Namorar com depressão é possível? Dicas para não afetar relação

Namorar com depressão não é impossível. Porém, para que dê certo, você precisa entender o que está se passando com a sua mente.

Se você luta contra a depressão, sabe como pode ser desafiador iniciar ou manter um relacionamento. Mas não deixe seu cérebro deprimido convencê-lo de que você não pode namorar. Confira cinco fatos que você provavelmente não sabia sobre namorar com depressão e como contorná-los.

De fato, namorar e estar em um relacionamento amoroso é uma ótima maneira de fazer você sentir que a depressão não está dominando sua vida. Isso porque, você se sente vivo de novo. Porém, antes de se apressar em namorar, lembre-se de algumas coisas que podem fazer com que namorar com depressão seja diferente de namorar alguém sem o transtorno.

1. Mesmo estando apaixonado, talvez você não se sinta assim o tempo todo

Mesmo apaixonado, não é possível você se sentir assim o dia todo. Existem neurotransmissores que fazem com que você se sinta deprimido e, por isso, mesmo o parceiro mais perfeito e amoroso pode não ser capaz de provocar um sentimento de amor e excitação por tanto tempo.

Em vez de presumir que o seu parceiro é o problema, é fundamental entender que a depressão pode estar sabotando sua capacidade de sentir amor no momento.

2. Sensibilidade e rejeição podem estar presentes na depressão

Muitas pessoas que sofrem com a depressão relataram que se sentem extremamente sensíveis a comportamentos e comentários de outras pessoas. Isso significa que você pode estar predisposto a enxergar até comentários gentis e bem intencionadas como maldosos.

É essencial que você reconheça que a depressão muda sua sensibilidade à dor social e, portanto, isso pode fazer com que você não encare de forma positiva observações que não pretendiam magoá-lo.

3. O desejo sexual é afetado pela depressão

Outro fator importante sobre namorar com depressão é quanto a sexualidade. Você pode se sentir atraído por seu parceiro, mas não sentir vontade de fazer sexo. Contudo, isso não significa que você e seu parceiro sejam sexualmente incompatíveis. Em vez disso, isso pode significar que sua depressão está sequestrando seu desejo sexual.

Portanto, antes de concluir que o seu relacionamento chegou ao fim, seja paciente. Veja como a sua conexão sexual fica conforme a depressão vai sendo tratada.

4. Os remédios que são bons para você podem não ser tão bons para a sua relação

Muitas pessoas que tomam a medicação para depressão relatam o impacto que o remédio tem no desejo sexual. Além disso, entre os efeitos colaterais estão o ganho ou perda de peso, o que pode impactar negativamente na sua auto-imagem e sua visão de si mesmo.

Isso pode fazer com que você não se sinta tão atraente ou desejado. Porém, se isso acontecer, sempre converse com o seu psiquiatra para que ele possa ajustar a dose do medicamento ou recomendar outro melhor para o seu caso. Cada organismo reage de uma forma diferente e alguns podem funcionar muito melhor para você do que outros.

Além disso, para que isso não prejudique seu namoro, converse com o seu parceiro para explicar o que está acontecendo. Peça que ele tenha um pouco de paciência. Explique que o antidepressivo nesse momento é essencial para você se recuperar do transtorno e isso será apenas uma fase.

5. A depressão faz você querer isolar

Seu parceiro pode estar frustrado por você não querer mais se encontrar com amigos ou familiares de vocês, principalmente se isso costumava ser algo que você gostava de fazer.

Para resolver o problema, portanto, você precisa ter uma discussão com seu parceiro sobre como você se sente diferente. Explique para ele como é para você socializar quando está deprimido. Além disso, você pode trabalhar com seu terapeuta para descobrir maneiras de se motivar a socializar mais, mesmo quando deprimido. Lembre-se de que o apoio social é importante para ajudar na depressão.

Comunique-se com o seu parceiro sobre a depressão

Como vimos, namorar já não é uma tarefa simples para niguém. Porém, namorar com depressão pode ser ainda mais desafiador. Contudo, existe uma forma de fazer com que sua relação não saia prejudicada. Para isso, você precisará de muita comunicação e abertura para conversar com o seu parceiro.

Se você se identificou com um ou mais desses pontos, então compartilhe com o seu parceiro o que está acontecendo com você. Deixe claro como você se sente quanto a isso tudo. Explique que você gostaria que as coisas fossem diferentes, mas que este comportamento tem sido consequência da depressão.

Não se esqueça que por mais difícil que seja às vezes, estar em um relacionamento pode te trazer recompensas maravilhosas. Você só precisará ter o discernimento necessário para entender que haverão momentos sombrios, mas que é mais do que possível namorar com depressão.

O que não dizer para alguém com ansiedade ou depressão? Confira no FalaFreud.

Fonte: https://www.talkspace.com/blog/2019/01/dating-with-depression-facts/

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Por que alguns casais continuam juntos mesmo infelizes?

Entenda as razões escondidas que fazem com que alguns casais continuem juntos mesmo infelizes

São muitas as razões pelas quais homens e mulheres permanecem em relacionamentos mesmo quando estão infelizes. Desafios financeiros e filhos são os dois principais motivos mais frequentes, porém, existem outras razões por trás. Entenda a seguir porque casais continuam juntos mesmo infelizes.

A culpa de terminar uma relação

Novas pesquisas sugerem que muitos relacionamentos se mantém não devido aos próprios sentimentos da pessoa, mas em função dos sentimentos dos parceiros. Em outras palavras, você pode até querer deixar o relacionamento, mas, por se preocupar em como isso afetaria negativamente o seu parceiro, você continua nesse relacionamento.

Assim, um fator que parece estar muito presente nesse tipo de relação é a culpa. Isto é, uma emoção que envolve sentir-se responsável ou com remorso por como o parceiro irá se sentir, como, por exemplo, terminar o relacionamento quando a outra pessoa quer continuar naquela relação.

De onde vem esse sentimento?

Se você se identifica ou conhece casais que continuam juntos mesmo infelizes para suprir um sentimento de culpa, saiba que existem diferentes variações desse sentimento. Assim, é preciso entender de onde vem essa culpa.

Muitos indivíduos que lutam contra esses sentimentos nos relacionamentos, por exemplo, foram treinados inconscientemente por seus pais no início da vida para sentirem tal culpa. Isso porque, alguns pais criam crianças propensas a se sentirem culpadas, na medida em que treinam seus filhos a se concentrarem nos sentimentos e necessidades dos outros, como deles mesmo. 

Sua preocupação com o outro é realmente genuína?

Como vimos, a razão na qual muitos casais continuam juntos mesmo infelizes é devido a culpa que eles sentem de largar o parceiro. Porém, essa culpa é de fato uma preocupação com o outro ou é um medo inconsciente seu?

Isso significa dizer que, algumas vezes, esse sentimento de culpa no fundo reflete sentimentos inconscientes do próprio indivíduo. Pode ser, por exemplo, o medo de ficar sozinho ou de não encontrar um novo parceiro. Porém, como um mecanismo de defesa para evitarem olhar para esse sentimento, essas pessoas colocam a “culpa” no outro.

Assim, em vez de assumirem que não saem da relação por medos e inseguranças pessoais, elas colocam a culpa no outro, como se fosse o outro que não pudesse suportar aquilo.

Como se livrar desse sentimento

Se você permanece em relacionamentos infelizes, investigue de forma mais honesta possível quais razões emocionais o levam a agir assim. Pergunte a si mesmo porque você tem esse sentimento de culpa.  Reveja se você não está projetando seus próprios sentimentos para outra pessoa. Isto é, será mesmo que é a outra pessoa que vai ficar mal dessa forma? Ou trata-se no fundo da sua própria ansiedade quanto a ser solteiro ou sentir-se solitário?

PROCURE AJUDA DA TERAPIA

Agora que você conhece alguns dos motivos que fazem com que casais continuam juntos mesmo infelizes, saiba que a terapia pode te ajudar. Isso porque, a terapia pode ser uma excelente forma de entender melhor esse sentimento. Além disso, o processo poderá te trazer autoconhecimento e autonomia para tomar melhores atitudes e melhorar sua qualidade de vida.

Gostou do conteúdo e quer ler mais sobre Dicas Para Saúde Mental?  Acesse o blog do FalaFreud e leia nosso conteúdo feito por nossos especialistas para você!

Fonte:https://www.psychologytoday.com/intl/blog/insight-is-2020/201811/hidden-reason-why-some-stay-in-unhappy-relationships

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Como não se contaminar com pessoas negativas

Pessoas reclamando, brigando, estressadas fazem parte do nosso dia a dia e  ficar ao lado delas pode acabar sugando nossa energia. Veja como não se contaminar com pessoas negativas. 

Algumas pessoas são naturalmente negativas. Elas se queixam, brigam, se comparam com os outros e simplesmente enxergam o copo meio vazio, em vez de vê-lo cheio até metade. Muitas vezes, não podemos impedir que essas pessoas apareçam em nossas vidas, como por exemplo em nosso ambiente de trabalho, na família do cônjuge, nos amigos de amigos, etc. Mas se elas estão por toda parte, como não se contaminar com pessoas negativas?

Independente do motivo pelo qual a pessoa ao seu lado está sendo negativa, lembre-se de que ninguém pode te deixar infeliz sem a sua permissão. Para evitar que isso aconteça, veja abaixo alguns truques para lidar com essas pessoas.

  • Nunca leve para o lado pessoal

Talvez você tenha ouvido alguém falar mal de você, talvez um colega de trabalho tenha deixado você por fora de um prazo importante de trabalho, ou talvez a moça na fila na sua frente esteja sendo extremamente grosseira com o funcionário da loja. Muitas vezes, quando as pessoas estão lidando com dificuldades, as pessoas ao redor acabam se tornando alvos nos quais elas descontam o estresse.

Esses comportamentos escondem inseguranças, medos e/ou raiva. Por isso, em vez de levar para o lado pessoal, lembre-se de que essa atitude fala sobre eles e não sobre você.

  • Pratique a gratidão

Se você quer saber como não se contaminar com pessoas negativas, essa dica é fundamental. Assim, portanto, faça uma lista de motivos pelos quais você deve agradecer. Além disso, deixe as pessoas saberem como você é grato pela presença delas. Já foi comprovado que praticar a gratidão aumenta a felicidade entre os indivíduos, independentemente do quanto você é grato.

  • Veja o desafio como uma oportunidade de crescimento

Ao dedicar um momento do dia para tentar mudar sua percepção sobre as coisas e as pessoas vai te ajudar a crescer como indivíduo. Você pode se perguntar: o que está acontecendo na vida dessa pessoa que está fazendo com que ela se comporte dessa maneira? Encare esse desafio como uma oportunidade de conhecer mais o outro e assim saber mais sobre você.

“Podemos reclamar porque as rosas têm espinhos, ou se alegrar porque os arbustos de espinho têm rosas.” – Abraham Lincoln

  • Encare a situação com bom humor

Quando alguém do seu lado for muito negativo, o melhor que você pode fazer é amenizar a situação com gentileza e humor. Ria de si mesmo, ria com outras pessoas e lembre-se de que sorrir pode melhorar sua qualidade de vida.

  • Passe um tempo sozinho

Passar um tempo sozinho, poderá te trazer mais autoconsciência, aumentar a sua autoconfiança e sua felicidade. Eventualmente, você se sentirá confortável em passar o tempo sozinho. Além disso, logo aprenderá que apenas este tempo pode ajudá-lo a ter insights para resolver situações difíceis.

Além disso, quando alguém ao seu redor estiver agindo de forma negativa, respeite seu limite. Se afaste e reserve um tempo para você. Reflita sobre seus sentimentos no momento, o que aquela pessoa lhe causa e esteja consciente das suas emoções.

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Fonte:https://www.psychologytoday.com/intl/blog/happiness-is-state-mind/201809/how-stay-happy-around-negative-people

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Como manter a calma com os filhos pequenos

Educar uma criança pode ser muito desafiador. Castigos, brigas e estresse fazem parte, mas podem ser evitados se você souber como manter a calma com os filhos pequenos.

Quem tem crianças em casa sabe o quanto elas podem dar trabalho em alguns momentos. Por mais gratificante que seja, às vezes elas simplesmente vão te fazer perder a paciência. É normal que isso ocorra. Porém, para evitar que você perca a cabeça diante de uma situação como essa, preparamos algumas dicas de como manter a calma com os filhos.

Use o “Botão de pausa”

Apesar de ser impossível impedir que os sentimentos venham à tona, você pode usar técnicas para controlar suas reações. Essa ferramenta é o seu “botão de pausa”. Assim, se você não deixar que as emoções tomem conta de você, você conseguirá controlar a forma na qual reage as situações. Quanto mais você praticar, mais você conseguirá.

Por exemplo, durante uma situação de estresse com a criança: no momento em que você se sentir aborrecido, irritado ou com raiva, evite resolver o problema na mesma hora. Sua intervenção será mais eficaz se primeiro você se acalmar. Portanto, assim que perceber que está irritado, afaste-se do seu filho e vá para o Passo 1 abaixo – uma boa dica é colocar essas cinco etapas na sua geladeira para tê-las sempre à vista.)

Passo a passo de como manter a calma com os filhos

Passo 1) Pare o que estiver fazendo e apenas respire

No momento em que o seu filho estiver te aborrecendo, pare tudo o que você está fazendo e foque na sua respiração. Faça três respirações profundas para se acalmar, respirando pelo nariz e soltando pela boca. Se você precisar de mais respirações, repita dez vezes. Tornar-se consciente da sua respiração impede que você perca o controle e possa escolher de que forma quer agir.

Passo 2) Escolha a calma em vez da raiva

A parte mais difícil de se acalmar é de fato escolher se acalmar. Isso porque, quando estamos muito irritados, só o que queremos é atacar e não nos acalmarmos. Faça uma escolha consciente para deixar a raiva ir.

Passo 3) Mude sua mente

Outra dica de como manter a calma com os filhos é através de mantras, como, por exemplo, frases, imagens ou pensamentos que te permitirão sentir amor e generosidade. Assim, portanto, você pode tentar pensar “ele está agindo como uma criança, porque ele é uma criança” ou “ele está me mostrando que ele precisa da minha atenção”.

Não precisa ser necessariamente um mantra, mas basta encontrar um pensamento tranquilo para interromper esse ciclo de ansiedade, tranquilizando sua mente preocupada.

Passo 4) Acalme seu corpo

Observe as sensações em seu corpo. Perceba aonde o seu corpo está contraído e tente relaxar essas partes, sempre respirando. Você também pode mover seu corpo para liberar a contração – sacuda as mãos, jogue água no rosto. E sempre lembre-se de ter compaixão com você mesmo.

Passo 5) Quando você estiver mais calmo…

Quando a raiva passar, volte para o seu filho. Defina limites necessários ou fale sobre o que aconteceu. Veja um exemplo de situação e como fazer:

“Me desculpe se levantei a minha voz. Eu estava muito frustrada. Aqui está o que eu quis dizer. Estou preocupada que chegaremos atrasados ​​se não sairmos em cinco minutos. Eu preciso que você coloque seus sapatos agora. Eu vou te ajudar. Vamos trabalhar juntos”.

Agora que você já viu o passo a passo de como manter a calma com os filhos pequenos, saiba que, apesar de parecer simples, não é fácil colocá-los em prática, especialmente no começo. Porém, esse hábito evitará que você fale ou faça coisas que pode se arrepender mais tarde.

Portanto, toda vez que você usar seu “botão de pausa”, você estará escolhendo o amor. Antes que você perceba, você não se lembrará mais da última vez que levantou sua voz. Com isso, gradualmente, seu filho aprenderá através do seu comportamento e repetirá os seus passos.

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Fonte:https://www.psychologytoday.com/intl/blog/peaceful-parents-happy-kids/201811/are-you-using-essential-parenting-tool

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Como ajudar uma pessoa estressada? Veja as dicas!

O estresse está por todo lugar. No trabalho, nas escolas, nas relações…Mas você sabe como ajudar uma pessoa estressada? Confira algumas dicas do que fazer! 

Da mesma forma que nós experimentamos esses sentimentos, isso pode acontecer com nosso(a) parceiro(a), amigos ou familiares. Quando isso acontece, é preciso saber lidar da melhor forma, para que não prejudique o seu relacionamento e torne-o exaustivo. Veja a seguir algumas dicas para como ajudar uma pessoa estressada. 

1.Ouça sem julgamentos e valide os sentimentos da pessoa

Quando estamos estressados e procuramos outra pessoa para desabafar, na maior parte das vezes não estamos buscamos conselhos, mas sim que nossos sentimentos sejam ouvidos e validados.

Portanto, ao ouvir os desabafos da pessoa, seja um bom ouvinte e, principalmente, não tente dizer a maneira correta na qual ele(a) deveria ter agido. Reconheça que somos todos diferentes e cada indivíduo reage ao estresse de uma forma. O importante é ter empatia e saber escutar o outro.

Portanto, se você não sabe como ajudar uma pessoa estressada, a primeira dica é: evite controlar como ela reage ao estresse. Apenas permita que ele se sinta seguro com você; seja um porto na tempestade.

2.Mostre seu interesse em ajudar

Há muitas maneiras de expressar preocupação ou cuidado com o outro. No entanto, às vezes a pessoa pode não querer discutir diretamente o que está incomodando. Porém, isso não significa que você não possa fazer pequenas coisas para mostrar que está ciente dos sentimentos dela e que quer ajudá-la a diminuir o estresse.

Expressar cuidado e preocupação de diversas maneiras pode ter um impacto poderoso na relação e ser muito positivo. Coisas pequenas como preparar uma refeição no final de um dia difícil pode ajudá-la a sentir bem melhor. 

3.Aprenda a identificar o estresse

Nem todo mundo gosta de falar quando está estressado e por isso pode ser importante para você aprender a reconhecer os sinais de estresse que seu parceiro dá. Muitas vezes, isso será sinalizado por uma mudança de hábitos – algo que você será capaz de detectar já que conhece seu parceiro intimamente.

Mudanças nos hábitos alimentares ou de sono, dores de cabeça recorrentes ou dores de estômago, incapacidade de se concentrar ou completar tarefas são algumas das questões que indicam que o estresse pode estar presente. Assim, se você reconhecer alguns desses sinais na pessoa, esteja ciente de que o estresse pode ser a causa.

4.Reconheça que homens e mulheres podem VIVENCIAR O ESTRESSE de formas diferentes

As diferenças em como homens e mulheres lidam com o estresse são generalizadas, é claro, mas é importante reconhecer que essas diferenças podem ajudar você ou o seu cônjuge a identificar quando um dos dois está estressado.

Homens e mulheres costumam reagir de maneira diferente ao estresse devido aos hormônios do estresse. Enquanto as mulheres prestam mais atenção a sentimentos e emoções, os homens costumam mostrar mais interesse em ações. Assim, uma mulher geralmente prefere receber conforto e amor na forma de apoio emocional e retenção. Já o homem é frequentemente mais aberto para receber assistência com atividades ou outras saídas físicas. (Contudo, ressaltamos que isso pode não acontecer dessa forma, uma vez que cada caso é um caso).  

5.Cuide de você antes para poder cuidar do SEU parceiro

Antes de saber como ajudar uma pessoa estressada, é preciso cuidar de si mesmo. Ou seja, antes de tudo, precisamos ter auto-cuidado para sermos fortes o suficiente quando os outros precisarem de nós.

O autocuidado pode vir em forma de exercício físico, meditação e terapia. É importante ter pelo menos uma pessoa fora do seu relacionamento (um terapeuta, por exemplo) para contar sobre o que está acontecendo com seu parceiro. Isso não só vai ajudar a te enxergar os problemas através de uma nova perspectiva, como evitará que você adicione mais estresse aos níveis de estresse já aumentados do outro.

6.Se os níveis de estresse se tornarem incontroláveis, ORIENTE seu parceiro a procurar ajuda externa

Nem você nem o outro podem fazer isso sozinhos. Se o nível de estresse da pessoa estiver prejudicando ou causando altos níveis de ansiedade, é hora de procurar tratamento.

Saiba que todos nós reagimos de maneira diferente ao estresse. Porém, oferecer empatia e cuidado sem julgamento é sempre a melhor maneira de agir quando a pessoa estiver sobrecarregada.

Vale lembrar que, mesmo que você queira aprender como ajudar uma pessoa estressada, nem sempre é possível “salva-la” sozinho. Se as coisas estão saindo de controle, faça a pessoa reconhecer que precisa da ajuda de um profissional. Apresente um plano eficaz para lidar com o estresse e mostre como isso pode fazê-lo se sentir bem melhor.

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Fonte:https://www.talkspace.com/blog/2018/04/when-your-partner-is-stressed/

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Como lidar com chefe controlador? Terapeuta dá dicas

Ter conflitos com o seu chefe pode ser mais comum do que você imagina! Mas então, o que fazer e como lidar com chefe controlador? Veja as dicas da terapeuta do FalaFreud.

Chefes autoritários, estressados, que gritam,… a lista é enorme! Só quem já trabalhou com pessoas assim sabe o quanto a rotina pode ser difícil. Porém, existem algumas dicas que podem te ajudar a melhorar a convivência em seu ambiente de trabalho. Confira a matéria do FalaFreud para saber como lidar com chefe controlador.

Como construir um bom relacionamento com o seu chefe nesses casos?

Se coloque no lugar dele(a)

A primeira dica para lidar com chefe controlador(a) é se imaginar no lugar dele(a). Muitas vezes julgamos as pessoas sem sabermos o que a pessoa está vivenciando. Dito isso, é importante lembrar que, assim como você, seu chefe também passa por pressões e cobranças. Porém, cada um tem uma forma de lidar com as situações. Portanto, tente pensar nos problemas que ele enfrenta, da mesma forma que você. 

Aprenda a se comunicar com ele(a)

Cada pessoa tem uma forma de se comunicar. Você pode entender qual método de comunicação preferido do seu chefe. Por exemplo, ele gosta de saber todos os detalhes? Ou prefere que você seja mais breve? Ele prefere ser informado pessoalmente sobre reuniões e acontecimentos gerais? Ou é melhor via e-mail?

Peça sempre um feedback

Saber o que é esperado de você e quais são as suas tarefas dentro da empresa ajuda bastante. Em vez de esperar ter algum problema para falar com o seu chefe, tente fazer isso antes. Peça um feedback para saber exatamente às expectativas dele sobre você. 

Diga como você se sente

Outra dica importante sobre como lidar com chefe controlador é sempre ser honesto quanto aos seus sentimentos. Converse como você se sente quando ele te trata de certo modo ou como te afeta o modo no qual ele lida com determinada situação. Lembre-se de ser cuidadoso na hora de falar. Em vez de criticá-lo, você deve falar sobre como se sente quando ele age daquela maneira.

Reveja suas atitudes

As vezes, já estamos tão fragilizados que qualquer coisa nos desestabiliza. Por isso, antes de pensar em procurar outro emprego, reflita até que ponto o problema está no seu chefe e não com você. Para isso, reflita se você está bem consigo mesmo ou se tem algo externo ao trabalho que está te afetando.

Se o problema não for apenas o chefe difícil,mas sim algo interno, procure fazer atividades que te agradam, como praticar esportes, sair com os amigos durante a semana, etc.

Olhe para o lado positivo de ter um chefe controlador

Pode ser difícil pensar em coisas positivas quando se tem um chefe controlador ou com um comportamento difícil. Porém, saiba que ter um chefe assim pode te ajudar a ser um funcionário melhor. Isso porque, você possivelmente será mais cuidadoso com suas tarefas e buscará constantemente a evolução.

Nunca leve nada para o lado pessoal

Não ache que o seu chefe está te perseguindo. Ao fazer isso, você não só atrapalhará o seu rendimento profissional mas também a convivência no ambiente de trabalho. Sendo assim, em vez disso, encare o comportamento do seu chefe como consequência do estresse e da pressão que ele sofre diariamente.

Se conecte com características positivas do seu chefe

Por mais que seu chefe seja controlador, grosseiro, rude, entre mil outras coisas, todo mundo tem um lado bom. Portanto, descubra coisas positivas sobre ele, coisas que te fazem admirá-lo.

Ao seguir essas dicas, você possivelmente quebrará o bloqueio negativo que existe entre você e seu chefe. Além disso, lembre-se de que ser inteligente emocionalmente é saber lidar com todos os tipos de pessoa. 

Porque descontamos a raiva nos outros? Confira a matéria do FalaFreud

Confira o vídeo da terapeuta Dayane Fagundes sobre como lidar com chefe controlador 

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Descontar a raiva nos outros: Por que fazemos isso?

Descontar a raiva ou frustrações no parceiro ou em familiares pode ser mais comum do que você imagina.  Entenda esse mecanismo de defesa e veja como acabar com esse comportamento

Se você já descontou ou costuma descontar a raiva nos outros, saiba que você não está sozinho. Quando não conseguimos identificar nossas questões internas sozinhos, muitas vezes acabamos colocando a culpa de nossas frustrações em outras pessoas, como se eles fossem os culpados.

Porém, ao longo do processo terapêutico, é possível identificar quais  dessas emoções são nossas e quais são do outro. 

Mas afinal, por que descontar a raiva nos outros é tão comum?

Na Psicologia, existe o que chamamos de “Deslocamento”. Isso é, deslocarmos nossas emoções, como raiva e tristeza para um outro objeto ou pessoa.

O deslocamento, portanto, é um mecanismo de defesa. Ou seja, em vez de descontarmos nossas  frustrações no alvo desejado, descontamos estes sentimentos em um alvo substituto. Isso acontece quando por alguma razão não é possível descontar no primeiro alvo.

Para ajudar a entender como funciona o deslocamento, veja alguns exemplos de projeção:

Situação 1: Uma mãe luta para ser a melhor mãe possível para a sua filha adolescente, mas é doloroso pensar que ela pode estar desapontando sua filha, igual própria mãe a desapontou. Em vez de confrontar essa verdade difícil, ela coloca a culpa no marido e joga a responsabilidade para ele: “Você nunca tem empatia com ela, é por isso que ela não se sente confortável com você”.

Situação 2: Uma mulher está se sentindo triste por desperdiçar anos de sua carreira em um emprego sem futuro. Frustrada, ela acusa o namorado de jogar videogames em vez de correr atrás e tentar mudar sua vida para melhor.

Situação 3: Um homem está insatisfeito com seu peso e come compulsivamente toda vez que se sente deprimido. Porém, ao mesmo tempo ele menospreza sua parceira por comprar demais e não ter “autocontrole”.

Todas as pessoas dos exemplos acima estão inconscientemente desapontadas consigo mesmas em uma área que é fundamental para sua auto-imagem e identidade. Porém, por ser muito difícil expor suas próprias falhas,o subconsciente delas faz com que elas projetem e descontem essas falhas em um alvo próximo e acessível: seu parceiro ou entes queridos.

Você está projetando suas frustrações em outra pessoa? Descubra!

Uma forma de descobrir se você pode está descontando sua raiva nos outros  é parar para refletir sobre problemas nos quais você mais tem vergonha de assumir – mesmo que seja difícil.

Perceba se você tem projetado essa falha no outro, como se ele fosse o único a ter esse problema. Reflita até onde vai de fato a parte que é do outro e onde começam a entrar suas próprias questões.

Para alguns, a questão está tão enraizada que é quase impossível enxergá-la e ela aparece de outras formas, como por exemplo por trás de ansiedade exagerada ou até depressão.

Sendo assim, a terapia é muito recomendada nesses casos. Isso trará autoconhecimento suficiente para que você saiba identificar suas questões pessoais e pare de descontar a raiva nos outros.

Encontrando soluções a partir dos exemplos anteriores

Nos exemplos dados no início do texto, perceba que, se a mãe foi capaz de abordar sua própria incapacidade de ter empatia com a filha, e descobrir porque isso é um problema para ela, então ela pode ser capaz de desenvolver um relacionamento mais próximo e mais amoroso com sua filha.

Se a mulher no segundo exemplo fez o trabalho duro de olhar para a estagnação de sua própria carreira, ela pode decidir voltar para a escola ou mudar de carreira, em vez de apenas descontar a raiva nos outros. 

Se o homem no último exemplo confrontasse seus desafios, ele seria capaz de abordar seus problemas de ganho de peso e imagem corporal mais diretamente, como por exemplo através de um programa de condicionamento físico e / ou terapia.

Considere a terapia como uma ajuda importante

Como falamos anteriormente, a terapia é muito útil para ajudar nos casos de projeção. Seja pela terapia de casal ou individual, o processo terapêutico pode ensinar a lidar com os problemas de uma forma mais direta e honesta.  Isso evitará a projeção agressiva passiva ou outros estilos problemáticos de comunicação.

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Fonte:https://www.talkspace.com/blog/2018/08/projecting-problems-onto-your-partner/