Por que a frustração pode ser prejudicial para sua saúde?

Nem sempre as coisas acontecem do jeito que esperamos e, muitas vezes, nos sentimos impotentes diante de situações como essa. A frustração é o sentimento mais comum nesses momentos, quando algo que era esperado não acontece.

A expectativa e o desejo não são realizados, o que pode gerar um desânimo e incômodo muito grandes. Mas tudo isso é normal porque sentir-se frustrado faz parte do desenvolvimento do ser humano na sociedade.

Isso significa que com as experiências frustradas, o indivíduo tem a possibilidade de crescer, aprender e criar novas formas de interagir com o que está em volta dele. A frustração só se torna prejudicial quando a decepção estimula um problema emocional

Caso chegue nesse ponto, as consequências são muito sérias e conseguem interferir no bem-estar físico e mental da pessoa. Por isso, é fundamental entender como ela funciona e quais atitudes tomar para equilibrar esse fator.

Como funciona a frustração?

A frustração pode ser chamada de síndrome e apresenta diversos sintomas. No entanto, vale destacar que ela é um incentivo para trabalhar ações conscientes, superar os erros, fazer algo diferente e melhor.

Porém, num mundo em que o prazer e a satisfação são considerados como as únicas formas de se viver bem, é realmente complicado manter o equilíbrio e não desabar quando essas situações aparecem.

Dessa forma, uma imensidão de sentimentos negativos invadem os pensamentos da pessoa, como: fracasso, baixa autoestima, impotência, dentre outros.

Dicas para lidar com esse problema

Apesar de ser um desafio para muitos, é possível traçar um caminho para manter a frustração sob controle. O mais importante durante esse processo é avaliar qual dessas dicas se encaixa mais com o seu perfil. Lembre-se, cuidar desse problema exige compromisso e principalmente estar aberto a novas formas de viver. 

Resiliência

Quando a pessoa se sente frustrada, geralmente, ela toma algumas escolhas: foge da situação, ignora os próprios sentimentos ou evita situações parecidas no futuro por medo de se frustrar novamente. 

Tanto essas, como outras alternativas que não permitem encarar o problema de frente, são falhas. Elas podem até resultar em consequências negativas para o futuro, podendo levar a doenças mentais e físicas graves. 

O segredo aqui é aceitar a realidade dos fatos, acreditar na capacidade interior e agir. A força pela resiliência deve ser mais forte que o comodismo. Mas isso nada adianta se a pessoa não compreender claramente as causas das frustrações.

A partir do momento que a pessoa identifica o que deve ser alterado, ela tem mais autonomia para realizar ações individuais. Assim, fica mais fácil de reduzir o sentimento negativo e experimentar pensamentos positivos e honestos.

Autoconhecimento

Extremamente necessário para trazer harmonia, o autoconhecimento é uma questão que promove a busca pelas origens, gostos pessoais, hábitos, bagagem cultural e muito mais.

Para ser usado da forma correta, o autoconhecimento precisa se tornar parte da vida da pessoa, analisando cada sentimento frustrado do dia-a-dia. E o mais relevante, ter a consciência de que cada problema que surge é uma oportunidade de mudança.

Não lide sozinho com seus problemas

Tanto a resiliência como o autoconhecimento podem ser desenvolvidos e aplicados com uma ajuda psicológica

Com tratamento terapêutico e o profissional ideal, essa meta pode ser conquistada e trabalhada de forma saudável e eficaz.

Por que é importante fazer Terapia Sexual?

Nem todos compreendem a fundo a importância de ter uma vida sexual regulada. Mas isso não tem a ver apenas com o ato de fazer sexo. A terapia sexual vai muito além disso, ajudando você a entender fatores que influenciam na qualidade de vida individual ou quando se está num relacionamento.

Esse processo é geralmente conduzido por um profissional da psicologia, com formação na área de sexologia. O sexólogo realiza um trabalho em conjunto com os seus clientes, podendo expandir a perspectiva de diversos assuntos considerados tabus, por exemplo.

Feita com técnicas específicas, a terapia sexual é breve, objetiva e busca resolver o seu problema de forma definitiva e eficaz, evitando assim futuras dores de cabeça. Portanto, abaixo você vai conferir mais questões relacionadas ao tema:

Como é feito o tratamento?

Basicamente, as sessões de terapia sexual duram uma média de 50 minutos cada. Ou seja, ela é flexível e você pode separar uma parte do seu tempo para se dedicar no tratamento indicado. 

Vale destacar ainda que elas são realizadas num ambiente seguro e profissional. No entanto, o que ocorre na prática é uma conversa aberta e sincera entre o psicólogo e seu paciente. Nesses diálogos, é possível falar sobre os mais diversos assuntos. 

E no decorrer da sessão, alguns bloqueios que prejudicam o sexo, vão sendo eliminados. Perceba ainda que quase a maioria dos problemas relacionados ao sexo estão ligados de alguma forma em causas psicológicas e emocionais.

Ao investir nesse tipo de terapia, os antigos bloqueios, ansiedades e medos vão desaparecendo e a vida sexual vai melhorando aos poucos. No entanto, algumas pessoas se sentem inseguras de começar esse tratamento. Um dos motivos é o receio de ter alguma espécie de contato físico. 

Mas fique tranquilo porque o tratamento é comprometido com a integridade física e emocional do paciente. Dessa forma, todas as atividades são feitas por meio de discussões e orientações técnicas. 

Terapia sexual é indicada em quais situações?

A terapia sexual pode ser útil para casais ou indivíduos que tenham dificuldades em uma ou mais das seguintes situações:

  • Disfunção erétil;
  • Libidos irregulares;
  • Baixa excitação;
  • Ansiedade de desempenho;
  • Impulso Persistente;
  • Vício ou compulsão sexual;
  • Viver com alguma DST (Doença sexualmente transmissível);
  • Dificuldade no relacionamento;
  • Dificuldades para atingir um orgasmo;
  • Vaginismo e dispareunia;
  • Saúde reprodutiva;
  • Ejaculação precoce ou tardia;
  • Baixo desejo sexual (falta de libido);
  • Aversão Sexual;
  • Sexualidade no envelhecimento;
  • Sexualidade e Doença;
  • Questões de gênero;
  • Problemas de orientação sexual;
  • Casos agressão sexual ou abuso;
  • Parafilias, sadismo, masoquisto, fetichismo, voyerismo;
  • Zoofilia, coprofilia, clismafilia e urofilia.

Quais são os benefícios?

Não é apenas mais um tratamento como vários outros que existem no mercado. O grande diferencial dessa opção está em eliminar a dor, o incômodo e a insatisfação. Conhecer a real vivência do sexo, como uma atividade íntima, prazerosa e saudável.

Onde encontrar?

A acessibilidade de encontrar esse profissional se tornou cada vez mais fácil. Isso porque os meios digitais vieram para ajudar e você consegue fazer uma sessão através de vídeos consultas, sem se estressar e sair de casa. Vale a pena buscar por um psicólogo especializado nessa área e iniciar seu tratamento.

Teste: você sabe identificar a depressão e seus sintomas?

Uma doença que vai muito além da tristeza profunda e causa tanto sintomas físicos como psicológicos. Essa é a depressão, conhecida como o mal do século 21 e que se tornou uma questão de saúde pública nos últimos anos.

O transtorno mental afeta o humor do indivíduo e o modo como as pessoas se sentem, pensam ou agem diante de inúmeras situações. E nem sempre é fácil reconhecer quem sofre com essa condição. 

Mesmo assim, o ideal é que esse assunto tenha uma abordagem adequada e seja discutido frequentemente, não só dentro dos núcleos familiares como nos espaços públicos. Exemplos: instituições de ensino, nas empresas, unidades básicas de saúde, entre outras opções.

Teste para identificar sintomas

Antes de iniciar o teste, um aviso importante: este método serve apenas como um indicativo, pois ele não substitui a avaliação médica. Por isso, tenha em mente que é fundamental procurar o profissional indicado para tratar essa doença.

Para auxiliar no teste, você deve associar essas frases com cada tipo de sintoma:

  • Nenhuma vez
  • Dois ou três dias
  • Mais da metade dos dias
  • Praticamente todos os dias

Com que frequência você se sentiu mal por alguns destes problemas?​

  1. Apetite reduzido ou exagerado.
  2. Se sentir mal, por achar que fracassou ou desapontou os seus familiares e amigos.
  3. Problemas de concentração para realizar atividades básicas do dia a dia, como ler notícias ou ver televisão, por exemplo.
  4. Ficar para baixo, depressivo ou sem esperança.

O que você deve observar?

Algumas das situações acima se encaixam no que você sente ultimamente? De acordo com as orientações do Manual de Diagnósticos de Transtornos Mentais (DSM V), ainda precisam ser avaliados outros fatores importantes.

Os mais comuns são o humor deprimido e a perda de interesse ou prazer para fazer as coisas. No entanto, o indivíduo com depressão pode apresentar, normalmente, pelo menos de três a quatro dos sintomas listados abaixo:

  • Perda ou ganho de peso sem estar em dieta;
  • Aumento ou diminuição de apetite;
  • Indecisão ou capacidade diminuída de pensar;
  • Insônia ou excesso de sono;
  • Agitação ou lentificação;
  • Fadiga e perda de energia;
  • Pensamentos de morte recorrentes;
  • Tentativa ou planejamento de suicídio.

Quais são os principais tipos de depressão?

  • Depressão mista: mistura dos sinais depressivos com uma ansiedade intensa. Sintomas como euforia são muito comuns aqui;
  • Depressão melancólica: ideia constante de morrer, inatividade e tédio ficam fortes;
  • Depressão distímica: o estado crônico deixa a pessoa extremamente pessimista e rabugenta. Geralmente, o indivíduo sente uma melancolia leve que não melhora nunca;
  • Depressão psicótica: alucinações e delírios são comuns nesse tipo. Muitos enxergam coisas inexistentes e ouvem vozes dentro da própria cabeça;
  • Depressão maior: uma das mais famosas, seus sintomas são tristeza excessiva, perda de prazer, baixa autoestima e distúrbios de sono;
  • Depressão sazonal: ela aparece em algumas épocas do ano, principalmente em países do Hemisfério Norte, como no outono e inverno;
  • Depressão atípica: aumento do apetite, ganho de peso, sonolência exagerada, sensação de cansaço nos braços e nas pernas.

Como você pode tratar a doença?

A recomendação básica é procurar pela ajuda de um profissional adequado, neste caso, um psicólogo. Ele que dará todo o apoio e suporte necessário para o paciente lidar com a situação. Além disso, dependendo de cada caso, o psicólogo também consegue indicar a pessoa para outros tipos de médicos.

Vale ressaltar que atualmente existem várias maneiras de tratar a depressão. Uma delas é a terapia online em que paciente pode realizar sua consulta sem sair de casa e na hora que desejar. Portanto, se você se identificou com os sintomas do teste ou conhece alguém que também tem, converse com um psicólogo e inicie o tratamento o quanto antes.

O que é e quais os benefícios da psicoterapia?

É comum que, ao procurar pelo tratamento ideal, você possa confundir algumas especialidades do campo da Psicologia, área que possui uma ampla diversidade. Contudo, neste texto você vai aprender as principais diferenças entre psicoterapia e a psicologia clínica, além de compreender como elas atuam.

Qual o papel da Psicologia?

Antes de compreender o que a Psicologia propõe, é importante dizer que todo ser humano possui comportamentos que se diferenciam de outro indivíduo. Por exemplo, mulheres tendem a ter determinadas atitudes ações que os homens geralmente não têm.

No entanto, o papel da Psicologia entra justamente a partir desse momento, pois o objetivo dela é ir além de uma simples mudança ensaiada de comportamento. Para que seu trabalho funcione, é fundamental focar na construção e reconstrução de sentido acerca da vida, questionar a palavra e todos os atos que você toma.

Assim, quando o profissional estuda a Psicologia e se apropria de seus fundamentos e práticas, ele consegue ampliar as formas de resolução dos problemas. Além disso, o paciente vendo as experiências e os comportamentos com outro olhar, pode tomar consciência das atitudes e, por fim, melhorá-las.

Como funciona a psicoterapia e a psicologia clínica?

Dentre o extenso universo de atuação dessa área, a psicologia clínica e psicoterapia se destacam por controlar seus esforços no bem-estar mental do paciente. A primeira alternativa é que mais sofre com mudanças ao longo do tempo.

A psicologia clínica não se caracteriza pelo local em que são realizadas as consultas, no consultório como antigamente. O destaque dela é pela qualidade da escuta e da acolhida que oferece ao sujeito que passa por problemas emocionais.

Como foi dito, ela está em constante mudança. É por isso que atualmente existem diversas plataformas com atendimentos psicológicos online. Em linhas gerais, a pessoa recebe um olhar diferenciado no momento da consulta. 

O sujeito é visto como um ser singular e que possui um perfil único. Sendo assim, a clínica precisa dar segurança para o paciente compartilhar essas questões mais particulares.

Por outro lado, a psicoterapia se trata da aplicação de técnicas especializadas no tratamento de distúrbios mentais ou problemas de ajustamento cotidiano. A diferença é que para dar início nessa ação, o psicólogo se baseia em alguma abordagem específica.

Há três maneiras básicas de se fazer a psicoterapia: individual, coletiva (ou de grupos) e a institucional, podendo ser realizada em casas de saúde, instituições que costumam ter internos, entre demais opções. 

Vale lembrar ainda que ela é acessível para todos os públicos e idades. Crianças, adultos, idosos, casais, adolescentes e famílias podem se beneficiar desse atendimento. 

Quais os principais benefícios da psicoterapia?

Os efeitos positivos do tratamento podem ser muito individuais em cada caso. Porém, a psicoterapia age como um catalisador no desenvolvimento do suporte social. Ou seja, favorece a diminuição dos comportamentos de inibição ou repressão emocional.

Um outro benefício é permitir o reconhecimento público do impacto dos acontecimentos. Deste modo, o indivíduo assume mais consciência pelas situações traumáticas e conseguem redefinir essas experiências em algo mais saudável.

Onde encontrar o tratamento adequado?

Para ter a melhor ajuda psicológica nesse momento, é importante anotar alguns pontos:

  • Escolha um psicólogo de sua preferência. Ele é o mais indicado para auxiliar nessa jornada;
  • Esteja disposto a ter novos hábitos para o bem da saúde mental e física. Você precisa se abrir e entender a importância de como a terapia o poder de transformar sua vida.

Conheça os principais tipos de compulsão e como tratá-las

Você já ouviu falar de compulsão? Infelizmente, esse é ainda um assunto pouco discutido. No entanto, é fundamental entender como essa condição pode se tornar uma doença mental e prejudicar a vida da pessoa.

De forma geral, a compulsão é um comportamento extremamente excessivo e repetitivo. O indivíduo que convive com esse problema tenta, a todo custo, reduzir o desconforto psíquico devido a fatores como depressão e ansiedade.

Quais os tipos mais comuns?

Apesar disso, vale lembrar que as compulsões podem ser encontradas em níveis menores e não atingir o status de doença mental. Assim, não é difícil achar pessoas que possuem compulsões leves como, por exemplo: se exercitar regularmente ou ter o costume de contar os próprios passos. 

Contudo, é importante ressaltar que essa condição só se torna parte de um diagnóstico de saúde mental, quando ela é responsável por criar angústia e risco ao bem-estar.

Compulsão por compras

Este problema está associado ao abuso de compras que leva à vários prejuízos como contas atrasadas ou dificuldade de estabelecer um compromisso com a própria família.

Acumulação

O transtorno da acumulação está relacionado à dificuldade de se desfazer ou se separar das posses, por causa da necessidade aguda de guardar ou mantê-las por perto. Independentemente do valor real do objeto, a pessoa sente uma forte angústia ao pensar que ela deve se livrar desses itens.

Compulsão alimentar

Esta aqui é mais conhecida pela incapacidade de controlar a alimentação, o que resulta no ganho de peso descontrolado. Mas esse exagero geralmente nasce de um mecanismo de enfrentamento, para lidar com problemas na vida do indivíduo.

Compulsão por jogos

Enquanto este pode acarretar em sérios problemas pessoais e financeiros na vida da pessoa. Além disso, o comportamento compulsivo aparece no início da adolescência nos homens. Já para as mulheres, essa condição é mais comum entre os 20 a 40 anos de idade.

Tricotilomania

Conhecida como o arrancamento compulsivo de pêlos, a tricotilomania age em qualquer lugar do corpo. Ou seja, a retirada de cabelo do couro cabeludo, sobrancelhas, entre outras áreas.

Compulsão por sexo

Um dos mais famosos, este problema é caracterizado por sentimentos, pensamentos e comportamentos sobre qualquer coisa relacionada ao sexo. Eles podem causar complicações tanto na saúde como no meio social de quem pratica essa ação.

Como tratar?

O tratamento mais eficaz para a compulsão é a terapia cognitivo-comportamental. Ele funciona com base em dois elementos básicos: exposição e prevenção de respostas. 

A intenção, de utilizar esse método, é que o paciente se abstenha do comportamento compulsivo que costuma praticar para reduzir a sua ansiedade. E para ajudar nessa fase, o indicado é buscar a orientação de um psicólogo primeiro. 

Ele é um dos profissionais preparados para ajudar o indivíduo a passar por essa fase. Portanto, se você notar alguns dos sintomas listados no texto, procure ajuda psicológica e inicie seu tratamento.

Como identificar os sintomas da ansiedade generalizada?

Você sabia que a ansiedade é uma reação normal de todo ser humano? Diante situações que podem gerar dúvidas, expectativas e medo, ela pode aparecer. O problema começa quando esse sentimento persiste por longos períodos de tempo e interfere na rotina da pessoa.

A partir desse momento, ela deixa de ser apenas algo natural e se torna um distúrbio caracterizado pela preocupação excessiva. Chamado de Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG), essa condição passa a ser motivo de preocupação. 

Portanto, quanto mais cedo identificar os fatores e sintomas, é melhor para o indivíduo. Acompanhe o texto logo abaixo e veja mais detalhes sobre o transtorno:

Quais os principais sintomas?

A ansiedade generalizada permite que a pessoa sinta uma constante tensão ou preocupação. No entanto, isso acontece mesmo quando há poucos ou nenhum motivo para essa situação. 

Vale ressaltar que esses fatores podem se estender em questões familiares, relacionadas ao trabalho, à saúde, relacionamentos amorosos ou de várias outras origens. 

O que prejudica é que muitas vezes elas entendem que esse medo é irracional. Mas, ao mesmo tempo, não conseguem controlar as reações e os sintomas que podem ser:

  • Problemas para dormir, sendo que o sono é raramente satisfatório;
  • Inquietação, geralmente ficando assustado com muita facilidade;
  • Dificuldade de concentração;
  • Fadiga;
  • Irritabilidade;
  • Tensão muscular, incluindo tremedeira, dores de cabeça;
  • Problemas de estômago, como náusea ou diarreia.

Fatores de risco da ansiedade generalizada

Apesar dos sintomas citados acima, a ansiedade generalizada ainda conta com alguns fatores de risco. Eles conseguem aumentar as chances do indivíduo desenvolver esse transtorno. Veja quais são os principais:

Gênero

O público feminino é o mais prejudicado por esse distúrbio. Mais do que o dobro do número de casos de transtorno de ansiedade generalizada ocorre em mulheres. O que pode levar a essa contestação são: mudanças hormonais e maior exposição ao estresse.

Trauma na infância

Se a pessoa chegou a sofrer qualquer tipo de abuso ou passou por um trauma, o risco é maior de ter a ansiedade generalizada em algum momento da vida.

Abuso de substâncias

O uso excessivo de drogas ou álcool prejudica o bem-estar da pessoa na maioria das situações. Aqui não é diferente. Além disso, a cafeína e a nicotina, presentes no cigarro, também aumentam a ansiedade e conduzem o indivíduo a essa doença.

O que fazer?

Como já foi dito, não há nada de errado em sentir ansiedade de vez em quando. O perigo é quando ela foge do controle. Diante disso, é fundamental marcar uma consulta para tratar os sintomas, principalmente quando:

  • Existe uma preocupação extrema, chegando ao ponto de interferir no trabalho e em questões pessoais;
  • Sintomas de depressão, alcoolismo ou dependência química;
  • Pensamentos suicidas.

O indicado é buscar uma ajuda psicológica porque ela oferece todo o suporte para tratar esse distúrbio e proporcionar uma boa qualidade de vida para o paciente. Para quem prefere não sair de casa e iniciar o tratamento no conforto do lar, pode também optar pela terapia online.

Homoparentalidade, adoção e o apoio psicológico

Nos últimos anos temos passado por muitas transformações em relação ao formato de nossa sociedade e o modelo familiar se enquadra nisso. Existe um grande crescimento de processos de adoção por casais homossexuais e essa ainda é uma discussão que traz muitas dúvidas, principalmente em relação a como crianças podem lidar com isso. Para entender melhor esse assunto, continue acompanhando. 

O que é?

A homoparentalidade pode ser definida como a relação de parentalidade exercida por pessoas de orientação homossexual, com filhos biológicos ou adotados.  A adoção por homossexuais no Brasil é legal, de acordo com o Supremo Tribunal de Justiça (STJ), desde abril de 2010. 

Segundo estudos realizados em diversas partes do mundo, a família homoparental não modifica o que deve ser a parentalidade, ou seja, independentemente da configuração familiar ser pluriparental, monoparental, biparental, homoparental, ela deve ser exercida de acordo com os direitos e deveres relacionados ao cuidado com os filhos. 

Muito se diz sobre como a criança vai lidar com as questões de ter pais homossexuais e o que esses possíveis problemas psicológicos podem acarretar para a vida, inclusive sexual, desse filho. Já foi constatado que o desenvolvimento das crianças não depende do tipo de família que ela integra, mas sim do vínculo que os pais estabelecem com elas. Os laços afetivos contam muito mais. Famílias que acolhem, cuidam, colocam regras e inserem no convívio familiar, criam melhores indivíduos. 

Mitos da homoparentalidade 

Mesmo com vários estudos ainda existem muitos mitos que circundam a homoparentalidade, como por exemplo:

1. Pais homossexuais criam crianças homossexuais;

2. As crianças necessitam de uma figura de um pai e de uma mãe;

3. Filhos de homossexuais terão problemas psicológico.

Na realidade, isso não é uma verdade. Esses pensamentos são comuns, mas eles provêm de uma sociedade conservadora que muitas vezes desconhece a vivência dessas famílias. 

Desmistificando a homoparentalidade

Homossexuais estão muito mais dispostos à adoção, segundo dados, 52% dos casais . A orientação sexual dos pais não interfere no desenvolvimento dos filhos, como podemos observar:

• Pais gays não criam filhos gays, caso contrário pais heterossexuais não teriam filhos gays;

• Em relação a figuras femininas e masculinas, elas realmente são importantes, mas não precisam necessariamente ser de pai e mãe. Avós, parentes ou amigos que desempenhem um papel presente já podem suprir essa necessidade;

• Filhos de homossexuais podem ter problemas psicológicos como qualquer outro indivíduo. O que pode pesar, talvez, seja o preconceito da sociedade para com essas pessoas. 

Apoio psicológico 

As relações e formatos familiares vem mudando e se adequando às novas necessidades da sociedade, mas em relação à homoparentalidade ainda estamos no início de tudo. Apesar do exercício da parentalidade por casais homossexuais ser assegurado juridicamente, muitas pessoas que convivem com essa situação precisam de apoio psicológico.  

Lidar com o preconceito ainda existente na sociedade pode ser um fardo um tanto quanto pesado para os pais e filhos, por isso, ajuda psicológica deve ser uma das possibilidades escolhidas para ajudar nesse processo. 

Buscar um profissional competente nessa área é de extrema importância para desconstruir pensamentos. 

Por que os neurotransmissores são importantes para a saúde?

Você sabe qual a importância dos neurotransmissores para o nosso organismo? Eles são conhecidos como mensageiros químicos que ajudam a estimular e também equilibrar os sinais entre os neurônios, células nervosas e outras células que compõem o corpo do ser humano.

Por atuarem dessa maneira, eles podem afetar uma ampla variedade de funções físicas e psicológicas. Incluem-se nesse quadro o sono, o apetite, humor, frequência cardíaca e sentimentos como o medo. 

Dessa forma, milhares de moléculas compostas por neurotransmissores trabalham para manter o bom funcionamento do cérebro, gerenciando diversos fatores. Desde a respiração, batimento cardíaco, até os níveis de concentração e aprendizado de cada pessoa.

Como eles funcionam no organismo?

Para que isso aconteça de forma eficaz, ou seja, os neurônios enviando mensagens por todo o corpo, é preciso que haja comunicação entre eles para transmitir sinais. Contudo, os neurônios não estão simplesmente conectados uns aos outros. 

Como em cada um deles existe um espaço chamado sinapse, para se comunicar com a próxima célula, o sinal precisa ser capaz de atravessar esse pequeno “buraco”. Isso ocorre através de um processo conhecido como neurotransmissão.

Na maioria dos casos, um neurotransmissor é liberado como o terminal do axônio após um potencial de ação ter alcançado a sinapse. Um lugar onde os neurônios podem transmitir sinais entre si, sem nenhum problema.

Mal funcionamento dos neurotransmissores

Assim como outras questões que envolvem nosso organismo, o mal funcionamento também pode acontecer quando o assunto é neurotransmissores. Vale destacar que se tratando de um sistema tão vasto e complexo, não é anormal que esses elementos estejam suscetíveis a erros.

Basicamente, o que pode dar errado inclui:

  • Possibilidade dos neurônios não fabricarem o suficiente de um neurotransmissor específico;
  • Muito de um neurotransmissor em particular pode ser liberado;
  • Vários neurotransmissores sendo desativados por enzimas;
  • Os neurotransmissores podem ser reabsorvidos muito rapidamente.

Mas o que muitos podem se questionar é em relação às consequências desse processo. Geralmente, quando os neurotransmissores são afetados por doenças ou drogas, pode haver diferentes efeitos no corpo. Alguns exemplos são a Epilepsia, Alzheimer e Parkinson que estão associadas a déficits em certos neurotransmissores.

É necessário buscar ajuda?

Como os medicamentos que influenciam as ações dos mensageiros químicos do corpo são frequentemente prescritos para ajudar a tratar diversas condições psiquiátricas, os psicólogos e psiquiatras entendem a relevância do bom funcionamento dos neurotransmissores.

E às vezes, esses medicamentos podem ser usados ​​isoladamente, mas também ​​em conjunto com outros tratamentos terapêuticos, incluindo a terapia cognitivo comportamental

Portanto, nossa dica principal é sempre estabelecer uma rotina para não deixar de lado a saúde, investindo em alternativas que tragam conforto e resultados para o seu bem-estar.

Fluoxetina: conheça sua função e efeitos colaterais

Na categoria de antidepressivos existe um medicamento chamado fluoxetina, mais conhecido pelo nome de “pílula da felicidade”. Produzido pelo laboratório Eli Lilly, ele chegou ao mercado em 1986. Desde então tem sido recomendado para diversos tratamentos.

Mas será que você realmente sabe qual é a sua função e as principais contraindicações? É sobre isso que discutiremos logo a seguir:

Qual a função básica do medicamento?

A fluoxetina tem como objetivo agir no cérebro do paciente, o que aumenta os níveis de serotonina. Isso possibilita a regulação do bem-estar, sono, apetite, humor, concentração, dentre outros fatores.

Vale dizer que o remédio atua principalmente em transtornos que provocam o desequilíbrio na produção de serotonina. Entretanto, para que o medicamento tenha o efeito esperado, precisa ser usado diariamente e os resultados se tornam evidentes a partir de duas a seis semanas.

Ele é tradicionalmente administrado em gotas ou comprimidos, além de ser indicado no tratamento para:

Existem efeitos colaterais?

Devido à alteração nos níveis da serotonina, os efeitos colaterais podem surgir nas duas primeiras semanas de uso. Mas é importante citar que esses sintomas são resultados da adaptação pela qual o organismo está passando, o que varia de pessoa para pessoa.

Veja abaixo algumas dessas ocorrências:

  • Irritabilidade;
  • Tremores;
  • Retardo na ejaculação;
  • Dor de estômago;
  • Náusea;
  • Fraqueza;
  • Sonolência;
  • Insônia;
  • Dor de cabeça;
  • Ansiedade;
  • Impotência sexual;
  • Agitação;
  • Perda de apetite;
  • Diarreia;
  • Redução da libido;
  • Nervosismo.

A fluoxetina não é indicada para qual público?

Apesar de oferecer efeitos positivos para alguns públicos, o consumo da fluoxetina só é autorizado por meio de orientação médica precisa. Então se você tem menos de 18 anos, é lactante ou está grávida, deve ter uma recomendação específica antes.

Dentre os casos mais comuns, o remédio não pode ser consumido em quadros de:

  • Diabetes;
  • Arritmia;
  • Cirrose;
  • Doença renal;
  • Crianças com menos de sete anos;
  • Mulheres grávidas ou amamentando (salvo com orientação médica específica);
  • Histórico de convulsões ou epilepsia;
  • Elevada pressão intraocular ou que tenham risco de glaucoma de ângulo estreito agudo.

Ajuda na perda de peso?

Sim. É possível emagrecer com a fluoxetina, porém ela não foi criada para esta finalidade. Mas por causa do controle de ansiedade que o medicamento promove, isso pode ocorrer.

Portanto, não o compre com a intenção de utilizá-lo para esse fim. Inclusive, se consumida de forma equivocada, a fluoxetina pode causar o famoso efeito sanfona ou até mesmo o contrário: engordar.

Avaliação profissional

Como foi dito, o medicamento é recomendado depois de passar por uma criteriosa avaliação médica. Independente do tratamento que o paciente esteja passando, vale destacar que o método pode ser alinhado junto com um tratamento psicológico.

Ao combinar os medicamentos corretos com uma terapia online, por exemplo, você consegue obter resultados mais satisfatórios em relação à sua saúde física e mental. Ter equilíbrio e uma boa qualidade de vida é possível, desde que o paciente possa balancear esses dois lados.

Como utilizar a meditação para dormir?

Você já tentou praticar a meditação como uma maneira de melhorar a qualidade do seu sono? Se ainda não, provavelmente você não sabe os benefícios que essa técnica pode trazer para o seu dia a dia. 

Em linhas gerais, as formas de meditação auxiliam a criar condições internas favoráveis para uma noite verdadeiramente calma, independente de uma semana complicada ou se a sua mente está agitada por muito tempo. 

Além disso, essa prática tem como principal objetivo acalmar e silenciar a mente de cada indivíduo. Ou seja, se ela se tornar um hábito, é possível nos desligarmos dos problemas, anseios e aflições que se colocam em nossa vida e que já fazem parte do cotidiano.

O que acontece quando se pratica a meditação?

Como essa técnica tem a intenção de aquietar ou focar a mente, ela também consegue criar mudanças fisiológicas semelhantes àquelas que ocorrem no corpo durante as primeiras fases do sono. Exemplos disso são: pressão arterial cai e os hormônios do estresse se dissolvem.

Porém, o ato de meditar pode ser um desafio para quem deseja iniciar essa jornada. Sendo assim, é importante manter a paciência e persistir bastante durante as primeiras tentativas. 

O ideal é iniciar esse processo com apenas alguns minutos antes de dormir. Dessa forma, mais para frente, você já consegue fazer isso com mais habilidade, alcançando de 15 ou 20 minutos por dia.

Estilos de meditação para dormir

Mas para que você possa dar os primeiros passos nessa prática, vale destacar que existem estilos diferentes de meditação. São eles que vão ajudar você a se desligar dos estímulos externos e adormecer. 

Vale a pena conhecer essas alternativas e avaliar qual funciona melhor para o seu perfil:

Mindfulness

Conhecido também pelo nome de Atenção plena, o Mindfulness é uma técnica bem simples, mas que ao mesmo tempo não deixa de ser eficaz. Nesse estilo, a proposta é voltar sua concentração para o corpo que pode estar relaxado e em posição confortável na sua cama.

O recomendado é que o colchão seja firme e não muito macio. O mesmo vale para o travesseiro. Portanto, depois de notar esses itens, você pode proceder da seguinte forma:

  • Escolha um lugar tranquilo e preste atenção à sua respiração;
  • Quando sua atenção não estiver voltada para a meditação, retorne para o momento presente;
  • Só de respirar profundamente por 5 minutos, você já perceberá um estado de total relaxamento;
  • Perceba a sensação do contato do seu corpo com superfície embaixo de você.

Meditação de concentração

Já neste caso de meditação, você precisa se concentrar em algo específico para obter sucesso. Pode, por exemplo: observar sua respiração ou repetir o mantra em voz alta, como “eu estou em paz”, ou então visualizar algum objeto em sua mente. 

Uma dica para quem optar por esse estilo, é sempre manter esse ponto de foco, já que ele se torna extremamente útil para acalmar a mente e relaxar por completo.

Meditação guiada

Por outro lado, a meditação guiada exige a companhia de outra pessoa presente no momento da prática. Basicamente, a ideia é que você possa ouvir outro indivíduo que o conduz através desse processo. 

Um instrutor ou um áudio-guia, por exemplo, podem orientar o praticante para relaxar os dedos dos pés, depois as pernas e assim por diante. O tempo desse tipo de meditação pode variar de 5 minutos até 1 hora e, muitas pessoas a utilizam para conseguir aliviar a ansiedade.

Como você pode começar?

Se você sentir dificuldades ou percebeu que precisa de uma orientação antes de começar a meditação, o indicado é procurar ajuda profissional. A terapia pode ser uma dessas opções, pois o psicólogo ajuda o paciente a encontrar a melhor técnica para suas necessidades.