Homens no Divã: Como eles lidam com com a saúde mental

Como homens lidam com com a saúde mental

Não é de costume dos homens falar sobre seus problemas. A maioria acha que entrar em contato com seus sentimentos mais profundos é fraqueza.

Acreditam que sozinhos conseguem muito bem lidar com seus problemas. Consequentemente, acham que terapia é uma banalidade.

Porém, essa cultura tem mudado no meio masculino. Os homens têm procurado cada vez mais terapia.

Eles estão se questionando sobre seus próprios comportamentos e procurando meios de lidar com o estresse e seus problemas.

Fazer terapia de fato é algo que requer uma quebra de preconceitos colocados culturalmente na nossa sociedade, principalmente para os homens.

Há um estigma de que os homens são muito estruturados nas suas emoções. Isso, porque ao contrário das mulheres eles não falam delas, eles preferem nem as ver. E vão seguindo a vida.

Porém, isso gera infelicidade, pois um sentimento não foi feito para ser guardado, e sim sentido. É através do sentir que eu me curo e amadureço.

A terapia cria a consciência de como a pessoa está lidando consigo mesma, com as situações do dia-a-dia, trazendo mais clareza de todos os envolvidos na questão e abrangendo o olhar sobre todas as soluções possíveis.

Os homens que que decidiram fazer terapia e que estão seguindo o ritmo de olhar cada vez mais para dentro e se melhorar, merecem o nosso respeito e felicitações.

Pois, fazer terapia é um ato de coragem. Às primeiras vezes que vamos falar de nós mesmos podemos sentir certo incômodo, pois estamos lidando com sentimentos, com situações que estavam guardadas e mal resolvidas.

A maior contribuição que podemos dar à humanidade é evoluir nosso próprio eu, assim criamos à nossa volta ambientes mais harmônicos, com pessoas mais pacientes e compreensivas.

Lidar com seu próprio estresse, resolver isso sem esperar que outra pessoa mude é o maior desafio que temos.

“Parabéns aos homens que estão cada vez mais abertos a evoluir o seu próprio eu!”

 

Dayane Fagundes

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O poder da criatividade

Criatividade: O poder da criatividade

A criatividade pode ser usada a qualquer momento e em qualquer situação da vida de uma pessoa.

Ser criativo é o mesmo que pensar diferente. É ser original e fazer algo de forma inusitada.

A pessoa que consegue acionar a sua criatividade vislumbra soluções eficazes para solucionar problemas.

A boa notícia é que para ser criativo você não precisa fazer muito esforço. Basta usar o que já existe em si mesmo.

A criatividade é inata em todo ser humano. Você precisa primeiro acreditar em si mesmo para usá-la.

Quem não consegue ser criativo está com seu poder criador bloqueado. Isso acontece por causa da cultura em que a pessoa é criada.

Algumas famílias não têm o costume de incentivar as crianças a criarem, e quando elas fazem isso, estão minando esse poder criativo que existe na criança.

Quando uma criança “faz uma arte”, pega um hidratante ou algum material doméstico e usa para fazer as suas brincadeiras ou experiências, normalmente os pais ficam muito bravos. Isso mina o poder criativo dela.

É como se estivesse falando: você não pode inventar nada. Seja como todo mundo e siga as regras.

O ideal é explicar que aquele produto é da mamãe e dar outra opção para ela usar na experiência. Oferecer recursos para ela criar é sempre uma boa opção.

A criatividade pode ser estimulada e treinada, mas para isso é preciso desenvolver a autoestima e autonomia.

Por esse emotivo, se você quer se tornar alguém mais criativo procure uma oficina de artes, onde você pode desenvolver atividades que estimularão isso em você.

Além disso, faça terapia. A terapia vai te ajudar a perceber o quanto da sua criatividade não está sendo usada, além de fortalecer seu amor próprio que vai te levar a mais sucesso e prosperidade em várias áreas da sua vida.

 

Dayane Fagundes

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Como é ter um transtorno de ansiedade generalizada?

Como é ter um transtorno de ansiedade generalizada?

Transtorno de ansiedade generalizada (TAG) é definido por sintomas que persistem no indivíduo, através de um estado emocional duradouro de preocupação, apreensão e de sintomas físicos, como tensão muscular.

Neste estado o doente permanece a maior parte do tempo tendo sua mente dominada por pensamentos negativos, devidos a conexões neurais reguladoras das vias do medo no sistema nervoso central do indivíduo.

Algumas pessoas possuem em sua personalidade predisposição para desencadear esta patologia, pois possuem tendência a serem mais preocupadas e mais negativas.

Pensam com frequência nas piores hipóteses possíveis e tendem a remoer os pensamentos e emoções negativos.

Pessoas com estas características de personalidade frequentemente podem apresentar o transtorno de ansiedade generalizada em algum momento de suas vidas.

O transtorno de ansiedade generalizada também acarreta muitos prejuízos na performance mental do paciente.

Dificultando a capacidade de manter a concentração, pois sua atenção voluntária (consciente) tende a estar diminuída e a atenção espontânea (inconsciente), ligada ao estado de alerta do corpo, fica muito mais intensa.

Isto dificulta  a capacidade do paciente manter o foco por muito tempo durante uma atividade que exija esforço mental. Sendo distraído por pequenos eventos ao seu redor que o deixam em estado de alerta e preocupação, fazendo assim que muitas vezes não consigam concluir suas atividades.

Este sintoma faz com que o indivíduo tenha rendimento abaixo do seu potencial, que pode acarretar muitos outros prejuízos no seu estado emocional.

Aproximadamente 5% da população mundial são afetados por este transtorno, e no Brasil alguns estudos indicam que este número seja maior.

Estamos em um país em que a população se enquadra entre os mais ansiosos do mundo.

Muitos pacientes com transtorno de ansiedade generalizada não procuram tratamento diretamente com um psicólogo e psiquiatra, acabam procurando outras especialidades médicas devido os sintomas físicos presentes, como:

  • falta de ar;
  • palpitações;
  • tremores;
  • queixas intestinais e urinárias;
  • dores de cabeça;
  • dores na coluna vertebral.

É fundamental, para o tratamento adequado, que a pessoa que se identifique com estes sintomas físicos e emocionais, procure ajuda de um psicólogo e de um psiquiatra para diagnosticar o quadro e verificar se existem outras doenças psiquiátricas concomitantes, como a sindrome do pânico ou a depressão.

Já que os componentes genéticos desta última se assemelham muito aos do TAG.

Sendo assim, exige-se que sejam consideradas, em conjunto, todas as patologias para melhor diagnóstico do paciente e melhor resultado do tratamento.

O tratamento dos transtornos de ansiedade é coadjuvante ao tratamento de doenças físicas do indivíduo, já que estes pacientes tendem a ter doenças físicas como gastrointestinais, cardíacas e fibromialgia, dentre outras.

 

Dra. Vivian Di Croce
Terapeuta Falafreud

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Quais são os sinais e sintomas da Depressão?

Quais são os sinais e sintomas da Depressão?

Depressão: o mal da contemporaneidade

A depressão é cada vez mais freqüente na atualidade.

Para ter uma ideia da importância desse assunto, estudos recentes mostram que 01 a cada 10 pessoas, que procuram os médicos em hospitais, apresentam sintomas dessa doença.

Esse número é semelhante, por exemplo, aos casos de hipertensão e infecções respiratórias que são atendidos.

Como reconhecer os sintomas da depressão?

Para caracterizar o diagnóstico de depressão foi criada uma tabela de critérios, de acordo com o DSM-IV. A avaliação consiste em identificar 05 ou mais dos sintomas relacionados abaixo:

1-Estado deprimido: sentir-se deprimido a maior parte do tempo (há pelo menos duas semanas)

2-Anedônia: interesse diminuído ou perda de prazer para realizar as atividades de rotina;

3-Sensação de inutilidade ou culpa excessiva;

4-Dificuldade de concentração: habilidade freqüentemente diminuída para pensar e concentrar-se;

5-Fadiga ou perda de energia;

6-Distúrbios do sono: insônia ou hipersônia praticamente diárias;

7-Problemas psicomotores: agitação ou retardo psicomotor;

8-Perda ou ganho significativo de peso, na ausência de regime alimentar;

9-Idéias recorrentes de morte ou suicídio.

Se notar a persistência de alguns destes sintomas, é aconselhável buscar ajuda médica e terapia, os profissionais mais habilitados para compreender e tratar esse diagnóstico são psicologo e psiquiatra.

Outros sinais de depressão a serem observados:

Geralmente os quadros de depressão podem ter início a partir de problemas psicossociais como: perda de uma pessoa significativa, demissão ou aposentadoria do trabalho, final de uma relação amorosa, experiência traumática ou de muito stress.

Outros fatores podem ser encarados como um alerta:

  • História familiar de depressão; existe um componente genético e afetivo nessa relação.
  • Episódios anteriores de depressão; chance de 50% de reincidência.
  • Sexo feminino; o número entre mulheres é o dobro dos homens.
  • Parto recente; cerca de 15% das mulheres tem sintomas de depressão nos seis meses após o nascimento de um filho. 
  • Dependência de droga; cocaína e álcool principalmente.
  • Condições médicas como: câncer, dores crônicas, infecção pelo HIV, doença de Parkinson e outras.
  • Uso contínuo de alguns medicamentos, como anfetaminas e até alguns contraceptivos.

A maioria dos casos de depressão começam no período dos 20 aos 40 anos.

Os sintomas se desenvolvem no decorrer de semanas e, se não forem tratados, podem durar entre 6 meses a dois anos, ou se tornar crônico. Ou seja, quanto antes se buscar ajuda, melhor.

Percebemos a gravidade da situação com dados de pesquisa que apontam: 60% das pessoas que se suicidam apresentaram sintomas de depressão e estavam sem tratamento adequado.

Como tratar a depressão?

A terapia com profissional de psicologia traz muitos benefícios para o tratamento de casos moderados de depressão.

O método oferece a vantagem de diminuir o risco de recorrência do quadro, tendo em vista que a pessoa consiga aprender a reconhecer e lidar com seus próprios problemas.

A terapia precisa ser associada ao tratamento médico e medicamentoso em casos graves, ou seja, com aprofundamento do quadro e persistência dos sintomas, risco de vida do paciente e condições incapacitantes.

 

Joyce Goulart Magalhães
Terapeuta FalaFreud

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Os relacionamentos estressam mais que o trabalho e trânsito

Relacionamentos estressam mais que trabalho e trânsito

Você sabia que os relacionamentos estão no topo dos causadores de estresse do brasileiro?

Pesquisas recentes têm mostrado que um dos fatores que mais estressam os brasileiros são os relacionamentos.

Não é o trabalho e nem os relacionamentos amorosos que estão em primeira instância.

Os tipos de relacionamentos que mais afetam os brasileiros são: os familiares e os afetivos, logo em seguida vem os relacionamentos de trabalho, com colegas e o chefe.

A dificuldade nos relacionamentos familiares vem das mudanças que estão ocorrendo na forma de educar.

A educação dos dias atuais está bem diferente do que se era nos anos 90. As crianças e adolescentes são mais incisivos, os pais têm cada vez menos tempo de qualidade com os filhos e tudo isso gera falta de limites.

Essa falta de limites traz preocupação e gera estresse inclusive no ambiente de trabalho. Os pais se culpam pelo estilo de vida que levam e não conseguem a mudança que almejam, com isso gerando ainda mais frustração.

Os relacionamentos amorosos também têm afetado muito as pessoas. Há uma falta de tolerância e de compreensão com relação às diferenças.

Em todos os relacionamentos é preciso trabalhar a comunicação, rever valores e limites. Estar bem colocado com o papel a desempenhar no relacionamento.

Tudo isso gera estresse no trabalho e afeta o desempenho profissional.  Além de gerar dores e doenças como hipertensão, enxaqueca, gastrite, depressão, ansiedade e síndrome do pânico.

Podemos combater o estresse nos relacionamentos com base em alguns pilares:

1 – Atividade Física

Veja aquela atividade que lhe traga felicidade, por mais que você seja sedentário ou não goste de esporte, acredite, existe algo que te fará feliz.

O corpo humano não foi feito para ficar parado e se você encontrar a atividade certa seu corpo agradecerá tendo mais energia e equilíbrio.

2 – Relaxe

Cada um tem uma forma de relaxar. O importante é que neste momento sua cabeça seja esvaziada e você não seja estimulado a nada.

É apenas um tempo para suas células descansarem. Pode ser apenas um momento de respiração profunda, ou para quem prefere uma prática de meditação.

3 – Alimentação saudável

Foque em se alimentar bem pelo menos durante a semana. Coma mais frutas e verduras e alimentos leves. Eles ajudam no momento de estresse.

4 – Faça Terapia

As pessoas têm cada vez mais aderido à terapia. A terapia nos ajuda a perceber com mais clareza como estamos lidando com o estresse e os problemas do nosso cotidiano.

Com uma visão holística sobre tudo, paramos de alimentar o sofrimento e temos mais qualidade de vida.

 

 

Dayane Fagundes

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4 lições de vida importantes que aprendi em terapia

Lições de vida aprendidas na terapia

Jessica Thiefels sempre foi defensora da terapia. E nesse artigo ela fala das lições de vida que aprendeu fazendo terapia.

Estamos muitas vezes tão perto dos nossos problemas e estressores. Falar com alguém do lado de fora é muitas vezes a única maneira de entender tudo.

Ela faz terapia um pouco mais de um ano para trabalhar em uma questão. Após apenas algumas sessões, ficou claro que essa questão não era o que ela achava que era.

Estava agindo como uma capa por muitos anos, mascando problemas que não percebia que tinha.

A cada sessão com sua terapeuta, elas falavam sobre algumas preocupações específicas. No entanto, descobriu que as seguintes quatro lições são realmente aplicáveis em muitas outras áreas da vida.

Faça como Jessica e tente usá-las para trabalhar com problemas próprios.

1- Nem tudo é perfeito

Antes da terapia, Jessica se descrevia como perfeccionista.

No entanto, sessão após a sessão, seu terapeuta percebeu que estava usando demais a palavra “perfeito”, desde quando estava falando sobre o último sábado à noite até o último treino.

Ela estava lutando para alcançar a perfeição em todas as áreas da sua vida, e não tinha percebido isso.

Este tipo de pensamento perfeccionista alimenta diretamente uma mentalidade de preto e branco: se não for perfeito, não é bom o suficiente.

Isso coloca uma pressão extrema sobre você para fazer tudo perfeito, levando a ansiedade e estresse.

É raro que qualquer coisa seja negra ou branca em nossa vida, muito menos perfeita. Trabalhar para superar esse tipo de pensamento alivia um fardo desnecessário. E deixar espaço para erros e tudo o que a vida lhe oferecer.

2- O problema está sempre algumas camadas mais profundas

A raiz de qualquer problema, raramente é o que vemos e sentimos na superfície, dificultando o tratamento sem cavar mais fundo, dentro de nós mesmos:

“Para tudo o que enfrentamos hoje, há uma raiz atrás disso”, disse Celestine Chua, profissional de crescimento pessoal e empresária.

“Compreender a causa raiz é fundamental para resolver nossos problemas. Uma vez que a raiz foi removida, os efeitos serão tratados de acordo. “

Os terapeutas são conhecidos por fazer perguntas como: “Como isso faz você se sentir?”, E por uma boa razão. Essas perguntas ajudam a chegar à raiz do problema.

Nossa primeira resposta raramente é a que contém a chave para a solução.

Ao se questionar, você pode entender o que está acontecendo em sua mente: “Por que eu acho isso? Por que me sinto assim? Por que é a minha primeira resposta?”.  Questione cada resposta até chegar à raiz.

3-Os medos são muitas vezes apenas pensamentos pouco claros

Todos temos medos.Incluindo medo de répteis, insetos, situações sociais, falhas pessoais e falas em público.

Na terapia, Jessica percebeu que muitos dos seus medos não foram claramente “processados”em sua mente. Eles eram mais nuvens ameaçadoras que estavam sobre sua cabeça.

Mas quando colocou um “rosto” e uma descrição para o seu medo, não foi tão ruim assim.

Por exemplo, com o medo de falar em público, ela se perguntou: “O que é tão assustador sobre isso?” Os motivos podem incluir:

  • Eu posso esquecer o que eu preciso dizer.

 

  • Eu posso tropeçar em minhas palavras.

 

  • Eu posso dizer o que é errado.

 

Todas essas são preocupações válidas, mas agora pensem sobre o que aconteceria se esses medos se concretizassem. As pessoas ririam de você? Você ficaria com problemas? Você causaria danos irreversíveis?

Mas no final percebe que essas conseqüências não são suscetíveis de acontecer e que não são tão terríveis como seus pensamentos estão fazendo você pensar que elas seriam.

Em vez de deixar esse medo paralisar você, pergunte-se: Por que estou com medo disso? Qual o pior que pode acontecer? Você pode chegar a conclusão que a realidade não é tão assustadora.

4- Mudanças dão trabalho e levam tempo

A mudança não acontece do dia para a noite.

Aprendemos certos comportamentos e mentalidades durante um longo período de tempo. Alterá-los e mudar os padrões que construímos no nosso cérebro, é um processo longo.

O longo processo da Jessica, envolveu repetição de mantras e hábitos diários que reforçaram as mudanças que estava tentando fazer.

Quanto tempo leva para chegar a um ponto de paz e compreensão é diferente para todos, mas entrar no processo sabendo que levará tempo é fundamental.

Tanto na vida quanto na terapia, essa mentalidade dá espaço para entender os problemas e trabalhar em direção a uma solução.

Jessica mantêm essas lições consigo o tempo todo. Você também pode usá-los para resolver problemas em sua própria vida ou como inspiração para procurar um terapeuta.

Todo mundo tem suas próprias lições para aprender. Talvez seja hora de descobrir a sua.

 

Equipe FalaFreud

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*texto traduzido do site Talkspace

5 maneiras de melhorar sua saúde mental

Maneiras de melhorar a sua saúde mental

Encontrar um tratamento para saúde mental, incluindo terapia, é apenas parte de cuidar da sua saúde mental. E quanto a tudo o que você faz fora do tratamento?

Existem sugestões que são clichês, como: Yoga, respiração profunda, exercício.

Talvez tenha ouvido falar sobre essas técnicas ou até mesmo tentado aplicá-las, mas talvez teve menos sucesso do que você esperava. Não é verdade?

Existem outras formas de melhorar a sua saúde mental, com métodos que são incomuns mas que podem ajudar.

Aqui estão 5 maneiras para melhorar sua saúde mental:

1- Rir com frequência

Pode ser difícil rir quando está em depressão ou com outro transtorno de saúde mental, mas é importante que você ria sempre que possível.

A terapia de riso melhora nosso bem-estar emocional e nossa saúde mental, no geral.

Toda vez que você sorri e ri, seu cérebro libera dopamina. Esta substância quimica, produz sentimentos de felicidade e as endorfinas são nossos analgésicos naturais.

Quando passamos de sorrir para rir, a resposta do cérebro inclui a liberação de óxido nítrico que impulsiona o sistema imunológico e melhora nosso bem-estar geral.

2- Cante

Cantar faz maravilhas para nós. Quando cantamos, as vibrações musicais se movem através do corpo e alteram nossas emoções.

O resultado é um efeito calmante que fornece energia para mais tarde.

Os pesquisadores estão aprendendo que o ato de cantar acalma os nervos e eleva nossos espíritos, provavelmente porque cantar libera endorfinas associadas ao prazer.

Cantar também libera oxitocina, o que alivia ansiedade e estresse. A oxitocina também aumenta sentimentos de confiança, de vínculo e diminui sentimentos de depressão e solidão.

É por isso que o canto pode ser terapêutico em um grupo e participar de um coro é tão bom para a nossa saúde mental. A conexão com outros é similarmente um enorme benefício para a saúde mental.

3- Dance

A dança melhora nossa saúde mental, de acordo com pesquisadores suecos que descobriram que a dança ajuda a reduzir a depressão e a ansiedade.

Os efeitos positivos da dança ficam conosco por até oito meses depois de parar de dançar.

Outro estudo de Dakota do Norte, descobriu que idosos que fizeram aula de Zumba de 12 semanas relataram ter melhora de humor e habilidades cognitivas.

Melhor ainda, a dança liga as pessoas e as tornam mais sociaveis à medida que criam novas amizades e desenvolvem relacionamentos em aulas de dança ou eventos sociais que envolvem dança.

Você pode decidir fazer uma aula de dança ou reservar um tempo para tocar suas músicas favoritas e dançar pela sua casa. Não importa como você escolhe dançar, de qualquer maneira essa atividade melhorará sua saúde mental.

4- Concentre-se em ser grato

Segundo os pesquisadores, quando praticamos gratidão e expressamos o que agradecemos, melhoramos o bem-estar mental.

Quanto mais as pessoas se concentram nos aspectos positivos em suas vidas, mais fácil é deixar a negatividade de lado e abordar a vida com uma atitude melhor e com sentimentos mais positivos.

Escrever sobre as coisas que você é grato ou sobre as coisas boas que aconteceram no seu dia, e guarda-las para ler durante um momento particularmente difícil, pode ajudar a melhorar a saúde mental.

5- Esteja em contato com a natureza

Se você acha que se sente melhor quando sai de casa, você pode estar certo.

Um estudo de pesquisadores da Universidade de Stanford descobriu que caminhar na natureza reduz nosso risco de depressão.

As pessoas que andam por 90 minutos em uma área natural, melhoram sua saúde mental e as pessoas que vivem em áreas urbanas, especialmente, se beneficiam de entrar em contato com a natureza.

Você não precisa fazer uma caminhada intensa para colher os benefícios da saúde mental de estar na natureza.

Encontre uma trilha que te leve através da floresta ou um prado e aproveite o tempo ao ar livre. Ou, passeie por um parque para melhorar seu humor, diminuir sua ansiedade e melhorar a sua memória.

Para algumas pessoas, gastar tempo cuidando de sua saúde mental causa ansiedade porque não gastam tanto tempo fazendo tarefas domésticas.

Se este for o caso, você não se beneficiará muito dessas atividades incomum de melhora da saúde mental.

É por isso que você deveria pensar em ter alguma ajuda com as tarefas diárias, como a limpeza, para que você possa se concentrar em melhorar seu bem-estar mental e ter certeza de que você não ficará atrasado em suas tarefas diárias.

*texto traduzido Talkspace

Equipe FalaFreud

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Dicas para lidar com o estresse no trânsito

Como lidar com o estresse no trânsito

O estresse no trânsito interfere muito na saúde da população. Cada vez mais as pessoas se encontram impacientes com algo que elas não podem mudar.

Partindo dessa perspectiva, de que eu não posso mudar uma situação devemos fazer que ela fique o mais confortável possível.

Por isso, hoje deixaremos dicas de como lidar com o estresse no trânsito.

1 –  Respire

Inspirar e expirar bem devagar, prestando atenção apenas na sua respiração pode ajudar muito.

A inspiração harmoniza os níveis de oxigênio no sangue e no cérebro, o que mantém os neurônios em equilíbrio, proporcionando assim uma sensação de relaxamento.

2 – Faça alongamentos

O estresse emocional e o fato de estar muito tempo na mesma posição pode causar tensões musculares.

Faça alongamentos mesmo sentado, a ação produz endorfina, um analgésico natural do nosso organismo, o que proporciona prazer.

Além de sentir mais prazer, você irá movimentar músculos que usualmente ficariam parados, evitando assim, dores no corpo, que podem aumentar o estresse.

O mais indicado é flexionar os braços atrás da cabeça e o tórax para frente ou sobre o volante, tracionar os joelhos sobre o abdômen, e flexionar e estender punhos e tornozelos.

3 – Escute meditações ou músicas relaxantes

Enquanto faz o seu trajeto você pode aproveitar o tempo para relaxar a mente com uma meditação guiada ou até mesmo uma música relaxante.

O segredo para encontrar nossa plenitude é buscar estar bem mentalmente mesmo no meio do caos do trânsito.

4 – Bolinhas contra estresse

Leve bolinhas e aperte enquanto espera no trânsito. Elas podem ajudar a fortalecer a musculatura do antebraço e evitam dores.

5 – Pensamentos fluídicos

Tenha bons pensamentos enquanto estiver no trânsito, mentalize que seu dia ou noite será bom, pense em tudo o que você tem a agradecer.

Pensar negativamente ou se preocupar, além de não resolver o problema só irá te deixar estressado.

Você pode escolher frases que tenham a ver com você e elaborar um mantra de harmonia para mentalizar:

“estou em paz, amor e harmonia” ou “o mundo inteiro está em paz e eu também.” .

As palavras não importam desde que sejam positivas e você se identifique com o que está falando.

 

Dayane Fagundes

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Quais são os sintomas da ansiedade?

Ansiedade: Quais os sintomas da ansiedade

A ansiedade é um mecanismo de defesa do seu corpo que quando acionado equilibradamente te impulsiona a ações positivas.

O problema ocorre quando ela está exagerada. Ansiedade tem a ver com desejo.

Desejo de que algo ocorra da melhor forma possível. Porém, acompanhada de medo e insegurança pode ser estrondoso na vida de qualquer pessoa.

Mas, quais os sintomas da ansiedade que preciso prestar atenção?

1 – Ter medo de tudo

O medo de que algo dê errado é grande. A pessoa até deixa de fazer algo por causa disso.

Por exemplo, não viaja com medo de ter um acidente. Ou quando viaja passa mal, tem dores de cabeça, de estômago, diarreia e fica tensa o tempo todo.

Outro exemplo, é não conseguir fazer um exame ou ir ao médico por medo.

2 – Comer exageradamente

Comer por estresse, sempre que se está triste ou entediado. Sempre que a fome for emocional e ao invés de física é sinal de ansiedade.

3 – Alterações de sono

Ter dificuldade para dormir ou ter insônia antes de reuniões importantes e eventos. É sinal de que a pessoa não consegue se desligar.

Algumas vezes chegam a ter sonhos e acordam pensando em soluções possíveis para determinada questão.

Ansiedade excessiva causa alterações no sono.

4 – Ter dores musculares

Dores constantes nas costas, ombros, nuca, etc.

Essas tensões musculares, geralmente são causadas pela ansiedade.

Quanto maior a preocupação e o estresse, maior a possibilidade de sentir tensões e dores no corpo.

 5 – Preocupar-se

Estão sempre preocupados com tudo o que vai acontecer, com o próprio futuro ou mesmo o futuro do país.

Se preocupam se conseguirão pagar as contas, se ainda terão emprego, etc.

Essas preocupações podem gerar dores de cabeça e no estômago, podendo até afetar o sistema imunológico.

6 – Se irritar com qualquer motivo

Irritabilidade, mudanças de humor repentinas e sem explicação aparente.

Quando estamos irritados com tudo que acontece e não entendemos porque não conseguimos controlar.

7 – Apresentar inquietação

Não conseguir ficar quieto, não conseguir relaxar mesmo em momentos de lazer.

Nada parece bom e a pessoa tem necessidade de sempre estar em movimento, pois não encontra satisfação em nenhuma atividade.

8 –Sintomas físicos

Sintomas físicos como: tremores, cansaço, sensação de falta de ar ou asfixia, taquicardia, suor excessivo, mãos frias e suadas, boca seca, tontura, náuseas, desconforto abdominal, ondas de calor, calafrios, micção frequente, dificuldade para engolir, sensação de engasgo, diarreia, entre outros.

9 – Perfeccionismo

Pessoas que buscam estabelecer altos padrões de exigência com elas mesmas e consequentemente com os outros.

Estão sempre contrariadas com algo que não saiu como esperavam e ficam ansiosas esperando que algo dê errado.  

Os sintomas da ansiedade são facilmente identificáveis e podem ser tratados com resultados promissores pela terapia direcionada para acalmar a mente e ressignificar padrões de pensamentos.

 

Dayane Fagundes

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Terapia para que?

Por que terapia é importante?

Por que a terapia é importante?

De acordo com dezenas de pesquisas neurológicas, citadas pela revista Superinteressante em 2016, as sessões de terapia modificam conexões neurais e os padrões de comportamento.

Nos registros da Psicanálise, a primeira pessoa tratada pela terapia da palavra se chamava Bertha Pappenheim, que ficou conhecida como Anna O.

Ela sofria de alucinações histéricas, sonambulismo e se recusava a beber água. Já vinha há seis semanas sem beber água, apenas comendo frutos e aproveitando o teor de água contido neles.

Os sintomas só começaram a desaparecer após falar em voz alta sobre o que a atormentava.

Após o desabafo enérgico da raiva que estava dentro dela, Anna pediu para beber e bebeu sem reservas uma grande quantidade de água. Com isso, o distúrbio desapareceu para sempre.

Ou seja, o que aconteceu com a paciente Anna .O, foi tomar consciência dos seus sentimentos, passando a sentir o alívio imediato após isso acontecer.

Na vida prática, seria como se o paciente entendesse o que vem fazendo com sua vida, entrando em contato com o que há por trás de suas ações.

A partir dessa tomada de consciência, o indivíduo começa a sentir-se responsável por seus comportamentos, erros, medos e culpas, pois somente tomando para si a responsabilidade por seus problemas, é que pode vislumbrar as mudanças e deixar de culpar os outros.

Quando assume sua vida, a pessoa para de se sabotar e de se esconder em desculpas infinitas. Essa é a filosofia, inclusive, do Hooponopono, técnica havaiana de cura.

Assim as terapias atuam no cérebro, uma estrutura plástica, um músculo, que tem a habilidade de se modificar de acordo com as experiências que o indivíduo tem ao longo de sua vida.

No processo terapêutico, novos arranjos das sinapses acontecem durante o aprendizado. Na fala, no choro, no grito, no silêncio diante do terapeuta, catarses acontecem, e são libertadoras!

Pesquisas em neuroimagem também tem provado que não importa a abordagem terapêutica, pois a eficácia no tratamento psicológico é a mesma.

Ou seja, diferentes terapias  funcionam igualmente, principalmente porque o paciente acredita que está recebendo uma ajuda terapêutica de boa-fé.

Embora pareça placebo, não é, porque cada abordagem tem sua fundamentação teórica e tem um profissional habilidoso a conduzir o processo.

Embora, segundo pesquisas, não se saiba exatamente como a melhora acontece. O importante é saber que as terapias funcionam, independente do tipo de abordagem e do formato, já que hoje temos a presencial e a online.

A terapia em sua essência depende, sobretudo, da vontade do paciente em amadurecer e em promover mudanças adaptadoras em sua vida, além da habilidade do terapeuta no manejo das questões inerentes a cada paciente atendido e da qualidade da  relação que os dois desenvolvem.

Não basta enquadrar o paciente em conceitos psicológicos, é preciso buscar uma boa empatia, compreendendo a linguagem do paciente e o funcionamento do seu mapa mental.

O terapeuta na sua escuta, permite e estimula a expressão do indivíduo que o procura, para que possa por meio da fala, se conectar com ideias recalcadas que produzem os sintomas atuais.

Somente assim, o paciente pode ter uma nova compreensão desta memória,ou seja,  reconhecendo-a

O sofrimento consiste na repetição de comportamentos movidos por sentimentos recalcados no passado, trazendo sempre este passado para o presente, de forma inconsciente, uma vez que é constantemente atualizado através dos sintomas.

Quando a reação é reprimida, o afeto permanece ligado à lembrança e produz o sintoma.

Na terapia, trazer à tona esse conteúdo recalcado é libertar-se.

Mantê-los no inconsciente, é repetir comportamentos doentios e desadaptados, andar em círculos repetindo escolhas erradas e acreditar que seu sofrimento é carma, castigo ou destino.

Na pressa do mundo pós-moderno, as pessoas esquecem de si e correm atrás da sobrevivência, gastando o pouco tempo que tem, na maioria das vezes, no uso inapropriado e excessivo das tecnologias, acabando por adoecer a mente e o corpo.

Sob o pretexto de que não tem tempo para cuidar de si, não procuram tratamento terapêutico.

O FalaFreud é uma dessas oportunidades de tratamento, pois ajuda o paciente a conectar-se consigo mesmo e compreender melhor o que se passa no inconsciente.

 

Goretti Lima

FalaFreud é o melhor caminho para a terapia de forma fácil, acessível e conveniente para aqueles que procuram uma vida melhor. Você pode se conectar com um terapeuta do conforto e privacidade da sua casa usando o seu smartphone, baixe o nosso aplicativo em http://www.falafreud.com/ e converse hoje mesmo com um terapeuta.

Como transformar o estresse em produtividade?

Como transformar o estresse em produtividade

Estresse às vezes é inevitável mas veja como transformá-lo em seu aliado.

Todos nós sabemos que estresse faz mal e que traz desde problemas de saúde até a perda de produtividade.

No entanto, embora hajam maneiras comprovadas de reduzir o estresse, às vezes é inevitável ficar estressado nesta jornada chamada vida. Na verdade, se você está fazendo grandes coisas, é praticamente impossível não ficar.

É por isso que novas pesquisas sugerem que muito desse estresse que encontramos, pode realmente ser aproveitado de forma positiva e transformado em produtividade.

Alguns especialistas em psicologia de Harvard Business Review, nos desafiam a pensar na época que estávamos no auge do sucesso e de alta performance, fazendo a seguinte pergunta:

“Você estava sendo motivado pelo estresse?”

A maioria das respostas foram um enfático “Sim!”, o que nos mostra que o estresse nem sempre tem que ser negativo. Se soubermos lidar com ele da maneira correta.

Aqui vão algumas dicas que os especialistas de Harvard dizem para termos em mente, que nos ajudarão a obter os benefícios do estresse e reduzir os efeitos negativos que ele pode trazer para o corpo, para as nossas relações e carreira:

1- A beleza está nos olhos do detentor do estresse.

O estresse é inevitável; Se você não tiver, você é uma espécie rara.

O primeiro passo para lidar com o estresse é reconhecê-lo, assim poderá decidir o que fazer fazer com ele.

Você terá que fazer uma decisão importante e sim, é uma escolha. Terá que decidir se verá o estresse como um obstáculo que irá te impulsionar ou impeditivo.

“Ter essa consciência, desencadeia motivação positiva porque, no fundo, sabemos que as coisas que são importantes nem sempre devem ser fáceis “.  – Alicia e Thomas Crum na Harvard Business Review

O segredo é reconhecer o estresse como um efeito colateral para o seu desenvolvimento e que te desafia constantemente.

De acordo com Shawn Achor, que é especialista em psicologia da positividade, as nossas funções cerebrais melhoram quando passamos a enxergar os desafios como uma coisa positiva.

Se nós mantivermos positivos e interessados em usar o estresse a nosso favor; Nosso cérebro expandirá, permitindo um mais rápido processamento de informações e aumentando a produtividade.

Para alcançar esse estágio, você precisa treinar o seu cérebro a reconhecer o estresse como um subproduto do seu sucesso e não como algo apavorante.

2- Use o estresse a seu favor.

O estresse não existe para nos matar. Na verdade, voltando a era das cavernas, ele servia como uma ferramenta bem poderosa para evitar a morte.

A pesquisa sugere que apesar de não gostarmos de estar estressados, O estresse nos ajudou durante a era das cavernas e pode nos ajudar hoje, no mundo moderno.

Alicia e Thomas Crum também descobriram que: “Os hormônios de estresse realmente induzem o crescimento e liberam substâncias químicas no corpo que reconstroem células, sintetizam proteínas e aumentam a imunidade, deixando o corpo ainda mais forte e saudável do que era antes. Os pesquisadores chamam esse efeito de prosperidade fisiológica, e qualquer atleta sabe suas recompensas “

3-  Tenha alguém para se apoiar.

Invista nas suas relações para que tenha com quem contar quando tiver naquele momento mais crítico do estresse.

Alguém com pensamentos positivos e otimista, que possa te ouvir e te ajudar a entrar em equilíbrio e a encarar o estresse como seu aliado.

4- Concentre-se no que você pode controlar.

Stephen Hawking disse uma vez: “Uma das regras básicas do universo é que nada é perfeito. A perfeição simplesmente não existe. “Se a Mãe Natureza ainda não descobriu, então você também não vai.

Irão existir milhões de coisas que estarão  fora do seu alcance todos os dias, não importa o quanto se esforce. Então ignore o que não pode controlar.

Shawn Achor, ensina em seu livro a aplicarmos no nosso dia a dia a técnica chamada “Experiência da ilha”.

Ele sugere que você escreva uma lista de coisas estressantes na sua vida e faça em círculos ou “ilhas”. Um círculo você deve colocar as coisas que pode controlar e no segundo círculo, as que não tem controle algum.

Ignore os itens que colocou no círculo das coisas que não tem controle e faça um plano de ação para os itens do outro círculo.

Dessa maneira qualquer estresse desnecessário, começará a sumir e te ajudará a ir atrás dos seus objetivos.

5- Considerações finais: Quanto mais praticar, melhor ficará.

Isso mesmo, melhor e não perfeito.

Até mesmo quando falamos de estresse, a prática é o melhor caminho para aprender a lidar com isso. Assim que perceber que o estresse está chegando, tente praticar algumas das técnicas que foram discutidas aqui neste artigo.

Dessa maneira, quando tiver um dia bem difícil e estressante, seu corpo e mente não sentirão tanto o efeito negativo do estresse.

Com paciência e com um passo de cada vez, você conseguirá lidar com estresse.

 

*Texto traduzido e adaptado do site The Mission.

Equipe FalaFreud

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A fibromialgia tem relação com o emocional?

Fibromialgia e o emocional, saude mental

1- o que é fibromialgia e a relação com a mente.

A pessoa que tem fibromialgia sente dores agudas e constantes nos músculos de todo o corpo. Essas dores levam a pessoa ao desânimo, fraqueza muscular, cansaço.

Aparentemente a pessoa está bem, mas a dor é insistente a todo movimento, como sentar, levantar ou deitar.

O corpo e a mente não são instâncias separadas, por esse motivo todo o funcionamento da mente, os padrões de pensamentos e funcionamento do ego interferem na saúde do corpo.

As pessoas que têm fibromialgia costumam carregar o mundo nas costas, seja os problemas dos familiares ou do trabalho.

O que acontece é que elas tornam os pensamentos tão tensos que o corpo faz o mesmo movimento.

A alma está em dor e o corpo é o reflexo da alma.

2- Quais são os comportamentos comuns de uma pessoa com fibromialgia?

O paciente com fibromialgia dificilmente relaxa aos prazeres da vida e está sempre preocupado.

Preocupa-se com o que deixou de fazer ou o que poderia estar fazendo para estruturar melhor a sua vida e a vida de seus familiares.

Costuma se aborrecer toda vez que confiou a alguém uma tarefa e não saiu como imaginava. Nesse momento seu corpo começa a doer e a incomodar, refletindo o incômodo que sofreu com a atitude alheia.

3- O que é indicado para a pessoa que sofre de fibromialgia?

O indicado para as pessoas que sofrem com essas dores é trabalhar seu olhar sobre os acontecimentos.

Nós não podemos mudar o mundo e nos aborrecer com tudo que acontece diferente do que desejamos.

Toda essa energia de tensão é jogada para nosso corpo. A realidade não pode ser mudada, mas o modo como pensa sobre ela pode ser diferente.

Aprender a relaxar e ser menos controlador pode ajudar muito. Isso deve ser feito com acompanhamento terapêutico.

O terapeuta tem uma visão neutra e acolhedora, ajudando a nortear caminhos para a quietude interior necessária a pessoa que tem fibromialgia.

 

Dayane Fagundes

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