Como gostar do seu trabalho? Confira dicas infalíveis

Como gostar do seu trabalho quando a rotina é pesada, seu chefe é autoritário ou o salário não é como você gostaria? Confira as dicas!

É no trabalho que normalmente passamos a maior parte dos nossos dias. Além disso, é ele que nos faz acordar preocupado no meio da noite e consome um bom tempo da nossa vida. Assim, já que passamos tanto tempo trabalhando, por que não tirarmos proveito enquanto fazemos isso? Nesse texto você verá algumas dicas de como gostar do seu trabalho.

Pesquisa mostra número alto de funcionários infelizes

Infelizmente, ainda é minoria o número de pessoas que de fato gosta do que faz. Com isso, a consequência é um impacto negativo na qualidade do trabalho. De acordo com uma pesquisa realizada pela empresa Gallup em 2015, menos de um terço dos funcionários estão totalmente engajados em seus trabalhos.

Além disso, o estudo também descobriu que não importa o tamanho do seu contracheque – o dinheiro nem sempre é uma motivação sustentável. E não importa qual seja o seu cargo – o nome do cargo geralmente não tem conexão com significado ou motivação. Então, como é que algumas pessoas podem ser bem pagas, mas sentem-se desconectadas com o que fazem, enquanto outras trabalham em situações que estão longe de serem ideais e ainda assim se sentem satisfeitas?

Aprendendo a gostar do seu trabalho

De acordo com Karen Carlucci, terapeuta licenciada em Nova York, o segredo está em dar significado. “O significado é o que nos dá motivação, e as pessoas muitas vezes encontram significado em seu trabalho quando sentem necessidade e são apreciadas”, disse ela. Ou seja, uma vez estabelecido o senso de propósito, a motivação para se comprometer com um trabalho e fazê-lo da melhor forma possível seguirá ”.

Para encontrar significado e aprender como gostar do seu trabalho confira algumas dicas:

1. Procure uma motivação e dê significado ao trabalho

A primeira dica de como gostar do seu trabalho é identificar o que você gosta de fazer. Descobrir o que você gosta vai lhe dar uma direção e um sentimento de propósito. Portanto, Jennifer Way, CEO da Way Solutions, empresa de gestão de carreira, recomenda se fazer estas perguntas:

  • O que inicialmente te atraiu para essa vaga?

Foque naquilo que fez com que você se interessasse por essa vaga no primeiro momento. Com isso, você poderá eliminar pensamentos negativos que você possa ter em relação ao eu atual cargo.

  • De que forma você contribui para a sua empresa?

Quais dons e talentos você está utilizando em sua função atual? Qual o valor que você traz para a sua área? Focar na sua contribuição para aempresa pode ajudá-lo a sentir mais engajado com o que você faz. Esse pode ser um excelente começo para aprender a gostar do seu trabalho.

  • Existem projetos no trabalho que te interessam?

Existe algum projeto que você possa estar interessado em fazer parte? Isso, portanto, pode te desafiar a pensar de outra forma. Além disso, você poderá estimular sua imaginação e conhecer novos colegas de trabalho.

2. Construa relacionamentos

De acordo com a empresa Gallup, as pessoas que têm um melhor amigo no trabalho têm sete vezes mais chances de serem mais engajarem seus empregos. Contudo, se esse não for o caso, um amigo próximo já basta. Isso porque, a Gallup descobriu também que as pessoas que simplesmente têm um bom amigo no local de trabalho têm maior probabilidade de ficarem satisfeitas.

Portato, se você deseja encontrar mais significado em seu trabalho, programe algum tempo para fortalecer seus relacionamentos na empresa.

3. Olhe para fora

Caso um colega de trabalho não seja uma opção, você pode sempre olhar para fora das paredes do seu escritório. Isto é, “não precisa ser limitado ao local de trabalho”, disse Jennifer Way. “Pesquise redes profissionais fora do seu local de trabalho, onde você pode se conectar com outras pessoas em sua profissão. Além disso, reflita se existe em seu setor que você gostaria de almoçar ou tomar café regularmente”.

4. Mude sua atitude

Ter uma boa atitude no trabalho é fundamental e pode ser um precursor para você se sentir mais feliz em seu cargo. Embora seja mais fácil falar do que fazer (e mais fácil para algumas funções do que outras), uma boa atitude é algo que vem com prática e atenção. Para isso, considere trabalhar em suas habilidades interpessoais, ou seja, você aprender a tratar os outros com mais atenção, o que fará com que eles respondam de maneira gentil. Tudo isso pode contribuir para deixar dia a dia mais satisfatório.

O trabalho deve estar sempre atrelado a uma realização pessoal

Pergunte-se: você ama seu trabalho? Ou você teme segunda, terça, quarta e quinta-feira (e talvez até mesmo as horas antes do almoço na sexta-feira)? Se você quiser encontrar significado, lembre-se de olhar além das tarefas cotidianas e focar no resultado final que lhe trará satisfação – mesmo que seja apenas o contracheque.

Além disso, reflita sobre o que te tira da cama de manhã, dia após dia? Com o que mais você se importa? Pode ser que a resposta seja dinheiro (ou coisas que compramos com ele) e tudo bem. Contudo, o importante é reconhecer nossos valores fundamentais e honrá-los. Isso, portanto, nos levará a uma vida de trabalho mais alinhada e produzirá sentido para avançarmos. ”

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Fonte: https://www.talkspace.com/blog/2018/09/find-meaning-at-work-tips/

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O FalaFreud tem a solução para a sua empresa. Através de um serviço de comunicação ágil, seguro e acessível, você pode proporcionar o benefício da terapia para os seus funcionários. Além de psicólogos licenciados e experientes, nossos profissionais contam com um horário flexível, como por exemplo de manhã cedo ou a noite, o que não afetará na carga horária de trabalho dos funcionários. 

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Consequências de pais depressivos para as crianças

Entenda como pais depressivos podem afetar a saúde mental dos filhos e saiba como resolver a situação.

Se você tem filhos, sabe que a tarefa de educar uma criança é desafiadora. Porém, esse desafio pode ser ainda quando se tratam de pais depressivos. Isso porque a depressão pode trazer consequências para a criança, que, em alguns casos, pode até desenvolver transtornos mentais também. Por isso, para te ajudar a lidar com essa situação, preparamos uma lista com quatro dicas do que fazer nesses casos.

Um estudo publicado no Journal of American Medical Association concluiu que a depressão dos pais está entre muito relacionada com ansiedade exagerada em crianças e adolescentes e casos de depressão nos filhos. Ou seja, as crianças com pais depressivos tem um risco genético aumentado para doenças mentais. Além disso, os sintomas depressivos dos pais criam um estresse ambiental adicional para a criança.

Por exemplo, se você luta contra a depressão, sabe o quanto pode ser difícil manter um bom desempenho no trabalho e cultivar seu relacionamento com amigos e familiares. Assim, além do estresse como problemas conjugais ou perda de emprego, as crianças também sofrem.

Quando as crianças crescem em ambientes estressantes ou incertos, elas podem desenvolver seus próprios problemas comportamentais ou emocionais. Portanto, ansiedade ou depressão são resultados comuns nesses casos.

Como a depressão afeta a maternidade/ paternidade

Confira como pais depressivos podem afetar uma criança e as consequências do transtorno no ambiente familiar.

Falta de envolvimento com os filhos

Quando pais depressivos lutam contra a falta energia, apatia e tristeza causada pela depressão, eles não conseguem se envolver totalmente com os filhos. Por isso, eles podem até ter dificuldade em reunir energia para cuidar das necessidades básicas de uma criança. Isso, contudo, atrapalha o processo de desenvolvimento da criança.

Sentimento de culpa

Os pais que sofrem de depressão geralmente sabem que seus sintomas afetam a paternidade/ maternidade. Porém, podem achar difícil fazer as mudanças que seus filhos precisam. Isso faz com que eles se culpem ainda mais pela doença e abala a confiança deles em suas habilidades. Segundo um estudo na Maternal and Child Health Journal descobriu que se sentir mais eficaz como pai ou mãe pode diminuir os sintomas depressivos dos pais.

Falta de limites

Em alguns casos, os pais depressivos têm mais dificuldade em estabelecer limites as crianças. Além disso, esses pais que duvidam de suas habilidades costumam ser mais ansiosos, tendendo a reforçar a ansiedade em seus filhos. Como eles entram em padrões ineficazes e não sabem o que fazer, os pais nessas situações geralmente cedem ao mau comportamento infantil.

Mas afinal, o que os pais depressivos devem fazer?

Ser pai ou mãe com depressão não precisa ser um cenário permanente ou sem esperança. Há muitas maneiras de encontrar ajuda para a depressão e também fornecer soluções para ajudar o seu filho a lidar melhor com o transtorno.

1.Peça ajuda a um profissional

Um profissional pode ajudá-lo a entender o comportamento típico da infância, como seus sintomas podem afetar esse comportamento e como desenvolver um estilo parental que funcione melhor para você.

2. Obtenha ajuda para o seu filho

Um psicólogo profissional pode ajudar a diminuir grande parte do sofrimento das crianças que têm pais depressivos. Assim, o profissional pode ensinar o seu filho sobre depressão e como lidar de maneira eficaz com o transtorno.

Além disso, a terapia pode melhorar os problemas comportamentais e emocionais da criança. Isso portanto, quebrará ciclos negativos que pioram a depressão dos pais.

3. Encontre alegria em pequenas coisas

Às vezes, conviver com a depressão significa estar muito sobrecarregado para apreciar o momento. As crianças, no entanto, vivem no momento todo o tempo. Enquanto você obtém ajuda profissional para você e seu filho, procure pequenas alegrias que vocês possam compartilhar. Um jogo de tabuleiro de 10 minutos, um lanche favorito ou uma caminhada rápida do lado de fora pode fazer uma grande diferença para vocês dois.

4. Siga o tratamento correto

Além da psicoterapia, alguns indivíduos com depressão precisam da medicação para obter um melhor controle dos sintomas. Portanto, sintomas depressivos significativos necessitam de tratamento adequado.

Ao procurar ajuda, você descobrirá que a paternidade/maternidade pode se tornar mais fácil com o tempo. Não só você, como a sua família e seu(s) filho(s)vão se beneficiar de um ambiente mais saudável e positivo.

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Fonte: https://www.talkspace.com/blog/2018/09/parenting-with-depression-tips/

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Saúde mental no trabalho e empatia são chaves para o sucesso

Saiba de que forma a empatia e a saúde mental no trabalho são fundamentais para alcançar bons resultados.

Milhões de pessoas passam por conflitos internos todos os dias, muitas vezes sem que ninguém ao redor saiba. Isso acontece em diversos ambientes, inclusive no trabalho. Por essa razão, prezar pela saúde mental do outro não é apenas saber o que é depressão, ansiedade ou transtorno bipolar. Não se trata apenas de perguntar às pessoas se elas estão bem. É sobre ser humano novamente. Trata-se de mudar nossa cultura e mostrar empatia aos nossos colegas, clientes e líderes. Entenda porque a saúde mental no trabalho é um ato de empatia em vez de simpatia.

Entenda porque a saúde mental no trabalho é essencial para o sucesso

Digamos que você tenha um cliente complicado. Com isso, o gerente de relacionamento da empresa está tendo problemas para lidar com ele. O cliente muda muito de ideia, está sendo rude com os seus funcionários e está impactando a cultura interna de sua equipe. Ninguém quer falar com esse cliente e, de repente, você evita que sua equipe faça certos trabalhos para ele. O que ninguém sabe é que esse cliente em questão tem lidado com depressão por muitos anos. Recentemente, ele piorou porque seus filhos se mudaram e seu casamento começou a desmoronar. Assim, por não saberem como lidar com a situação, o caso tem prejudicado o trabalho dos funcionários.

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Agora imagine que a sua equipe passou recentemente por um programa de saúde mental no trabalho, ensinando o que realmente significa a saúde mental. Sua equipe entende o impacto de como a vida pessoal pode afetar o trabalho e aprendeu a melhor maneira de lidar com isso.

Portanto, agora em vez de terem dificuldades para lidar com o caso, seus funcionários refletem sobre a situação e tentam entender por que o cliente pode estar agindo dessa maneira. Assim, eles podem começa a mudar sua abordagem da situação.

A abordagem se torna mais empática. Isso porque, eles têm o conhecimento de como nossas mentes e vidas podem refletir em nossas ações. Em resposta, um dos funcionários que participou do programa de saúde mental no trabalho começa a se abrir sobre a própria vida para o cliente e, antes que você perceba, o cliente informa a ele que sua saúde mental não está indo tão bem.

O poder da empatia no trabalho

O que você tem agora é algo que outras equipes não podem oferecer. Isso é chamado de empatia. Mostrar empatia com o seu cliente, colega e/ou funcionário permite que eles busquem a ajuda que precisam. Dessa forma, portanto, você está começando a remover as barreiras que estavam prejudicando sua equipe. Não só você fez a coisa certa para a pessoa que está com problemas pessoais, mas sua equipe também é capaz de gerenciar questões sobre saúde mental no trabalho.

A empatia faz parte de quem somos como seres humanos. Porém, nos tempos modernos, é quase como se tivéssemos esquecido de como praticá-la. Está na hora de mudarmos isso e desmistificarmos a saúde mental.


Não é mais sobre simpatia, é sobre empatia

O FalaFreud tem ajudado empresas a mudarem a maneira como os funcionários e líderes enxergam a saúde mental no trabalho e em suas vidas pessoas. Através de um serviço próprio de comunicação, mais ágil e acessível, estamos fazendo com que a saúde mental faça parte da conversa estratégica das companhias. Invista em terapia para os seus funcionários e veja o benefício que o processo terapêutico pode ter nos resultados.

Fonte:https://www.linkedin.com/pulse/hard-truth-mental-health-workplace-isnt-sympathy-empathy-wilson/

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Estresse no trabalho diminui produtividade; aponta pesquisa

Entenda como o estresse no trabalho afeta diretamente os resultados de uma empresa.

Funcionários que sofrem de altos níveis de estresse no trabalho são menos engajados e menos produtivos. Além disso, eles têm níveis mais altos de absenteísmo quando comparados com aqueles que não trabalham sob pressão excessiva. É o que mostra uma pesquisa realizada pela empresa de serviços profissionais Towers Watson.

Segundo a pesquisa da Global Benefits Attitudes, os níveis de desligamento no trabalho estão muito relacionados aos níveis de estresse. Isso porque, os níveis de desligamento no trabalho aumentam significativamente quando os funcionários experienciam altos níveis de estresse. Além disso, o estudo de 22.347 funcionários em 12 países, incluindo o Reino Unido e os EUA, revelou que mais da metade dos funcionários que sofriam altos níveis de estresse relataram que foram desligados do trabalho.

Além disso, a pesquisa ainda mostrou claramente uma ligação destrutiva entre altos níveis de estresse e produtividade reduzida. Segundo Rebekah Haymes, consultora sênior e especialista em bem-estar da Towers Watson, “um terço dos entrevistados disseram que muitas vezes são incomodados pela pressão excessiva no trabalho, o que os leva a mais chances de desligamento e absenteísmo – indicadores claros de baixa produtividade no local de trabalho”. disse ela.

Motivos por trás do alto nível de estresse no trabalho

Além dos números, os motivos por trás dos altos níveis de estresse também foram exploradas na pesquisa. Mais da metade dos funcionários citaram o pessoal inadequado como a maior causa de estresse. Globalmente, poucos empregadores consideraram isso como um grande problema.

Assim, apenas 15% dos gerentes seniores perceberam que essa era uma causa de estresse em sua organização. No entanto, nos EUA, os empregadores concordaram que o pessoal inadequado era a segunda maior causa de estresse no trabalho – perdendo apenas para a “falta de equilíbrio entre trabalho e vida pessoal”.

“Se os líderes empresariais quiserem promover um ambiente de menor estresse em seu local de trabalho, é vital que eles entendam as causas reais do estresse em sua organização”, comentou Haymes. “Sem isso, até a melhor equipe de gerenciamento pode se concentrar em energia e recursos nas áreas erradas”.

Além disso, os níveis de ausência também foram influenciados pelo estresse. Foram registrados em média 4,6 dias de doença por ano para aqueles funcionários que se sentiam estressados. Contudo, os funcionários que relataram baixos níveis de estresse tiveram uma média de 2,6 dias.

Mais dias de presenteísmo

Presenteísmo é o nome dado ao fênomeno de se estar presente no ambiente de trabalho, mas com a produtividade baixa. Segundo a pesquisa, ocorreu 50% de presenteísmo em funcionários altamente estressados, com uma média de 16 dias por ano. Já os funcionários com baixos níveis de estresse relataram uma média de 10 dias por ano.

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Fonte: https://www.forbes.com/sites/karenhigginbottom/2014/09/11/workplace-stress-leads-to-less-productive-employees/#6b62a09c31d1

Se livrar de arrependimentos é possível? Veja dicas

Confira cinco dicas para se livrar de arrependimentos e deixar sua vida mais leve e feliz.

Arrependimentos costumam ser dolorosos. Você pode ter se arrependido de um relacionamento perdido há um tempo, de uma mágoa que causou em um amigo ou por algum comentário que não devia ter feito. Apesar de não ser possível voltar no tempo e agir diferente, você pode mudar suas atitudes com relação a esse sentimento daqui para frente. Confira cinco dicas de como se livrar de arrependimentos.

Maneiras de lidar com o arrependimento:

1. Peça desculpas

Se você não consegue tirar uma lembrança dolorosa da cabeça, às vezes essa solução pode ser simples o suficiente: um pedido de desculpas. Nunca é tarde demais para pedir desculpas por uma declaração mal formulada ou um erro que deixou seus amigos chateados. Assim, dizer a temida palavra “desculpa” pode ser incrivelmente catártico e libertador.

Porém, às vezes, desculpar-se não é a solução. Alguém mais foi ferido por suas ações? Ou você está apenas se desculpando na esperança de amenizar sua culpa? Um pedido de desculpas pode não ajudar nesse caso. Nessa circunstância, portanto, a pessoa com a qual você deve buscar perdão é você mesmo.

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2. Perdoe-se

Se você quer se livrar de arrependimentos, então essa dica é indispensável. Aprender a perdoar pode ser o ato mais bonito que você pode fazer por você mesmo. Então perdoe-se!

Contudo, a forma na qual você vai fazer isso pode variar de acordo com a sua personalidade. Ou seja: talvez um momento rápido de autoconfiança ajude a melhorar a dor ou talvez esse processo leve mais tempo. Mas não se sinta estranho se desculpando, inclusive você pode até querer escrever seus erros com caneta e papel. O importante, portanto, é ter compaixão com você mesmo e não se cobrar a perfeição.

Aceitar suas falhas pode ser um processo longo, mas você pode começar perdoando seus erros. Você não é uma pessoa ruim porque você errou. Porém, você deve se esforçar mais (ou agir diferente) em uma próxima vez.

3. Desafie os pensamentos negativos

Sabemos que evitar pensamentos negativos não é uma tarefa fácil. Porém, se você quer se livrar de arrependimentos, é extretamente importante.

Talvez você esteja pensando que os pensamentos virão, não importa o que você faça! Mas, para se livrar de arrependimentos, você precisa começar a desafiar todo pensamento negativo que aparecer em seu cérebro.

Para isso, a meditação pode ajudar bastante. Isso porque, passar um tempo sozinho com seus pensamentos ajudará você a identificar esses pensamentos intrusivos – e, consequentemente, você aprenderá a ignorá-los. Assim, você poderá identificar e desafiar sua conversa interna negativa. Em vez de pensar coisas ruins sobre você, pense: “Tomei uma decisão ruim. Mas eu sei disso agora e estou trabalhando para melhorar!”.

4. Pare de se julgar

Quando você evita os pensamentos intrusivos, você pode se concentrar em se amar novamente. Julgar a si mesmo não é produtivo. Portanto, para se livrar de arrependimentos, você precisa parar de ser malvado com você mesmo.

Uma das principais maneiras de parar o auto-julgamento é a curiosidade. Por isso, em vez de se odiar por seus erros do passado, fique curioso sobre por que você os fez. Você estava chateado com alguém? Com ciumes? Agiu impulsivamente? Responder a essas perguntas ajudará a suavizar sua visão de si mesmo. Esse processo pode ser feito sozinho ou através da terapia – o que te ajudará a fazer reflexões mais claras sobre si mesmo.

5. … Mas tenha certeza que você aprendeu com os seus erros

Ninguem deve viver com arrependimentos. Porém, é importante avaliar honestamente porque você se arrepende daquilo. Se você for distraído, faça questão de praticar atenção plena. Se você foi imprudente, trabalhe para manter seus amigos em seus pensamentos. Já se você se concentra muito em pontos negativos de alguém, então considere olhar para o lado positivo daquela pessoa.

Além disso, você precisará identificar quais as áreas que precisa melhorar. Feito isso, é hora de se livrar de arrependimentos passados.

Pense no que você está fazendo certo

Sua vida não é definida por suas ações passadas. Por isso, siga em frente e procure concentrar-se nas coisas boas que você está fazendo agora. Concentrar-se nos caminhos que você está alcançando encherá seu cérebro com bons pensamentos, o que ajudará a eliminar o ciclo negativo de ódio de si mesmo. Portanto, que tal passar alguns momentos todos os dias pensando em tudo que deu certo? Por que você é grato? O que você fez de correto hoje para ajudar em algo ou algúem? Mudar seu foco, portanto, melhorará sua perspectiva geral.

Não se arrependa de fazer essa “limpeza” na sua mente. Para isso, a atenção plena pode ajudar muito. Porém, se você ainda está lutando com o que “deveria” ter feito, entre em contato com um terapeuta do FalaFreud.

Muito ciúmes? Entenda como isso pode atrapalhar sua relação

Fonte: https://www.talkspace.com/blog/2019/01/ways-to-face-regret/

Sintoma de depressão que quase ninguém fala; fique atento!

Apesar de nem todo mundo saber, a raiva é um sintoma de depressão que aparece com muita frequência.

Muitas vezes as pessoas associam depressão com tristeza, choro, solidão ou uma combinação de todas essas coisas. No entanto, existe uma emoção que é frequentemente negligenciada como um sintoma de depressão: a raiva.

É claro que nem toda raiva é um sintoma de depressão. Porém, quando o sentimento é constante, pode ser um sinal do transtorno. “Nem sempre parece depressão, mas é”, disse Marianna Strongin, psicóloga clínica licenciada em Nova York, ao HuffPost.

Ainda segundo a psicóloga, os pacientes buscam a terapia para lidar com uma raiva frequente, porém, durante o processo muitas vezes descobrem que aquele sentimento na realidade é um sintoma de depressão.

Homens com depressão normalmente apresentam mais esse sintoma

Embora o Instituto Nacional de Saúde Mental estime que cerca de 16 milhões dos adultos americanos que vivem com depressão sejam mulheres de 18 a 25 anos, Sherry Benton, psicóloga da Flórida, diz que tipicamente homens apresentam sintomas enraizados na raiva.

“Normalmente, pessoas deprimidas tendem a se afastar dos amigos e familiares”, disse ela. “Com isso, portanto, vem a necessidade de se afastar das relações com os outros, mesmo aqueles que são saudáveis. A raiva é um sintoma secundário para isso, já que atacar é geralmente um método eficaz de afastar as pessoas ”.

Assim, o primeiro passo para reduzir a raiva e tratar a depressão é pedir ajuda. “Nunca é só raiva.. “, explicou Strongin. “É sempre simbólico que algo não está funcionando bem”.

Depressão ou tristeza? Veja como diferenciar no blog do FalaFreud

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Fonte: https://www.huffpostbrasil.com/entry/depression-anger-symptom_us_5c5858d0e4b087104755e3d1


Namorar com depressão é possível? Dicas para não afetar relação

Namorar com depressão não é impossível. Porém, para que dê certo, você precisa entender o que está se passando com a sua mente.

Se você luta contra a depressão, sabe como pode ser desafiador iniciar ou manter um relacionamento. Mas não deixe seu cérebro deprimido convencê-lo de que você não pode namorar. Confira cinco fatos que você provavelmente não sabia sobre namorar com depressão e como contorná-los.

De fato, namorar e estar em um relacionamento amoroso é uma ótima maneira de fazer você sentir que a depressão não está dominando sua vida. Isso porque, você se sente vivo de novo. Porém, antes de se apressar em namorar, lembre-se de algumas coisas que podem fazer com que namorar com depressão seja diferente de namorar alguém sem o transtorno.

1. Mesmo estando apaixonado, talvez você não se sinta assim o tempo todo

Mesmo apaixonado, não é possível você se sentir assim o dia todo. Existem neurotransmissores que fazem com que você se sinta deprimido e, por isso, mesmo o parceiro mais perfeito e amoroso pode não ser capaz de provocar um sentimento de amor e excitação por tanto tempo.

Em vez de presumir que o seu parceiro é o problema, é fundamental entender que a depressão pode estar sabotando sua capacidade de sentir amor no momento.

2. Sensibilidade e rejeição podem estar presentes na depressão

Muitas pessoas que sofrem com a depressão relataram que se sentem extremamente sensíveis a comportamentos e comentários de outras pessoas. Isso significa que você pode estar predisposto a enxergar até comentários gentis e bem intencionadas como maldosos.

É essencial que você reconheça que a depressão muda sua sensibilidade à dor social e, portanto, isso pode fazer com que você não encare de forma positiva observações que não pretendiam magoá-lo.

3. O desejo sexual é afetado pela depressão

Outro fator importante sobre namorar com depressão é quanto a sexualidade. Você pode se sentir atraído por seu parceiro, mas não sentir vontade de fazer sexo. Contudo, isso não significa que você e seu parceiro sejam sexualmente incompatíveis. Em vez disso, isso pode significar que sua depressão está sequestrando seu desejo sexual.

Portanto, antes de concluir que o seu relacionamento chegou ao fim, seja paciente. Veja como a sua conexão sexual fica conforme a depressão vai sendo tratada.

4. Os remédios que são bons para você podem não ser tão bons para a sua relação

Muitas pessoas que tomam a medicação para depressão relatam o impacto que o remédio tem no desejo sexual. Além disso, entre os efeitos colaterais estão o ganho ou perda de peso, o que pode impactar negativamente na sua auto-imagem e sua visão de si mesmo.

Isso pode fazer com que você não se sinta tão atraente ou desejado. Porém, se isso acontecer, sempre converse com o seu psiquiatra para que ele possa ajustar a dose do medicamento ou recomendar outro melhor para o seu caso. Cada organismo reage de uma forma diferente e alguns podem funcionar muito melhor para você do que outros.

Além disso, para que isso não prejudique seu namoro, converse com o seu parceiro para explicar o que está acontecendo. Peça que ele tenha um pouco de paciência. Explique que o antidepressivo nesse momento é essencial para você se recuperar do transtorno e isso será apenas uma fase.

5. A depressão faz você querer isolar

Seu parceiro pode estar frustrado por você não querer mais se encontrar com amigos ou familiares de vocês, principalmente se isso costumava ser algo que você gostava de fazer.

Para resolver o problema, portanto, você precisa ter uma discussão com seu parceiro sobre como você se sente diferente. Explique para ele como é para você socializar quando está deprimido. Além disso, você pode trabalhar com seu terapeuta para descobrir maneiras de se motivar a socializar mais, mesmo quando deprimido. Lembre-se de que o apoio social é importante para ajudar na depressão.

Comunique-se com o seu parceiro sobre a depressão

Como vimos, namorar já não é uma tarefa simples para niguém. Porém, namorar com depressão pode ser ainda mais desafiador. Contudo, existe uma forma de fazer com que sua relação não saia prejudicada. Para isso, você precisará de muita comunicação e abertura para conversar com o seu parceiro.

Se você se identificou com um ou mais desses pontos, então compartilhe com o seu parceiro o que está acontecendo com você. Deixe claro como você se sente quanto a isso tudo. Explique que você gostaria que as coisas fossem diferentes, mas que este comportamento tem sido consequência da depressão.

Não se esqueça que por mais difícil que seja às vezes, estar em um relacionamento pode te trazer recompensas maravilhosas. Você só precisará ter o discernimento necessário para entender que haverão momentos sombrios, mas que é mais do que possível namorar com depressão.

O que não dizer para alguém com ansiedade ou depressão? Confira no FalaFreud.

Fonte: https://www.talkspace.com/blog/2019/01/dating-with-depression-facts/

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Como a saúde mental dos funcionários afeta uma empresa

Entenda porque é importante que as empresas invistam no bem-estar dos trabalhadores e como a saúde dos funcionários pode influenciar nos resultados da companhia.

Os dados são preocupantes: segundo um estudo feito pela Organização Mundial de Saúde (OMS), a depressão será a maior causa de incapacidade no mundo até o ano de 2020. No Brasil, os transtornos mentais já são considerados a segunda causa de afastamento no trabalho, ficando atrás apenas das Lesões por Esforço Repetitivo (LER). Está claro que precisamos priorizar nos cuidar e isso inclui nossa saúde mental. Mas e os empregadores, também devem se preocupar com a saúde mental do funcionários? E se sim, por que eles deveriam?

Por que a saúde mental dos funcionários importa

Estudos mostram que quando estamos felizes, estamos consequentemente mais propensos a prosperar no trabalho. Porém, quando estamos sofrendo, nosso trabalho também é prejudicado.

Assim, empresas que se preocupam com os resultados, precisam se preocupar também com a saúde mental dos funcionários. Os pesquisadores da London School of Economics and Political Science (LSE), realizaram um estudo em oito países e perceberam que a depressão custa coletivamente às nações do Brasil, Canadá, China, Japão, Coreia, México, África do Sul e EUA mais de US$ 246 bilhões por ano, devido ao afastamento do trabalhador e dias longe do trabalho.

Outros razões para investir em saúde mental

Além disso, pesquisas mostraram que a nova geração de funcionários busca por trabalhos que sejam importantes para eles. Eles buscam mais que um salário. Querem carreiras significativas. Portanto, não basta trabalhar, o bem-estar proporcionado pelo ambiente de trabalho é muito importante para a saúde dos trabalhadores. Assim, os empregadores precisam reconhecer que o trabalho e bem-estar andam de mãos dadas.

A boa notícia é que os problemas de saúde mental podem e devem ser tratados. Algumas empresas, como a Unilever, já têm essa consciência e estão ouvindo, desenvolvendo iniciativas de saúde mental dos funcionários.

Portanto, o investimento de uma empresa na qualidade de vida dos trabalhadores reflete diretamente nos resultados da companhia. Um funcionário mais feliz sente-se mais motivado e, consequentemente, gera resultados melhores, além de diminuir muito o índice de afastamento por estresse. Assim, investir na saúde  mental dos funcionários. é bom para a empresa e bom para o empregado.

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Fonte: https://www.forbes.com/sites/ashleystahl/2017/07/14/why-employers-should-care-about-our-mental-health/#7f2a07323c84

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