a). Como tem se tratado ultimamente? Que carinho fez por você mesmo (a)? Seus pensamentos são de paz ou de tortura? Você fica se perguntando o que tem de errado com você, porque ninguém te ama ou faz o que gosta, da forma que te faz bem e feliz? Procure esse amor, não é preciso de ninguém para encontra-lo ele já é seu. Assim, tudo na sua vida terá sentido.

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– Dayane Costa Fagundes