Reeducação alimentar: a importância de adotar bons hábitos

É possível manter uma reeducação alimentar e ainda se beneficiar com tudo que essa prática pode proporcionar para sua vida? Com certeza, essa é uma atitude que todos podem aplicar no dia a dia. Mas para modificar seus hábitos alimentares, é necessário conhecer a fundo como esse comportamento funciona.

De início, vale destacar que a função básica da reeducação alimentar é solucionar doenças, emagrecer ou, até mesmo, manter a saúde equilibrada. Com essa decisão, a pessoa consegue entender os efeitos que a alimentação tem na vida dela.

Isso é importante porque ela também compreende que para atingir uma boa forma, não se deve pensar apenas em dietas. O essencial é levar em conta a adoção de bons hábitos, a partir do momento que coloca a reeducação alimentar em prática.

Contudo, essa decisão não abrange apenas a seleção de bons ingredientes. Envolve uma série de outras atitudes como mastigar corretamente e estabelecer horários para as refeições, por exemplo.

Como começar a reeducação alimentar?

O passo inicial é estar disposto a trilhar essa nova caminhada porque a força de vontade é essencial. Apesar de existirem diversas formas de reeducação alimentar, você pode começar a partir de algumas atitudes simples:

  • Beba muita água durante o dia, dois litros por dia no mínimo;
  • Comece a mastigar os alimentos de forma mais devagar;
  • Evite ingerir líquidos junto com os alimentos;
  • Opte por fazer suas refeições em ambientes mais tranquilos;
  • Elimine alimentos processados;
  • Que tal cozinhar em casa para adquirir mais consciência da alimentação?
  • Não adianta apenas se alimentar bem, pois você deve unir esse hábito com outras questões como atividades físicas, meditação, dentre outras opções.

Como funciona na prática?

Não fique preocupado em restringir alimentos durante o processo de reeducação alimentar. Não significa que você vai ter que cortar certos alimentos. O foco, na verdade, é organizar da melhor maneira a ingestão das porções.

No começo, essas mudanças podem assustar um pouco as pessoas, já que o estilo de alimentação pode mudar muito dependendo de cada caso. Mas ao passar do tempo, os hábitos se tornam mais fáceis e naturais de serem cumpridos.

É interessante ressaltar que essa decisão serve também para reduzir o apetite, reduzir a ingestão calórica, acelerar o metabolismo, eliminar alimentos perigosos, aumentar a energia para praticar exercícios específicos, dentre demais fatores.

Alimentação está ligada ao emocional?

Não só a alimentação, mas toda atitude que você toma no dia a dia, tem o poder de refletir mais tarde. Desde os aspectos físicos até os comportamentais e emocionais. Um erro bem comum é a pessoa buscar na comida algo para preencher seu vazio.

Às vezes, esses mesmos indivíduos que têm problemas emocionais, procuram certos alimentos para se sentirem melhores e completos. Geralmente, essa situação acontece por causa do triptofano, um aminoácido que provoca a liberação da serotonina.

Ele existe em alguns alimentos e a falta de serotonina pode causar efeitos negativos. A angústia, tristeza e irritabilidade são os sintomas mais frequentes. Além do mais, a partir do momento que seu corpo não produz o triptofano, é preciso suprir essa falta por meio da dieta.

Busque ajuda profissional

Você não precisa passar por essa jornada sozinho. O ideal é buscar os recursos da terapia que também pode ajudar na questão do comportamento alimentar disfuncional.

Além disso, se no seu caso envolver algum tipo de transtorno alimentar, como a anorexia nervosa ou bulimia, o ideal é conciliar o tratamento psicológico com um médico especialista nessas áreas.

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