Identidade de gênero e orientação sexual, qual a diferença?

Qual a diferença entre identidade de gênero e Orientação sexual?

Você sabe a diferença entre identidade de gênero e orientação sexual? Nesse artigo explicamos a diferença entre esses dois assuntos.

A identidade de gênero é um assunto polêmico e tem sido muito falado ultimamente, por esse motivo vamos tentar especificar algumas características para que fique mais claro às pessoas. 

O que é identidade de gênero?

É uma identificação com determinado gênero. A pessoa se vê como homem, como mulher, como ambos ou mesmo como nenhum dos dois gêneros.

Vamos deixar abaixo o significado de alguns termos importantes para perceber as diferenças:

  • Cisgênero: 

    o indivíduo se identifica com o mesmo gênero que lhe foi dado no nascimento.

  • Transexual e/ou transgênero: 

    a pessoa se identifica com um gênero diferente daquele que lhe foi dado no nascimento.

O que é orientação sexual?

Já a orientação sexual é uma inclinação da pessoa no sentido de atração sexual e vínculos amorosos. Ou seja, ela sente atração por qual gênero/sexo?

  • Heterossexual: Por alguma pessoa de outro gênero
  • Homossexual: Por alguma pessoa do mesmo gênero
  • Bissexual: Por ambos
  • Pansexual: independe do gênero
  • Assexual: Por nenhum dos dois gêneros

 

Identidade de Gênero e Orientação Sexual

Qual a sua opinião sobre essas discussões? Compartilhe conosco nos comentários.

 

Dayane Fagundes

 

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Compulsão: O que é compulsão? Quais os tipos?

Compulsão: O que é compulsão? Quais os tipos de compulsão?

O que é compulsão?

A compulsão acontece quando temos um desejo incontrolável de fazer algo.

Em outras palavras, pode-se dizer que ela se caracteriza por uma obsessão de algo ou a repetição excessiva e desnecessária de uma ação.

No dia-a-dia escutamos certas afirmações como as seguintes:

“Sente compulsão por álcool” ou “Sua compulsão por sexo pode lhe trazer problemas”, “A compulsão alimentar gera prejuízos à sua saúde”.

Muitas pessoas procuram os consultórios terapêuticos em busca de solucionar uma compulsão por: Tabaco, álcool, drogas, sexo, comida, compras etc.

A pessoa que tem comportamentos compulsivos, normalmente está tentando compensar um estresse, afastar uma ameaça, eliminar a ansiedade ou mesmo para obter prazer ou satisfação.

Quais os tipos de compulsão?

Vamos deixar aqui vários exemplos de compulsões, para que tenhamos consciência do quanto é importante tratar desse ato:

  • Lavar as mãos repetidas vezes para proteger-se de germes ou contaminação;
  • Verificar repetidamente a porta, as janelas, gás, fogão para ter certeza de que está seguro;
  • Alinhar os objetos para que fiquem simétricos ou na posição exata;
  • Acumular ou armazenar objetos sem utilidade e não conseguir descartá-los;
  • Arrancar cabelos, roer unhas, beliscar-se;
  • Jogar patologicamente;
  • Consumir repetidamente álcool, drogas, comida em excesso.
  • Repetições variadas: tocar, olhar fixamente, bater de leve, raspar, estalar os dedos ou as articulações, sentar e levantar, o entrar e sair de uma peça ou azulejo, fazer um gesto (como o sinal da cruz).

As compulsões também podem ser mentais como: contar, rezar, repetir palavras ou frases, repassar argumentos mentalmente.

Qual o tratamento para a compulsão?

Independente de qual seja a compulsão é preciso procurar ajuda terapêutica, pois, se a compulsão não for trabalhada pode gerar sérios prejuízos na vida de qualquer ser humano.

O tratamento mais indicado para compulsões é a terapia cognitivo-comportamental, que vai em busca de confrontar o problema e eliminar o comportamento indesejável.

Se você tem uma compulsão que atrapalha a sua vida, o seu cotidiano busque ajuda terapêutica.

 

Dayane Fagundes

 

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O segredo da felicidade: Invista nos bons relacionamentos

Bons relacionamentos trazem felicidade e saúde

Passar mais tempo com pessoas próximas que te deixam feliz, investir nos bons relacionamentos que tem, faz com que você tenha uma vida mais saudável e mais feliz, revelou um estudo de Harvard, através de pesquisas feitas durante 75 anos (1939-2014).

O estudo mapeou o bem-estar físico e emocional de 268 homens, graduados em Harvard e de 456 homens pobres, que cresceram em Boston.

Várias gerações de pesquisadores analisaram exames cerebrais, amostras de sangue, pesquisas auto-relatadas e interações desses homens para compilar suas descobertas.

E a conclusão é simples: Relacionamentos mais próximos, podem fazer ou quebrar o bem-estar de uma pessoa, de acordo com Robert Waldinger, professor de psicologia de Harvard e diretor do centro, atrás do estudo.

“A mensagem mais clara que recebemos deste estudo de 75 anos é a seguinte: os bons relacionamentos nos mantêm mais felizes e saudáveis.”, diz Waldinger na apresentação do Tedx em 2015.

Então se você quer ser mais feliz e saudável, invista nas pessoas que estão próximas de você e que sejam relações positivas e alegres.

Ter alguém para se apoiar, continua a manter a função cerebral alta e reduz a dor emocional, e até mesmo física.

As pessoas que se sentem solitárias são mais propensas a sofrer declínios de saúde no início da vida e tendem a morrer mais cedo, diz o estudo.

“A BOA VIDA É CONSTRUÍDA COM BONS RELACIONAMENTOS”.

Se você não tem um número grande de amigos ou não tem um parceiro, não se preocupe. Uma pessoa só precisa de alguns poucos relacionamentos mais próximos para ser feliz.

“Não é apenas o número de amigos que você tem”, diz Waldinger, “e não é se você está ou não comprometido (namoro, casamento, etc…). É a qualidade de seus relacionamentos íntimos que importam”.

Aplicar as descobertas do estudo para sua própria vida é mais fácil do que você pensa.

Esse estudo é um lembrete para descobrir mais tempo para se conectar com pessoas que você gosta de estar ao redor, com certeza.

Mas ao contrário de ter um novo emprego ou comprar um carro novo, você não vê alterações no seu humor do dia para a noite.

“Os relacionamentos são bagunçados e são complicados”, diz Waldinger. Os investimentos neles podem levar tempo, é preciso paciência.

Então, agora que já sabe o que pode deixar a sua vida mais feliz, invista nas suas boas relações. Mande mensagem para aquele amigo querido, marque um encontro.

Vamos ser feliz!

 

Equipe FalaFreud

 

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Bruxismo:Quais são as causas?E a relação com saúde mental

Bruxismo pode estar relacionado a saude mental

O que é Bruxismo?

Bruxismo é o hábito de apertar ou ranger os dentes, de ordem emocional que resulta em dores de cabeça, desgaste do esmalte, problemas gengivais, mobilidade dental ou problemas de disfunção, na articulação temporomandibular, entre outros sintomas. 

Chamamos de bruxismo o hábito noturno e briquismo quando esse hábito é diurno.

Quais são as causas do bruxismo?

No bruxismo, todo o estresse, raiva, ansiedade, rancor e mágoa que não são elaborados, através de atividades de lazer, do perdão ou esquecendo-os, são canalizados no ranger e no apertar os dentes.

Muitas pessoas têm bruxismo e nem percebem isso, ou só ficam sabendo quando vão ao dentista, que percebe pelo desgaste dos dentes.

Ele também aparece em crianças. A agenda lotada de obrigações, excesso de informações e cobranças a todo momento, têm trazido estresse tensão para as crianças que usam o apertar os dentes como uma válvula de escape.

As pessoas que têm bruxismo costumam ser muito responsáveis, rígidas ao cumprimento de tarefas, com tendência a serem perfeccionistas, apresentam dificuldades de lidar com conflitos, pressões, raiva e ansiedade.

O que fazer para me curar do bruxismo?

É hora de rever a sua rotina e perceber o que pode provocar uma sobrecarga de responsabilidade em sua vida.

Atividades esportivas e artísticas ajudam a aliviar a tensão, e são ótimas para melhorar o estresse. Porém, caso se transformem em uma obrigação, farão o efeito contrário. 

Alguns fatores externos também podem agravar o problema, como dormir de luz acesa, com a TV ligada ou ficar muito tempo no computador ou celular antes de deitar.

Esses estímulos sonoros e luminosos interferem no ciclo do sono, e podem ser um gatilho para o bruxismo. Por isso, um ambiente tranquilo para o descanso pode ajudar muito a melhorar o problema. 

O tratamento odontológico, juntamente com o tratamento terapêutico podem ajudar na cura. Como terapias cognitivas ou comportamentais, que trabalham a ligação entre o pensamento e o comportamento.

 

Dayane Fagundes

 

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Suicídio: Por que as pessoas cometem? E como prevenir?

Suicidio: porque as pessoas cometem suicidio e como pervenir

O suicídio é algo que vem chamando a atenção da nossa sociedade. Muito tem se falado sobre isso e cada vez mais podemos ver o quão importante é abordar esse assunto e compreender a situação.

O que é o suicídio e o que leva a comete-lo?

O suicídio é o ato da pessoa de tirar a própria vida.

Existem algumas pessoas que são mais propensas a cometer suicídio, são elas pessoas com transtornos mentais, depressivos, bipolares, transtornos de personalidade, dependentes químicos e esquizofrênicos.

Outras podem estar passando por uma enfermidade, como câncer, HIV, ou mesmo pessoas que sofreram ou sofrem algum tipo de abuso ou bullying.

Ou passaram por perdas, seja de emprego, separação, ou até uma exposição da vida íntima na internet.

Como combater o suicidio?

A melhor forma de combater o suicídio é vencer nossos preconceitos e começar a falar desse assunto.

Existem muitas pessoas que tem ideias suicidas mas não cometem o suicídio. Nesse processo a pessoa pensa em se matar, às vezes até planeja isso mas não o faz.

O fato de haver um número considerável de pessoas que têm ideias suicidas criou uma crença na nossa sociedade de que quem fala que vai se matar não faz isso.

Essa crença não é verdade. A maioria das pessoas que cometem suicídio comentam essa ideia com alguém antes de cometer esse ato.

Neste caso, os sentimentos de uma pessoa que fala em se suicidar são minimizados por aqueles que não entendem sobre o assunto ou que nunca sentiram o mesmo.

A pessoa que sente vontade de morrer, está num processo de dor tão intenso que ela não vê outra saída. Na verdade, ela não quer matar a vida, ela quer matar a dor.

Há nessas pessoas uma vontade imensa de viver, mas sem a dor, sem o problema. Nesses casos o suicídio pode ser visto como o fim de um longo sofrimento. Essas pessoas não têm encontrado sentido para a vida.

Sinais de comportamento suicida e como preveni-lo:

Para prevenir o suicídio é indicado que as pessoas escutem aquele que fala em se matar.

Preste atenção em mudanças de comportamento, seja para uma tristeza profunda, a perda de vontade de fazer as coisas que a pessoa gostava, e até mesmo uma mudança repentina de humor para a felicidade.

Se a pessoa estava muito triste e de repente fica feliz, pode ser que tenha planejado seu suicídio e está assim por se sentir aliviada em poder acabar com a dor.

Alguns sinais podem nos ajudar a perceber se o indivíduo está pensando em suicídio. Preste atenção se a pessoa costuma dizer as seguintes frases:

  • “Minha morte seria melhor para todos” ou “Pelo menos vocês não teriam mais que me aguentar”.

  • “Ninguém se importa, mesmo”, “Ninguém entende o que eu sinto” ou “Você nunca entenderá”.

  • “Agora é tarde, eu não aguento mais”, “Não existe mais nada a ser feito” ou “Eu só queria que a dor passasse”.

  • “Eu não tenho razões para viver” ou “Estou tão cansado de viver”.

Conversas assim podem ser indícios que a o indivíduo pretende cometer suicídio.

O que dizer e fazer nesse momento?

  • Não julgue. Se você nunca pensou ou se sentiu como a pessoa não diga como ela deveria se sentir ou o que deveria fazer. Apenas demonstre seu apoio e esforce-se para compreendê-la.

  • Falar que “Não é ruim assim” ou “As coisas vão melhorar” não ajuda em nada e fará com que ela sinta que você não entende ou não está ouvindo.

  • Prefira dizer “Você não está sozinho. Eu estou aqui com você e ajudarei no que for preciso” . Eu não quero que você morra.” ‘Eu me preocupo com você.”

  • Chame a pessoa para fazer algo com você como caminhar, praticar um esporte e qualquer coisa que a ajude a se manter fisicamente ativa.

  • Um diário para a pessoa também pode ajudar. Assim, ela poderá expressar tudo que sente em vez de reprimir as próprias emoções.

Se você que está lendo este artigo agora tem ideias suicidas, saiba que existe um caminho para você.

Existem estratégias que você pode usar para ajudar a mudar esses pensamentos.

A mente de uma pessoa com pensamentos suicidas funciona de forma diferente. É preciso encontrar estratégias para lidar com isso.

O uso, de programação neurolinguística, técnicas de mindfulness e meditação podem ajudar, além de um acompanhamento terapêutico intenso para que a pessoa possa se expressar livremente, sem julgamentos e encontrar atividades que lhes proporcione qualidade de vida.

 

Dayane Fagundes

 

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Sexo como libertação emocional

Sexo e Libertação emocional

O sexo é algo importante para nossa saúde física e mental, mas tudo o que sabemos sobre isso é muito proibitivo. Estamos vivendo uma época de alienação sexual.

Este assunto  foi colocado como tabu e cheio de regras, pela nossa sociedade durante muito tempo.

Sempre ouvimos que não podemos desfrutá-lo como queremos e isso ficou marcado no inconsciente das pessoas.

Algumas vêem o sexo como algo “divertido” mas ao mesmo tempo, tem um lado delas que vê o sexo como algo “ruim“, “errado”, o que gera a culpa.

É compreensível viver esse conflito quando refletimos sobre a educação que recebemos até recentemente, em relação à sexualidade ou às crenças religiosas.  O cérebro se confunde quando pensa no que é certo e o no que é errado.

Porém, o sexo quando usado de forma positiva desperta uma libertação emocional. Saímos de nossas amarras e crenças proibitivas para viver algo com prazer e que traz muitos benefícios à saúde.

É natural ter um relacionamento íntimo com você mesmo, como também com um namorado, uma esposa, um companheiro, etc…

Liberamos com o sexo uma energia libidinal que revitaliza. Porém, algumas pessoas evitam ter relações sexuais porque vêem isso como algo negativo e errado.

Esses bloqueios são mentais, não físicos. É necessário se libertar emocionalmente de certos padrões antigos para usar os benefícios do sexo a seu favor.

O sexo quando feito com equilíbrio, respeito e responsabilidade libera uma energia vital que deve ser canalizada e desfrutada.

Se você sente medo do sexo ou alguma vez depois do sexo se sentiu mal, sua mente está ligada a crenças antigas que limitam o conhecimento do seu próprio corpo e bloqueiam seu prazer.

Como se libertar desse conflito?

Para se libertar, a primeira coisa é refletir sobre algumas questões. E para isso comece a fazer essas perguntas, para si mesmo:

  • Como você se sente fazendo sexo?
  • Como você acha que deveria se sentir?
  • O que faz com que você aja de determinada maneira?

Se nas respostas vierem coisas como: é errado, o que as pessoas vão pensar, me sinto culpado; É sinal de que precisa se libertar de crenças.

Direcione o olhar para si mesmo, para o que sente, para suas vontades e veja o que realmente te faz bem.

O sexo te liberta do estresse, melhora sua saúde física e libera endorfina que traz uma sensação de êxtase e alegria.  Não há nada de errado nisso, é um comportamento que existem em todos os seres vivos.

 

Dayane Fagundes

 

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Como lidar com namorado(a) que tem ansiedade?

Relacionamentos: Namorar alguém com ansiedade

Namorar alguém, com problemas de ansiedade ou um transtorno de ansiedade pode ser um desafio e bem estressante.

Às vezes, pode parecer que a ansiedade é uma terceira pessoa no relacionamento; Alguém que fica entre você e seu parceiro e traz muitas dúvidas e confusão.

Neste artigo você encontrará tudo o que precisa saber e fazer, quando namora alguém com ansiedade: Como apoiar seu parceiro, entender como a ansiedade pode afetar seu relacionamento, como cuidar da sua própria saúde mental e muito mais. Continue lendo se você quer garantir que a ansiedade não se torne uma terceira pessoa em seu relacionamento.

1- Entendendo a ansiedade e o que ela faz com o seu parceiro.

Aprender alguns fatos básicos sobre ansiedade, ajudará a entender e apoiar melhor o seu parceiro. Nossos terapeutas recomendam que você tenha em mente:

  1. A ansiedade é um problema real, e não algo inventado. É um problema de saúde mental.

  2. A ansiedade é normal. Todo mundo tem isso. Isso só se torna um problema ou desordem se for grave.

  3. Ela pode ser uma doença debilitante que evita que as pessoas funcionem e vivam uma vida normal.

  4. Você não pode “consertar” ou “curar” a ansiedade.

  5. A maioria das pessoas que tem ansiedade desejam que não tivessem tido isso. Eles se preocupam que sua ansiedade seja um fardo para os outros.

  6. Existem milhões de pessoas que, apesar de lidar com a ansiedade, têm grandes relacionamentos e estão felizes.

  7. Os sintomas  podem ocorrer em ondas, constantemente ou em ambos.

  8. Pessoas com transtornos ou problemas de ansiedade podem ter períodos sem sintomas.

  9. Ela não é lógica ou racional. Isso faz com que as pessoas se preocupem com algo, apesar de não haver evidências que sejam concretas e que valham a pena se preocupar. Isso também faz com que às vezes eles atuem irracionalmente.

  10. Não é um sinal de fraqueza.

  11. Ela é tratável. A terapia pode aliviar os sintomas e ensinar as pessoas a lidar melhor com isso.

2- Como a ansiedade pode afetar o seu relacionamento?

Se você está namorando alguém com ansiedade, é provável que seu parceiro gaste muito tempo preocupado e ruminando tudo o que pode dar errado ou já está errado com o relacionamento.

Aqui estão alguns exemplos de pensamentos e perguntas que podem estar surgindo no cérebro:

E se ele (a) não me ama tanto quanto eu o amo?
E se ele(a) está mentindo para mim?
E se ele(a) escondeu algo de mim?
E se ele(a) estiver me enganando?
E se ele(a) quiser me enganar?
E se ele(a) gostar de outra pessoa melhor?
E se minha ansiedade arruinar nosso relacionamento?
E se terminarmos?
E se ele(a) não responder a mensagem de volta?

A maioria das pessoas tem pelo menos alguns desses pensamentos ansiosos. Eles são uma parte normal de estar em um relacionamento, especialmente em um novo.

Mas quem tem problemas de ansiedade ou um transtorno de ansiedade, no entanto, tende a ter esses pensamentos ansiosos com mais freqüência e intensidade.

Os pensamentos ansiosos causam sintomas fisiológicos, incluindo falta de ar, insônia e ataques de ansiedade.

Às vezes, esses pensamentos motivam o seu parceiro a agir de maneiras que cause o estresse e desgaste do relacionamento.

Infelizmente, há muitos comportamentos motivados pela ansiedade que as pessoas desenvolvem nos relacionamentos. Como estes aqui::

  • Ficar irritado, irritável
  • Se tornar controlador(a)
  • Estar distraído e ter problemas para se concentrar
  • Ser excessivamente crítico(a)
  • Comportamento agressivo evasivo ou passivo
  • Perfeccionismo

3- Como Lidar com a ansiedade?

A ansiedade não tem que colocar seu relacionamento em perigo. Ao usar as estratégias de enfrentamento corretas, você pode ter um relacionamento saudável e impedir a ansiedade de causar muito estresse.

  •  Incentivando o seu parceiro a fazer terapia ou tentar terapia de casais

Quando você se importa com alguém, muitas vezes nos enxergamos como seus terapeutas, na tentativa de ajudá-los e apoiá-los. O problema é que você não é um terapeuta.

Tentando desempenhar esse papel,você se sentirá drenado emocionalmente. Isso poderia fazer você se ressentir de seu parceiro.

Você não é responsável por fornecer terapia ao seu parceiro. É por isso que deve orientá-lo, suavemente, a trabalhar com um terapeuta. Ele pode ajudá-los a melhorar a forma como lidam com a ansiedade, dentro e fora de um relacionamento.

Se você está em um relacionamento sério e de longo prazo, considere o aconselhamento de casais. Alguns dos problemas de ansiedade podem estar baseados em seu relacionamento.

  • Você fazer terapia

Se o seu parceiro não aceita e é resistente a fazer terapia, vá sozinho.

Isso irá ajudá-lo a desenvolver as habilidades necessárias para entender e lidar com a ansiedade do seu parceiro. Um terapeuta também pode ensinar-lhe como apoiar de forma mais eficaz o seu parceiro ansioso.

Quando está namorando alguém com ansiedade, é fácil esquecer de cuidar de si mesmo. Ao fazer terapia, você pode garantir que ainda esteja focando na sua própria saúde mental.

  •  Aprender a se comunicar melhor sobre a ansiedade

A ansiedade pode ser assustadora. Isso pode fazer você querer evitar falar sobre isso.

No entanto, uma das maneiras mais eficazes de lidar com a ansiedade em um relacionamento, é falar sobre isso de forma aberta, honesta e direta com seu parceiro.

Para mostrar ao seu parceiro, que aceita sua ansiedade, você precisa encorajá-lo a se abrir sobre isso.

Tente ouvir sem julgar, sem se tornar defensivo e não deixar sua própria ansiedade falar.

Comece o diálogo, perguntando: “O que você acha que eu poderia fazer para ajudar com sua ansiedade?”

  • Gerenciando suas reações à ansiedade

Quando seu parceiro fala sobre sua ansiedade no contexto do relacionamento, é fácil levá-lo para o pessoal e ficar chateado. É fácil interpretar a ansiedade como egoísmo, rejeição ou tentativa de afastamento.

Ao praticar suas habilidades de enfrentamento, você pode substituir as respostas reativas por algumas mais compassivas.

Aqui está um cenário para ajudá-lo a praticar:

Imagine que seu parceiro diz que fica ansioso, pois sempre se preocupa e fica se questionando se você o trai.

Se você levar para o pessoal, você pode pensar que ele tem esse comportamento, porque julga você ou acha que é o tipo de pessoa que comete traição. E começará a ficar chateado(a) e pode reagir de forma defensiva e dizer algo negativo.

Em vez de permitir que a ansiedade lhe irrite, pare um momento para se acalmar.
Lembre-se de que a ansiedade não é sobre você. Você não é a fonte disso. É sobre o seu parceiro.

Responda calmamente ao que o seu parceiro está sentindo. Você pode dizer algo como:

“Sinto muito, você se sentir desse jeito. Isso deve ser difícil. Existe alguma coisa que possamos fazer para ajudá-lo a se sentir melhor sobre isso? “

Gerenciar suas reações é mais importante do que gerenciar as reações do seu parceiro. Isso pode te ajudar a apoiá-lo e definir limites. Se a ansiedade do seu parceiro faz com que você saia do equilíbrio emocional, cada vez que ela surgir, será impossível apoiá-lo.

  • Definindo barreiras

Quando você está namorando alguém com ansiedade, você precisa encontrar um equilíbrio entre ser paciente e estabelecer limites.

Aqui estão alguns exemplos de limites que você pode definir. Você pode dizer ao seu parceiro que esses comportamentos não são aceitáveis, mesmo durante ataques de ansiedade e momentos estressantes que causam ansiedade intensa:

  • Insultos
  • Acusações
  • Ameaças
  • Informe o seu parceiro que você espera que ele tome medidas para melhorar a forma como ele lida com a ansiedade. Esta é outra parte do estabelecimento de limites.

4- Como dar suporte ao seu parceiro?

Dê suporte ao seu parceiro, faça atividades que façam ele se sentir amado e seguro.

  • Reconheça o seu progresso

Se seu parceiro está se esforçando para enfrentar a ansiedade, valorize, comemore e reconheça. Isso é um belo incentivo para continuar.

  •  Esteja disponível para ouvir

Mesmo que esteja cansado ou seu parceiro esteja falando algo que já tenha escutado, tente ouvir atenciosamente. Isso demonstrar que você se importa.

  • Inclua seu parceiro em algum de seus hábitos

Se tiver algum ritual para cuidar da sua saúde mental, como meditação, yoga, correr, escutar uma música relaxante; Tente incluir o seu parceiro. Isso poderá ajudá-lo a diminuir a ansiedade no relacionamento

5- O que não fazer

Para evitar que a ansiedade piore, machuque o seu parceiro e crie mais estresse no relacionamento. Evite:

  • Critica-lo por ser tão ansioso
  • Ignorar a ansiedade
  • Tentar ser o terapeuta do seu parceiro
  • Levar tudo para o pessoal
  • Perder o equilíbrio e a paciência, toda vez que a ansiedade aparecer
  • Tentar consertar o seu parceiro
  • Recomendar remédio para ansiedade (Você não é psiquiatra)

6- A ansiedade pode  fortalecer seu relacionamento

Ansiedade não é  somente uma fonte de estresse em um relacionamento.

É também uma oportunidade para compreender e amar mais profundamente o seu parceiro.As crenças por trás da ansiedade são parte de quem o seu parceiro é.

Aprendendo sobre ansiedade e procurando ajuda de um profissional da saúde mental, você poderá dar suporte ao seu parceiro e cuidar da sua própria saúde mental.

E assim seu relacionamento ficará mais forte, leve e prazeroso

 

Equipe FalaFreud

 

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Estresse: Veja como está o seu NÍVEL DE ESTRESSE

Estresse: Saiba seu nivel de estresse

Não importa se você é dona de casa, estudante, executivo ou atleta profissional; O estresse pode comprometer sua saúde e desempenho diário.

Responda a 10 perguntas rápidas, baseadas em situações do dia a dia e descubra seu nível de estresse.

Considerando os últimos 30 dias, com que frequência você…

 

1- Ficou aborrecido por conta de algo inesperado.

            (0) Nunca  

            (1) Quase nunca

            (2) Às vezes

            (3) Frequentemente

            (4) Muito Frequentemente

2- Sentiu ser incapaz de controlar coisas importantes.

            (0) Nunca  

            (1) Quase nunca

            (2) Às vezes

            (3) Frequentemente

            (4) Muito Frequentemente

3-  Esteve nervoso ou estressado.

            (0) Nunca  

            (1) Quase nunca

            (2) Às vezes

            (3) Frequentemente

            (4) Muito Frequentemente

4- Esteve confiante para resolver problemas pessoais.

            (4) Nunca  

            (3) Quase nunca

            (2) Às vezes

            (1) Frequentemente

            (0) Muito Frequentemente

5- Sentiu que as coisas aconteceram conforme o esperado.

            (4) Nunca  

            (3) Quase nunca

            (2) Às vezes

            (1) Frequentemente

            (0) Muito Frequentemente

6- Achou que não conseguiria lidar com todas as tarefas.

            (0) Nunca  

            (1) Quase nunca

            (2) Às vezes

            (3) Frequentemente

            (4) Muito Frequentemente

7- Foi capaz de controlar as irritações do dia a dia.

            (4) Nunca  

            (3) Quase nunca

            (2) Às vezes

            (1) Frequentemente

            (0) Muito Frequentemente

8-  Sentiu que a sua vida estava sob controle.

            (4) Nunca  

            (3) Quase nunca

            (2) Às vezes

            (1) Frequentemente

            (0) Muito Frequentemente

9-  Esteve bravo por questões externas ao seu controle.

            (0) Nunca  

            (1) Quase nunca

            (2) Às vezes

            (3) Frequentemente

            (4) Muito Frequentemente

10-Sentiu que os problemas se acumularam tanto que pareciam impossíveis de resolver.

            (0) Nunca  

            (1) Quase nunca

            (2) Às vezes

            (3) Frequentemente

            (4) Muito Frequentemente

 

Veja a pontuação de cada resposta e some o número de pontos de cada questão.

E verifique a régua para ver o seu nível de estresse.

Régua de nível de estresse

Em caso de pontuação elevada, a partir da coloração amarelada, na escala acima, leve o resultado a seu médico e procure ajuda terapêutica.

Dayane Costa Fagundes
Terapeuta

 

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Bullying: Preocupações de pais com filhos na escola

bullying_preocupações de pais com filhos na escola

Ter filhos na escola, pode ser sinônimo de preocupações, e uma delas é o Bullying. Não é verdade?

Se seu filho diz: ” Não quero mãe! Não quero ir a escola, porque estou com dor de cabeça, dor de barriga…”.

E se essas queixas forem frequentes, cuidado, pensem duas vezes antes de castigar seu filho ou achar que está sendo preguiçoso.

Ele pode estar sendo vítima de Bullying.

O que é o Bullying?

O Bullying se caracteriza por ações agressivas, verbais ou físicas intencionais e de forma repetitiva que ocorrem sem motivação evidente,.

Podendo ser feito por um ou mais indivíduos e causa muito sofrimento e frustração nas vítimas.

Tipos de Bullying?

Uma das grandes preocupações dos pais é perceber se o seu filho sofre de Bullying, afinal algumas vezes essas ações são vistas como brincadeiras.

O medidor para diferenciar uma brincadeira do bullying, seria quando os apelido e chacotas são sentidos como ofensas, e não como algo engraçado.

A maioria das vítimas sofrem caladas por muito tempo, elas têm vergonha, medo das consequências, e algumas vezes falta oportunidade de diálogo tanto com pais quanto com os professores.

Segundo o Programa de Combate à Intimidação Sistemática,  criado no Senado, existem oito tipos de Bullying:

  • Físico: Violência física como dar socos, chutes ou bater em um colega várias vezes.

  • Psicológico: Perseguir, amedrontar,  manipular, intimidar, dominar, coagir o colega.

  • Moral: Depreciar, caluniar ou espalhar um boato sobre uma pessoa.

  • Verbal: Provocar ou xingar de forma repetitiva ou criar apelidos que envergonham os colegas.

  • Sexual: Assediar, importunar ou abusar de alguém.

  • Social: Ignorar, alienar ou excluir constantemente um colega do convívio social.

  • Material: Furtar, roubar ou estragar intencionalmente os pertences de alguém

  • Virtual: Humilhar os colegas via internet, enviar mensagens que invadem a intimidade, usurpar fotos e dados pessoais provocando sofrimento e constrangimento.

 

A maior dúvida dos pais é:

O que fazer perante o bullying?

  • Não ignore o sofrimento do seu filho, dizendo para ele esquecer isso ou deixar de lado.

  • Fale com diretores e professores para que estes possam ajudar a extinguir esses comportamentos, sem expor seu filho ou dizer o nome dele. A escola pode fazer ações de conscientização do bullying.

  • Trabalhe a autoestima do seu filho, a maioria das vítimas de Bullying são as crianças tímidas e que demonstram mais fragilidades.

  • É interessante estimular seu filho a se defender, mas sem ser agressivo. Ensine-o a falar com firmeza, sobre o que quer e não aceitar o que não quer.

  • Não brigue com seu filho, se fizer isso ele não falará mais sobre o assunto com você.

Como identificar o Bullying?

Observe os comportamentos do seu filho em casa, se ele se queixa de insônia, tristeza, irritação, dores de cabeça e de barriga.

Se estiver com baixo rendimento escolar, sem vontade de ir à escola e dentre outras características, leve a sério, pois o bullying pode causar efeitos psicológicos como: isolamento, depressão, fobias, transtornos alimentares, transtornos de humor e ansiedade, pensamentos negativos e até o suicídio.

Fique atento também para saber se seu filho não é um agressor.

Esse comportamento também necessita da atenção e dos pais e professores. Geralmente os agressores, apresentam em casa comportamentos hostis, são mais intolerantes e resolvem as situações com agressividade e violência física.

Pode ser que tenham sido vítimas de outros agressores e podem estar vivenciando um conflito, seja de problemas familiares ou de outra ordem.

Neste caso, os pais devem manter um diálogo aberto, não reforçar os comportamentos agressivos.

E buscar ajuda de profissionais como terapeutas, para ajudar a canalizar a agressividade de forma saudável e resolver o possível conflito.

Existem ainda, aquelas crianças que são meras espectadoras, assistem tudo, mas nada fazem.

Elas costumam ter medo dos agressores e passam muita ansiedade e angústia.

Oriente sempre seu filho a não ver uma injustiça e ficar calado.

Diga-o para te contar, mantendo uma relação de confiança e orientando-o para tomar alguma atitude perante uma situação de injustiça.

Tudo o que vemos de injusto e não agimos a respeito nos faz mal.

Seja qual for o caso do seu filho, os pais são responsáveis por promover o equilíbrio emocional dos filhos.

Em nenhum dos casos citados deve deixar isso de lado como se fosse algo natural. Só porque você passou por isso não quer dizer que seu filho tenha que passar.

Se você tem o conhecimento ajude-o a evoluir e se tornar uma pessoa melhor.

Se você já percebeu alguns desses sintomas no seu filho e tem dúvida sobre como lidar com essa situação. Deixe seu comentário!

Dayane Costa Fagundes
Terapeuta

 

FalaFreud é o melhor caminho para a terapia de forma fácil, acessível e conveniente para aqueles que procuram uma vida melhor. Você pode se conectar com um terapeuta do conforto e privacidade da sua casa usando o seu smartphone, baixe o nosso aplicativo em http://www.falafreud.com/ e converse hoje mesmo com um terapeuta.

As diferenças entre ataque de ansiedade e ataque de pânico.

ansiedade e pânico

Saber a diferença entre um ataque de ansiedade e ataque de pânico, é mais do que uma questão de semântica. O conhecimento pode moldar o curso de sua saúde mental.

Se você não sabe qual está tendo, será difícil encontrar o tratamento adequado ou desenvolver habilidades úteis para enfrentá-lo. E pode perder tempo abordando problemas errados.

Então vamos começar a diferenciá-los.

1- Ataque de ansiedade

Ataque de ansiedade” é, na verdade, um termo coloquial criado  para descrever períodos intensos ou prolongados de ansiedade.

Um ataque de ansiedade é mais intenso do que um mero sentimento de ansiedade, pode durar entre minutos e horas, mesmo dias e semanas.

Mas não é tão intenso quanto um ataque de pânico.

2- Sintomas do Ataque de Ansiedade

Geralmente, carrega um ou mais dos seguintes sintomas:

  • Inquietude
  • Sentindo-se no limite
  • Sendo facilmente cansado
  • Dificuldade em concentrar
  • Irritabilidade
  • Tensão muscular
  • Dificuldade em controlar preocupações
  • Problemas de sono (dificuldade em iniciar o sono, de se manter dormindo, ou sono inquieto e insatisfatório)

O terapeuta Ginger Poag definiu um ataque de ansiedade como “um periodo de apreensão sobre possíveis eventos futuros”. Às vezes, um ataque de ansiedade é o prelúdio de um ataque de pânico.

Ao contrário dos ataques de pânico, os ataques de ansiedade não são necessariamente sinais de transtorno de ansiedade.

A ansiedade é uma resposta natural a certos estímulos ou situações, e os ataques de ansiedade são apenas formas mais intensas dessa emoção.

3- Ataque de pânico

Os ataques de pânico são fáceis de definir porque existe um consenso clínico sobre a definição.

“Um ataque de pânico é um episódio súbito de medo intenso que desencadeia reações físicas severas quando não há perigo real ou causa aparente”.

4- Sintomas do Ataque de pânico

Assim como o ataque de ansiedade, geralmente têm pelo menos alguns dos seguintes sintomas:

  • Sensação de ameaça ou perigo iminente
  • Medo de perda de controle ou morte
  • Freqüência cardíaca rápida e pulsante
  • Sudorese
  • Tremendeira
  • Falta de respiração ou aperto na garganta
  • Arrepios
  • Ondas de calor
  • Náusea
  • Cólica abdominal ou diarréia
  • Dor no peito
  • Dor de cabeça
  • Tonturas ou fraqueza
  • Sensação de entorpecimento ou formigamento
  • Sensação de irrealidade ou alienação

Estes sintomas geralmente duram 10-15 minutos. Às vezes, a pessoa que está passando pelo ataque, pensa que está tendo um ataque cardíaco.

Com ataques de pânico, as pessoas geralmente sentem uma sensação de ameaça imediata. Isso faz com que eles sintam desespero e peçam ajuda, tentando escapar da dificuldade em que estão.

Às vezes, as pessoas só têm um ou dois ataques de pânico em suas vidas. Eles geralmente ocorrem sob grandes quantidades de estresse ou pressão.

A ocorrência repetida de ataques de pânico geralmente é um sintoma de transtorno de pânico. Se você tiver esse problema, considere trabalhar com um profissional de saúde mental.

Certos eventos traumáticos podem, eventualmente, fazer com que alguém desenvolva transtorno de pânico.

5- Ataque de ansiedade x Ataque de pânico

Fizemos um quadro resumo para que você possa comparar as principais diferenças entre os ataques.

diferença entre ataque de ansiedade e ataque de pânico

 

Por que precisamos nos certificar de que as pessoas compreendam a diferença?

As pessoas que lidam com ataques de ansiedade ou ataques de pânico muitas vezes cometem erros ao dizer que ambos são a mesma coisa.

Alguns sofrem de ataques de pânico, mas usam o termo “ataque de ansiedade” para descrever seus sintomas e vice-versa.

Esta confusão é a razão pela qual potenciais clientes de terapia e outros sofredores de ansiedade, precisam se educar ou trabalhar com um especialista em ansiedade.

Se você não entender os termos e suas diferenças, você pode acabar tratando um transtorno de pânico que você realmente não possui.

No pior dos casos, você pode tornar-se dependente de uma medicação que não precisa. É por isso que é vital procurar informações sobre sua condição específica e trabalhar com alguém que conheça os desafios que a condição apresenta.

 

Equipe FalaFreud

 

 

FalaFreud é o melhor caminho para a terapia de forma fácil, acessível e conveniente para aqueles que procuram uma vida melhor. Você pode se conectar com um terapeuta do conforto e privacidade da sua casa usando o seu smartphone, baixe o nosso aplicativo em http://www.falafreud.com/ e converse hoje mesmo com um terapeuta.

Saúde mental no ambiente de trabalho.

saúde mental no ambiente de trabalho

Em pleno século XXI e ainda estamos discutindo a importância da saúde mental no ambiente de trabalho.

Independente da profissão, qualquer trabalho requer cuidado com a saúde mental.

Imagine você, sendo operado por um médico que está em um estado de estresse tão grande que não consegue se concentrar direito no que está fazendo.

Ou no faturista que está infeliz com o chefe e sobrecarregado de tal forma, que esquece de faturar uma nota e perde um cliente que gera muito dinheiro para a empresa.

Parece que cada vez mais temos deixado de lado, a principal ferramenta que nos dá motivação, que nos faz produzir ou sucumbir no trabalho,  que é a nossa saúde mental.

Temos nos preocupado com a alimentação, com os exercícios físicos e nos esquecido da mente.

Sem uma mente sã, não existe corpo saudável.

 

Recentemente, a programadora Madalyn Parker publicou em uma rede social, uma conversa entre ela e o diretor da empresa em que trabalha, onde ela dizia que ia se ausentar por 2 dias para cuidar da sua saúde mental.

A mensagem dizia: “Oi, pessoal. Eu vou tirar hoje e amanhã para me concentrar na minha saúde mental. Espero voltar na semana que vem renovada e 100%. Obrigada!”

Quando o diretor da companhia, Ben Congleton, recebeu o email,  disse a colaboradora:

“Oi, Madalyn. Eu só queria pessoalmente agradecer a você por enviar mensagens como essas a sua equipe. “Toda vez que você faz isso, eu me lembro da importância de usar o afastamento médico também para a saúde mental — acredito que essa não seja a prática padrão em todas as empresas. Você é um exemplo para todos nós, e nos ajuda a superar um estigma”.

Existem muitos estigmas a serem superados pela nossa sociedade, e se preocupar com a saúde mental é algo que deveria ser colocado em primeiro lugar na nossa lista.

Vamos fazer um paralelo com um jogador de futebol. Quando ele lesiona uma perna, precisa de um tempo para se recuperar.Um operador de máquina quando machuca a coluna tira um tempo para se curar.

Por que com o cérebro seria diferente?

Precisamos também de um tempo para equilibrar nossos pensamentos, para limpar a mente do estresse do dia-a-dia.

É preciso encontrar formas de fazer isso todos os dias, para que assim você não chegue ao ponto de precisar tirar uma licença médica.

A busca pelo autoconhecimento através de instrumentos como livros, cursos e terapia, tem cada vez mais sido considerada como uma necessidade. As pessoas podem entender melhor seus sentimentos, as situações do cotidiano, e começam a tomar decisões mais assertivas.

Muitas pessoas não têm tempo de ir à terapia, neste sentido o FalaFreud visa sanar essa lacuna levando a terapia até você.

Comece hoje a cuidar da sua saúde mental! Ninguém pode fazer isso por você!

 

Dayane Costa Fagundes
Terapeuta

 

FalaFreud é o melhor caminho para a terapia de forma fácil, acessível e conveniente para aqueles que procuram uma vida melhor. Você pode se conectar com um terapeuta do conforto e privacidade da sua casa usando o seu smartphone, baixe o nosso aplicativo em http://www.falafreud.com/ e converse hoje mesmo com um terapeuta.

Tempo sozinho: Porque é importante ter e como reivindicá-lo.

Beneficios de passar um tempo sozinho

Passar um tempo sozinho… Geralmente encaramos como sendo uma coisa muito ruim. E muitas vezes fugimos deste momento, por medo de encarar nós mesmos e por achar que isso é sinônimo de solidão.

Por isso, agarramos a qualquer oportunidade (até mesmo  virtualmente) para estar na companhia de alguém.

Mas estou aqui hoje, para desfazer essa ideia de que passar um tempo sozinho é uma coisa terrível e para mostrar que não tem nada a ver com solidão. Até porque você pode estar rodeado de pessoas e estar solitário. Não é verdade?

O que vamos falar hoje é sobre solitude, que é o estado de se estar sozinho e afastado das outras pessoas, mas que implica numa escolha consciente.

Claro que conexão com pessoas é muito importante. Ela é um indicador de saúde e felicidade. Até porque, estudos indicam que o isolamento social é mais perigoso para sua saúde do que a obesidade, aumentando seu risco de morte prematura em mais de 14%.

Mas como tudo na vida é o equilíbrio, essa situação não seria diferente.

Conecte-se com outras pessoas mas tenha um tempo só seu, também.

Por que o Tempo Sozinho é tão Crucial?

Para os introvertidos, o tempo é crucial para recarregar. Mas todos, mesmo os extrovertidos, se beneficiam mentalmente de momentos gastos sozinhos.

Ter um tempo sozinho, limpa nossa mente, nos dá foco, recarrega nossos corpos, nos centra e nos dá clareza.

Então considere a solitude como uma ferramenta, que nos ajuda reconectar com quem somos e quem queremos ser. E que por sua vez, aumenta nossos relacionamentos e o que podemos oferecer aos que amamos e encontramos.

Para aqueles com família, o tempo sozinho pode parecer uma mercadoria escassa ou pode lhe fazer sentir egoísta.

Mas uma vez que percebe, que você se torna uma pessoa mais valiosa e agregadora quando se desconecta, por alguns minutos que seja, torna-se muito mais fácil priorizar e dar-se permissão de sentir essa descoberta em busca do autoconhecimento.

Quer saber como criar mais tempo sozinho? Aí vão quatro dicas fáceis e simples:

1- Desligue

Desligue seu telefone enquanto dorme ou até mesmo no final do dia. Não no silencioso ou no “não perturbe”, mas completamente desligado.

Isso permite que você se desconecte verdadeiramente e evita a tentação de verificar mensagens ou e-mails.

2- Programe datas com você mesmo

É uma maneira de recuperar o controle, para fazer o que você quiser e como você quiser. Quando sentimos essa sensação de controle, estamos mais felizes. Seu dia solitário pode ser uma sessão de cinema, surf ou uma caminhada na floresta, ou talvez se perca nas páginas de um livro. Seja qual for, agende-o, faça isso propositalmente e regularmente.

3- Refletir

Ás vezes, precisamos reconhecer o benefício de algo, antes de podermos priorizá-lo.

Identifique as maneiras que você deseja gastar seu tempo sozinho (na natureza, meditando, etc…) e reflita sobre como se sentiu antes e depois.

4- Livre-se da culpa.

Muitas pessoas, principalmente aquelas que têm filhos se sentem culpadas de ter os seus momentos.

Depois de se tornarem pais as pessoas esquecem de si mesmas e não encontram esse tempo precioso para sua qualidade de vida, porque estão tão imersas com o novo papel pai ou mãe, que qualquer movimento longe do filho gera culpa.

Livre-se desse sentimento, seus filhos precisam de país saudáveis e para isso é preciso ter a solitude.

O que achou? Vai tentar aplicar isso na sua vida?

Ao assumir o controle do seu tempo e priorizar o tempo sozinho, você será mais produtivo e melhor se conectará com amigos, familiares e colegas. Pense nisso.

 

Carolina Mota
Equipe FalaFreud

 

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