Sintoma de depressão que quase ninguém fala; fique atento!

Apesar de nem todo mundo saber, a raiva é um sintoma de depressão que aparece com muita frequência.

Muitas vezes as pessoas associam depressão com tristeza, choro, solidão ou uma combinação de todas essas coisas. No entanto, existe uma emoção que é frequentemente negligenciada como um sintoma de depressão: a raiva.

É claro que nem toda raiva é um sintoma de depressão. Porém, quando o sentimento é constante, pode ser um sinal do transtorno. “Nem sempre parece depressão, mas é”, disse Marianna Strongin, psicóloga clínica licenciada em Nova York, ao HuffPost.

Ainda segundo a psicóloga, os pacientes buscam a terapia para lidar com uma raiva frequente, porém, durante o processo muitas vezes descobrem que aquele sentimento na realidade é um sintoma de depressão.

Homens com depressão normalmente apresentam mais esse sintoma

Embora o Instituto Nacional de Saúde Mental estime que cerca de 16 milhões dos adultos americanos que vivem com depressão sejam mulheres de 18 a 25 anos, Sherry Benton, psicóloga da Flórida, diz que tipicamente homens apresentam sintomas enraizados na raiva.

“Normalmente, pessoas deprimidas tendem a se afastar dos amigos e familiares”, disse ela. “Com isso, portanto, vem a necessidade de se afastar das relações com os outros, mesmo aqueles que são saudáveis. A raiva é um sintoma secundário para isso, já que atacar é geralmente um método eficaz de afastar as pessoas ”.

Assim, o primeiro passo para reduzir a raiva e tratar a depressão é pedir ajuda. “Nunca é só raiva.. “, explicou Strongin. “É sempre simbólico que algo não está funcionando bem”.

Depressão ou tristeza? Veja como diferenciar no blog do FalaFreud

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Fonte: https://www.huffpostbrasil.com/entry/depression-anger-symptom_us_5c5858d0e4b087104755e3d1


Namorar com depressão é possível? Dicas para não afetar relação

Namorar com depressão não é impossível. Porém, para que dê certo, você precisa entender o que está se passando com a sua mente.

Se você luta contra a depressão, sabe como pode ser desafiador iniciar ou manter um relacionamento. Mas não deixe seu cérebro deprimido convencê-lo de que você não pode namorar. Confira cinco fatos que você provavelmente não sabia sobre namorar com depressão e como contorná-los.

De fato, namorar e estar em um relacionamento amoroso é uma ótima maneira de fazer você sentir que a depressão não está dominando sua vida. Isso porque, você se sente vivo de novo. Porém, antes de se apressar em namorar, lembre-se de algumas coisas que podem fazer com que namorar com depressão seja diferente de namorar alguém sem o transtorno.

1. Mesmo estando apaixonado, talvez você não se sinta assim o tempo todo

Mesmo apaixonado, não é possível você se sentir assim o dia todo. Existem neurotransmissores que fazem com que você se sinta deprimido e, por isso, mesmo o parceiro mais perfeito e amoroso pode não ser capaz de provocar um sentimento de amor e excitação por tanto tempo.

Em vez de presumir que o seu parceiro é o problema, é fundamental entender que a depressão pode estar sabotando sua capacidade de sentir amor no momento.

2. Sensibilidade e rejeição podem estar presentes na depressão

Muitas pessoas que sofrem com a depressão relataram que se sentem extremamente sensíveis a comportamentos e comentários de outras pessoas. Isso significa que você pode estar predisposto a enxergar até comentários gentis e bem intencionadas como maldosos.

É essencial que você reconheça que a depressão muda sua sensibilidade à dor social e, portanto, isso pode fazer com que você não encare de forma positiva observações que não pretendiam magoá-lo.

3. O desejo sexual é afetado pela depressão

Outro fator importante sobre namorar com depressão é quanto a sexualidade. Você pode se sentir atraído por seu parceiro, mas não sentir vontade de fazer sexo. Contudo, isso não significa que você e seu parceiro sejam sexualmente incompatíveis. Em vez disso, isso pode significar que sua depressão está sequestrando seu desejo sexual.

Portanto, antes de concluir que o seu relacionamento chegou ao fim, seja paciente. Veja como a sua conexão sexual fica conforme a depressão vai sendo tratada.

4. Os remédios que são bons para você podem não ser tão bons para a sua relação

Muitas pessoas que tomam a medicação para depressão relatam o impacto que o remédio tem no desejo sexual. Além disso, entre os efeitos colaterais estão o ganho ou perda de peso, o que pode impactar negativamente na sua auto-imagem e sua visão de si mesmo.

Isso pode fazer com que você não se sinta tão atraente ou desejado. Porém, se isso acontecer, sempre converse com o seu psiquiatra para que ele possa ajustar a dose do medicamento ou recomendar outro melhor para o seu caso. Cada organismo reage de uma forma diferente e alguns podem funcionar muito melhor para você do que outros.

Além disso, para que isso não prejudique seu namoro, converse com o seu parceiro para explicar o que está acontecendo. Peça que ele tenha um pouco de paciência. Explique que o antidepressivo nesse momento é essencial para você se recuperar do transtorno e isso será apenas uma fase.

5. A depressão faz você querer isolar

Seu parceiro pode estar frustrado por você não querer mais se encontrar com amigos ou familiares de vocês, principalmente se isso costumava ser algo que você gostava de fazer.

Para resolver o problema, portanto, você precisa ter uma discussão com seu parceiro sobre como você se sente diferente. Explique para ele como é para você socializar quando está deprimido. Além disso, você pode trabalhar com seu terapeuta para descobrir maneiras de se motivar a socializar mais, mesmo quando deprimido. Lembre-se de que o apoio social é importante para ajudar na depressão.

Comunique-se com o seu parceiro sobre a depressão

Como vimos, namorar já não é uma tarefa simples para niguém. Porém, namorar com depressão pode ser ainda mais desafiador. Contudo, existe uma forma de fazer com que sua relação não saia prejudicada. Para isso, você precisará de muita comunicação e abertura para conversar com o seu parceiro.

Se você se identificou com um ou mais desses pontos, então compartilhe com o seu parceiro o que está acontecendo com você. Deixe claro como você se sente quanto a isso tudo. Explique que você gostaria que as coisas fossem diferentes, mas que este comportamento tem sido consequência da depressão.

Não se esqueça que por mais difícil que seja às vezes, estar em um relacionamento pode te trazer recompensas maravilhosas. Você só precisará ter o discernimento necessário para entender que haverão momentos sombrios, mas que é mais do que possível namorar com depressão.

O que não dizer para alguém com ansiedade ou depressão? Confira no FalaFreud.

Fonte: https://www.talkspace.com/blog/2019/01/dating-with-depression-facts/

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Como a saúde mental dos funcionários afeta uma empresa

Entenda porque é importante que as empresas invistam no bem-estar dos trabalhadores e como a saúde dos funcionários pode influenciar nos resultados da companhia.

Os dados são preocupantes: segundo um estudo feito pela Organização Mundial de Saúde (OMS), a depressão será a maior causa de incapacidade no mundo até o ano de 2020. No Brasil, os transtornos mentais já são considerados a segunda causa de afastamento no trabalho, ficando atrás apenas das Lesões por Esforço Repetitivo (LER). Está claro que precisamos priorizar nos cuidar e isso inclui nossa saúde mental. Mas e os empregadores, também devem se preocupar com a saúde mental do funcionários? E se sim, por que eles deveriam?

Por que a saúde mental dos funcionários importa

Estudos mostram que quando estamos felizes, estamos consequentemente mais propensos a prosperar no trabalho. Porém, quando estamos sofrendo, nosso trabalho também é prejudicado.

Assim, empresas que se preocupam com os resultados, precisam se preocupar também com a saúde mental dos funcionários. Os pesquisadores da London School of Economics and Political Science (LSE), realizaram um estudo em oito países e perceberam que a depressão custa coletivamente às nações do Brasil, Canadá, China, Japão, Coreia, México, África do Sul e EUA mais de US$ 246 bilhões por ano, devido ao afastamento do trabalhador e dias longe do trabalho.

Outros razões para investir em saúde mental

Além disso, pesquisas mostraram que a nova geração de funcionários busca por trabalhos que sejam importantes para eles. Eles buscam mais que um salário. Querem carreiras significativas. Portanto, não basta trabalhar, o bem-estar proporcionado pelo ambiente de trabalho é muito importante para a saúde dos trabalhadores. Assim, os empregadores precisam reconhecer que o trabalho e bem-estar andam de mãos dadas.

A boa notícia é que os problemas de saúde mental podem e devem ser tratados. Algumas empresas, como a Unilever, já têm essa consciência e estão ouvindo, desenvolvendo iniciativas de saúde mental dos funcionários.

Portanto, o investimento de uma empresa na qualidade de vida dos trabalhadores reflete diretamente nos resultados da companhia. Um funcionário mais feliz sente-se mais motivado e, consequentemente, gera resultados melhores, além de diminuir muito o índice de afastamento por estresse. Assim, investir na saúde  mental dos funcionários. é bom para a empresa e bom para o empregado.

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Fonte: https://www.forbes.com/sites/ashleystahl/2017/07/14/why-employers-should-care-about-our-mental-health/#7f2a07323c84

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